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10+ | As empresas brasileiras vão quebrar? Impactos do El Niño e entrevista com CEO da Caixa Seguridade

Informação de qualidade é fundamental na tomada de decisão dos investidores; veja o que foi destaque na semana | 19/06/2026

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Top 10 conteúdos que você não pode deixar de ver.

Confira toda semana uma seleção de conteúdos essenciais, feita pela nossa equipe, para você estar sempre atualizado/a sobre o que aconteceu de mais importante nos mercados e investir cada vez melhor.

1. Como pagar menos impostos com ETFs?

Agora, clientes XP podem acessar ETFs UCITS pela Conta Investimento Global: uma opção para investir no exterior com eficiência tributária, diversificação geográfica e acesso às maiores gestoras de recursos do mundo.

Com isso, montamos um material completo para falar o que são, como funcionam e quais os benefícios dos ETFs UCITS, também conhecidos como ETFs Irlandeses.

2. Copom reduz a taxa de juros para 14,25%

O Copom cortou a taxa Selic em 0,25 p.p. na última quarta-feira, como esperado por nós e pela maior parte do mercado. O comunicado pós-reunião trouxe elementos hawkish (mais duros), à medida que o comitê reconheceu que a atividade econômica e a inflação estão acelerando, e suas projeções se afastaram ainda mais da meta de 3,0%. De fato, o Copom precisou estender o horizonte relevante de política monetária (período em que a atual decisão de juros tem efeito na economia) em um trimestre para encontrar espaço para o corte de hoje. Isso sinaliza, em nossa visão, que a autoridade monetária não vê muito espaço para cortes adicionais nos juros.

3. Entrevista com CEO da Caixa Seguridade (CXSE3)

Gustavo Portela, CEO da Caixa Seguridade (CXSE3), braço de seguros da Caixa Econômica Federal, foi o convidado do episódio da última quinta-feira (17) do Expert Talks – Na Mesa com CEOs. O executivo contou como chegou à liderança da empresa e deu detalhes sobre as perspectivas de crescimento da empresa, dividendos e mais.

Assista ao episódio completo abaixo:

4. As empresas brasileiras vão quebrar?

Neste relatório temático, fazemos uma análise aprofundada da saúde financeira das empresas brasileiras, com base nas ~140 companhias da nossa cobertura XP.

Acesse o relatório completo e veja nossa análise:

5. El Niño: impactos em commodities, agro e varejo

Estamos observando um aumento da atenção e do fluxo de notícias em torno do Super El Niño esperado para ocorrer em 2026-27. Entendemos que o mercado já começa a precificar esse cenário, apesar da incerteza significativa quanto a perdas efetivas de produtividade no agro e os impactos para as empresas de varejo.

Nossos times de varejo e agro publicaram dois relatórios analisando as implicações e como posicionar seus investimentos nesses setores:

6. Ações do setor de saúde: quais as preferências da XP?

Iniciamos a cobertura do setor de saúde brasileiro com uma visão construtiva, esperando que 2026 seja um ano particularmente favorável para a maioria dos players. O setor atualmente negocia com um desconto atrativo de ~40% em relação ao seu P/L histórico (com base nas estimativas de 2027), apesar de resultados fortes, que refletem, em parte, um ciclo favorável para as operadoras de planos de saúde.

Destacamos Rede D’Or (RDOR3) e BradSaúde (SAUD3) como nossas principais escolhas.

7. Crescimento dos veículos elétricos

No terça-feira (16), a BloombergNEF divulgou um de seus principais relatórios anuais, Electric Vehicle Outlook 2026, trazendo uma visão atualizada de como a eletrificação está remodelando o setor de transporte globalmente. Em linhas gerais, o relatório reforça que a transição para veículos elétricos não segue uma trajetória única e uniforme, mas sim um conjunto de transições que avançam em ritmos distintos. Neste conteúdo, destacamos cinco principais mensagens: (i) a demanda está deixando de ser impulsionada por subsídios e passando a ser cada vez mais guiada pelo consumidor; (ii) as vendas globais de veículos elétricos continuam crescendo, mas em um ritmo mais lento; (iii) as diferenças regionais vêm se consolidando como uma característica central dessa transição; (iv) a eletrificação dos veículos seguirá sendo um processo gradual; e (v) a China continua ditando a referência de custo do setor.

Acesse o conteúdo para ver nossa análise completa:

8. Economia da América Latina: cessar-fogo traz alívio, mas bancos centrais devem manter cautela

O anúncio de um memorando de entendimento entre EUA e Irã, em 14 de junho, trouxe alívio imediato aos mercados. As bolsas subiram e os preços do petróleo recuaram com a perspectiva de encerramento do conflito. O acordo prevê cessar-fogo, reabertura do Estreito de Ormuz e fim do bloqueio norte-americano sobre os portos iranianos.

Veja o conteúdo completo:

9. Vivara (VIVA3): novo preço-alvo

Atualizamos nosso modelo para incorporar os resultados do 1T, premissas macro revisadas e maiores despesas de SG&A após o EBITDA abaixo do esperado no 1T, além de impactos preliminares da nova legislação trabalhista ‘prestes a ser aprovada’. No geral, cortamos nossas estimativas de EBITDA ajustado (excluindo IFRS) e lucro líquido em 5-7% e 6,5-12% em 2026-27.

Apesar disso, mantivemos nossa recomendação de Compra

10. IPCA+: entenda por que vale investir no maior juro real da última década

No segundo trimestre de 2026, o ambiente macroeconômico se tornou mais desafiador, com aumento da aversão ao risco em meio a uma combinação de fatores domésticos e externos. Entre os principais vetores, destacam-se o conflito no Oriente Médio, com impacto sobre o petróleo e as expectativas de inflação; a possibilidade de alta de juros nos Estados Unidos, diante da resiliência da atividade e da inflação acima da meta; e a reprecificação da trajetória esperada para a Selic em 2026.

Nesse contexto, as curvas de juros, nominais e reais, passaram por abertura relevante, levando os títulos públicos indexados à inflação a níveis historicamente raros. Neste relatório, mostramos por que o momento atual chama atenção, o que torna essa janela rara na série histórica e como enxergamos os riscos e oportunidades do IPCA+.

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