IBOVESPA -1,15% | 204.120 Pontos
CÂMBIO +0,22% | 5,03/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira (22) em queda de 1,2%, aos 204.120 pontos, na segunda baixa consecutiva. A escalada das tensões no Oriente Médio impulsionou o petróleo e os juros futuros, enquanto a cautela eleitoral e a queda das bolsas americanas reforçaram a pressão.
Na ponta positiva, PRIO (PRIO3, +1,9%) acompanhou a alta do petróleo. BB Seguridade (BBSE3, +2,1%), Vivo (VIVT3, +1,7%) e Marcopolo (POMO4, +1,5%) também se destacaram.
Na ponta negativa, Vale (VALE3, -4,0%) foi a maior pressão em pontos, com a queda do minério após o acordo entre a estatal chinesa CMRG e a Rio Tinto. CSN (CSNA3, -5,4%), Usiminas (USIM5, -4,8%) e Gerdau (GGBR4, -3,9%) acompanharam o movimento.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a quinta-feira em alta no Brasil e em queda nos Treasuries. Nos EUA, a T-note de dois anos recuou para 4,66% (-15 bps), enquanto a T-note de 10 anos caiu para 4,97% (-15 bps), refletindo o movimento de busca por ativos de segurança em meio ao aumento da aversão ao risco global, apesar da alta do petróleo e do fortalecimento das expectativas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (banco central americano) na próxima semana. Já o T-bond de 30 anos cedeu para 5,30% (-11 bps). No Brasil, a curva de juros voltou a abrir, com os investidores reduzindo exposição ao risco antes do segundo turno das eleições e incorporando maior cautela diante da disputa eleitoral mais acirrada. O DI jan/27 encerrou a 13,50% (+3 bps), o DI jan/29 a 12,71% (+15 bps) e o DI jan/31 a 12,72% (+13 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 6,85% (vs. 6,77%), a B35 a 6,81% (vs. 6,85%) e a B50 a 6,66% (vs. 6,72%).
Mercados globais
Nesta sexta-feira (23), os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: 0,0%), após o Nasdaq Composite cair 2,6% na véspera, com o plano da Meta de ampliar os gastos de capital reacendendo temores sobre o financiamento da infraestrutura de IA. Na Europa, o Stoxx 600 opera em queda de 0,5%, pressionado principalmente pelos setores de telecomunicações e luxo. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) subiu 0,3%, com a volta das compras em SK Hynix e Samsung, o Nikkei 225 (Japão) recuou 0,4%, depois de chegar a cair 2,3%, enquanto na China o CSI 300 avançou 1,7%, revertendo as perdas iniciais com compras de ETFs ligados ao Estado, e o Hang Seng (Hong Kong) ganhou 0,7%.
O mercado acompanha a escalada das tensões no Oriente Médio, com o Brent próximo de US$ 114/barril, maior nível em cinco meses, após ataques dos houthis à Arábia Saudita e relatos de que EUA e Israel preparam novos ataques ao Irã. A busca por proteção sustenta os Treasuries, com o yield de 10 anos em torno de 4,98%, enquanto o mercado precifica cerca de 91% de chance de manutenção dos juros pelo Fed na próxima semana. Os investidores também direcionam o foco para a temporada de resultados, com divulgações de Microsoft, Alphabet, Amazon, Visa e ExxonMobil ao longo da próxima semana, além dos PMIs preliminares de outubro, divulgados hoje.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quinta-feira praticamente estável, com leve recuo de 0,04%, aos 3.973,66 pontos.
O desempenho dos principais segmentos foi misto ao longo da sessão. Os fundos de recebíveis avançaram 0,04%, enquanto os FIIs de tijolo recuaram 0,03%. Entre os segmentos de tijolo, os fundos de shoppings registraram alta de 0,09%, as lajes corporativas avançaram 0,01% e os ativos logísticos recuaram 0,18%. Já os fundos híbridos apresentaram queda de 0,24%, enquanto a categoria multiestratégia/FOF avançou 0,06%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram LIFE11 (+2,8%), RBRX11 (+1,8%) e BTHF11 (+1,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por XPCI11 (-2,2%), KORE11 (-2,0%) e BRCR11 (-1,8%).
Economia
As tensões contínuas no Oriente Médio mantêm o preço do petróleo em alta, reforçando o risco para a inflação global. Na Europa, as preocupações com a sustentabilidade da dívida francesa pressionaram os mercados financeiros, com as taxas de juros soberanos de 10 anos atingindo 5,10%.
No Brasil, o principal destaque será o IPCA-15 de outubro. Projetamos alta de 0,43% M/M e 4,73% A/A, com expectativa de nova aceleração dos núcleos e dos serviços subjacentes, apesar do alívio nos preços da energia elétrica.
