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XP Morning Call 27/05/2019: Agenda leve no internacional, foco no Brasil

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Brasil

  1. Política Brasil: Manifestações em apoio ao presidente Bolsonaro 
  2. Pesquisa Mercado: A aprovação do governo Bolsonaro continua em trajetória baixa
  3. IPCA-15 fica em 0,35% em maio e acumula 4,93% nos últimos 12 meses

Internacional

1. Partidos pró-União Europeia obtém maioria fragmentada nas eleições do Parlamento Europeu

Empresas

1. Cielo (CIEL3): Redução de dividendos e descontinuidade do Guidance; Negativo
2. Magazine Luiza (MGLU3): Eleva oferta pela Netshoes
3. Vale (VALE3): Movimentação do talude chega a 20cm


Resumo

Agenda leve no internacional, foco no Brasil

Agenda leve nesta manhã de segunda-feira. Na Europa, bolsas em leve alta, com destaque para negociações de fusão entre a Fiat Chrysler e a Renault, e eleições parlamentares europeias com maioria mantida por partidos pró-UE, apesar de fragmentada. Ásia teve sessão mista ao longo da noite, com foco ainda nas tensões comerciais, que seguem elevadas.

No Brasil, as manifestações de domingo em apoio à agenda do presidente ocorreram em 156 cidades de 26 estados e foram relevantes, sendo comparáveis aos atos do dia 15 contra os cortes na educação.

O fato de Bolsonaro ter abandonado a tentativa de se distanciar das manifestações – publicando tweets e mensagens ao longo de todo o domingo – fornece ingrediente para que os insatisfeitos no Congresso reforcem o clima de animosidade com o Executivo.

Na seara fiscal, o governo busca um acordo para que o Congresso vote os créditos suplementares para o cumprimento da regra de ouro. Estão em risco imediato o pagamento de subsídios em junho. Benefícios assistenciais podem ser impactados em agosto e o Bolsa Família, em setembro.

Realizamos a nossa sondagem sobre mercados e política com investidores institucionais, com destaque para: (1) contínua queda da aprovação do governo Bolsonaro (14% consideram bom ou ótimo, vs 28% antes), (2) melhor avaliação do congresso (32% veem como bom ou ótimo, vs. 15% antes) e (3) sem alterações em relação à perspectivas para a previdência (80% espera aprovação em 2019, e que fique próxima a R$700bi).

Do lado das empresas, a Cielo anunciou na sexta-feira uma redução relevante no pagamento de dividendos para 2019 e descontinuou o guidance de lucro líquido para o ano. A notícia é negativa para as ações e reflete o ambiente cada vez mais competitivo no setor de adquirência.

Por último, Magazine Luiza elevou a oferta pela compra da Netshoes para US$3,00/ação, totalizando US$93 milhões, 50% superior em relação a oferta inicial. Na quinta-feira (30 de maio), está marcada a Assembleia de Acionistas da Netshoes para deliberar sobre a proposta feita pela empresa.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Manifestações em apoio ao presidente Bolsonaro 

  • Ainda que seja muito difícil mensurar o tamanho de manifestações, as que ocorreram nesse domingo (26) em apoio à agenda do presidente Jair Bolsonaro foram relevantes e comparáveis aos atos do dia 15, contra os cortes na educação. Atos ocorreram em 156 cidades de 26 estados. Diante de um cenário de divisões internas e um afastamento institucional, não se concretizou o possível cenário de esvaziamento e radicalização;
  • O fato de Bolsonaro ter abandonado a tentativa de se distanciar das manifestações – publicando tweets e mensagens ao longo de todo o domingo – fornece ingrediente para que os já insatisfeitos no Congresso reforcem o clima de animosidade com o Executivo. O Parlamento ainda não se convenceu de que pode ser dirigido pelas pressões de ruas e redes insufladas pelo presidente. Enquanto parecer que o Executivo segue nessa tentativa, o Congresso certamente esperará momentos para tentar mandar seus recados e dar seu troco, ainda que se submeta em parte à pressão, como foi visto na aprovação da MP 870;
  • Na seara fiscal, o governo busca um acordo para que o Congresso vote os créditos suplementares para o cumprimento da regra de ouro. Estão em risco imediato o pagamento de subsídios em junho. Benefícios assistenciais podem ser impactados em agosto e o Bolsa Família, em setembro.

