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Apenas 7% dos projetos globais de hidrogênio verde devem estar em operação até 2030, diz AIE | Café com ESG, 29/01

Somente 7% dos projetos de hidrogênio verde no mundo devem estar em operação até 2030, segundo Agência Internacional de Energia; Vendas de fundos mútuos climáticos caíram 75% em dois anos

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O Ibovespa teve uma recuperação após 3 semanas consecutivas de perdas, subindo 1,04%, enquanto o ISE também registrou alta (1,12%). Já o pregão de sexta-feira terminou em território positivo, com o IBOV e o ISE subindo 0,62% e 0,16%, respectivamente.

• No Brasil, a TotalEnergies apresentou mais quatro pedidos de licenciamento de parques eólicos offshore na costa brasileira (Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Piauí), que juntos, somam 12,1GW em capacidade instalada – a petroleira já possuía outros 9GW em três projetos de eólicas offshore em licenciamento.

• No internacional, (i) segundo estudo da Agência Internacional de Energia, apenas 7% dos projetos de hidrogênio verde anunciados no mundo devem estar em operação até 2030 – além disso, o relatório mostra que a capacidade de energia renovável dedicada à produção de combustível à base de hidrogênio deve aumentar somente 45GW entre 2023 e 2028, sobretudo frente à lentidão na decisão dos investidores em concretizar as iniciativas e em custos de produção mais elevados; e (ii) as vendas de fundos mútuos climáticos caíram 75% em dois anos, à medida em que o mercado se debate com desafios que vão desde as elevadas taxas de juros ao fraco desempenho e a uma campanha política dos EUA contra o “woke investment” – esses fundos atraíram US$37,8 bilhões de novos investidores em 2023 (vs. o recorde de US$151 bilhões em 2021), de acordo com a Morningstar.

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Brasil

Empresas

Companhias abertas estão mais preocupadas em divulgar dados ESG, mostra KPMG

“A divulgação de informações ESG (sigla em inglês para sustentabilidade, social e governança) está mais frequente nos formulários de referência das companhias brasileiras e chega a 76%, de acordo com o estudo “A Governança Corporativa e o Mercado de Capitais”, do ACI Institute, da KPMG. Isto é uma alta de 12% em relação à edição anterior, evidenciando maior preocupação com transparência e abordagem do tema. O levantamento teve como base os formulários de referência de 282 companhias abertas, sendo que mais da metade (65%) delas estão atrelando indicadores ESG à remuneração variável de conselhos de administração e C-levels. O estudo evidenciou ainda um aumento contínuo de empresas com informações ESG auditadas ou revisadas por alguma entidade independente. Em 2019 eram 43%, agora são 57%. Além disto, mais da metade (66%) delas realizam inventários de emissão de gases do efeito estufa e 91% delas consideram uma matriz de materialidade e/ou indicadores-chave de desempenho ESG como uma das novas exigências do formulário de referência. Entre as diretrizes mais adotadas para o reporte das informações, destaca-se a Global Reporting Initiative (GRI), seguida por 96% das empresas que divulgam dados ESG. “Em 2023, entraram em vigor novas regras de preenchimento do formulário de referência. Em consonância com a evolução de pautas internacionais, do interesse dos investidores e do cenário regulatório em diferentes jurisdições, o novo formulário de referência reforça temas em ascensão, como sustentabilidade, diversidade, transparência e accountability”, afirma Sidney Ito, CEO do ACI Institute Brasil e sócio em Riscos e Governança Corporativa da KPMG no Brasil. Há também uma preocupação com as estruturas de gestão de riscos, compliance e controles internos: 91% das companhias informaram adotar uma política formalizada de gerenciamento de riscos e 82% disseram contar com uma área específica destinada a essa função. Atualmente, os cinco principais fatores de riscos divulgados pelas empresas são: riscos financeiros e de caixa (47%); condições políticas, econômicas e de mercado (39%); riscos operacionais (36%); riscos de segurança cibernética (29%); riscos associados à execução da estratégia de negócios e/ou plano de investimentos (24%).”

