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Bolsas amanhecem em queda; consumo nos EUA e desemprego no Brasil no radar

Recuperação da China ganha impulso, enquanto os principais bancos centrais dizem que devem priorizar a luta contra a inflação sobre o crescimento. Na pauta de hoje, temos deflator do Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE) dos EUA e taxa de desemprego no Brasil.

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Destaque do dia

Recuperação da China ganha impulso, enquanto os principais bancos centrais dizem que devem priorizar a luta contra a inflação sobre o crescimento. Na pauta de hoje, temos deflator do Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE) dos EUA e taxa de desemprego no Brasil.

Brasil

Em um dia marcado pela alta volatilidade, o principal índice da bolsa brasileira encerrou no negativo, aos 99.621 com uma queda de -0,96%. Enquanto o dólar recuou -1,39% frente ao real, encerrando o pregão aos R$ 5,19. Os juros futuros fecharam próximos da estabilidade, mas enfrentaram dia volátil nesta quarta-feira. Ao longo do dia as taxas apresentavam um alívio por parte de uma correção dos últimos três dias seguidos de altas, mas voltaram a adicionar mais prêmios na curva pela elevação do risco fiscal, agora com o pedido oficial de reconhecimento do estado de emergência do País na PEC dos Combustíveis abrindo espaço para gastos acima do limite do teto. DI jan/23 fechou em 13,79%;  DI jan/24 em 13,615%; DI jan/25 em 12,895%; DI jan/27 encerrou em 12,765%; e DI jan/29 em 12,88%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem negativas (EUA -1,1% e Europa -2,3%) pela falta de perspectiva de que a guerra na Ucrânia termine tão cedo e a visão de  que as pressões inflacionárias provavelmente continuem a crescer. Com os bancos centrais procurando combater agressivamente o aumento dos preços com elevações nas taxas de juros, há temores crescentes de uma recessão global. Atenções de hoje voltadas para a divulgação do PCE de maio nos EUA, o índice preferido do Fed para medir inflação e nortear suas decisões de política monetária, e nos dados de pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA. Na China, o índice CSI 300 (+1,1%) terminou em alta, ao contrário do Hang Seng (-0,6%), impulsionado por dados do governo mostrando que a atividade fabril cresceu em junho.

Os presidentes de alguns dos principais bancos centrais do mundo reafirmaram seu compromisso com uma ação rápida de combate à inflação para evitar que as taxas elevadas no presente se tornem mais persistentes, ainda que isso possa causar “alguma dor”. As declarações reforçam o viés de que esses Bancos Centrais devem continuar a subir seus juros, apesar de alguns dados de curto prazo mostrarem riscos crescentes de recessão. Na China, a divulgação do PMI oficial mostrou, pela primeira vez desde fevereiro, o indicador acima da linha de 50 pontos que separa contração de expansão, atingindo 50,2. Esse resultado, embora abaixo das expectativas, indica que o país pode ter superado o auge da crise da Covid-19 neste ano, mas há riscos consideráveis no radar a se monitorar. Na União Europeia, o desemprego apresentou sua mínima histórica, atingindo 6,6%, mesmo em um cenário de alta inflação, mostrando que o mercado de trabalho daquele continente está bastante aquecido.

Economia Brasil

No Brasil, tivemos ontem a divulgação do saldo primário do Governo Central, que mostrou um déficit de R$ 39,4 bilhões, acima do esperado pelos analistas de mercado. O resultado reflete em grande parte o adiantamento do pagamento do 13º a aposentados e pensionistas e uma transferência extraordinária de recursos ligados à cessão onerosa de petróleo e não altera a percepção de um ano positivo. Por outro lado, o relator da PEC nº 16/2022 – agora transformada em substitutivo à PEC nº 1/2002 – apresentou as mudanças na proposta que podem elevar os gastos além do limite do teto de gastos em até R$ 38,75 bilhões. O risco a se monitorar é a elevação dessa conta e a possibilidade de que parte dela se transforme em permanente. Na agenda do dia, o destaque será a divulgação do deflator do PCE nos Estados Unidos, a medida de inflação “preferida” do FED. A expectativa do mercado é uma elevação de 0,5% e a leitura será fundamental para definir os próximos passos do banco central americano. No Brasil, destaque para a divulgação da taxa de desemprego, que deve cair novamente e chegar a 10,1%, segundo nossas estimativas, e para o resultado do setor público, que deve apresentar um déficit de R$ 31,5 bilhões, também segundo nossas estimativas.