Pesquisa Mercado: A aprovação do governo Bolsonaro continua em trajetória baixa

  • Em levantamento com 79 investidores institucionais entre os dias 22 e 24 de maio, a aprovação do governo Bolsonaro continua em trajetória de queda. Entre o público ouvido, 14% consideram a gestão ótima ou boa (eram 28% em abril) e 43% a veem como ruim ou péssima (antes 14% na última enquete). A trajetória é a mesma desde janeiro, quando 86% tinham avaliação positiva do Executivo, e apenas 1%, negativa. Na contramão, a avaliação dos entrevistados sobre o Congresso melhorou: 32% o veem como ótimo ou bom e 25%, como ruim ou péssimo. Pesquisa completa no link.
  • As expectativas em relação a reforma da previdência não tiveram grandes alterações. 80% dos entrevistados esperam aprovação em 2019 e que a reforma final deve ser de R$ 700 bilhões, mesmos valores obtidos no levantamento anterior, em abril. Sobre preços de ativos, no caso de a reforma enviada pelo Executivo ser aprovada integralmente, os agentes consultados estimam câmbio a R$ 3,60 e a bolsa a 120 mil pontos. Na ponta oposta, sem reforma a expectativa é de câmbio a R$ 4,50 e bolsa a 75 mil pontos. Um cenário intermediário (reforma de R$ 620 bilhões em 10 anos) levaria bolsa a 100 mil pontos e câmbio a R$ 3,90.

IPCA-15 fica em 0,35% em maio e acumula 4,93% nos últimos 12 meses

  • O IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial do país, passou de 0,72% em abril para 0,35% em maio. No ano, o indicador acumulou alta de 2,27%;
  • Apesar da queda observada em maio, o resultado foi o maior para o mês desde 2016 (0,86%) e, no acumulado dos últimos 12 meses (4,93%), ficou acima do centro da meta estabelecida pelo governo (4,25%), sendo os principais responsáveis o aumento dos preços de remédios e de combustíveis; 
  • Assim, o resultado do IPCA-15 reforçou a mensagem de que a inflação continua a correr em níveis apropriados, mas não mais em níveis confortáveis como anteriormente. Por isso, a continuidade da agenda de reformas será essencial para a manutenção da inflação em direção à meta tanto no médio quanto no longo prazo.

Brasil cria 129,6 mil postos formais de trabalho em abril, e fica acima das expectativas

  • De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o mercado de trabalho brasileiro registrou criação líquida de 129,6 mil postos formais de trabalho em abril, superando as expectativas do mercado (+80 mil);
  • O principal responsável pelo resultado foi o setor de Serviços, que, feito o ajuste sazonal, apresentou geração líquida de +34,5 mil postos de trabalho em abril, ante -19,8 mil no mês anterior;
  • Entretanto, mesmo diante do avanço, é necessário ter cautela quanto às perspectivas. Apesar de o resultado ter surpreendido positivamente em abril, as sucessivas frustrações com os indicadores de atividade e o aumento das incertezas políticas podem influenciar os indicadores do mercado de trabalho nos próximos meses. 

Internacional

Partidos pró-União Europeia obtém maioria fragmentada nas eleições do Parlamento Europeu

  • As eleições para o Parlamento Europeu terminaram no domingo, com um comparecimento maior do que a esperado dos eleitores e uma vitória de partidos pró-União Europeia, ainda que fragmentada;
  • De acordo com o Wall Street Journal, pesquisas de boca-de-urna mostram que grupos de centro-direita e de centro-esquerda que predominaram na política europeia por décadas perderam a maioria, enquanto partidos pró-mercado, assim como os partidos verdes ganharam importância. Tal fragmentação poderia implicar em maiores incertezas em relação ao Brexit aumento da complexidade dos processos decisórios no bloco;
  • Os grupos eurocéticos e de extrema-direita fizeram apenas avanços modestos, tendo em conta a maior participação dos eleitores, assegurando cerca de 25% de todos os assentos. O novo equilíbrio de poder deve refletir-se na nomeação de altos cargos do bloco, incluindo a presidência do Banco Central Europeu.

Empresas

Cielo (CIEL3): Redução de dividendos e descontinuidade do Guidance; Negativo

  • A Cielo anunciou na última sexta-feira uma redução de dividendos de R$3,5 bilhões fixos em 2018 para 30% do lucro líquido em relação ao segundo, terceiro e quarto trimestres de 2019. No mesmo Fato Relevante, a empresa informou que decidiu descontinuar o Guidance anunciado em 29 de janeiro de 2019 de lucro líquido entre R$ 2,3 bilhões (-30% A/A) e R$2,6 bilhões (-21% A/A) para o exercício de 2019, sem estabelecer novas estimativas;
  • Ambas as decisões refletem o ambiente cada vez mais competitivo no setor de adquirência e seu reduzido potencial de lucros. O principal impacto foi a iniciativa da Rede anunciada em abril, cortando taxas de antecipação e reduzindo o período de liquidação das transações de cartão de crédito de parcela única. Apesar de um lucro líquido mais fraco no 1T19, houve um leve aumento no market share da Cielo para 41,8%, mostrando que a empresa deixou de perder terreno;
  • No entanto, permanecemos cautelosos quanto ao nome devido à situação frágil dos acionistas minoritários das adquirentes, pois os bancos estão se tornando cada vez mais agressivos em relação a essas operações a fim de reter clientes corporativos em suas plataformas. Temos recomendação Neutra para Cielo, com um viés negativo.
     