Na política, faltando um dia útil para as eleições presidenciais, as pesquisas seguem mostrando empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro.
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Economia
IPCA-15 deve reforçar pressões inflacionárias no Brasil
- O preço do petróleo segue em alta, após novos ataques dos houthis contra instalações petrolíferas e aeroportuárias da Arábia Saudita ampliarem os temores de interrupções no abastecimento global. A escalada levou a Saudi Aramco a orientar a evacuação de sua sede em Dhahran, e os Estados Unidos determinaram a retirada de parte de seus diplomatas e familiares da região. No Golfo, a Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter atingido quatro embarcações envolvidas no transporte de petróleo, enquanto outras três teriam colidido com minas próximas ao Estreito de Ormuz. Em resposta à escassez global de combustíveis, o governo americano estuda disponibilizar parte de suas reservas emergenciais de óleo para aquecimento, enquanto o Parlamento Europeu aprovou o adiamento por três anos das regras sobre emissões de metano aplicáveis às importações de petróleo e gás. A persistência dos choques de oferta pode prolongar as pressões sobre os preços dos combustíveis e a inflação global.
- Na Europa, a deterioração das perspectivas fiscais francesas e a escalada das taxas de juros soberanos ampliaram a aversão ao risco nos mercados financeiros, em um ambiente de tensões sociais e incertezas sobre a capacidade dos governos de implementar ajustes fiscais. As taxas dos títulos públicos franceses de 10 anos atingiram 5,10%, refletindo o aumento do prêmio de risco exigido pelos investidores e ampliando as preocupações com a sustentabilidade da dívida. Além das preocupações fiscais, a valorização do petróleo e as dúvidas sobre o retorno dos investimentos em inteligência artificial pressionaram os mercados.
- Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram 6 mil, para 194 mil, na semana encerrada em 17 de outubro, abaixo da expectativa de 200 mil. O resultado da semana anterior foi revisado de 199 mil para 200 mil. Em contrapartida, os pedidos continuados avançaram 25 mil, para 1,728 milhão, superando o consenso de 1,715 milhão. A divergência entre os indicadores sugere que, embora as demissões permaneçam baixas, os trabalhadores desempregados podem estar enfrentando maiores dificuldades para encontrar novas vagas. O resultado reforça a caracterização do mercado de trabalho americano como low-hire, low-fire, com empresas preservando seus funcionários, mas demonstrando cautela para ampliar as contratações.
- No Brasil, o principal destaque será o IPCA-15 de outubro, para o qual projetamos alta de 0,43% M/M e 4,73% A/A, ligeiramente abaixo do consenso de mercado, próximo de 0,44%–0,45% M/M. Apesar do alívio esperado nos preços da eletricidade, com a adoção da bandeira verde, a inflação deverá ser pressionada pela alta disseminada dos alimentos no domicílio e pelos serviços. Esperamos avanço de 0,35% M/M na média dos núcleos e de 0,49% M/M nos serviços subjacentes, com suas taxas anualizadas e dessazonalizadas de três meses acelerando de 4,3% para 4,7% e de 5,3% para 6,4%, respectivamente. O movimento reforçaria a deterioração recente da inflação subjacente, com riscos de alta associados principalmente às passagens aéreas, à gasolina e à reversão das promoções de ingressos de cinema.
- A arrecadação federal atingiu R$ 239,4 bilhões em setembro, com crescimento real de 5,6% A/A, em linha com nossa projeção de R$ 239,0 bilhões e o consenso de R$ 239,6 bilhões, registrando o maior resultado para o mês da série histórica. No acumulado do ano, as receitas alcançaram R$ 2,35 trilhões (+7,0% em termos reais), enquanto, em 12 meses, somaram R$ 3,13 trilhões (+6,2%). O crescimento foi sustentado principalmente por medidas tributárias e receitas associadas ao setor petrolífero. Outras receitas administradas pela Receita Federal avançaram 63,7%, beneficiadas pelo imposto sobre exportações de petróleo bruto (R$ 2,9 bilhões) e pela CIDE sobre remessas ao exterior (R$ 3,7 bilhões). As contribuições previdenciárias cresceram 6,2%, refletindo o mercado de trabalho ainda resiliente, enquanto o imposto de importação avançou 21,1%, impulsionado pela elevação das alíquotas sobre bens de capital. Em contrapartida, o IRRF sobre rendimentos do trabalho recuou 6,7%, e o IOF caiu 9,1%, refletindo, respectivamente, a isenção do imposto de renda para rendimentos de até R$ 5 mil e a provável desaceleração das concessões de crédito. Apesar do resultado recorde, as receitas mais diretamente associadas à atividade econômica, como PIS/Cofins e IRPJ/CSLL, mostram perda de dinamismo, evidenciando os efeitos da desaceleração econômica. Mantemos nossa projeção de arrecadação de R$ 3,214 trilhões em 2026, com crescimento real de 6,6%, sustentada parcialmente pelos preços elevados do petróleo, embora com riscos crescentes relacionados à atividade.