Fonte: Exame, 26/01/2024

Análise: Depois de recuo do governo, sucessão na Vale deve se estender por fevereiro

“Depois do recuo do governo em tentar colocar o ex-ministro Guido Mantega na Vale, a expectativa se volta, agora, para os próximos passos no complexo processo sucessório para o CEO da mineradora. As negociações, apurou o Valor, vão entrar pelo mês de fevereiro. O conselho de administração da Vale deve se reunir de forma extraordinária na próxima sexta-feira (2) para discutir a sucessão do presidente da companhia. Antes, na quarta-feira (31), está marcada a reunião ordinária do colegiado da mineradora, cuja pauta está fechada há mais tempo, é extensa e não deve abordar a questão sucessória. O recuo político do governo no caso Mantega significou vitória para parte dos acionistas da empresa e para gestores e investidores, que vêm nos movimentos do governo uma clara interferência em uma empresa privada, privatizada há 27 anos, em 1997, e cuja governança foi sendo aprimorada, sobretudo depois das tragédias de Mariana (MG), em 2015, e Brumadinho (MG), em 2019. “Nessa guerra se ganhou uma batalha”, avalia um interlocutor. Mas ainda há um longo caminho até a definição da liderança da Vale. O processo sucessório segue aberto e indefinido. A “guerra” em questão começou quando o Planalto sinalizou, ainda em 2023, que gostaria de colocar Mantega na companhia. Seria uma escolha pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem colocado aliados em cargos-chave na volta ao poder (vide Aloizio Mercadante, no BNDES, e Marcio Pochmann, no IBGE). Em 2024, o tema Mantega na Vale chegou a esfriar por um tempo, mas voltou à carga com força total nas últimas semanas à medida em que se aproximava o prazo final para definir quem será o próximo presidente da mineradora, uma das grandes competidoras globais do setor.”

Fonte: Valor Econômico, 27/01/2024

TotalEnergies entra com mais 12,1 GW em pedidos para eólicas offshore no Brasil

“A TotalEnergies apresentou mais quatro pedidos de licenciamento de parques eólicos offshore na costa brasileira. Juntos, os projetos no Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Piauí, somam 12,1 GW em capacidade instalada. A petroleira já possuía outros 9 GW em três projetos de eólicas offshore em licenciamento. Em setembro, assinou um acordo com Petrobras e Casa dos Ventos para estudar projetos renováveis, incluindo eólicas offshore. Além da TotalEnergies, a Fiabe Participações também entrou com um pedido de 2,8 GW em um projeto no Espírito Santo. Segundo a última atualização do Ibama, são 92 pedidos que somam 234,2 GW, o que representa um aumento de 15 GW em projetos desde a última versão do documento de setembro de 2023, quando havia 219,2 GW em licenciamento, com o anúncio da Petrobras de entrada no setor. Naquele momento, a Petrobras entrou com pedido de 23 GW em projetos eólicos offshore. A companhia planeja investir US$ 5,2 bilhões em eólica e solar até 2028. O movimento revela um interesse das companhias no segmento no Brasil, apesar da crise que afeta diversos projetos de eólicas offshore pelo mundo, e a falta de regulamentação do setor no Brasil. A Equinor e a bp anunciaram, no início do ano, cancelamento de um projeto de 1,2 GW, na costa de Nova York. Entre os motivos para a decisão, as companhias justificaram as condições comerciais impulsionadas pela inflação, taxas de juros e interrupções na cadeia de suprimentos. Por aqui, o mercado aguarda o marco legal das eólicas offshore, aprovado na Câmara (PL 11247/2018) no final de novembro com vários acréscimos em relação ao tema original, e que agora aguarda a decisão do Senado. O PL trata de uma série de outros assuntos como o preço do gás natural e a recontratação de usinas a carvão até 2050, com menor consenso.”

