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E32 deve ser decidido pelo CNPE em até 15 dias, diz Alexandre Silveira | Café com ESG, 10/06

Conferência de Bonn e E32 no Brasil em pauta

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,68% e 0,85%, respectivamente.

• No Brasil, (i) em resposta aos efeitos da guerra no Irã, o ministro Alexandre Silveira anunciou que o governo vai propor elevar a mistura obrigatória de etanol na gasolina de 30% para 32% – a medida ainda depende de aprovação do CNPE, que deve ser votada em reunião prevista para os próximos 15 dias; e (ii) a indústria de mineração tenta acelerar no Senado a votação do marco dos minerais críticos (PL 2780/2024) para destravar investimentos antes das eleições presidenciais de outubro – em evento ontem em Brasília, o Ibram indicou que deve defender o mínimo de mudanças no texto aprovado pela Câmara, priorizando a aprovação do projeto.

• No internacional, a presidência da COP31 apresentou nesta terça-feira, em Bonn, uma meta global de eletrificação batizada de “35×35”, que propõe que a eletricidade passe a responder por 35% de toda a energia consumida no uso final até 2035, vs. pouco mais de 20% hoje – a mudança exige eletrificar carros, aquecimento e indústria hoje movidos a combustíveis fósseis.

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Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!

Brasil

Instituto Motiva investe R$ 1 bilhão para desenvolver impactp social nos territórios

“A companhia anunciou um programa de desenvolvimento territorial que prevê investimentos de R$ 1 bilhão até 2035 e busca identificar oportunidades de crescimento em regiões próximas às suas operações de rodovias e trilhos. A iniciativa marca uma mudança de abordagem do Instituto Motiva, braço social da empresa. Em vez de concentrar recursos em projetos pontuais, a estratégia passa a combinar diagnósticos territoriais, articulação com lideranças locais e mapeamento de vocações econômicas para desenhar intervenções de longo prazo. Na prática, o programa funciona como uma espécie de laboratório para testar soluções que conectem impacto social e negócios. Entre as possibilidades estudadas estão projetos de logística de última milha próximos a estações de transporte, empreendimentos imobiliários de impacto social, programas de qualificação profissional e iniciativas voltadas à ativação de economias locais. “Conseguimos propor um modelo de atuação baseado em uma escuta ativa dos atores
sociais e uma gestão colaborativa de territórios, propondo ações alinhadas às demandas e à vocação de cada comunidade para potencializar os impactos positivos”, afirma Renata Ruggiero, presidente do Instituto Motiva.”

Fonte: Exame; 09/06/2026

Aneel aprova homologação parcial dos leilões de potência

“A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou nesta terça-feira (9/6) os contratos dos leilões de reserva de capacidade de 2026, em meio à judicialização dos certames de março. O colegiado também aprovou a adjudicação dos LRCAPs. A homologação, no entanto, é parcial: 11 projetos do 2º LRCAP ainda estão pendentes de análise, dentre os quais as usinas da Evolution Power Partners (EPP) – que recorre contra a não habilitação de seus projetos pela área técnica da agência. Ao todo, o certame do dia 18 de março negociou 18,97 GW de hidrelétricas, termelétricas a gás natural e a carvão. á o 3º LRCAP, de 20 de março, que contratou 501,321 MW de termelétricas a óleo diesel, óleo combustível e biodiesel, está 100% homologado e adjudicado. A homologação valida a legalidade de todo o procedimento, enquanto a adjudicação atribui oficialmente o objeto ou bem aos vencedores. No último dia 21 de maio, a diretoria da Aneel já havia homologado os primeiros contratos vencedores do LRCAP – aqueles com entregas previstas ainda para 2026. Restavam pendentes os contratos com entregas de potência a partir de 2027 – o que se confirmou nesta terça. A Aneel homologou os resultados em circuito deliberativo, mesmo após a Justiça Federal do Ceará determinar, na véspera, a suspensão imediata da homologação. A liminar acatou um pedido de uma ação civil pública movida pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). A agência se escorou no parecer da Procuradoria Regional Federal da 5ª Região, encaminhado pela Procuradoria Federal junto à Aneel, e que apontou não haver impedimento ao prosseguimento da deliberação. ”