Empresas
Bradesco (BBDC4): resultados se sustentam, mas tendências subjacentes seguem mistas
- Vemos o 3T26 do Bradesco como um trimestre misto, com resultados amplamente em linha, mas um desempenho subjacente mais fraco;
- O lucro líquido recorrente atingiu R$ 7,1 bilhões (+14,6% A/A), amplamente em linha com nossas estimativas, uma vez que o forte controle de custos ajudou a compensar as receitas ajustadas ao risco e os resultados de seguros mais fracos;
- A margem financeira ajustada ao risco ficou 3,4% abaixo de nossa projeção, refletindo principalmente uma margem financeira com clientes mais fraca e maiores provisões, parcialmente compensadas por resultados mais fortes de tesouraria;
- A qualidade dos ativos também veio abaixo do esperado, com os NPLs acima de 90 dias aumentando 30 p.b. T/T, para 4,6% (vs 4,4% esperados), enquanto a cobertura recuou quase 10 p.p., para 143%;
- Do lado positivo, as despesas operacionais ficaram 4% abaixo de nossa projeção, com o índice de eficiência melhorando para 45,4%;
- O ROAE atingiu 15,6%, ou 16,1% excluindo o aumento de capital, permanecendo praticamente estável em bases comparáveis;
- No geral, o Bradesco continua avançando em eficiência, mas os custos de crédito estão absorvendo grande parte do crescimento das receitas, limitando o potencial para uma expansão adicional do ROE;
- Mantemos nossa recomendação Neutra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
XP Saúde | Atualização de dados: Monitor do CNJ
- O CNJ divulgou os dados de judicialização de set/26, com os novos processos atingindo 19,9 mil, queda de 41% (A/A) e de 18% (M/M), dando continuidade ao recuo observado em agosto, quando foram registrados 24,3 mil casos;
- Apesar da recente desaceleração, a judicialização ainda acumula alta de 4% (A/A) nos 9M26, totalizando 263,8 mil novos processos;
- Conforme discutido em nosso relatório Onde os atritos estão se acumulando, enxergamos as NIPs como um indicador antecedente da judicialização;
- Com a nova aceleração das reclamações, que cresceram 23% (A/A) em ago/26, esperamos que a judicialização permaneça em níveis elevados, mantendo a pressão sobre a linha de contingências das operadoras;
- Clique aqui para acessar nosso relatório.
BradSaúde (SAUD3) | Notas da teleconferência do 3T26
- A Bradesco Saúde realizou uma teleconferência para discutir seus resultados do 3T26;
- Conforme destacado em nossa revisão de resultados publicada ontem (Forte nos pontos mais relevantes), o trimestre marcou uma evolução positiva em relação ao 2T26, com fundamentos operacionais mais sólidos ganhando destaque e trazendo sinais encorajadores para a trajetória da sinistralidade;
- Entre os temas discutidos, destacamos os comentários da administração sobre (i) a dinâmica da sinistralidade; (ii) outras despesas operacionais e contingências; (iii) o papel da Atlântica na expansão regional; e (iv) a estratégia comercial e a retenção no segmento de pequenas e médias empresas;
- Mantemos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar nosso relatório.
Bens de capital: Tese Brasil – Como capturá-la?
