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EDP vai investir R$ 2,3 bi em geração distribuída de energia solar até 2026 | Café com ESG, 04/08

EDP investirá geração distribuída de energia solar até 2026 no Brasil; Lula defende pesquisas de petróleo na margem equatorial

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território levemente negativo, com o Ibov e ISE recuando -0,22% e -0,34%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a EDP vai investir R$ 2,3 bilhões em geração distribuída (GD) de energia solar até 2026 no Brasil – a meta é alcançar 530 megawatt-pico de potência instalada na modalidade no período, um crescimento de 520% vs. 2022; e (ii) ao longo de 2022, o BID Invest, braço privado do Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, financiou projetos para infraestrutura no valor de US$ 1,25 bilhão e mobilizou mais US$ 1,03 bilhão para os setores de energia, transporte, saúde, educação, água e saneamento na América Latina – segundo lideranças, o Grupo vai agora focar sua atuação na região visando aumentar os recursos para PPPs que lhes permitam ampliar seu impacto em questões de inclusão e sustentabilidade.

• Na política, ainda sobre o impasse da exploração de petróleo na região conhecida como “margem equatorial”, o presidente Lula defendeu essa semana que o governo não pode deixar de pesquisar a existência do combustível – segundo Lula, os Estados do Amapá e Rio Grande do Norte (onde a margem está localizada) podem “continuar sonhando” com essa possibilidade porque, caso haja óleo e gás na região da foz do rio Amazonas, o Brasil vai discutir como explorar os recursos naturais sem causar nenhum prejuízo ambiental.

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Brasil

Empresas

EDP investirá R$ 2,3 bi em geração solar distribuída no Brasil até 2026

“A EDP vai investir R$ 2,3 bilhões em geração distribuída (GD) de energia solar até 2026 no Brasil. A meta é alcançar 530 megawatt-pico (MWp) de potência instalada na modalidade no período, um crescimento de 520% em relação a 2022, anunciou nesta quinta-feira a companhia portuguesa.  Ao todo, serão destinados R$ 13 bilhões em projetos de  4 GWp de geração distribuída ao redor do globo no mesmo período. A geração distribuída é a modalidade em que a energia elétrica é gerada no local de consumo ou próximo a ele, diferentemente do que ocorre no modelo centralizado, com usinas solares ou fazendas eólicas de grande porte. O valor carimbado para o Brasil integra os R$ 15 bilhões já previstos pela EDP para a geração de energia renovável no país até 2027. Outros R$ 15 bilhões irão para transmissão e distribuição no mesmo período. Ainda neste ano, a previsão é que sejam construídas mais de 50 usinas de GD nos nove Estados em que a empresa já atua (ES, GO, MG, MS, PE, PR, RJ, SP e RS), triplicando a capacidade instalada, dos atuais 95 MWp para 260 MWp. “O Brasil é líder mundial nessa modalidade, e isso é inédito. Não existe país no mundo em que a geração solar descentralizada seja maior que geração eólica e solar de grande escala. Para nós, essa é uma oportunidade e agora, também, uma das nossas prioridades”, diz João Marques da Cruz, CEO da EDP no Brasil, em nota .”

Fonte: Capital Reset, 03/08/2023

BID Invest visa aumentar o impacto e a sustentabilidade dos projetos financiados por meio de Parcerias Público-Privadas

“O BID Invest, braço privado do Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Grupo BID), promove iniciativas e projetos de parcerias público-privadas (PPP) de sucesso na América Latina e no Caribe, principalmente em países grandes. O Grupo também considera importante fortalecer as capacidades de economias menores para fechar as lacunas de infraestrutura, como destacou Elizabeth Robberechts, chefe da Divisão de Infraestrutura e Energia do BID. Nesse contexto, a ênfase do trabalho do BID Invest está voltada para o aumento de recursos para PPPs que lhes permitam ampliar seu impacto em questões de inclusão e sustentabilidade. Durante 2022, o BID Invest financiou projetos para infraestrutura no valor de US$ 1,25 bilhão e mobilizou mais US$ 1,03 bilhão para os setores de energia, transporte, saúde, educação, água e saneamento na região. Robberechts destacou que as PPPs são uma modalidade fundamental para impulsionar projetos sustentáveis no setor de energia renovável, que reduzem as emissões na região. Até o momento, elas mobilizaram mais de US$ 10 bilhões em recursos de investidores de todo o mundo, 60% dos quais foram alocados para projetos de mudanças climáticas na América Latina. Ela também mencionou os esforços em hidrogênio verde, uma nova tecnologia que tem atraído o interesse de muitos governos por seu potencial de mudar o perfil energético da região. O Grupo também está trabalhando em projetos de eletromobilidade na Colômbia, financiando 401 ônibus elétricos de baixo carbono que operarão em 10 rotas na cidade de Bogotá, além de projetos de descarbonização no Chile.”