Fonte: Eixos; 09/06/2026

Pantanal se prepara para previsão de ‘Super El Niño’ com ações contra incêndios

“A previsão de El Niño acendeu o alerta na região que mais sofre com o fogo no país. O fenômeno climático intensifica a seca no Centro-Oeste, aumentando o risco de incêndios. Por conta disso, governos e ONGs locais iniciaram trabalhos para evitar um cenário como o de 2024, após o último El Niño, quando 15% do território pantaneiro foi arrasado pelas chamas. Segundo estatísticas, 62% do bioma já queimou ao menos uma vez desde 1985. Além disso, o Ibama realizará a queima prescrita em 200 mil hectares de área pública. Essa medida “limpa” uma área onde há muita disposição de material orgânico que poderia servir como combustível para incêndios no período crítico da seca, como certos tipos de grama. Já o governo de Mato Grosso do Sul implementou o Plano Estadual de Manejo Integrado do Fogo (Pemif) e sua Operação Pantanal, com um investimento de R$ 24 milhões. O trabalho inclui visitas preventivas a propriedades
privadas, uso de aeronaves, satélites, drones, ampliação da frota terrestre e hidroviária no bioma e incremento de
estruturas de resgate da fauna. “O foco é sair de uma atuação apenas reativa para uma atuação de antecipação, presença estratégica e resposta qualificada”, explicou o governo, em nota. Agentes estaduais realizaram queimas prescritas no Parque do Rio Negro e no Parque das Várzeas do Rio Ivinhema. O governo destacou a mudança recente no padrão de distribuição de chuva e, por isso, ampliou o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima, que acompanha condições de seca e emite alertas.”

Fonte: Globo; 09/06/2026

Lula, Alckmin e ministros discutem E32 e tarifa dos EUA com setor de etanol

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e seis ministros de estados têm reunião com mais de uma dezena de empresários e representantes do setor de etanol nesta terça-feira, 9. O encontro, marcado para começar às 11h, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), discutirá principalmente o aumento da mistura do etanol anidro à gasolina de 30% (E30) para 32% (E32). Mas a tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros e até o fim da escala 6×1 podem entrar na pauta, segundo participantes do encontro e fontes do governo ouvidos pelo Money Times. Tema principal da reunião, o E32 interessa aos dois lados. No governo, a redução na demanda por gasolina A é estimada em 1 bilhão de litros. Assim, os dois pontos porcentuais de aumento na mistura são considerados estratégicos para o controle da inflação após a alta no petróleo, com a guerra no Irã e conflitos no Oriente Médio. Do lado dos produtores, o volume representa um alívio para o aumento da oferta e para a queda nos preços do biocombustível. Em 2026, a produção de etanol no Brasil pode aumentar em 5 bilhões de litros, com o início de operação de unidades do biocombustível de milho no Centro-Oeste e, também, com a maior oferta do etanol de cana nas regiões tradicionais. O excedente anual do Brasil, que produz 36,8 bilhões e consome 33 bilhões de litros, deve ficar próximo a 4 bilhões de litros.”

Fonte: NovaCana; 09/06/2026

Governo quer 32% de etanol na gasolina para conter importação

“Como forma de driblar os efeitos da guerra no Irã, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou, nesta terça-feira (9), que o governo vai propor elevar a mistura obrigatória de etanol na gasolina de 30% para 32%. Com a mudança, ele disse que serão importados 450 milhões de litros de gasolina a menos, o que reduz a dependência do insumo em meio ao conflito. Antes de entrar em vigor, a proposta ainda depende de deliberação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão de assessoramento da Presidência da República para formulação de políticas e diretrizes energéticas. De acordo com o titular da pasta, a proposta será apresentada nos próximos 15 dias em reunião do conselho. O anúncio da decisão da gestão federal ocorreu após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros do governo e representantes do setor de etanol. Silveira classificou o encontro, que contou com presidentes de conselhos e de empresas, como “muito produtivo”. O ministro de Minas e Energia afirmou que é possível chegar até 35% da mistura de etanol na gasolina, “mas os estudos nos permitem ir até E32”. A mistura de etanol para 32% “foi uma reivindicação trazida pelo setor e que vai ser submetida, por determinação do presidente da República, ao próximo Conselho Nacional de Política Energética, que será marcada nos próximos 15 dias, para que a gente possa debater e, eu espero, deliberar sobre o tema”, comentou.”