Veja todos os detalhes

Economia

Recuperação da China ganha impulso, enquanto os principais bancos centrais dizem que devem priorizar a luta contra a inflação sobre o crescimento. Na pauta de hoje, deflator do PCE nos EUA e taxa de desemprego no Brasil

  • Os principais banqueiros centrais do mundo alertaram que a era de taxas de juros baixas e inflação moderada chegou ao fim após o “choque geopolítico maciço” da invasão da Ucrânia pela Rússia e da pandemia de coronavírus. Christine Lagarde, presidente do BCE, Jay Powell, presidente do Federal Reserve, e Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, pediram uma ação rápida para conter a inflação. Eles disseram que não aumentar as taxas de juros com rapidez suficiente pode permitir que a alta inflação se incorpore nas expectativas, em última análise, exigir ações mais drásticas dos bancos centrais para trazer o crescimento dos preços de volta a níveis mais moderados. “É altamente provável que o processo envolva alguma dor, mas a pior dor seria não conseguir lidar com essa alta inflação e permitir que ela se tornasse persistente”, disse Powell;
  • Os setores fabril e de serviços da China voltaram a subir em junho, mostraram pesquisas de negócios na quinta-feira, quando as autoridades suspenderam um rígido bloqueio COVID em Xangai, revivendo a produção e os gastos do consumidor. O índice oficial de gerentes de compras de manufatura (PMI) subiu para 50,2 em junho, de 49,6 em maio. O resultado ficou um pouco abaixo da previsão de 50,5 em uma pesquisa da Reuters, mas subiu acima da marca de 50 pontos que separa a contração do crescimento pela primeira vez desde fevereiro. Embora a atividade na China esteja ganhando força após os longos bloqueios do COVID em abril e maio, os ventos contrários, incluindo um mercado imobiliário ainda moderado, gastos moderados do consumidor e medo de ondas recorrentes de infecções persistem;
  • O desemprego na zona do euro caiu para uma nova mínima histórica em maio, à medida que a economia continuou a se recuperar da pandemia de COVID-19, mesmo que a inflação exacerbada pela invasão da Ucrânia pela Rússia reduza o crescimento. O escritório de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse na quinta-feira que o desemprego nos 19 países que compartilham o euro caiu para 6,6% da força de trabalho em maio, ante 6,7% revisados ​​em abril. Economistas consultados pela Reuters esperavam uma leitura de 6,8%, a mínima recorde relatada anteriormente;
  • No Brasil, o Governo Central apresentou déficit primário de R$ 39,4 bilhões em maio, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta quarta-feira. O resultado veio acima das expectativas do mercado (R$ -31,2 bilhões), mas em linha com nossas estimativas (R$ -39,9 bilhões). O déficit de maio reflete principalmente maiores despesas relacionadas ao adiantamento do 13º salarío para aposentados e pensões e um repasse aos governos subnacionais de R$ 7,7 bilhões relacionados a concessões de petróleo concedidas no início deste ano. No acumulado do ano, o governo central atingiu superávit de R$ 41,2 bilhões;
  • No Congresso, o relator da PEC nº 16/2022 (agora substitutivo da PEC nº 1/2022) divulgou mudanças para permitir que o governo aumente os gastos sociais este ano além do teto constitucional em até R$ 38,75 bilhões. O foco seria aumentar os pagamentos mensais do programa de transferência de renda Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600 por mês) e aumentar o número de famílias incluídas no programa. Outras mudanças incluem a criação de um auxílio para motoristas de caminhão, transferência para subsídios de transporte público e aumento do auxílio gás para famílias de baixa renda. O risco é que algumas dessas despesas adicionais possam se tornar permanentes;
  • Na agenda de hoje, os principais destaques são Despesas Pessoais e deflator de PCE nos EUA. Para o índice de preços, o mercado espera um aumento de 0,5% MoM (4,8% A/A). No Brasil, esperamos a divulgação da taxa nacional de desemprego e do resultado primário consolidado do setor público. O consenso do mercado é uma queda de 10,5% para 10,2% na taxa de desemprego, enquanto esperamos uma queda para 10,1%. Em relação ao saldo do setor público, esperamos déficit de R$ 31,5 bilhões.