Magazine Luiza (MGLU3): Eleva oferta pela Netshoes

  • O Magazine Luiza elevou a oferta pela compra da Netshoes para US$ 3,00/ação, totalizando US$93 milhões. A proposta é 50% superior em relação a oferta inicial feita pelo Magazine Luiza no final de abril e 7% acima do valor oferecido pela Centauro na semana passada;
  • Além disso, segundo notícia do Valor Econômico, Frederico Trajano (Presidente do Magazine Luiza) enviou uma carta ao Conselho de Administração da Netshoes na sexta-feira, ressaltando a vantagem de sua proposta com relação ao cronograma de fechamento do negócio, fator importante dado a condição financeira e de fluxo de caixa da Netshoes. Como o CADE já aprovou a aquisição, o Magazine Luiza acredita que se a oferta foi aprovada pelos acionistas da Netshoes, seria possível assumir o compromisso de concluir a operação de compra até 12 de junho;
  • Na quinta-feira (30 de maio) está marcada a Assembleia de Acionistas da Netshoes para deliberar sobre a proposta feita pelo Magazine Luiza e, apenas se a oferta for rejeitada, outra assembleia pode ser convocada para avaliar a oferta da Centauro. O Conselho de Administração da Netshoes reafirmou de forma unânime a recomendação aos acionistas para aprovação da aquisição pelo Magazine Luiza;
  • ​Na nossa visão, a aquisição está em linha com a estratégia de expansão de sortimento do Magazine Luiza, com a entrada na categoria de vestuário e materiais esportivos. Porém ainda não foram dados detalhes com relação ao montante potencial de sinergia entre empresas e estratégia para o negócio. Mantemos nossa recomendação Neutra para Magazine Luiza, com um preço alvo de R$ 175/ação.

Vale (VALE3): Movimentação do talude chega a 20cm 

  • Segundo informações da Agência Nacional de Mineração (ANM) divulgadas ontem, a movimentação do talude norte da mina de Gongo Soco, da Vale, em Barão de Cocais (MG) chegou a 20 centímetros, em pontos isolados;
  • Há expectativa de que a estrutura possa desabar a qualquer momento. A maior preocupação da Vale e das autoridades é a de que o desabamento do talude possa provocar vibração suficiente para romper a barragem de rejeitos Sul Superior da mina, que está a 1,5km de distância da cava. De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado, a chance de que isso ocorra é de até 15%;
  • Vale ressaltar que a barragem Sul Superior está em nível 3 desde 22 de março. No dia 8 de fevereiro, a Vale removeu preventivamente cerca de 400 pessoas da Zona de Autossalvamento (ZAS) da barragem, enquanto simulados de emergência têm sido feitos com moradores da zona secundária de salvamento;
  • Apesar do risco humano ser baixo em caso de rompimento e de não haver impacto para produção, a situação gera incerteza quanto à segurança de barragens e quanto a negociações em relação aos litígios coletivos / ambientais, ainda em aberto com o MP. Mantemos recomendação de Compra, mas reconhecemos que a percepção de risco deve se manter elevada no curto prazo.

Companhias Aéreas: Cade recomendará que ANAC privilegie novos entrantes de acordo com o Valor; Desfecho segue incerto

  • De acordo com notícia do Valor da última sexta-feira, o Cade enviará nas próximas semanas uma recomendação para que a Anac distribua os slots (autorizações de pousos e decolagens) da Avianca privilegiando novas entrantes, como a Air Europa, e também a Azul;
  • ​Vale relembrar que os passos colocados acima seriam considerados em um cenário de falência da Avianca. Nessa conjuntura, o procedimento regular da Anac seria distribuir os slots entre as companhias que já atuam no mercado;
  • Reforçamos que o desfecho da situação da Avianca Brasil e a posterior reorganização de slots entre as companhias que operam no mercado (ou potenciais novas entrantes) seguem incertos. Mantemos nossa preferência pelas ações de Azul, tendo em vista seus diferenciais competitivos e valuation atrativo em nossa visão.
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