Fonte: Valor Econômico; 10/06/2026

Indústria quer marco para minerais críticos antes das eleições

“Faltando pouco mais de um mês para o início das convenções partidárias para escolha de candidatos, a indústria de mineração corre para tentar levar o projeto de lei 2780/2024 a votação no Senado, e dar os próximos passos para avançar com investimentos no Brasil. Durante evento sobre minerais críticos em Brasília nesta manhã, o executivo do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) indicou que o setor pretende demandar o mínimo de alterações no texto aprovado pela Câmara no início de maio, já que a prioridade é ter um marco aprovado. “O projeto está maduro da nossa perspectiva. Idealmente essa discussão deveria ser finalizada antes do processo eleitoral, inclusive porque existem outras etapas desse processo que precisam andar também”, afirma Cesário. “Vou dar um exemplo: a questão de financiamento local. Existem hoje mais empresas brasileiras listadas no Canadá e na Austrália do que no Brasil. Então, a gente precisa criar mecanismos de financiamento com capital local que existem no Brasil. É inaceitável que a maior parte das empresas brasileiras mineradoras tenha que ir para o exterior para se financiar”, exemplifica. Segundo o executivo, o Ibram defende quatro mudanças prioritárias no projeto de lei, nos artigos 3º, 4º, 35º e 44º, relativas a mecanismos de controle do Estado, mas afirma que são “uma questão de redação”, podendo ser, inclusive enquadradas como “emendas de redação”, o que evitaria o retorno do texto à Câmara.”

Fonte: Eixos; 09/06/2026

Internacional

BYD quer ser a maior fabricante de carros do mundo até 2030

“A BYD quer ocupar o topo da indústria automotiva mundial. Durante assembleia anual da companhia, o CEO e fundador da empresa, Wang Chuanfu, afirmou que a fabricante chinesa pode se tornar a maior montadora do planeta
em volume nos próximos cinco anos. A projeção vem em um momento de forte expansão internacional da marca. De
acordo com o executivo, os carros da BYD têm ganhado espaço fora da China por combinarem preço competitivo, tecnologia embarcada e uma experiência de uso superior à de muitos rivais locais. A empresa havia estabelecido meta de vender 1,6 milhão de veículos no exterior em 2026, mas Wang garantiu que o número será superado. O avanço é visível, inclusive, no Brasil. Por aqui, a BYD passou a disputar espaço com marcas tradicionais no varejo. O Dolphin Mini virou o principal símbolo dessa virada e, além de liderar com folgas entre os elétricos, o compacto conseguiu superar modelos a combustão de peso no ranking geral, algo impensável para um carro 100% elétrico até pouco tempo atrás no país. Wang Chuanfu também reforçou que a expansão global da BYD será sustentada por uma estratégia de longo prazo, com maior localização das operações em diferentes mercados. A ideia é reduzir dependências, adaptar produtos às demandas regionais e criar uma base mais estável para crescer fora da China.”

Fonte: Estadão; 09/06/2026

GM firma parceria com Peak Energy para produção de baterias sem matéria-prima chinesa

“A General Motors produzirá células de bateria para a fabricante de baterias de íon-sódio Peak Energy, em uma parceria anunciada na terça-feira. A ideia é fortalecer a emergente cadeia de suprimentos de baterias nos Estados Unidos, para reduzir a dependência da China. A parceria surge em um momento em que as montadoras americanas estão investindo em armazenamento de energia em larga escala para data centers e concessionárias de energia, enquanto o mercado de veículos elétricos estagnou com o fim dos incentivos para veículos elétricos durante o segundo mandato do presidente Donald Trump. A parceria também posiciona a Peak Energy como uma das poucas empresas americanas que buscam uma alternativa de origem nacional à tecnologia de fosfato de ferro-lítio (LFP). A GM começará a produzir as células em 2028 em um centro de desenvolvimento de células de bateria com inauguração prevista para este ano no estado de Michigan, com planos de aumentar a produção para escala comercial antes de 2030. As células, feitas com sódio e outras matérias-primas comuns, com eliminação da necessidade de sistemas de refrigeração, serão usadas nos sistemas de armazenamento de energia da Peak Energy.”

Fonte: Valor Econômico; 10/06/2026

Chrysler faz recall de veículos híbridos elétricos com risco de bateria pegar fogo

“A Chrysler está realizando um recall de um grupo de veículos híbridos elétricos devido a preocupações de que seus conjuntos de baterias possam pegar fogo. A Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos Estados Unidos informou que as baterias podem incendiar até mesmo quando o veículo está estacionado com a ignição na posição “Off” (desligado), aumentando o risco de ferimentos. O recall abrange mais de 17 mil veículos, incluindo modelos Pacifica Plug-In Hybrid Electric fabricados entre 2020 e 2022. A Chrysler é uma subsidiária da Stellantis. Os proprietários são orientados a não carregar seus veículos e a estacioná-los ao ar livre e longe de construções até que o reparo seja realizado, informou a NHTSA. As concessionárias atualizarão o software do módulo de controle da bateria de alta tensão, além de inspecionar e substituir o conjunto da bateria quando necessário, sem custos para os proprietários, acrescentou a agência.”

