IBOVESPA -0,27% | 166.335 Pontos
CÂMBIO +0,40% | 5,22/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira (18) em queda de 0,27%, aos 166.335 pontos, registrando o 11º pregão consecutivo de perdas, a mais longa sequência negativa desde agosto de 2023, quando o índice acumulou 13 sessões seguidas de queda. Após subir quase 1% pela manhã, o índice perdeu força ao longo da sessão, em meio à aversão ao risco no exterior e à persistente saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira.
Na ponta positiva, Hapvida (HAPV3, +3,0%) liderou os ganhos em um movimento técnico de recuperação, após a forte desvalorização desencadeada pelo resultado fraco do 2º trimestre de 2026 (2T26).
Na ponta negativa, C&A (CEAB3, -5,9%), Cury (CURY3, -3,9%), Direcional (DIRR3, -3,6%) e Lojas Renner (LREN3, -3,5%) estiveram entre as maiores quedas, refletindo a pressão sobre ações mais sensíveis ao cenário de juros e ao ambiente de aversão a risco.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a terça-feira com movimentos distintos. Nos EUA, os rendimentos dos Treasuries recuaram levemente, à medida que investidores aguardam a divulgação da ata do Federal Reserve. A T-note de 2 anos encerrou a 4,18% (0 bp), a T-note de 10 anos a 4,71% (-1 bp) e o T-bond de 30 anos a 5,29% (-2 bps). No Brasil, apesar do alívio no mercado de juros americano, a percepção de riscos fiscais e o avanço de pautas com potencial impacto inflacionário mantiveram pressão sobre os vencimentos mais longos. Assim, o DI jan/27 encerrou a 13,75% (-1 bp), o DI jan/29 a 14,34% (+3 bps) e o DI jan/31 a 14,64% (+7 bps), reforçando a inclinação da curva ao longo do pregão. Já a curva NTN-B apresentou movimentos marginais, com a NTN-B 2029 a 8,14% (vs. 8,11%), a NTN-B 2035 a 8,07% (vs. 8,06%) e a NTN-B 2050 a 7,57% (vs. 7,62%).
Mercados globais
Nesta quarta-feira (19), os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,0%), depois de os principais índices acumularem a terceira sessão consecutiva de perdas, pressionados pela escalada global dos juros longos e pela alta do petróleo, fazendo com que o S&P 500 recuasse 0,7% na terça-feira. Na Europa, o Stoxx 600 opera próximo ao neutro, em sessão dominada pelo mesmo movimento de aversão ao risco vindo do mercado de renda fixa. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda: o Kospi (Coreia) despencou 5,8%, e o Nikkei 225 (Japão) caiu 0,2%, enquanto na China o CSI 300 perdeu 2,9% e o Hang Seng ganhou 0,1%.
O movimento asiático foi puxado por uma nova onda de vendas em semicondutores e memórias: Samsung e SK Hynix, principais pesos do Kospi, recuaram 7,8% e 9,7%, respectivamente. No pano de fundo está o realinhamento global dos juros longos: o rendimento do Treasury de 30 anos atingiu o maior nível em cerca de duas décadas e o japonês de 10 anos o mais alto em três décadas, refletindo a volta das preocupações com inflação e com o endividamento dos governos. O petróleo sustenta essa leitura, com o Brent negociado próximo de US$ 92/barril, em alta de 1%. Os investidores também direcionam o foco para a ata da última reunião do Fed, divulgada nesta tarde, e para a temporada de resultados do varejo americano, com Target e Lowe’s reportando antes da abertura de hoje.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta terça-feira em alta de 0,33%, aos 3.666,83 pontos.