- As ações brasileiras apresentaram forte alta, com o IBOV subindo +11% no mês, sustentado pelo renovado otimismo em relação à perspectiva macroeconômica do Brasil;
- Acreditamos que esse movimento possa ser explicado por quatro fatores principais:
- (i) um “Efeito de Reprecificação”, à medida que os yields de longo prazo recuam;
- (ii) um “Fator Cambial”, à medida que o BRL se aprecia;
- (iii) um “Alívio Financeiro”, com menores despesas financeiras esperadas à medida que o mercado começa a precificar uma trajetória mais baixa para a Selic; e
- (iv) uma “Inflexão Cíclica”, com um cenário macroeconômico mais promissor impulsionando melhorias operacionais para nomes mais cíclicos;
- Para avaliar melhor a sensibilidade dos nomes de Bens de Capital vs. as mudanças macroeconômicas no Brasil, criamos um scorecard quantitativo ponderando os fatores mencionados acima em impactos sobre lucros/FCF, com a Randoncorp como o nome mais elástico em um cenário de maior otimismo doméstico, seguida pela Kepler Weber;
- Por outro lado, vemos os exportadores apresentando desempenho inferior, com a WEG ligeiramente mais bem posicionada vs. a Embraer, dada sua maior exposição relativa ao mercado doméstico;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
M. Dias Branco (MDIA3) | À espera de uma visibilidade melhor
- Estamos publicando nossa prévia dos resultados do 3T26 e atualização do modelo, reduzindo nosso preço-alvo para o final de 2027 para BRL 21,4/ação, de BRL 25,5/ação, enquanto reiteramos nossa recomendação Neutra;
- Estamos revisando nossas estimativas para refletir um cenário macroeconômico mais desafiador, com demanda mais fraca, varejistas mais cautelosos e maiores pressões de custos vindas de commodities, diesel e mão de obra;
- Apesar dos desafios de curto prazo, acreditamos que a companhia continua executando bem sua estratégia, investindo na modernização de suas operações, perseguindo M&As disciplinadas e ganhando participação de mercado;
- Ainda assim, a combinação de visibilidade limitada sobre a receita e deterioração esperada dos custos de matérias-primas mantém a relação risco-retorno equilibrada, justificando nossa recomendação Neutra;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Cruzeiro do Sul (CSED3): prévia do 3T26
- Cruzeiro do Sul: trimestre fraco, com margem EBITDA comparável permanecendo resiliente;
- Esperamos um trimestre fraco para a Cruzeiro do Sul, com crescimento modesto da receita, de 1,1% (A/A), sustentado por tickets mais elevados e pela melhora das tendências de rematrícula, parcialmente compensados pela continuidade da fraqueza na captação do ensino a distância, em linha com as tendências observadas no setor;
- Do lado positivo, estimamos margem EBITDA ajustada de 39,5%, apenas 54 pontos-base abaixo do 3T25, apesar da desalavancagem operacional decorrente principalmente da redução da base de alunos do ensino a distância;
- É importante destacar que a comparação exclui o impacto das mudanças na metodologia de provisionamento para créditos de liquidação duvidosa da companhia, com as provisões devendo representar 6,2% da receita no 3T26, ante um impacto positivo de 1,6% no 3T25;
- Por fim, projetamos lucro líquido ajustado comparável de R$ 113 milhões, estável (A/A), e geração de caixa de R$ 160 milhões, ante R$ 221 milhões no 3T25.
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Carrefour vende imóveis ao Pátria e passará a pagar aluguel pelas lojas (InvestNews);
- Neoenergia e BEI assinam financiamento de R$ 857 milhões para Elektro (CanalEnergia);
- Fundo contesta fusão entre Marfrig e BRF em arbitragem de R$ 60 milhões (CNN Brasil Agro);
- Fitch Rebaixa Ratings da Raízen para ‘RD’ (Fitch Ratings).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua 0,04% e fecha pregão em 3.973,66 pontos (Suno Notícias);
- Ganhos de até 22%: veja os FIIs que mais subiram no rali eleitoral (InfoMoney);
- XPLG11 reduz vacância em mais de 50%; inadimplência cai (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Parlamento Europeu adia monitoramento de emissão de metano para importações de petróleo e gás | Café com ESG, 23/10
- O pregão de quinta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 1,15% e 1,14%, respectivamente.
- No Brasil, (i) a WEG espera que o leilão de reserva de capacidade para armazenamento de energia em baterias, previsto para este ano, contribua para desenvolver o mercado brasileiro e ampliar as oportunidades de negócios no segmento – como parte da sua estratégia, a companhia anunciou a ampliação de sua fábrica de sistemas de armazenamento em Santa Catarina, com investimento de R$ 330 milhões que deve ser concluída no segundo trimestre de 2027; e (ii) o Ministério de Minas e Energia (MME) abriu uma consulta pública para receber contribuições sobre os desafios de expansão da infraestrutura de recarga de veículos elétricos no Brasil e a integração à rede elétrica nacional – o objetivo do ministério é estruturar um diagnóstico nacional que mapeie as condições atuais, gargalos técnicos e necessidades de investimentos para suportar a frota crescente de eletroimobilidade e evitar impactos negativos no Sistema Interligado Nacional (SIN).
- No Internacional, o Parlamento Europeu aprovou um adiamento de três anos na aplicação das normas da União Europeia (UE) sobre emissões de metano provenientes de importações de petróleo e gás – as normas que deveriam entrar em vigor em 1º de janeiro de 2027 exigiriam que fornecedores estrangeiros monitorassem e reportassem as emissões de metano.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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