Fonte: Epbr, 29/01/2024

Política

G20: Grupo de Trabalho sobre Sustentabilidade Ambiental e Climática apresenta prioridades

“Os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e das Relações Exteriores (MRE), coordenadores do Grupo de Trabalho (GT) sobre Sustentabilidade Ambiental e Climática do G20, apresentaram a representantes de organizações da sociedade civil, nesta sexta-feira (26), como serão os trabalhos em 2024, sob a presidência rotativa do Brasil. O G20 é o fórum que reúne as principais economias do mundo, além da União Africana e da União Europeia. Na abertura da sessão virtual, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, explicou que o GT terá quatro temas prioritários para identificar soluções para os desafios ambientais e climáticos em âmbito mundial: adaptação preventiva e emergencial frente a eventos climáticos extremos; pagamentos por serviços ecossistêmicos (remuneração e incentivos a quem preserva recursos da natureza, como solo, água e biodiversidade); oceanos; e por fim, resíduos e economia circular (desenvolvimento econômico associado a um melhor uso de recursos naturais). A ministra declarou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer deixar um legado com a presidência do G20, sob o lema “Construir um mundo justo e um planeta sustentável”. A ministra Marina Silva também enfatizou a importância da presidência brasileira do G20, após as gestões de dois outros países em desenvolvimento, a Índia e a Indonésia, e que será sucedido pela África do Sul. “Quatro países em desenvolvimento terão a oportunidade de assumir a presidência dos 20 países mais ricos do mundo, que são responsáveis por 80% das emissões e 80% das finanças globais.”

Fonte: Valor Econômico, 26/01/2024

Internacional

Empresas

Qair e Airbus formam parceria para desenvolver e-SAF na França

“A produtora de energia renovável Qair e a fabricante de aeronaves Airbus anunciaram, nesta quinta (25/1), que vão estudar juntas a estruturação do setor de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF, em inglês) na região francesa da Occitânia. As companhias firmaram um memorando de entendimento com o objetivo de identificar oportunidades comerciais para combustíveis sintéticos (e-SAF). O e-SAF faz parte do grupo dos eletrocombustíveis (e-fuels), produzidos a partir de hidrogênio verde. Na prática, o hidrogênio verde é combinado ao dióxido de carbono (CO2) e convertido em e-metanol, usado para produzir combustíveis substitutos aos fósseis. Essa rota de produção de SAF é uma alternativa à HEFA, que consiste no hidroprocessamento de óleos e gorduras. Segundo a Qair – que está investindo na produção de hidrogênio verde – a parceria com a fabricante europeia de aeronaves vai contribuir para a implantação de uma infraestrutura de hidrogênio para a aviação. A intenção é desenvolver um ecossistema para SAF na França, especialmente na Occitânia. “A Qair aposta no hidrogénio renovável e no desenvolvimento de eletrolisadores em toda a França, começando pela região da Occitânia, onde construiremos em breve um projeto dedicado e-SAF e onde já estamos construindo a nossa primeira unidade de produção de hidrogénio renovável, Hyd’ Occ”, diz Olivier Astruc, diretor de Hidrogênio da Qair na França. Em comunicado à imprensa, o grupo afirma que a Agência Regional de Energia e Clima da Occitânia (AREC Occitanie) também está interessada no projeto industrial para a região e discute uma possível parceria.”

Fonte: Epbr, 26/01/2024

Só 7% dos projetos de hidrogênio verde anunciados no mundo estarão operando até 2030, diz AIE

“Apenas 7% dos projetos de hidrogênio verde anunciados no mundo devem estar em operação até 2030. A capacidade de energia renovável dedicada à produção de combustível à base de hidrogênio deve aumentar em 45 GW entre 2023 e 2028. A baixa performance se explica pela lentidão na decisão dos investidores em concretizar as iniciativas e em custos de produção mais elevados. Para convencer os investidores, os anúncios de projetos de hidrogênio produzido a partir de energias renováveis devem ser seguidos de políticas e marcos regulatórios consistentes. A previsão é do último relatório da Agência Internacional de Energia sobre energias renováveis. Lançado há poucos dias, o “Renewables 2030” analisou o progresso dos projetos de hidrogênio anunciados no mundo, à exceção da China. A agência revisou, para baixo, suas projeções iniciais. “É uma tendência que desaponta”, disse Fatih Birol, diretor executivo da AIE, no lançamento do relatório. “Acreditamos que o hidrogênio verde pode ter um papel importante na solução à crise do clima, para garantir segurança energética e também diversificar a matriz”, continuou. “Não há um só dia sem notícias sobre novos projetos de hidrogênio no mundo. Existe muita excitação no mercado. Mas a agência fez uma análise e só 7% estarão em funcionamento em 2030. O maior problema é criar demanda para os projetos e ter uma boa regulamentação, para criar estímulo do lado do consumo”, seguiu Birol. Nas estimativas de Heimy Bahar, analista sênior da AIE e autor do relatório, com este desempenho, o hidrogênio verde terá uma fatia de 1% ou 2% no mercado de renováveis em cinco anos. “Estamos menos otimistas do que estávamos em 2023”, seguiu Bahar.”