Fonte: Bloomberg Línea, 03/08/2023

JBS abastecerá lojas da Swift com energia elétrica do biogás de unidades da Friboi

“O projeto faz parte de uma parceria com a Âmbar Energia, empresa da J&F, também dona da JBS, que está investindo 54 milhões de reais para implantar biodigestores em nove processadoras de carne bovina da Friboi, iniciativa que ajudará na redução das emissões de metano das operações industriais do grupo. Ao todo, dez lojas da Swift do interior e litoral do Estado de São Paulo serão abastecidas com energia elétrica gerada a partir do biogás, um energético limpo e renovável, que será produzido na planta da Friboi em Andradina (SP). O biogás virá do tratamento de efluentes — mais especificamente, da água de limpeza da fábrica –, identificados como os principal responsáveis pelas emissões de escopo 1 da Friboi. Os geradores instalados pela Âmbar na unidade vão consumir em torno de 4,5 mil metros cúbicos por dia de biogás, volume suficiente para abastecer 600 residências, e a expectativa é de que entrem em operação comercial em dezembro. O biogás complementa o plano de tornar mais renovável o consumo de eletricidade das lojas da Swift, que hoje contam também com geração própria de energia solar, destacou Raphael Jacob, diretor financeiro da Swift e responsável pelos programas de sustentabilidade. A Swift já tem mais de 100 lojas com consumo atendido por geração solar própria, por meio de painéis fotovoltaicos instalados em seus telhados. Além disso, 45 outras unidades da marca recebem energia gerada remotamente em fazendas solares.”

Fonte: Notícias Agrícolas, 04/08/2023

Política

Pesquisa de petróleo na foz do Amazonas tem de seguir, diz Lula

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem que o governo não pode deixar de pesquisar a existência de petróleo na região conhecida como “margem equatorial”, faixa litorânea localizada no Norte do país, entre os Estados do Amapá e Rio Grande do Norte. Segundo Lula, o Amapá pode “continuar sonhando” com essa possibilidade porque, caso haja óleo e gás na região da foz do rio Amazonas, o Estado brasileiro vai discutir como explorar os recursos naturais sem causar nenhum prejuízo ambiental. O presidente falou sobre o assunto durante entrevista concedida para rádios da região Norte, que o questionaram sobre o impasse. “É uma decisão que o Estado brasileiro precisa tomar [explorar petróleo no Amapá], mas o que a gente não pode é deixar de pesquisar. Primeiro, nós temos que pesquisar se tem aquilo que a gente pensa que tem lá. E quando a gente achar, a gente vai tomar uma decisão do Estado brasileiro – o que a gente vai fazer, como é que a gente pode explorar”, disse. A afirmação de Lula vai na contramão do entendimento do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama, órgão que, recentemente, negou pedido da Petrobras para iniciar uma pesquisa sobre exploração de petróleo em águas profundas próximas à foz do rio Amazonas. Sobre isso, Lula foi além e disse que a decisão do Ibama “não é definitiva”. “Vocês podem continuar sonhando. Tínhamos a Petrobras preparada para fazer pesquisa nessa região. O estudo do Ibama disse que não era possível, mas não é definitivo. A Petrobras pode corrigir essas falhas. A gente precisa ver como explorar e evitar um desastre, para não prejudicar nossa margem do oceano. Estamos vendo o Suriname explorando e vamos estudar como fazer para explorar sem prejudicar as espécies.”.”

