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Aprovação de pacotes de US$2 trilhões no Senado americano ontem versus pedidos de seguro-desemprego nos EUA hoje

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em alta de 7,5%, acompanhando o movimento de otimismo nos mercados globais com a expectativa de aprovação do pacote de US$2 trilhões em estímulos destinados a mitigar os impactos da pandemia do coronavírus na economia americana. O pacote foi aprovado ontem à noite pelo Senado dos EUA em votação unânime de 96 votos a 0 e segue para a Câmara, onde o líder da maioria afirmou que a legislação deve ser analisada nesta sexta. O Presidente Trump afirmou que assinará a lei imediatamente ao recebê-la (saiba mais).

Entretanto, bolsas e futuros esta manhã amanhecem em território negativo, com bolsas europeias operando em queda de -1% a -2% e os índices futuros dos EUA recuando cerca de -0,5%. O mercado aguarda a divulgação do número semanal de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos, com receio de um aumento muito significativo devido à pandemia do COVID-19. Grandes instituições financeiras estimam pedidos de 1 a 4 milhões.

O número de casos do Covid-19 nos EUA subiu para mais de 55 mil na noite de ontem, com 1.041 mortes, informa a Universidade Johns Hopkins. Só a Itália e a China têm mais casos. Na Europa, líderes europeus devem ter uma teleconferência nesta quinta-feira para discutir uma resposta à crise. Na Itália, o número de mortes atingiu 7.500 pessoas e, na Espanha, ultrapassou 3.400 na quarta-feira, superando a China (3.291 mortes).

Na agenda doméstica, destaque para a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central que trará mais informações sobre a visão prospectiva da instituição para crescimento e inflação. Além disso, o documento trará informações sobre as simulações do contágio do coronavírus para o Brasil.

O governo segue estudando diversas frentes de atuação para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia brasileira. Dentre as medidas estudadas, estão o adiamento em três meses do pagamento de tributos federais às empresas localizadas em municípios em estado de calamidade pública e a concessão de R$ 100 bilhões em crédito via maquininhas de cartões para micro, pequenas e médias empresas. Além disso, o Tesouro Nacional estuda a possibilidade de atuar como garantidor de crédito nos empréstimos de bancos a pequenas e médias empresas. As medidas ainda devem ser detalhadas nos próximos dias, mas o nosso entendimento é de que são medidas acertadas e em linha com o que temos falado.

Na política, Jair Bolsonaro e parte dos governadores se indispuseram ontem depois do pronunciamento de terça-feira em que o presidente criticou medidas adotadas por estados e pediu que o país voltasse à normalidade. À tarde, depois de reunião, 25 dos 27 governadores decidiram manter as diretrizes de restrições que já haviam adotado. Apesar do desconforto com o tom da fala do presidente Bolsonaro, o Ministro da Saúde Luiz Mandetta disse que permanece no governo.

No Legislativo, a Câmara segue discutindo o projeto de lei com algumas das medidas emergenciais propostas para o enfrentamento dos efeitos da pandemia. O texto, além da antecipação do BPC (benefício de prestação continuada), prevê a concessão de um voucher aos trabalhadores informais. O projeto do governo previa o valor de R$ 200 mensais, mas já há encaminhado acordo para aumentar o valor para R$ 500 e exceções ainda acima disso.

Na agenda de empresas, o destaque vai para os resultados do 4T19 de (i) JBS, que divulgou fortes resultados, principalmente em Seara e Suínos, (ii) Copel, com resultados acima do esperado com maiores margens de comercialização de energia e eficiência de custos, e (iii) Via Varejo, com sinalizações positivas de fortalezas que a companhia conseguiu estabelecer na crise atual, como avanço do canal online, e melhora na rentabilidade e execução. Reiteramos nossas recomendações de Compra nas 3 ações.

Tópicos do dia

Coronavírus

A crise do coronavírus aos olhos da História
Coronavírus: sob os olhos de grandes líderes e executivos
Coronavírus e seus investimentos: Aperte os cintos!
Varejo e o COVID-19: Entendendo a queda das ações; 4 principais pontos
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil
A crise do coronavírus aos olhos da História

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Temporada de resultados do 4º trimestre

Sabesp (SBSP3): Após o fechamento de mercado

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Brasil

  1. Governo estuda medidas acertadas para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia

Internacional

  1. Política Internacional: Senado aprova pacote de USD 2 tri

Empresas

  1. JBS (JBSS3): fortes resultados no 4T19; reiteramos Compra
  2. Via Varejo (VVAR3): Resultados do 4T19 mostram progresso importante; Foco no COVID-19
  3. Copel (CPLE6): Resultados do 4T19: Um desfecho de um 2019 incrível para a empresa, e a história não acabou: Mantemos Compra
  4. Locaweb (LWSA3): Estreando com sólidos resultados; Compra
  5. Energias do Brasil – EdP (ENBR3): Redução dos dividendos referentes ao exercício de 2019 e investimentos em 2020

Veja todos os detalhes

Brasil

Governo estuda medidas acertadas para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia

  • O governo segue estudando diversas frentes de atuação para combater os efeitos do coronavírus sobre a economia brasileira. De acordo com o Ministério da Saúde, a pandemia pode custar R$ 410 bilhões adicionais ao Sistema Único de Saúde do país, cujo orçamento atual é de cerca de R$ 125,5 bilhões;
  • Dentre as medidas estudadas, estão: i) o estabelecimento de uma parceria com o Banco Mundial para investir R$ 50,3 milhões em serviços de telemedicina no Brasil para atendimentos de triagem de pacientes sintomáticos, ii) o direcionamento de R$ 313,8 milhões para a contratação emergencial de profissionais da área da Saúde, iii) o adiamento em três meses do pagamento de tributos federais às empresas localizadas em municípios em estado de calamidade pública e iv) a concessão de R$ 100 bilhões em crédito (com taxa de 3,75% ao ano, prazo de três anos e carência de um ano para o pagamento) via maquininhas de cartões para micro, pequenas e médias empresas;
  • Além disso, o Tesouro Nacional estuda a possibilidade de atuar como garantidor de crédito nos empréstimos de bancos a pequenas e médias empresas. As medidas ainda devem ser detalhadas nos próximos dias, mas o nosso entendimento é de que são medidas acertadas e em linha com o que temos falado.

Internacional

Política Internacional: Senado aprova pacote de USD 2 tri

  • Após dias de negociações intensas, o senado americano aprovou pacote de estímulo de USD 2 trilhões por 96 votos a favor e 0 em contra. O texto vai à Câmara dos Representantes. Com quase 70 mil casos confirmados no país, o presidente Donald Trump sugere “reabrir” os EUA até a páscoa, mas encontra resistência de empresas e recomendações de especialistas de saúde.

Empresas

JBS (JBSS3): fortes resultados no 4T19; reiteramos Compra

  • A JBS reportou fortes resultados no quarto trimestre de 2019, com um EBITDA ajustado de R$ 5,7 bilhões, 4% acima do nosso (+67% A/A). Os principais destaques positivos foram a Seara e a JBS USA Pork (operação de suínos nos EUA);
  • Esperamos ouvir mais detalhes sobre os impactos do coronavírus e o desempenho da JBS neste primeiro trimestre de 2020 durante a teleconferência de resultados da empresa, que será realizada hoje às 9h (horário de Brasília).
  • A companhia gerou um forte fluxo de caixa livre de R$ 3,2 bilhões, enquanto a alavancagem caiu para 2,2x – versus 3,2x no 4T18. Reiteramos nossa recomendação de Compra. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Via Varejo (VVAR3): Resultados do 4T19 mostram progresso importante; Foco no COVID-19

  • Os resultados referentes ao quarto trimestre de 2019 (4T19) da Via Varejo mostraram um progresso importante do processo de restruturação da companhia. Em especial, destacamos (i) a forte aceleração da operação de e-commerce, com um crescimento de +34,9% A/A das vendas online, e (ii) a melhora substancial da rentabilidade, com expansão de 3,7 p.p da margem bruta na comparação anual;
  • De qualquer maneira, acreditamos que a atenção dos investidores continuará voltada aos desdobramentos da crise desencadeada pelo COVID-19. Nesse cenário, o 4T19 trouxe algumas sinalizações positivas que mostram que a companhia conseguiu estabelecer algumas fortalezas nesse curto período de tempo que serão importantes ao longo dos próximos meses. Dentre elas, destacamos três: (i) o avanço no canal online, (ii) a melhora na rentabilidade e relacionamento com fornecedores, e (iii) a capacidade de execução;
  • Portanto, apesar de reconhecermos que a crise desencadeada pelo coronavírus aumentará a complexidade operacional ao longo dos próximos meses, acreditamos que a companhia esteja preparada e suficientemente capitalizada para atravessar esse período. Dessa forma, reiteramos a nossa recomendação de Compra para as ações da Via Varejo (VVAR3);
  • Por fim, em um fato relevante separado a companhia comunicou a conclusão da terceira e última etapa do processo de investigação interna acerca de suportas fraudes contábeis, sem grandes alterações em relação ao que já havia sido divulgado anteriormente. Em linha com o que já havia sido divulgado, o valor final reconhecido nas no 4T19 foi de R$ 1,190 bilhão (ou R$ 786 milhões líquidos de impostos).
  • Acesse o relatório completo pelo link.

