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Dados do mercado de trabalho no Brasil em foco nesta sexta

Pnad Contínua e balanço de pagamentos são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 26/06/2026

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IBOVESPA +0,87% | 171.990 Pontos

CÂMBIO -0,47% | 5,18/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 0,9%, aos 171.990 pontos, impulsionado principalmente pela divulgação do IPCA-15 de junho, que veio abaixo das expectativas do mercado. Como resultado, a curva de juros fechou, beneficiando especialmente as ações cíclicas. 

MRV (MRVE3, +3,8%) foi um dos destaques positivos do dia, beneficiada pela queda da curva de juros.  Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -10,1%) foi novamente o principal destaque após protocolar um pedido de tutela cautelar para proteger as negociações com credores, aumentando as preocupações em torno de sua reestruturação financeira. 

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a sessão de ontem sem direção única. Nos EUA, os rendimentos das Treasuries encerraram com a T-note de 2 anos a 4,13% (-2bps), a T-note de 10 anos a 4,40% (-2bps) e o T-bond de 30 anos a 4,86% (+0bps), em sessão marcada por dados de inflação (PCE) em linha com o esperado e resiliência da atividade, enquanto a alta do petróleo limitou o fechamento das taxas longas.

No Brasil, a curva de DI também apresentou inclinação, com o DI jan/27 a 14,09% (-4bps), o DI jan/29 a 14,33% (-3bps) e o DI jan/31 a 14,39% (+4bps), em movimento que combinou a leitura benigna do IPCA-15 e reforço da expectativa de corte da Selic no curto prazo, com pressão na ponta longa diante da alta do petróleo e ajustes relacionados ao leilão de prefixados do Tesouro. A curva de NTN-B apresentou alívio, com a B29 a 8,64% (vs. 8,75%), a B35 a 8,15% (vs. 8,20%) e a B50 a 7,57% (vs. 7,58%).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,5%; Nasdaq 100: -1,3%), pressionados pela continuidade da realização de lucros no setor de tecnologia. A rotação para setores mais defensivos, como saúde, financeiro e industrial, segue sustentando o Dow Jones.

Na Europa, o Stoxx 600 também opera em queda (-0,9%), acompanhando o movimento global de aversão ao setor de tecnologia, em meio a preocupações com o aumento dos custos relacionados aos investimentos em inteligência artificial.

Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em baixa, lideradas pelo Kospi (-5,8%) e pelo Nikkei (-4,2%), refletindo a forte correção nas ações de tecnologia. Na China, o HSI caiu 1,8% e o CSI 300 recuou 3,0%, enquanto a Austrália foi a exceção, com leve alta de 0,2%.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 0,38%. Entre os segmentos, os fundos de recebíveis avançaram 0,44%, sustentando o bom desempenho do índice. Os fundos de tijolo subiram 0,28% no agregado, impulsionados por Lajes Corporativas (+0,54%), Ativos Logísticos (+0,34%), Multiestratégia (+0,18%) e Shoppings (+0,09%). Os Fundos de Fundos avançaram 0,90% e os Fundos Híbridos subiram 0,48%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram URPR11 (+4,0%), TGAR11 (+3,4%) e BROF11 (+2,2%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por VILG11 (-2,1%), CACR11 (-1,5%) e VRTA11 (-0,8%).

Economia

Nos EUA, o deflator de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) dos EUA — o indicador de inflação preferido do Federal Reserve — ficou em 4,1% em termos anuais em maio. Foi a leitura mais alta desde abril de 2023, ainda que em linha com as expectativas. O núcleo do deflator, que exclui alimentos e energia, avançou 3,4% ao ano, acima da previsão de 3,3% e da meta de 2.0%. Os dados de renda e consumo mostraram força. Os dados reforçam um cenário de atividade sólida e inflação acima da meta, mantendo o Fed com viés restritivo pelo restante de 2026, mesmo com a estabilização dos preços próximos aos níveis pré-guerra, em torno de US$ 70 a US$ 75 o barril.