Fonte: Valor Econômico, 04/08/2023

Queda de alerta de desmate na Amazônia indica reversão de cenário

“Os alertas de desmatamento na Amazônia registraram queda de 42,5% nos primeiros sete meses do governo Lula, de janeiro a julho, em relação ao mesmo período de 2022, segundo dados do Deter, sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O dado indica a reversão da curva de desmate na região, que vinha em forte aceleração nos últimos meses do governo Jair Bolsonaro. No Cerrado, contudo, a quantidade de alertas teve alta de 21,7% no período. O desempenho foi divulgado em entrevista coletiva das ministras Marina Silva, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e de Luciana Santos, da Ciência, Tecnologia e Inovação. O bom resultado obtido nos primeiros meses de governo Lula é anunciado há poucos dias da Cúpula da Amazônia, evento que reunirá chefes de Estado dos países amazônicos na semana que vem, em Belém. Em julho, mês com histórico de desmatamento em alta em razão da seca na região, a queda foi ainda maior, de 66%. É o segundo menor índice na série do sistema Deter-B, do Inpe, iniciada em 2015. O resultado no Cerrado, contudo, foi de alta de 26% em relação a julho de 2022. Se considerado o acumulado entre agosto de 2022 e julho de 2023 (incluindo aí a forte alta dos últimos meses do governo Bolsonaro), houve redução de 7,4% no número de alertas de desmatamento na Amazônia em relação ao mesmo período anterior. No Cerrado os alertas registraram alta de 16,5% no acumulado de 12 meses. Os números deste ano representam importante mudança de tendência em relação ao que se via até o ano passado. Segundo o Deter, houve alta expressiva entre agosto e dezembro, de 54%, no número de alertas em relação ao mesmo período de 2021. A curva, que era de alta na derrubada de árvores no governo Bolsonaro, agora é de queda.”

Fonte: Valor Econômico, 04/08/2023

Transição energética esbarra na falta de regulamentação

“Contemplado com uma diretoria na Petrobras e uma secretaria no Ministério de Minas e Energia, o tema da transição energética ainda patina em termos de regulação e atratividade econômica. Há pelo menos dez projetos de lei em tramitação no Legislativo federal que visam a regulamentar o uso e a produção de hidrogênio, do biometano e da energia eólica offshore, assim como a exploração da atividade de armazenamento de dióxido de carbono (CO2) e seu posterior reaproveitamento. “Na maioria dos setores das novas energias, da transição energética, você não tem hoje uma regulação pronta. Ainda está em discussão”, analisa o advogado Giovani Loss, que atua na área de transição energética do escritório Mattos Filho. “Alguns projetos [de lei] estão andando, e outros, não. Falta uma coordenação por parte do governo.” Os temas relacionados à sustentabilidade, incluindo a transição energética, estão espalhados por 12 ministérios, segundo levantamento feito pelo Mattos Filho. No Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, por exemplo, há uma Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria. Já a pasta da Fazenda abriga uma Subsecretaria de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável e outra de Política Agrícola e Negócios Agroambientais. “O atraso na regulamentação […] certamente pode colocar o país em desvantagem”, opina Julia Marisa Sekula, uma das autoras do livro “Brasil: Paraíso restaurável”, que trata do potencial do país num cenário mundial de redução das emissões de carbono. A regulamentação não costuma acompanhar o ritmo de inovação, acrescenta Sekula, e este é um ponto especialmente crítico quando se trata do processo de transição energética, que abrange tecnologia sofisticadas. “Não é só o ponto de regulamentar, mas regulamentar bem. E com capacidade, entendimento. E nesse ponto, quando falamos sobre essas tecnologias, o Brasil não está na mesa”, afirma ela.”

Fonte: Valor Econômico, 04/08/2023

Cúpula da Amazônia será ‘novo tempo’ para comunidades locais, afirma instituto

“Os dois eventos que ocorrerão a partir desta sexta-feira, 4, em Belém, no Pará – os Diálogos Amazônicos e a Cúpula da Amazônia –, podem representar “um novo tempo” para as comunidades da região. Mas para isso acontecer é fundamental o “esforço conjunto” dos países, no sentido de garantir a proteção de áreas e a viabilização de projetos de geração de renda das comunidades locais. É com base nessa premissa que o Instituto Socioambiental (ISA) dará suas contribuições para os Diálogos Amazônicos. Nele, representantes de entidades, movimentos sociais, academia, centros de pesquisa e agências governamentais do Brasil e demais países amazônicos se reunirão para formular sugestões para a reconstrução de políticas públicas sustentáveis para a Região Amazônica. O resultado desses debates será apresentado aos chefes de Estado durante a reunião da Cúpula da Amazônia, nos dias 8 e 9 de agosto. Já estão confirmadas as presenças dos presidentes de Brasil, Bolívia, Colômbia, Guiana, Peru e Venezuela. Por questões internas, Equador e Suriname ainda não confirmaram a ida de seus chefes de Estado, mas garantiram enviar representantes. Os oito países integram a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), uma organização intergovernamental que forma o único bloco socioambiental da América Latina.”