Copel (CPLE6): Resultados do 4T19: Um desfecho de um 2019 incrível para a empresa, e a história não acabou: Mantemos Compra

  • Em 25 de março, a Copel reportou um Lucro Líquido no 3T19 de R$ 570,9 milhões, abaixo da nossa estimativa de R$ 722,0 milhões. Por outro lado, o EBITDA ajustado de R$ 926,0 milhões ficou acima da nossa estimativa de R$ 745,8 milhões, refletindo principalmente (1) uma margem de contribuição (receitas menos custos não gerenciáveis, como compra de energia e encargos de transmissão) de R$ 1.940,2 milhões acima da nossa estimativa de R$ 1.600,4 milhões devido principalmente a um maior despacho da Usina Termelétrica Araucária, e maiores receitas de transmissão e comercialização de energia, que foram parcialmente compensados ​​por (2) custos gerenciáveis (como pessoal, materiais e serviços) ​​ligeiramente acima das nossas estimativas, principalmente devido a maiores despesas com fundos de pensão. Avançando para a linha do lucro, as principais diferenças em relação às nossas expectativas refletiram (a) despesas financeiras líquidas mais altas em comparação com nossas estimativas, (b) impactos positivos de R$ 105,7 milhões do valor presente de ganhos de negociação na comercializadora de energia e (c) um impacto positivo de R$ 127,4 milhões no final dos encargos associado a uma lei revogada no período;
  • Temos uma avaliação positiva dos resultados da Copel no 4T19, dado que os números do EBITDA ajustado ficaram acima de nossas estimativas. Continuamos vendo com bons olhos o compromisso contínuo da empresa em ser mais eficiente, com a distribuidora da empresa registrando um EBITDA 5,6% acima do previsto nas contas de luz em 2019, em comparação à ineficiência de 23,4% no ano de 2018. Por fim, observamos que o processo de redução do endividamento da Copel continua avançando, com Dívida Líquida / EBITDA reportada chegando a 2,0x vs. 2,2x no 3T19 e 3,1x no 4T18;
  • A empresa também observou que, como parte das medidas destinadas a mitigar os impactos do COVID-19, o Governo do Estado do Paraná aumentou o escopo do programa “Luz Fraterna”, que subsidia contas de energia para famílias de baixa renda. O limite de consumo do programa foi aumentado para 150kWh de 120kWh por 90 dias e abrangerá 217,5 famílias no Estado. Aguardamos mais informações sobre o impacto da medida na teleconferência de resultados;
  • Mesmo em vista da volatilidade recente, continuamos a ter uma visão positiva das ações da Copel devido a (i) compromisso contínuo da gestão com eficiências de custos, (ii) potenciais ganhos com a extensão da concessão da Usina Hidrelétrica de Foz de Areia mediante a venda do controle do ativo, (iii) ganhos com a eventual venda da Copel Telecom (cujos estudos encontram-se em estado avançado) e (iv) redução do endividamento mais acelerada com a conclusão de projetos de geração e transmissão. Mantemos nossa recomendação de Compra nas ações.

Locaweb (LWSA3): Estreando com sólidos resultados; Compra

  • A Locaweb reportou sólidos resultados referentes ao 4T19. A receita líquida de R$ 105 milhões veio 7% acima da nossa expectativa e apresentou um robusto crescimento de 26% na comparação anual. Destacamos a forte expansão do segmento de Commerce (+45% A/A), que no ano de 2019 passou a representar ~20,8% da receita (vs. 17,4% em 2018);
  • O EBITDA ajustado atingiu R$ 30,2 milhões (+33% A/A), acima da nossa expectativa de R$24,9 milhões. Com isso, a margem EBITDA alcançou 28,7% (XPIe 26,9%), tendo apresentado uma sólida expansão de 1,7 p.p na comparação anual;
  • Por fim, o lucro líquido ajustado de R$ 10,4 milhões veio exatamente em linha com a nossa expectativa, apresentando um crescimento de +23% na comparação anual;
  • Nossa visão: Apesar dos sólidos resultados da companhia no trimestre, acreditamos que a atenção dos investidores continuará voltada para os desdobramentos da crise desencadeada pelo COVID-19. De qualquer maneira, a companhia está bem posicionada em um cenário de “corrida por digitalização” e capitalizada após a conclusão do seu processo de abertura de capital (com uma emissão primária de R$ 575 milhões);
  • Com a queda de -14% das ações em relação ao preço definido no IPO (e de -40% desde o pico em meados de Fevereiro), vemos uma relação de risco-retorno atrativa para ações da Locaweb (LWSA3) e mantemos nossa recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 26,00 ao final de 2020. Clique no LINK para conferir o relatório completo.

Energias do Brasil – EdP (ENBR3): Redução dos dividendos referentes ao exercício de 2019 e investimentos em 2020

  • Ontem a EdP informou via fato relevante, que em reunião extraordinária do Conselho de Administração, foi deliberado a alteração da proposta da administração de destinação de lucro líquido e distribuição de dividendos referentes ao exercício de 2019. A medida foi tomada em vista das incertezas quanto aos impactos do atual cenário de pandemia para os negócios da empresa;
  • Foi aprovada a redução do montante total a ser distribuído na forma de dividendos, de R$604mi (47,59% do Lucro Líquido do exercício de 2019) para R$353mi (27,81% do Lucro Líquido do exercício de 2019). Além disso, foi aprovada a redução do programa de investimentos de 2020 de R$2,51 bilhões para R$1,90 bilhões;
  • Vemos a decisão adotada pelo Conselho de Administração da EdP como prudente em virtude das incertezas atuais desencadeadas pela pandemia do coronavírus. Mantemos nossa recomendação de Compra nas ações.
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