No Brasil, a inflação do IPCA-15 ficou um pouco abaixo do esperado, embora se mantendo acima da meta de 3.0%. O Banco Central (BCB) divulgou seu Relatório de Política Monetária, indicando projeção de inflação perto da meta no início de 2028. Continuamos esperando um corte de 0,25 pp na taxa Selic em agosto, levando-a para 14,00%. O destaque hoje é a divulgação dos números do mercado de trabalho (Pnad contínua) referente ao trimestre encerrado em maio.

Veja todos os detalhes

Economia

Indicadores do mercado de trabalho em destaque no Brasil

  • O deflator de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) dos EUA — o indicador de inflação preferido do Federal Reserve — subiu 4,1% em termos anuais em maio, um aumento de 0,3 ponto percentual em relação a abril. Foi a leitura mais alta desde abril de 2023, ainda que em linha com as expectativas. O núcleo do deflator, que exclui alimentos e energia, avançou 3,4% ao ano, acima da previsão de 3,3%. Apesar da inflação elevada no mês passado, os consumidores aumentaram seus gastos, graças a restituições de impostos maiores neste ano e à valorização das ações. Os gastos ajustados pela inflação subiram 0,3%, mantendo o consumo em trajetória de aceleração neste trimestre, após quase estagnar no trimestre de janeiro a março. A renda disponível das famílias recuperou-se 0,3%, após cair por três meses consecutivos. No entanto, manteve-se inalterada em relação ao ano anterior em maio. Por fim, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego na semana encerrada em 20 de junho caíram 12.000, para 215.000, ficando abaixo da estimativa de 225.000 e atingindo o nível mais baixo em quatro semanas. Em conjunto, os dados reforçam um cenário de atividade sólida e inflação acima da meta, mantendo o Fed em compasso de espera com viés restritivo pelo restante de 2026, mesmo com a estabilização dos preços próximos aos níveis pré-guerra, em torno de 70 a 75 dólares o barril;
  • No Brasil, o Banco Central (BCB) divulgou seu Relatório de Política Monetária. As projeções de inflação no cenário de referência (trajetória da taxa básica de juros conforme esperado pelos participantes do mercado) foram revisadas para cima: a previsão para o IPCA de 2026 subiu para 5,2%, enquanto a estimativa para o horizonte relevante atual — quarto trimestre de 2026 — avançou de 3,5% para 3,7%. A partir da próxima reunião, o horizonte relevante passará a ser o primeiro trimestre de 2028, refletindo a extensão sinalizada no comunicado pós-decisão. Para esse horizonte, a previsão do BCB situou-se em 3,2%, próxima à meta de 3,0%. Continuamos esperando um corte de 0,25 pp na taxa Selic em agosto, levando-a para 14,00%;
  • O IPCA-15 de meados de junho subiu 0,41% em relação a maio, abaixo da nossa projeção (0,46%) e do consenso de mercado (0,44%). O resultado apresentou uma composição marginalmente melhor na margem, embora as medidas de núcleo ainda operem em níveis elevados. Nossa projeção para o IPCA de 2026 permanece em 5,5%, com viés de baixa devido à recente queda nos preços do petróleo. Caso o petróleo tipo Brent se estabilize próximo a US$ 75/barril, a projeção cairia para 5,2%. Para 2027, projetamos 4,2%.
  • Na agenda de hoje, o IBGE divulga os dados do mercado de trabalho (Pnad Contínua) referente ao trimestre encerrado em maio, com o consenso de mercado apontando para uma taxa de desemprego de 5,6%, ante 5,8% no trimestre anterior. Trata-se de uma informação fundamental para avaliar os próximos passos da política monetária. O Banco Central também publicará o balanço de pagamentos de maio, incluindo dados de transações correntes e investimento estrangeiro direto — indicadores-chave para avaliar como o conflito no Oriente Médio afetou os fluxos externos do Brasil. No cenário internacional, o destaque é a leitura final do índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan referente a junho.

