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Decisões de política monetária em foco: corte de 0,5% no Brasil e manutenção de juros nos EUA

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 0,3% | 110.963 Pontos

CÂMBIO 0,7% | 4,19/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem o Ibovespa subiu 0,3%, a 110.963 pontos, enquanto o dólar caiu 0,7% a R$ 4,12. Nesta manhã, bolsas europeias sobem juntamente aos índices futuros nos EUA.

Em dia de decisões de política monetária, o Banco Central americano decidiu manter as taxas de juros na banda atual entre 1,5% e 1,75% ao ano, o que já era amplamente esperado pelo mercado.

No comunicado do FOMC, o comitê indicou que é provável que a política monetária permaneça onde está por um período maior de tempo, embora os dirigentes continuem monitorando as condições econômicas. Segundo o presidente do Fed, Jerome Powell, as perspectivas continuam positivas para a economia dos EUA, apesar da conjuntura do exterior.

No Brasil, o Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic em 0,50% para 4,50%, em linha com a nossa expectativa e a do mercado. Com base no tom mais enfático e cauteloso, acreditamos que o Banco Central sinalizou ao mercado que seu espaço para reduzir as taxas de juros adiante diminuiu. No entanto, todos os cenários de inflação apresentados no documento mostram que o Banco Central ainda tem espaço para reduzir a taxa Selic para um patamar abaixo de 4,50%. 

Em nossa opinião, o Banco Central entregará um corte final de 0,25% em sua próxima reunião (fevereiro), reduzindo a taxa Selic para 4,25%, e permanecendo inalterado nesse nível ao longo de 2020. 

Esperamos que o Banco Central esclareça essa dualidade na próxima semana, quando divulgará a ata da reunião. Clique aqui para assistir nossa Live sobre o novo corte de juros.

Por fim, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s revisou de estável para positiva a perspectiva do rating do Brasil. A nota de crédito do país continua em BB-, considerada grau especulativo.

A S&P afirmou que o governo brasileiro continua a implementar medidas de consolidação fiscal que têm ajudado a reduzir o ainda alto déficit do país.

Ainda segundo a S&P, pode haver uma atualização da nota do país nos próximos dois anos, mas isso “se houver mais progresso — seja priorização, aprovação ou execução — na ampla agenda fiscal e de crescimento do governo, permitindo uma redução mais rápida dos déficits fiscais do Brasil e uma estabilização dos dinâmica da dívida.”

Hoje, investidores vão acompanhar a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que não deverá fazer mudanças na sua estratégia atual, e a eleição geral do Reino Unido. Nos últimos dias, pesquisas mostraram que os conservadores do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, diminuíram sua vantagem na corrida eleitoral em relação aos trabalhistas, da oposição. Investidores também continuam atentos aos desdobramentos das negociações comerciais entre EUA e China.

Por fim, ontem, em uma reviravolta na aprovação do marco regulatório do saneamento, foi aprovada emenda que substitui o relatório do deputado Geninho Zuliani por um projeto enviado pelo poder executivo.

Por um lado, a medida é positiva porque a Câmara terá a palavra final do projeto de lei, evitando riscos de diluições no Senado. Por outro, é negativa tendo em vistas riscos de atrasos na tramitação do novo marco legal no próximo ano. Acreditamos que as ações de Sabesp e Copasa deveriam reagir negativamente a potenciais riscos de atrasos em eventuais privatizações.

Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: O texto base do marco legal do saneamento foi aprovado ontem na Câmara
  2. S&P revisa de estável para positiva a perspectiva de rating do Brasil
  3. Serviços de saúde, educação e transportes prestados a famílias de baixa renda poderão ficar isentos do novo PIS/Cofins
  4. Comércio varejista surpreende as expectativas em outubro e reforça a mensagem de recuperação da atividade econômica brasileira
  5. Câmara aprova Medida Provisória que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras para o Banco Central

Internacional

  1. Fed decide manter suas taxas de juros inalteradas e Banco Central brasileiro reduz a taxa Selic para 4,50% ao ano

Empresas

  1. Saneamento: Projeto do Executivo (4162/19) passa a ser o principal no lugar do PL 3216/19
  2. Petrobras (PETR4): Pagamento de parte de bônus de Búzios e recebimento de R$34,4 bi por cessão onerosa
  3.  Petrobras (PETR4): Teaser para venda de participação na TAG
  4. JBS (JBSS3): Paralisação de 11 abatedouros da JBS intensifica pressão sobre o boi gordo
  5. Grupo Pão de Açúcar (PCAR4): Destaques da reunião anual com investidores do Pão de Açúcar
  6. B2W (BTOW): Parceria com a Linx

Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: O texto base do marco legal do saneamento foi aprovado ontem na Câmara

  • O texto base do marco legal do saneamento foi aprovado ontem na Câmara, faltando ainda a análise de 11 destaques, antes de ir ao Senado. O fato de ter passado o texto do governo e não a proposta do Senador Tasso Jereissati faz com que possíveis modificações dos senadores tenham que voltar à Câmara. A opção pelo texto do governo alonga o tempo de tramitação e aumenta as chances de mais alterações nesse caminho;
  • Foi aprovada ontem também a PEC que autoriza deputados e senadores a destinarem diretamente a Estados e municípios recursos de emendas individuais impositivas: R$ 9,5 bilhões para 2020. A nova modalidade não terá carimbo do governo federal e a fiscalização ficará por conta de tribunais de contas estaduais e municipais;
  • Governo tenta conter mudanças na MP do programa “verde-amarelo”, que recebeu 1.930 emendas. A ideia é avaliar o impacto delas para atacar as mais danosas. A medida vale até 20 de fevereiro e será discutida em comissão mista.

S&P revisa de estável para positiva a perspectiva de rating do Brasil

  • A agência de classificação de risco Standard & Poor’s revisou de estável para positiva a perspectiva de rating do Brasil. A nota de crédito do país continua em BB-, considerada grau especulativo. A S&P afirmou que o governo brasileiro continua a implementar medidas de consolidação fiscal que têm ajudado a reduzir o ainda alto déficit do país e destacou o baixo endividamento externo do governo e a capacidade do País de financiar os déficits em transações correntes como fatores relevantes para a revisão da perspectiva da nota de crédito;
  • O Tesouro Nacional avaliou hoje que a decisão da agência de classificação de risco de revisar a perspectiva da nota de crédito brasileira, de estável para positiva, corrobora a agenda de reformas econômicas implementadas pelo governo brasileiro;
  • Segundo o órgão federal, as medidas de ajuste fiscal e a retomada do crescimento econômico fundamentaram a decisão. Apesar disso, o Tesouro reconhece que a S&P destacou a necessidade de continuar o processo de aprovação de reformas que flexibilizem e reduzam os gastos obrigatórios.

Serviços de saúde, educação e transportes prestados a famílias de baixa renda poderão ficar isentos do novo PIS/Cofins

  • De acordo com a assessora especial do Ministério da Economia, Vanessa Canado, o governo estuda isentar serviços de saúde, educação e transportes prestados a famílias de baixa renda do pagamento do novo PIS/Cofins que está sendo elaborado pelo governo;
  • O intuito da medida seria o de compensar o efeitos do aumento da tributação de alguns setores de serviços decorrente do novo modelo de tributação;
  • De acordo com a assessora, outros setores estariam sendo analisados, mas a ideia não é estender as isenções ao setor todo. 

Comércio varejista surpreende as expectativas em outubro e reforça a mensagem de recuperação da atividade econômica brasileira

  • Em outubro de 2019, o comércio varejista ampliado apresentou expansão de 5,6% na base de comparação anual (out19 / out18), bem acima das nossas expectativas (3,7%) e das expectativas de mercado coletadas pela Bloomberg (4,0%). Na base de comparação mensal (out19 / set19), o indicador apresentou expansão de 0,8%, também bem acima das nossas expectativas (-0,2%) e das expectativas de mercado (0,2%);
  • A leitura positiva do varejo em outubro foi generalizada. A recuperação que antes era apresentada apenas pelo comércio de produtos duráveis foi apresentada novamente por todas as grandes categorias, incluindo o comércio de produtos semi e não duráveis;
  • Na nossa visão, a expansão do comércio em outubro acima das expectativas é consistente com a nossa projeção de crescimento de 1,2% do PIB em 2019. Continuamos acreditando que a retomada do crescimento será disseminada entre os principais setores da economia brasileira, ainda que o comércio de bens duráveis (impulsionado por um mercado de crédito forte e pela regra de retirada do FGTS) continue superando a performance de outros setores. Clique aqui para acessar a nossa análise completa do resultado.

Câmara aprova Medida Provisória que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras para o Banco Central

  • De acordo com o Estadão, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem a medida provisória que transferiu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central;
  • O texto aprovado pela Câmara retoma o nome Coaf para o órgão, após a MP do presidente Jair Bolsonaro, em agosto, ter alterado o nome para Unidade de Inteligência Financeira (UIF). Além do nome, o texto validado pelos deputados faz outras alterações na medida editada pelo Executivo;
  • Agora, o texto precisa ser analisado pelo Senado, mas perde a validade se não for aprovado no Congresso até a próxima terça-feira.