Empresas

Escolhendo os carboidratos certos para o seu portfólio | Iniciando Cobertura em Camil e M. Dias Branco

  • Estamos iniciando a cobertura da Camil (CAML3) com uma recomendação de Compra e preço-alvo para o fim de 2023Y de R$ 14,00 (41% de potencial de valorização do preço atual da ação), enquanto para M. Dias Branco (MDIA3) iniciamos com uma recomendação de Neutro e um preço-alvo para o fim de 2023 de R$ 30,30, em um momento importante devido ao esperado alívio nos preços das commodities;
  • Ambas as empresas devem desfrutar de uma melhora nos resultados, mas devido às diferentes estratégias de preços e poder da marca, vemos mais vantagens para a CAML. Se os preços das commodities caírem mais do que o esperado, especialmente trigo e óleos vegetais, a MDIA pode nos surpreender, mas a empresa precisa pressionar por melhores margens e ainda diminuir sua capacidade ociosa;
  • No entanto, acreditamos que a CAML seria favorecida em uma queda suave nos preços das commodities devido às suas marcas sólidas e icônicas e diferenciada presença comercial;
  • Vemos a MDIA atualmente sendo negociada a 9.2x EV/EBITDA para 2023, abaixo de sua média histórica de 12,0x, enquanto vemos a Camil atualmente sendo negociada a 5.0x EV/EBITDA para o mesmo período versus sua média histórica e nosso múltiplo alvo para a empresa de 6,5x;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório completo.

Data Expert: Etiqueta XP – Beleza #2

  • Estamos lançando a segunda edição do Etiqueta XP, um relatório focado no segmento de Beleza onde nós monitoramos os preços de produtos selecionados de Avon, Natura e O Boticário;
  • Nossas principais conclusões foram: i) As empresas continuam a aumentar os preços, em uma média de ~4% desde nosso último relatório, ou ~8,5% no acumulado do ano; ii) Natura foi a marca que mais repassou preços, seguida pela Avon e pelo O Boticário; iii) Natura está normalizando os requisitos de pedidos mínimos , enquanto a Avon está flexibilizando as exigências de vendas mínimas para os níveis mais baixos de representantes; e iv) mapeamos iniciativas interessantes implementadas pela Natura e Avon, que devem contribuir para melhoria de produtividade e/ou margens;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Citi sinaliza aumento de hipotecas imobiliárias apoiadas por cripto em meio à crise (InfoMoney);
    • BTG cria plataforma para negociação privada de blocos de ações (Pipeline);
    • Plano Safra 2022/2023: valor destinado ao crédito rural será de R$ 340,8 bilhões, alta de 36% (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Confiança do comércio sobe 4,6 pontos em junho ante maio (Estadão);
    • Dia dos namorados trouxe faturamento de R$ 6,5 bilhões este ano, aponta estudo (E-commerce);
    • FT: H&M dá menos descontos e planeja abertura de lojas na América do Sul (Financial Times);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Plano Safra disponibiliza R$ 340,8 bilhões para incentivar a produção agrícola nacional (Notícias Agrícolas);
    • Disponibilidade de frangos para o abate sofre ligeira alta, mas permanece aquém do recorde do início do ano (Notícias Agrícolas);
    • Por que a demanda por commodities agrícolas vai perder o ritmo (Brazil Journal);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Leilões de transmissão podem atrair R$ 50 bi e escoar energia do Nordeste (Valor Econômico);
    • Felipe Kury, ex-diretor da ANP, defende “privatização gradual” da Petrobras (Valor Econômico);
    • Mercado livre cresce, mas lei está parada no Congresso (Valor Econômico).
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Publicamos as mudanças das nossas carteiras recomendadas para o mês de julho