Os ganhos foram liderados pelos fundos de recebíveis, que avançaram 0,52%, seguidos pelos fundos híbridos (+0,42%). Entre os fundos de tijolo, o desempenho agregado foi positivo (+0,14%), impulsionado principalmente pelas lajes corporativas (+0,88%) e pelos fundos de shoppings (+0,15%), compensando a queda observada nos ativos logísticos (-0,18%). Já o segmento de multiestratégia/FOFs registrou valorização de 0,2%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram BCIA11 (+2,5%), TGAR11 (+2,4%) e VILG11 (+2,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HSLG11 (-9,1%), TRBL11 (-3,3%) e ICRI11 (-2,3%).
Economia
O Fed, banco central dos EUA, divulga a ata de sua última reunião de política monetária, em meio a dados mistos de atividade econômica e renovadas pressões inflacionárias vindas da alta do petróleo.
Não há indicadores econômicos relevantes no Brasil ou no mundo programados para hoje.
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Economia
Foco na ata do Fed, em meio a nova pressão nos preços do petróleo
- O preço do petróleo avançou ontem pela terceira sessão consecutiva diante da piora das perspectivas para um acordo entre Estados Unidos e Irã. O Brent subiu 0,17%, para US$ 91,02 por barril, enquanto o WTI avançou 0,62%, para US$ 84,94 por barril, após Teerã sinalizar uma postura militar mais ofensiva e Washington descartar a extensão do acordo provisório. Os preços seguem nestes patamares nesta manhã. O Irã afirmou ainda que manterá o Estreito de Ormuz fechado até que suas condições sejam cumpridas. Apesar de algum petróleo continuar atravessando a região e a Saudi Aramco ter retomado parte dos carregamentos por meio de operações alternativas, o fluxo permanece bastante reduzido. Novos ataques dos houthis no Mar Vermelho ampliaram as preocupações também em torno de Bab el-Mandeb, mantendo elevado o prêmio de risco geopolítico sobre a commodity;
- O Fed, banco central dos EUA, divulga hoje a ata de sua última reunião de política monetária. As apostas em um possível aumento das taxas de juros nos próximos meses perderam força, na esteira de dados recentes que mostram um mercado de trabalho morno e números de inflação moderados. No entanto, a inflação permanece acima da meta, e a alta nos preços do petróleo pode trazer pressões adicionais sobre os preços futuramente. Os investidores buscarão pistas sobre a trajetória das taxas de juros do banco central, mas o presidente Warsh tem se manifestado contra o fornecimento de orientações futuras (forward guidance) ao mercado.
- Também nos EUA, os indicadores de atividade apresentaram sinais mistos. A criação de postos de trabalho da consultoria ADP subiu para 9,5 mil, ante 8,25 mil na semana anterior, indicando alguma melhora na oferta de vagas. A produção industrial avançou 0,2% na comparação mensal em julho, ligeiramente abaixo da expectativa de 0,3%, enquanto o resultado de junho foi revisado para cima e a utilização da capacidade instalada aumentou para 76,3%. Em contrapartida, o mercado imobiliário permaneceu pressionado: a construção de residências unifamiliares caiu 9,9% no mês e 15,7% em relação ao ano anterior, enquanto o total de novas construções recuou 12,4%, para uma taxa anualizada de 1,239 milhão. As taxas hipotecárias ainda próximas de 6,8% continuam restringindo o setor, embora o avanço das licenças para novas construções indique alguma possibilidade de recuperação à frente.
Empresas
Bradesco Saúde (SAUD3): comparações mais fáceis apontam para uma perspectiva mais favorável para a sinistralidade no 2S26
- Após os resultados do 2T26, atualizamos nosso modelo para refletir as novas divulgações por unidade de negócio, que aumentam significativamente a transparência e a visibilidade sobre o desempenho da companhia;
- Embora a ação tenha acumulado queda de aproximadamente 15% desde a divulgação dos resultados, acreditamos que a Bradesco Saúde está entrando em um ambiente mais favorável para a sinistralidade, apoiado por comparações mais fáceis (A/A) no 2S26, após um período de utilização elevada dos serviços de saúde no 2S25 e um cenário de demanda potencialmente mais normalizado;
- Incorporando as novas divulgações, elevamos nossa projeção de lucro para R$ 4,6 bilhões (+9% em relação à estimativa anterior);
- Por fim, abordamos as principais dúvidas dos investidores relacionadas a: (i) tendências de sinistralidade; (ii) resultados financeiros; (iii) dinâmica do IBNR; e (iv) impacto dos produtos ASO sobre a sinistralidade. Reiteramos nossa recomendação de Compra.
