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10+ | IPO da SpaceX e 5 temas para ficar de olho no 2º semestre de 2026

Informação de qualidade é fundamental na tomada de decisão dos investidores; confira os conteúdos da semana que você não pode deixar de conferir | 12/06/2026

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Top 10 conteúdos que você não pode deixar de ver.

Confira toda semana uma seleção de conteúdos essenciais, feita pela nossa equipe, para você estar sempre atualizado/a sobre o que aconteceu de mais importante nos mercados e investir cada vez melhor.

1. Onde investir no 2º semestre de 2026?

Todo o nosso time de análise (mais de 70 especialistas) montou esse material atualizando projeções econômicas e preferências de investimento para as principais classes de ativos (renda fixa, ações, FIIs, investimentos internacionais e mais).

Quer fazer as melhores escolhas para o seu dinheiro? Acesse o material completo:

2. IPO da SpaceX

A empresa aeroespacial de Elon Musk estreou na Bolsa de Nova York com valuation de US$ 1,77 trilhão.

Entenda as implicações e o caminho de outras gigantes de IA até os mercados públicos no nosso relatório:

Como fizemos em nosso relatório Cisne Roxo, onde antecipamos uma tendência disruptiva, trazemos agora um novo tema. O IPO da SpaceX e seu pedido de SMP junto à Anatel colocaram o Starlink Mobile no centro do debate sobre riscos para as teles brasileiras.

Acesse o relatório para ver a análise completa:

4. Ibovespa ainda pode subir? Juros, inflação e eleição no radar | Econocast #132

No episódio 132 do Econocast, Luíza Pinese conversa com Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP, e Caio Megale, economista-chefe da XP, para analisar a recente virada do mercado, com foco em Selic, Ibovespa, inflação, dólar, juros futuros e fluxo de investidores estrangeiros.

5. Setor de vestuário: quais as melhores ações?

Neste relatório, realizamos web scraping de mais de 37 mil SKUs em oito players de moda de média renda para avaliar o posicionamento competitivo entre as marcas. Nossos principais achados foram: i) Renner, C&A e Riachuelo ainda dominam o mercado de massa, com a Renner tendo a precificação mais competitiva; ii) Zara permanece em uma liga premium própria; iii) Bershka e H&M ficam no meio do caminho e não são uma ameaça competitiva (ainda); e iv) Shein se destaca como o player estruturalmente mais barato, mesmo excluindo descontos e cupons. Vemos as lojas de departamento bem posicionadas no segmento, sustentadas por esforços recentes em qualidade de produto e percepção de valor, enquanto a precificação competitiva da LREN é um dos pilares por trás de nossa preferência pela ação.

6. Data centers podem impulsionar o crescimento de sistemas de armazenamento de energia

Os sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS, na sigla em inglês) têm se consolidado como um dos pilares da transição energética, ao viabilizar a integração de fontes renováveis intermitentes e a eletrificação do transporte. No entanto, a próxima fase de crescimento dificilmente virá apenas desses segmentos. Um novo e relevante vetor de demanda está emergindo nos data centers, impulsionado pela rápida aceleração do consumo de energia do setor. Segundo a S&P Global, a capacidade global de data centers deve dobrar entre 2025 e 2030, com o BESS posicionado como uma tecnologia fundamental para viabilizar essa expansão — ainda que inserido em uma abordagem mais ampla e baseada em múltiplas soluções.

Neste relatório, destacamos os principais destaques do webinar da S&P Global “How BESS unlocks data center expansion”:

7. IPCA de maio: inflação segue sem trégua

Conforme divulgado pelo IBGE, o IPCA de maio avançou 0,58% na comparação mensal, acima da nossa projeção (0,54%) e do consenso Bloomberg (0,53%). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses subiu de 4,39% em abril para 4,72% em maio. Em relação ao nosso cenário, as principais surpresas altistas vieram de gasolina e itens de higiene pessoal, especialmente perfume. Em linhas gerais, a abertura mostrou uma inflação persistente. Embora os serviços tenham vindo um pouco mais benignos do que o esperado, os bens industrializados — especialmente em sua medida subjacente — continuaram pressionados.

Acesse o conteúdo para ver nossa análise completa:

8. ESG: 5 temas para ficar de olho

O 1º semestre de 2026 foi marcado por tensões geopolíticas, levando a agenda ESG ainda mais para o centro das decisões políticas e de investimentos. Nesse contexto, os investidores passaram a adotar uma abordagem mais temática na agenda ESG, priorizando tópicos em que a relação risco-retorno é mais tangível e relevante para o mercado. Conforme entramos no 2º semestre do ano, destacamos 5 temas centrais que vemos ganhando força adiante: (i) segurança energética; (ii) minerais críticos; (iii) sistemas de armazenamento em baterias; (iv) inteligência artificial e data centers; e (v) divulgação ESG.

Veja nossa análise sobre cada um desses temas:

9. Ações, renda fixa, FIIs: onde investir?

Nesta semana, publicamos o relatório “Onde Investir em 2026: 2º semestre”. Fizemos duas lives para passar pelas principais oportunidades e riscos nas ações brasileiras, renda fixa e fundos imobiliários.

Durante essas conversas, também discutimos as nossas projeções macroeconômicas e desafios políticos.

10. Assimetria nos mercados agrícolas

Os principais mercados agrícolas estão entrando em uma fase de crescente assimetria. No milho, o elevado carry-in pode permitir um derisking de curto prazo, mas um balanço de oferta e demanda (S&D) mais apertado no pós-colheita pode sustentar os preços mais adiante. A soja difere devido a uma oferta atualmente mais restrita e, portanto, maior sensibilidade a surpresas negativas de produtividade, abrindo espaço para picos de preços mais expressivos. No algodão, a oferta mais apertada nos países exportadores e a demanda incerta, especialmente da China, tornam o S&D mais frágil do que os números headline sugerem. 

Acesse o relatório temático abaixo para ver nossa análise completa:  

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