Fonte: Valor Econômico, 28/01/2024

FT: Vendas de fundos mútuos com foco no clima caem 75% em dois anos

“As vendas de fundos mútuos centrados no clima caíram 75% em dois anos, à medida em que o mercado se debate com desafios que vão desde as elevadas taxas de juros ao fraco desempenho e a uma campanha política dos EUA contra o “woke investment”. Os fundos centrados no clima atraíram US$ 37,8 bilhões de novos investidores em 2023, em comparação com um recorde de US$ 151 bilhões em 2021, de acordo com números provisórios do fornecedor de dados Morningstar. O ano passado foi o pior em termos de entradas líquidas desde 2019, quando o interesse em investimentos verdes se intensificou. O abrandamento surge no contexto de levantamentos da categoria mais ampla de fundos mútuos ESG, que reportou o primeiro trimestre de saídas no final de 2023, com os investidores sacando US$ 2,5 bilhões em nível mundial, enquanto muitos fundos convencionais também sofreram resgates à medida que as taxas de juros subiam. Mas o movimento surge em um momento crucial para o financiamento climático, como o mundo vivendo, em 2023, o ano mais quente de que há registro, com condições meteorológicas extremas, secas, incêndios florestais e inundações. Um relatório do grupo de reflexão Climate Policy Initiative afirmou, no ano passado, que o financiamento climático deve aumentar pelo menos cinco vezes, de cerca de US$ 1,3 bilhão em 2021-22, o mais rapidamente possível, para evitar os piores efeitos das alterações climáticas. Marcus Björkstén, gestor de carteira da Fondita Fund Management, disse que alguns fundos focados no clima têm lutado para manter os retornos devido às consequências da inflação e às altas taxas de juros desde a pandemia e a guerra da Rússia contra a Ucrânia.”

Fonte: Valor Econômico, 28/01/2024

Órgão de fiscalização global propõe novo código de ética para combater o greenwashing

“As empresas que verificam as alegações ambientais, sociais e de governança feitas pelas empresas deverão seguir um novo código de ética proposto para ajudar a combater o greenwashing, disse à Reuters o chefe de um órgão de padrões globais. Trilhões de dólares foram investidos em fundos de investimento que divulgam credenciais verdes, mas essas credenciais podem ser enganosas, uma prática conhecida como greenwashing. Como resultado, as empresas estão sendo cada vez mais solicitadas a divulgar mais sobre suas ações em relação à mudança climática e outras questões, como a diversidade da diretoria. A partir deste ano, as empresas da União Europeia e do mundo todo terão que usar novas divulgações obrigatórias sobre fatores ESG e relacionados ao clima em seus relatórios anuais a partir de 2024. Essas divulgações precisarão ser verificadas por auditores externos como uma proteção contra o greenwashing. Gabriela Figueiredo Dias, presidente do Conselho Internacional de Normas Éticas para Contadores (IESBA), disse que estava propondo revisões e adições às suas normas éticas para a auditoria de informações de sustentabilidade das empresas. O IESBA é um órgão global independente que estabelece padrões de ética para empresas e outras organizações. Os padrões definem as melhores práticas para a verificação das alegações de sustentabilidade de uma empresa, oferecendo instruções detalhadas em áreas como a contabilização do impacto das ações corporativas sobre as emissões, a confiança em especialistas externos e a identificação e solução de conflitos de interesse.”

Fonte: Reuters, 29/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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