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WEG (WEGE3): cartão-postal do Rio
- Ontem, em nossa XP CEO Conference 2026 no Rio de Janeiro, nos reunimos com a equipe de RI da WEG, representada pelos Srs. André Salgueiro e Felipe Hoffmann, para discutir a perspectiva da companhia e as principais tendências de seus negócios;
- As discussões sobre crescimento e lucratividade foram, em nossa visão, consistentes com as sinalizações recentes da companhia;
- Reforçando nossa expectativa de uma aceleração gradual do crescimento e de um perfil de margens resiliente, apesar dos persistentes ventos contrários relacionados às tarifas;
- Entre os muitos temas discutidos, alguns se destacaram para nós e merecem ser ressaltados: (i) o ramp up gradual da nova capacidade de T&D e suas implicações para a oferta futura da indústria;
- (ii) a expansão da exposição direta e indireta da WEG ao tema de data centers;
- (iii) o fortalecimento da posição competitiva da companhia no mercado doméstico de transformadores;
- E (iv) a crescente atenção dedicada a um cenário macroeconômico brasileiro potencialmente mais fraco no 2027E;
- No geral, embora continuemos vendo um caminho claro para o crescimento em diversos mercados finais, acreditamos que grande parte dessa perspectiva favorável já está refletida nos atuais níveis de valuation, justificando, assim, nossa recomendação Neutra;
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Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias etc.), agro, alimentos e bebidas, energia (óleo & gás e elétricas) e saúde.
- Radar Tech XP: notícias diárias do setor de telecom e tecnologia
- Saímos das reuniões da XP CEO Conference com uma visão entre mista e construtiva para o universo de TMT;
- Em Telecom, a competição continua intensa e a recente atividade promocional segue pressionando o setor, embora Vivo e TIM tenham apontado sinais mais construtivos relacionados à monetização do pré-pago e à disciplina de preços;
- A Vivo parece relativamente melhor posicionada, mas seguimos monitorando a evolução do ambiente competitivo ao longo dos próximos trimestres;
- A Intelbras destacou que o crescimento subjacente permanece mais saudável do que os números reportados sugerem quando excluímos os efeitos da descontinuação do GPON e dos ventos contrários no segmento solar, com Segurança sendo apoiada por novas categorias, como câmeras conectadas e controle de acesso, Energia mantendo crescimento de dois dígitos e TIC permanecendo resiliente excluindo GPON;
- Em software, TOTVS e Senior Sistemas reforçaram uma visão construtiva sobre IA, enquanto a Bemobi destacou oportunidades relevantes de monetização tanto dentro da base atual de clientes quanto em novas verticais;
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- Entrega XP: notícias diárias do setor de varejo
- Realizamos nossa XP CEO Conference 2026 no Rio de Janeiro, com a participação de executivos C-level e equipes de RI de 16 varejistas;
- Em suma, observamos investidores mais preocupados com o setor, especialmente após um 2T abaixo do esperado e diante de uma perspectiva macroeconômica/política desafiadora e incerta, enquanto as companhias permanecem focadas em iniciativas internas e na execução da forte sazonalidade do 4T;
- Em termos de demanda, a SMFT se destacou como a varejista mais demandada da nossa cobertura pelo 3º ano consecutivo, seguida por MELI e ASAI;
- Entre as companhias da nossa cobertura, RADL, PNVL, ALPA e MGLU apresentaram os tons mais otimistas, enquanto a SMFT manteve um discurso consistente;
- Por outro lado, saímos mais cautelosos em relação às tendências de receita dos varejistas de vestuário no 3T, diante dos ventos contrários da Copa do Mundo em julho e de um clima mais quente, considerando os estoques mais elevados do 2T;
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- Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
- Nos dias 17 e 18 de agosto, realizamos a XP CEO Conference no Rio de Janeiro, reunindo investidores, executivos C-level e membros da alta administração de importantes empresas do setor de saúde brasileiro.