Fonte: Exame, 03/08/2023

Internacional

Empresas

Morrow Sodali compra a HXE Partners para reforçar as ofertas ESG

“Morrow Sodali disse na quinta-feira que comprou a HXE Partners para reforçar suas ofertas ambientais, sociais e de governança (ESG), fazendo sua terceira aquisição desde que a empresa de private equity TPG assumiu uma participação majoritária na empresa de serviços de engajamento de acionistas no ano passado. Morrow Sodali, com sede em Nova York, que oferece solicitação de procuração, inteligência de mercados de capitais e serviços de governança corporativa, pagou um preço não revelado pela HXE Partners de seis anos, o que ajuda a identificar e desenvolver prioridades ESG para os clientes. Harry Etra, fundador e executivo-chefe da HXE, se juntará a Morrow Sodali como diretor administrativo, e todos os cerca de três dúzias de funcionários da HXE também se mudarão para a empresa. A aquisição da HXE ocorre seis meses depois que Morrow Sodali comprou a FrameworkESG enquanto a empresa trabalha para desenvolver suas ofertas ESG. Investidores e empresas estão dando mais ênfase a questões que vão desde a conservação de energia até a segurança no local de trabalho e estão procurando ajuda de empresas nesses assuntos. Morrow Sodali comprou a empresa australiana de comunicações corporativas e financeiras Citadel Magnus no ano passado, não muito tempo depois que a TPG Growth, o braço focado no mercado médio da TPG, comprou sua participação majoritária na Morrow Sodali em abril de 2022. O dinheiro da TPG forneceu o combustível para a onda de aquisições, disse o CEO da Morrow Sodali, Alvise Recchi. “A HSE fornece à empresa soluções ESG de serviço completo, em particular experiência em questões relacionadas ao clima que são particularmente relevantes agora”, disse Recchi.”

Fonte: Reuters, 04/08/2023

Política

Prefeito de Londres amplia incentivos para sucateamento de carros para acalmar protestos por zona de ar limpo

“O prefeito de Londres oferecerá incentivos a todos os motoristas para descartar veículos antigos a gasolina ou diesel em uma tentativa de acalmar um clamor por um esquema de ar limpo que pressionou o Partido Trabalhista da oposição antes das eleições nacionais previstas para o próximo ano. Antes de uma expansão planejada da Zona de Emissão Ultra Baixa, Sadiq Khan disse que o apoio financeiro para a demolição de veículos agora seria oferecido em toda a linha, e não mais direcionado apenas a pessoas de baixa renda ou com deficiência ou pequenas empresas. A oposição a uma cobrança diária de 12,50 libras (US$ 15,90) para veículos que não são compatíveis foi um fator no fracasso do Partido Trabalhista em ganhar uma eleição em uma área do subúrbio de Londres no mês passado. “Eu continuei a ouvir as preocupações dos londrinos nos últimos meses”, disse Khan em um comunicado no final da quinta-feira. “Cada londrino com um veículo não compatível com ULEZ agora será elegível para apoio financeiro.” Uma doação de 2.000 libras agora seria oferecida a todos e os pagamentos de sucata existentes oferecidos a instituições de caridade, empresas e outros também seriam aumentados. Khan planeja estender a ULEZ para cobrir quase toda a Grande Londres, cobrindo mais cinco milhões de pessoas em bairros externos, a partir de 29 de agosto. A Prefeitura estima que 90% dos carros no exterior de Londres já estão em conformidade com a ULEZ. Os oponentes desafiam essa figura.”

Fonte: Reuters, 04/08/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Mineração & Siderurgia: Um setor desafiador, gradualmente buscando oportunidades; Gerdau à frente dos pares (link)

Orizon (ORVR3): Companhia segue como uma das melhores sob a cobertura da XP (link)

Cosan (CSAN3): Fortalecendo governança e impulsionando a agenda ESG em suas subsidiárias (link)

Outros relatórios de destaque

Carteira ESG XP: Uma alteração para o mês de agosto (link)

O que muda com as novas normas globais de sustentabilidade do ISSB? (link)

Eletrobras (ELET3): Principais destaques do Investor Day (link)

ESG: Quatro principais tendências para a segunda metade do ano (link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Sigma Lithium estreia BDRs na B3 e outros destaques (link)

CVM avança em diversidade; Preocupações ambientais impactam setor de telecom nos EUA; PETR4 e a saga com o Ibama (link)

ELET3 e o interesse em H2V; Mercado de dívida verde cresce; Projeto de lei para mercado de carbono no Brasil está pronto (link)


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