Commodities

Mineração & Siderurgia: Menores importações de aço impulsionando poder de precificação, apesar da demanda fraca

  • O sentimento para o setor de aço no Brasil continuou melhorando, sustentado principalmente por uma dinâmica de importações mais apertada, que fortaleceu o poder de precificação doméstico (particularmente para aço plano)
  • e sustentou os recentes aumentos de preços (vergalhão +12%, bobina quente +6%, CRC +10%, galvanizado +8% vs. Mar’26), embora a demanda permaneça desigual e uma preocupação-chave entre participantes do setor;
  • Embora o aço longo mostre alguma disciplina de preços, vemos os aumentos recentes como mais impulsionados por custos do que por demanda, com estoques ainda elevados e repasses limitados;
  • Em contraste, o aço plano oferece upside mais claro, com menor pressão de importações e oferta mais apertada sustentando novos aumentos de preços à frente, em nossa visão;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Light (LIGT3): Fechando a lacuna – atualizando nossas estimativas e reavaliando cenários

  • Atualizando nossas estimativas para Light e revisando nosso preço-alvo para o final de 2027 para R$5,5/ação
    Após o aumento da demanda de investidores por Light, em função do recente processo de aumento de capital que a companhia está conduzindo, decidimos revisar nossas estimativas e reduzir as incertezas relacionadas aos cenários e variáveis ainda em aberto sobre a revisão tarifária e as possíveis mudanças regulatórias em andamento;
  • Nosso novo preço-alvo para o final de 2027 é de R$5,5/ação (vs. nosso preço-alvo anterior para o final de 2026 de R$6,3/ação), e vemos LIGT negociando a uma TIR real atraente e assimétrica de 18,5% (ou 0,8x EV/RAB);
  • Acreditamos que o EBITDA atual da distribuidora da Light, de R$1,2 bilhão nos últimos doze meses, pode chegar a R$2,3 bilhões após a revisão tarifária, com um potencial upside de R$400 milhões a essa estimativa, dependendo do desfecho das discussões regulatórias que devem começar nos próximos dias/meses (audiência pública relacionada a perdas regulatórias e inadimplência);
  • Essa assimetria é certamente função da percepção ainda elevada de risco na tese de Light, percepção que acreditamos poder ser reduzida de forma substancial ao longo dos próximos 12 meses;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Capitânia Securities (CPTS11) | Desconto elevado e guidance de distribuição promissor

  • Reiteramos a recomendação de COMPRA, sustentada pelos seguintes pilares:
    • Gestão ativa eficiente, com histórico consistente de retornos superiores aos referenciais;
    • Carteira de crédito diversificada e de baixo risco (high grade);
    • Preço descontado, com VM/VP de 0,85x, refletindo um desconto de 15,1% em relação à cota patrimonial e uma rentabilidade implícita líquida de taxas equivalente a IPCA + 12,1% a.a.;
    • Yield convidativo de 14,5%, sustentado por resultados recorrentes sólidos e ganhos de capital;
  • Clique aqui para mais informações.

Grupo SBF (SBFG3): Brasil encontra seu ritmo; SBF já marcou; atualizando nossas estimativas após o 1T26 

  • Atualizamos nosso modelo para incorporar os ventos favoráveis de demanda do nosso Monitor de Disponibilidade da Camisa da Seleção Brasileira, resultados recentes e premissas macro/custo de capital revisadas, além de despesas de vendas ligeiramente mais altas decorrentes da próxima legislação trabalhista; 
  • No geral, fazemos pequenos ajustes às estimativas de 2026, enquanto cortamos nosso EBITDA ajustado estimado para 2027e (excluindo IFRS) e lucro líquido em 12-13%, respectivamente, e reduzimos nosso preço-alvo para R$16,0/ação (de R$20,0); 
  • Apesar disso, mantemos nossa recomendação de Compra, pois vemos forte momentum de resultados diante da demanda sólida por camisas, com nosso tracker apontando para tendências robustas de recomposição de estoques que poderiam adicionar ~R$350 milhões em vendas; 
  • O valuation está barato, em 5,6-4,5x P/L 2026-27e, entre os nomes mais baratos da nossa cobertura;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Bemobi (BMOB3): E se o software parar de ser a vantagem competitiva principal?