Internacional

Fed decide manter suas taxas de juros inalteradas e Banco Central brasileiro reduz a taxa Selic para 4,50% ao ano

  • Em dia de decisões de política monetária, o Banco Central americano (Fed) decidiu manter as taxas de juros na banda atual entre 1,5% e 1,75% ao ano, em linha com as expectativas de mercado. No comunicado emitido logo após a reunião, o comitê indicou que é provável que a política monetária permaneça onde está por um período maior de tempo, embora os dirigentes continuem monitorando as condições econômicas. Segundo o presidente do Fed, Jerome Powell, as perspectivas continuam positivas para a economia dos Estados Unidos, apesar da conjuntura do exterior;
  • No Brasil, o Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 4,50% ao ano, em linha com a nossa expectativa, com o consenso de mercado (Bloomberg) e com a orientação explícita da última reunião, que enfatizou que o BC forneceria “um ajuste adicional da mesma magnitude”;
  • Com base no tom mais enfático e cauteloso adotado pelo Banco Central em seu comunicado, reconhecemos que o cenário de juros a 4,50% ainda é um cenário provável. No entanto, todos os cenários de inflação apresentados no documento mostram que o Banco Central ainda tem espaço para reduzir a taxa Selic para um patamar abaixo de 4,50%. Por isso, acreditamos que a taxa Selic será reduzida para 4,25% em fevereiro e continuará neste mesmo patamar até o final de 2020. Clique aqui para acessar a nossa análise completa do comunicado.

Empresas

Saneamento: Projeto do Executivo (4162/19) passa a ser o principal no lugar do PL 3216/19

  • Ontem na tramitação do novo marco regulatório do saneamento na Câmara, foi aprovado o destaque que torna o projeto de lei do poder executivo o principal. Apesar do projeto diferir do parecer do Deputado Geninho Zuliani, há uma série de emendas que resgatam os principais pontos do relator;
  • Destaque para a Emenda 17, que instaura novamente artigo semelhante ao Artigo 15 do PL 3261/2019, referente à dispensa de anuência dos municípios para processos de privatização, caso não haja mudanças nos contratos. Notamos que o plenário acatou a emenda em votação;
  • Podemos interpretar o movimento de duas formas: (i) positivo dado que a Câmara retoma o protagonismo no projeto ao poder dar a palavra final sobre o marco regulatório, mitigando riscos de diluições no Senado, que é mais sensível a governadores e (ii) negativo devido ao risco da manobra que para ser bem sucedida depende de um grande alinhamento entre as lideranças das duas casas legislativas e o tempo de tramitação que pode ser ampliado de maneira significativa;
  • Acreditamos que o teor do projeto que emergir da Câmara hoje tem importância reduzida em vista das possibilidades de mudança no futuro. Ressaltamos que a aprovação do novo marco regulatório é determinante para as teses de investimento de Sabesp e Copasa, duas empresas cujas ações negociam com base em expectativas de privatização. Temos recomendação Neutra em Sabesp e Copasa, e de Compra na Sanepar.

Petrobras (PETR4): Pagamento de parte de bônus de Búzios e recebimento de R$34,4 bi por cessão onerosa

  • Ontem a Petrobras informou via comunicado ao mercado que realizou o pagamento à União no valor de R$ 34,420 bilhões (trinta e quatro bilhões e quatrocentos e vinte milhões de reais), referentes a parcela do bônus de assinatura da aquisição da área de Búzios, ocorrida na rodada de licitações do excedente da Cessão Onerosa em 6 de novembro de 2019;
  • Além disso, a companhia recebeu da União na mesma data, R$ 34,414 bilhões (trinta e quatro bilhões e quatrocentos e quatorze milhões de reais), referentes ao pagamento previsto no Termo Aditivo ao Contrato de Cessão Onerosa (link), que foi atualizado pela taxa Selic até a data de pagamento;
  • Lembramos que restante do pagamento por Búzios (R$ 26,96 bilhões) deve ocorrer até o dia 27 de dezembro. Na visão da empresa os pagamentos não alterarão seu patamar da dívida e serão suportados pela atual disponibilidade de caixa e pela geração de caixa no quarto trimestre. De todo modo, ressaltamos que o Leilão da Cessão Onerosa foi apenas um desvio pontual na estratégia de desalavancagem da Petrobras e que ela continua comprometida com a agenda de desinvestimento conforme descrito no seu Plano Estratégico 2020-2024 (link). Mantemos a recomendação de Compra das ações.