  • Na Carteira Top 10 do mês de julho, fizemos quatro alterações visando diminuir a exposição a setores que devem sofrer mais com perspectivas de atividade econômica mais fraca, e aumentamos o peso em nomes que vemos como mais resilientes (veja link);
  • Na Carteira Top Small Caps, optamos por retirar um nome mais exposto ao setor de consumo, já que, nesse cenário macroeconômico mais desafiador, vemos o mercado tomando uma posição mais conservadora ao setor de Varejo, e adicionamos um nome do setor de Elétricas (veja link);
  • Na Carteira Top Dividendos, reduzimos a exposição a um setor mais exposto ao cenário macroeconômico, aumentando o peso em outro nome que vemos que possui uma relação risco retorno mais atrativa no momento (veja link);
  • Na Carteira Top 10 Ações Internacionais (BDRs) XP, fizemos uma mudança. Escolhemos reduzir nossa exposição ao do setor de tecnologia americano, que tem sofrido com o ambiente de subida de juros. Adicionamos uma empresa fora dos EUA que deve se favorecer de um cenário macro local que tem dados sinalizações cada vez mais positivas (link).

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Bath, Body & Beyond apresenta resultados fracos e muda CEO

  • Mudando o CEO depois de resultados desastrosos e cenário macro difícil: A Bed Bath & Beyond está substituindo o CEO Mark Tritton depois que a varejista enfrentou mais um trimestre de queda nas vendas;
  • Bebidas de luxo, um mercado que não sofre com a crise? A divisão Moet Hennessy da LVMH adquiriu a produtora de vinhos da Califórnia Joseph Phelps Vineyards, enquanto a gigante francesa de bens de luxo continua ampliando seu portfólio de bebidas;
  • Sony lança nova linha de equipamentos para jogos de PC: Sony anunciou que está lançando sua própria linha de monitores de computador e fones de ouvido focados em jogos;
  • Empresas chinesas buscam diversificação fora da China;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Como investir em FIIs no segundo semestre de 2022? Analista aponta dois fundos para manter no radar (InfoMoney);
    • Fundos imobiliários e ações imobiliárias: quais as diferenças? (Valor);
    • Conheça os Fiagros mais rentáveis de junho, segundo o Itaú BBA (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

União Europeia adota políticas climáticas mais duras e deve proibir a venda de carros a combustão a partir de 2035 | Café com ESG, 30/06

  • O mercado fechou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,0% e -1,1%, respectivamente;
  • No Brasil, um estudo feito pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente apontou que as usinas termelétricas da Eletrosul, Engie Brasil Energia e EDP Brasil foram as que mais emitiram carbono por eletricidade gerada em 2020 – denominado Inventário de Emissões Atmosféricas em Usinas Termelétricas, o levantamento aponta que nas últimas duas décadas, a geração de energia com combustíveis fósseis aumentou sua participação na matriz elétrica, saindo de 9% da matriz em 2000 para 14% em 2020;
  • No internacional, (i) os países da União Europeia firmaram um acordo para adotar políticas climáticas mais duras, como a proibição da venda de veículos movidos a motores a combustão a partir 2035 – após longo debate, o acordo representa um avanço do ambicioso Pacto Verde, a lei climática da Europa, através da qual o bloco pretende se tornar neutro em carbono até 2050; e (ii) a capacidade global de energia nuclear precisa dobrar até meados do século para atingir as metas de emissões líquidas zero e ajudar a garantir a segurança energética à medida que os governos tentam reduzir sua dependência de combustíveis fósseis importados, de acordo com a Agência Internacional de Energia. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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