- Os encontros contaram com a participação de Rede D’Or, Bradesco Saúde, Hapvida, Hypera, Fleury, Mater Dei, Dasa e Profarma, abordando os principais temas estratégicos, operacionais e financeiros que atualmente influenciam cada companhia.
- Neste relatório, resumimos os principais insights obtidos em nossas conversas com as equipes de gestão.
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- Combustível XP: as principais notícias que movem o setor de óleo e gás
- Nesta semana, nos dias 17 e 18 de agosto, realizamos a terceira edição da XP CEO Conference, no Rio de Janeiro. O evento reuniu mais de 110 empresas, incluindo mais de 100 executivos C-level, além de mais de 500 investidores. Embora o sentimento geral dos investidores com relação à bolsa brasileira tenha permanecido desafiador em meio ao elevado custo de capital, o setor de Óleo & Gás se destacou de forma mais construtiva;
- O ambiente de preços mais altos do petróleo favorece as empresas de E&P e deve sustentar uma sólida geração de FCFE no curto prazo. Saímos da conferência otimistas com as perspectivas de crescimento da produção e geração de FCFE, especialmente para Petrobras e PRIO. O momento para distribuição de combustíveis também segue muito positivo;
- O ambiente atual favorece os fornecedores estruturais (como VBBR e UGPA), uma vez que os preços domésticos na porta da refinaria permanecem descontados em relação à paridade de importação. As companhias também esperam um mercado estruturalmente melhor à frente, sustentado pela redução da concorrência desleal;
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- XP Daily: as principais notícias do setor imobiliário
- Realizamos a Conferência de CEOs da XP no Rio de Janeiro, onde executivos C-level das principais companhias imobiliárias discutiram suas perspectivas e prioridades estratégicas;
- Os principais temas incluíram: (i) tendências operacionais resilientes nos diferentes segmentos, apesar do cenário macroeconômico desafiador;
- (ii) estratégias de crescimento flexíveis diante de condições de crédito mais restritivas e maior incerteza;
- (iii) foco contínuo em geração de caixa, desalavancagem e alocação disciplinada de capital;
- (iv) diferentes estágios de preparação para a reforma tributária;
- No geral, as companhias permanecem focadas na execução, preservando flexibilidade para adaptar os investimentos e os planos de crescimento à medida que as condições evoluem;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Bancos negociam teto de juros do novo crédito imobiliário (Pipeline Valor);
- JBS faz oferta de US$ 1,2 bilhão para comprar fatia restante da Pilgrim’s Pride (Bloomberg Línea);
- Braskem prepara pedido de recuperação extrajudicial (O Globo);
- Ratings da CEMIG e subsidiárias elevados para ‘brAAA’ por solidez operacional e alavancagem controlada; perspectiva alterada para estável (S&P National).