  • Passamos algumas horas com Pedro Ripper, fundador e CEO da Bemobi, discutindo IA, e saímos impressionados com a profundidade da conversa. Enquanto grande parte do mercado ainda está focada em produtividade, copilotos e redução de custos, a companhia parece estar alguns passos à frente ao colocar IA no centro da estratégia e tentar entender como ela pode redefinir a proposta de valor em pagamentos;
  • A discussão com o CEO da Bemobi reforça a percepção de que a companhia está olhando para IA de forma mais estrutural do que a maioria dos pares. Mais do que ganhos de eficiência, o foco passa por entender como a tecnologia pode expandir o escopo da plataforma de pagamentos e alterar a dinâmica competitiva ao longo dos próximos anos;
  • Ainda que seja cedo para incorporar essas iniciativas nos modelos, a conversa trouxe uma leitura interessante sobre opcionalidade. A tese central segue ancorada na expansão da plataforma de pagamentos, mas a IA adiciona uma nova camada de potencial que pode ampliar o mercado endereçável ao longo do tempo;
  • A Bemobi estruturou sua visão de IA em três ondas, começando por ganhos de produtividade, evoluindo para expansão do produto e, no limite, olhando para um cenário em que agentes participem das decisões financeiras dos consumidores. Na prática, vemos os impactos mais tangíveis concentrados na segunda fase;
  • O principal takeaway é que a companhia não está apenas reagindo à agenda de IA, mas tentando antecipar como ela pode impactar seu modelo de negócio. Com histórico consistente de execução, essa preparação reforça o potencial de criação de valor caso parte dessas iniciativas se materialize;
  • Clique aqui para mais informações.

WEG (WEGE3): Implantação de BESS segue robusta, mas pressões de preços podem surgir

  • Esta semana, publicamos o Relatório Temático: Do chão à nuvem, que comentamos sobre a nossa viagem à China, que inclui uma análise aprofundada sobre Armazenamento de Energia & BESS;
  • Destacamos: (i) BESS permanece como uma avenida relevante de crescimento dentro da transição energética, apoiada por necessidades de estabilidade da rede e novos pipelines de leilões;
  • (ii) a expansão de capacidade na China está cada vez mais empurrando players locais para mercados externos;
  • Enquanto (iii) as vantagens de custo chinesas devem sustentar a adoção, mas também intensificar a competição de preços e possivelmente pressionar a lucratividade em soluções de BESS mais padronizadas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
  • Agronegócio | O&D proprietário da XP: Milho é o principal downside risk nos fluxos de comércio
    • Milho
      • Revisão positiva de produção (+0,5mi t), mas sem alterar o call de perdas relevantes na 2ª safra (~-5% A/A em produtividade) e ainda com downside marginal. Demanda segue firme, mas vemos viés mais negativo para exportações, com risco vindo de maior competição global (EUA) e possível acordo Irã–EUA;
    • Soja
      • Ajuste marginal no balanço, com corte no crush (-0,4mi t) refletindo ritmo mais fraco e menor uso para biodiesel; leitura é de menor suporte da demanda doméstica de processamento;
    • Algodão
      • Exportações seguem fortes, com Brasil ganhando market share e embarques tendendo a superar o USDA. Vemos mais competição vinda dos EUA na nova safra, enquanto o principal upside para o trade global segue na demanda (China/Índia); no curto prazo, menor atratividade relativa da fibra.
      • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • CMN ajusta regra sobre prorrogação de dívidas rurais (Globo Rural);
  • Perda de força da poupança pressiona funding do crédito imobiliário, diz Bradesco (Valor Econômico);
  • TCU aponta distorções em política pública para a autoprodução (Canal Energia);
  • Bradesco faz nova proposta para comprar fatia da Mover na Motiva (Pipeline Valor).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Pesquisa com assessores XP