 Petrobras (PETR4): Teaser para venda de participação na TAG

  • Ontem a Petrobras informou via comunicado ao mercado que iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda de sua participação remanescente (10%) na Transportadora Associada de Gás S.A. (“TAG”);
  • O teaser contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes. Hoje, o grupo formado pela ENGIE e pelo fundo canadense CDPQ detém 90% de participação na TAG, adquiridas da Petrobras em junho deste ano;
  • Ainda que a iniciativa seja pouco significativa dentro de nossas estimativas de US$19,8-US$23,3bilhões para o plano de venda de ativos da Petrobras, temos uma visão positiva do anúncio por reforçar o compromisso com a agenda de desinvestimentos de ativos que não são o foco da empresa. Estimamos uma redução na Dívida Líquida/EBITDA de 0,02x com a venda da participação da TAG. Mantemos a recomendação de Compra das ações com preço alvo de R$ 36,00/ação.

JBS (JBSS3): Paralisação de 11 abatedouros da JBS intensifica pressão sobre o boi gordo

  • Segundo o Valor Econômico, a Friboi vai conceder férias coletivas em onze de suas unidades, que retomarão as atividades na primeira quinzena de janeiro. Segundo a companhia, a medida já é adotada há alguns anos neste período de festas de Natal e Ano Novo;
  • A reportagem afirma que se trata de um movimento para proteger as margens da empresa, uma vez que, nos atuais preços do boi gordo, as contas de alguns abatedouros não fecham. “Nem a exportação à China consegue pagar um boi acima de R$ 215 (por arroba)”, afirmou um executivo do setor;
  • O Valor apurou que as unidades da JBS em Alta Floresta, Colíder, Confresa e Redenção estão na lista dos abatedouros que darão férias coletivas, sendo que nenhum deles têm habilitação para exportar para a China, o mercado que melhor remunera.

Grupo Pão de Açúcar (PCAR4): Destaques da reunião anual com investidores do Pão de Açúcar

  • Na quarta-feira (12 de dezembro) participamos da reunião anual com investidores do Pão de Açúcar. No geral, o evento reforçou a mensagem da diretoria (veja nosso relatório: Destaques da reunião com diretoria executiva, publicado no dia 15 de outubro) em relação à (i) retomada de crescimento e expansão de margem dos formatos de varejo (Multivarejo) em 2020, por meio da aceleração do ritmo de abertura de lojas e do impacto positivo das reformas na bandeira Pão de Açúcar e das conversões da bandeira Extra Super em Mercado Extra e Compre Bem; e (ii) perspectivas positivas para o formato de atacarejo (Assaí), com um ambiente competitivo relativamente estável, segundo a empresa, e cerca de 20 aberturas planejadas para 2020 (10 já em construção);
  • Nosso principal destaque: Conversões de Extra Hiper em Assaí. A diretoria anunciou o plano de reduzir a sua base atual de 112 Hipermercados. O GPA planeja converter 25 a 30 lojas Extra Hiper para o formato de atacarejo (Assaí) a partir do primeiro semestre de 2020, o que já mostrou resultados positivos no passado, e potencialmente fechar outras 10 lojas (que correspondem a cerca de 5% das vendas da bandeira e um resultado operacional negativo de R$15 milhões, de acordo com a empresa). Esperamos que isso tenha um efeito positivo na rentabilidade do segmento no ano seguinte (estimamos uma expansão de margem de +0,3 p.p A/A no Multivarejo em 2020);
  • Nossa visão: Continuamos a ver um risco-retorno atrativo para as ações do GPA (PCAR4) e reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$105 por ação. Para mais detalhes sobre a nossa tese de investimento, acesso o link.

B2W (BTOW): Parceria com a Linx

  • O que aconteceu? No dia 11 de dezembro, após o fechamento do mercado, a B2W anunciou uma parceria com a Linx (LINX3; ação não coberta pela XP). Por meio do acordo, o sistema multi-canal da Linx será integrado às plataformas de marketplace da B2W. Lembrando que uma parceria similar entre a Linx e a Magazine Luiza foi anunciada no final de novembro;
  • Com isso, as varejistas que hoje utilizam o sistema “OMNI” de gerenciamento de pedidos (OMS) da Linx poderão disponibilizar o seu catálogo de produtos (on- e offline) nos marketplaces da B2W. Além disso, os vendedores poderão se integrar às soluções de O2O (Online para Offline) da B2W, permitindo o uso de seus próprios pontos físicos como opção de entrega ou retirada de produtos (retira-loja);
  • Nossa Visão: Vemos o anúncio como mais uma iniciativa que fortalece a estratégia multi-canal para o marketplace da B2W. Por meio da parceria, os vendedores poderão digitalizar as suas operações de uma maneira simples e/ou reduzir o prazo e o custo de frete para o consumidor final, ao oferecer a opção de “retira-loja”;
  •  Para mais detalhes, acesse o relatório completo nesse link.

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