Fonte: Valor Econômico; 09/06/2026

A capacidade global de energia eólica offshore deverá crescer para 420 GW até o final de 2035, segundo relatório da GWEC

“Cerca de 92 GW de energia eólica offshore foram instalados até o final de 2025, o suficiente para abastecer cerca de 100 milhões de residências. Mais de 327 GW de nova capacidade eólica offshore devem ser adicionados na próxima década, elevando a capacidade global de energia eólica offshore para 420 GW até o final de 2035, segundo o relatório.
Mais de 50 GW de projetos de energia eólica offshore estão atualmente em construção em todo o mundo. Espera-se que as instalações anuais dobrem este ano, tripliquem até 2031 e ultrapassem 50 GW por ano até 2035. A China representa 52% do mercado global de energia eólica offshore, tendo ultrapassado a Grã-Bretanha em 2021. Alemanha, Holanda e Taiwan também estão entre os cinco principais países em instalações de energia eólica offshore. “A energia eólica offshore é uma solução natural para muitos países, mas ainda existem muitos desafios solucionáveis ​​que estão atrasando a construção de mais projetos”, disse Rebecca Williams, vice-CEO da GWEC. “O processo de planejamento e conexão à rede pode ser extremamente lento e repleto de riscos para desenvolvedores e investidores”, acrescentou ela.”

Fonte: Reuters; 09/06/2026

O custo climático da expansão da Copa do Mundo está sob análise, com a previsão de aumento das emissões

“A Copa do Mundo começa na quinta-feira como uma celebração de gols, drama e fanatismo global, mas também deve ter um custo climático mais que o dobro do Catar 2022, lançando uma luz severa sobre o preço ambiental do crescente espetáculo do futebol. A pegada ampliada do torneio fará com que 48 equipes e locais se espalhem pela América do Norte e uma avaliação publicada na semana passada pela plataforma global de contabilidade de carbono Greenly estima que ela poderá gerar 7,8 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono. Isso é aproximadamente equivalente às emissões anuais de 1,7 milhão de carros, ou às emissões anuais de Serra Leoa, tornando-a a Copa do Mundo mais poluente já realizada, de acordo com acadêmicos e ativistas, impulsionada principalmente pelas vastas distâncias que equipes, torcedores e mídia viajarão pelo formato de três países e 16 cidades. “Acho que a Copa do Mundo, em teoria, é muito divertida para o esporte e para a visibilidade – mas ruim do ponto de vista climático”, disse a autora e ecologista esportiva Madeleine Orr à Reuters. Os números reforçam essa preocupação. Pesquisadores estimam que até 87% das emissões do torneio virão de viagens – principalmente voos – já que milhões de torcedores cruzarão um continente para acompanhar seus times.”

Fonte: Reuters; 09/06/2026

A Turquia, anfitriã da cúpula climática, propõe uma meta global de eletricidade para 2035

“Cerca de 92 GW de energia eólica offshore foram instalados até o final de 2025, o suficiente para abastecer cerca de 100 milhões de residências. Mais de 327 GW de nova capacidade eólica offshore devem ser adicionados na próxima década, elevando a capacidade global de energia eólica offshore para 420 GW até o final de 2035, segundo o relatório.
Mais de 50 GW de projetos de energia eólica offshore estão atualmente em construção em todo o mundo. Espera-se que as instalações anuais dobrem este ano, tripliquem até 2031 e ultrapassem 50 GW por ano até 2035. A China representa 52% do mercado global de energia eólica offshore, tendo ultrapassado a Grã-Bretanha em 2021. Alemanha, Holanda e Taiwan também estão entre os cinco principais países em instalações de energia eólica offshore. “A energia eólica offshore é uma solução natural para muitos países, mas ainda existem muitos desafios solucionáveis ​​que estão atrasando a construção de mais projetos”, disse Rebecca Williams, vice-CEO da GWEC. “O processo de planejamento e conexão à rede pode ser extremamente lento e repleto de riscos para desenvolvedores e investidores”, acrescentou ela.”

Fonte: Reuters; 09/06/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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