  • Nesta edição da nossa pesquisa com assessores afiliados à XP, observamos uma queda nos níveis de alocação em ações, embora a intenção de aumentar ainda mais essa exposição tenha permanecido. Os principais destaques são:
  • A parcela que pretende aumentar a alocação em ações permaneceu em 20%, enquanto a dos que pretendem mantê-la inalterada caiu para 69% (-4 p.p. M/M). Já a parcela que planeja reduzir a exposição subiu para 11% (+6 p.p. M/M);
  • O sentimento dos assessores em relação às ações piorou para 6,4, ante 7,0 na pesquisa anterior;
  • A Renda Fixa segue como a classe de ativo preferida dos clientes, seguida por investimentos internacionais;
  • Os Riscos fiscais no Brasil são a principal preocupação, seguidos por Instabilidade política/eleições e juros mais altos que o esperado no Brasil;
  • Amaioria dos assessores (44%) reportou que o recente rali das ações ligadas à IA ainda não influenciou as decisões de alocação de seus clientes.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Capitânia Securities (CPTS11) | Desconto elevado e guidance de distribuição promissor (Research XP);
    • URPR11 e TGAR11 sobem; IFIX avança 0,38%, próximo dos 3.800 pontos (Suno Notícias);
    • O que está por trás da alta dos aluguéis logísticos? (ClubeFII News);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
  • ETF Brief: Lançamentos de ETFs de crédito privado são adiados por dúvidas tributárias e fundos macro e de ações enfrentam nova concorrência dos ETFs enquanto fuga de investidores leva o Bitcoin à mínima desde 2024, nos US\$ 58 mil
    • Lançamentos de ETFs de crédito privado são adiados por dúvidas sobre tributação (Valor Investe)
    • Fundos macro e de ações enfrentam nova competição com ETFs (Valor)
    • Amundi launches global memory chips ETFs (ETF Express)
    • Best AI ETFs Compared: CHAT vs. BOTZ vs. AIS 2026 (ETF.com)
    • Global markets flows graphic (Reuters)
    • Bitcoin hoje: fuga de investidores de ETFs leva cripto à menor cotação desde 2024, a US\$ 58 mil (E-Investidor)
    • Juros e IA levam bitcoin à mínima em quase dois anos; hora de comprar ou vai cair mais? (Valor Investe)
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Febraban lançará nova taxonomia sustentável nas próximas semanas | Café com ESG, 26/06

  • O pregão de quinta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,87% e 1,07%, respectivamente.
  • No Brasil, (i) a Febraban deve lançar nas próximas semanas uma nova taxonomia sustentável, um sistema de classificação padronizado para que seja possível identificar quais atividades econômicas, ativos e projetos são considerados sustentáveis – a ideia é atualizar o modelo desenvolvido há pouco mais de uma década pela federação e adaptá-lo à taxonomia nacional, instituída no fim de 2025; e (ii) o governo iniciou o processo para emitir o primeiro Panda Bond soberano, diversificando o financiamento da dívida pública, em uma emissão inédita em yuan para atrair capital chinês para infraestrutura sustentável, energia limpa e projetos de descarbonização – a operação, quando concluída, pode incluir o Brasil em um grupo ainda restrito de países emergentes que acessam diretamente o mercado doméstico de dívida da China. 
  • No internacional, a China publicou nesta quinta-feira seu plano quinquenal para o setor de energia, colocando como meta que metade de sua eletricidade provenha de fontes não fósseis até 2030, um aumento em relação à meta de 42,3% para 2025.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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