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Estratégia
Temporada de resultados do 2T26: uma temporada fraca de resultados no Brasil
- A temporada de resultados do 2T26 chegou ao fim no Brasil e, em nossa visão, foi mais uma temporada fraca, com a surpresa positiva de lucros atingido o menor nível da nossa série histórica (desde o 1T23). Os principais destaques foram:
- Dentro da nossa cobertura XP, 41% das empresas superaram nossas estimativas de lucro líquido (vs. 45% no trimestre anterior) e 26% superaram em EBITDA (vs. 28%), enquanto as surpresas positivas de receita melhoraram para 29% (vs. 24%);
- No crescimento A/A, as companhias apresentaram forte crescimento de receita, EBITDA e lucro líquido de 11,7%, 22,5% e 22,2%, respectivamente, ainda que impulsionado em grande parte por Óleo & Gás. Excluindo commodities, receita, EBITDA e lucro líquido cresceram 9,6%, 5,2% e 5,8%, respectivamente;
- Em termos de reação de mercado, a temporada apresentou um quadro significativamente negativo, com reação média de -1,3% no dia seguinte à divulgação, com as ações que frustraram as expectativas registrando retorno médio de -2,6% (significativamente pior do que em todos os trimestres anteriores), enquanto até mesmo aquelas que superaram as expectativas tiveram reação levemente negativa, de -0,1%;
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- FIIs nas eleições de 2026: o que o histórico indica para o investidor? (InfoMoney);
- FIIs buscam espaço em índices e ETFs internacionais (ClubeFII News);
- FII do Pátria aprova emissão de até R$ 1,5 bilhão para comprar novos ativos; veja condições (Money Times);
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- Eleições no Brasil: o que esperar dos FIIs?
- As eleições costumam representar períodos de maior atenção dos investidores, diante das potenciais mudanças de expectativas em relação ao cenário econômico, fiscal e político do país;
- Neste relatório, analisamos o comportamento do mercado de fundos imobiliários ao longo dos ciclos eleitorais mais recentes, com foco na evolução dos retornos e da volatilidade do IFIX e de suas principais classes;
- A análise considera diferentes janelas temporais antes e após os pleitos, permitindo avaliar como o mercado de FIIs se comportou em distintos momentos do ciclo eleitoral;
- Também investigamos o desempenho das principais estratégias do setor, buscando identificar padrões e diferenças de comportamento entre as categorias que compõem o índice;
- Com base em uma abordagem quantitativa e em dados históricos, o estudo busca contribuir para a compreensão da relação entre eventos eleitorais e a dinâmica dos fundos imobiliários no Brasil;
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETF Brief: Acordo entre Itaú e Vanguard remodela ETF
- Itaú sela acordo com a Vanguard e remodela ETF. (Valor)
- Superciclo dos ETFs: como o mercado saltou de R$ 50 bi para R$ 130 bi (InfoMoney)
- Daily ETF Flows: GLD Takes $1B (ETF.com)
- Texas Stock Exchange Lures Two ETFs in First Primary Listings (Bloomberg)
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ESG
Ultragaz inaugura sua primeira estação de abastecimento de biometano | Café com ESG, 19/08
- O pregão de terça-feira fechou em leve queda, com o IBOV e o ISE recuando 0,27% e 0,73%, respectivamente.
- No Brasil, (i) a Ultragaz inaugurou a sua primeira estação própria de abastecimento de biometano do país, localizada em Paulínia, interior de São Paulo, com capacidade para fornecer até 20 mil m³ de biometano por dia e atender cerca de 200 caminhões – segundo a companhia, o uso do biometano na operação deve reduzir em cerca de 960 toneladas as emissões diretas de CO₂ por ano; e (ii) o presidente da Vale, Gustavo Pimenta, afirmou que a companhia ainda não tomou uma decisão sobre a entrada em novas commodities, como terras-raras, e segue estudando oportunidades – segundo o executivo, a expectativa é que esses minerais ganhem maior relevância nas próximas décadas, diante do avanço da digitalização global e oportunidades para desenvolver cadeias integradas de terras-raras fora da China.
- No internacional, segundo projeções da S&P Global Energy, a adição de capacidade de energia limpa nos EUA deve aumentar em um recorde de 45 gigawatts este ano, volume cerca de 25% superior ao recorde anterior, estabelecido em 2024 – a guerra do Irã, que elevou os preços globais de energia, juntamente com a crescente demanda de energia por parte de data centers de IA e a corrida dos desenvolvedores para aproveitar créditos fiscais prestes a expirar, estão impulsionando o boom das tecnologias limpas, afirma a S&P.
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