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Bolsas em alta com expectativas de negociações no Irã

Índice de gerentes de compras (PMI) da S&P Global e arrecadação tributária federal no Brasil são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 25/03/2026

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IBOVESPA +0,32% | 182.509 Pontos

CÂMBIO +0,30% | 5,25/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em alta de 0,3%, aos 182.509 pontos, superando os mercados globais (S&P 500, -0,4%; Nasdaq, -0,8%), com mais um dia de desempenho fraco em meio ao conflito no Oriente Médio. A resiliência do índice de ações brasileiro é explicada principalmente pelo forte desempenho do setor de Petróleo & Gás, com destaque para Petrobras (PETR4; +2,7%) e Prio (PRIO3; +2,9%). Após o fechamento do mercado, a notícia de um possível cessar-fogo causou um rápido alívio nos ativos globais, e deve repercutir no desempenho das ações brasileiras no pregão desta quarta-feira.

Minerva (BEEF3; +4,6%) teve movimento de recuperação após a forte queda da semana anterior, quando a companhia divulgou resultados abaixo das expectativas (clique aqui para acessar mais detalhes). Por outro lado, Azzas (AZZA3; -2,8%) foi o principal destaque negativo. Nesta terça-feira (24), nosso time de Varejo organizou a XP Fashion Conference 2026 e, em relação a Azzas, observamos que ajustes operacionais devem continuar impactando os resultados de curto prazo da companhia (clique aqui para acessar mais detalhes).

Nesta quarta-feira, as atenções se voltam para a temporada de resultados do 4T25, com a divulgação de números de Allied, Americanas, Armac, Cruzeiro do Sul, Equatorial Energia, JBS, Multiplan, Orizon e Ser Educacional.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram esta terça‑feira em alta, em um ambiente marcado pela reversão do otimismo observado na véspera em torno de um possível acordo no conflito no Oriente Médio. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos fechou em 3,92% (+8 bps), a de 10 anos em 4,39% (+5 bps) e a de 30 anos em 4,95% (+4 bps), após o Irã negar negociações em andamento e diante da alta do petróleo. No Brasil, a curva fechou em alta mais moderada do que a observada ao longo do dia, com redução da piora no fim do pregão após relatos sobre uma possível proposta dos EUA para um cessar‑fogo temporário. O DI jan/27 encerrou em 14,16% (+1 bp), o jan/29 em 13,82% (+9 bps) e o jan/31 em 13,93% (+11 bps).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P +0,8%; Nasdaq +1,0 %), impulsionados por notícias de possível redução no conflito EUA–Irã, após reportagem do New York Times indicando que Washington enviou um plano de paz, além de comentários de Donald Trump reforçando que negociações estão em andamento. Assim, o Brent recua cerca de 5,5% para US$ 94,7/barril.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +1,1%), refletindo o alívio com possíveis negociações no Oriente Médio e queda do petróleo. Setores mais sensíveis a crescimento (mineração e construção) lideram a recuperação, enquanto energia fica para trás com o recuo do petróleo. No cenário macroeconômico, a inflação do Reino Unido veio em 3,0% A/A, ainda pressionada, mas pré-conflito, sem capturar o choque recente de energia.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI +1,1%; CSI 300 +1,4%), acompanhando o movimento global. No restante da Ásia, o destaque ficou com Japão (Nikkei +2,9%) e Coreia (Kospi +1,6%), refletindo melhora no sentimento com sinais de negociação. O principal ponto foi a forte queda do petróleo, que alivia o choque inflacionário via energia no curto prazo.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta terça‑feira em queda de 0,15%, em um dia marcado pela abertura da curva de juros. Entre os fundos que compõem o índice, os segmentos mais sensíveis foram os principais destaques negativos: os Fundos de Fundos recuaram 0,26%, enquanto os Fundos de Tijolo caíram 0,18%, influenciados sobretudo pelo desempenho dos Fundos de Shoppings (‑0,31%) e de Lajes Corporativas (‑0,22%). Os Fundos de Recebíveis também fecharam no campo negativo, mas com uma queda mais moderada, de 0,11%, refletindo seu perfil mais defensivo. Entre os destaques positivos, chamaram atenção VIUR11 (+1,6%), JSCR11 (+1,3%) e KORE11 (+1,3%). Já no lado negativo, as maiores baixas foram registradas por HCTR11 (‑1,7%), GRUL11 (‑1,5%) e BRCO11 (‑1,4%).

Economia

Nos Estados Unidos, o índice de gerentes de compras (PMI) da S&P Global composto recuou para 51,4 de 51,9, puxado pelo PMI de serviços, que marcou 51,1 ante 51,7 do mês anterior, enquanto a manufatura avançou para 52,9. No Reino Unido, dados de inflação mostraram estabilidade no mês de fevereiro, com o índice cheio marcando 3,0% e o núcleo – que exclui item mais voláteis – subindo de 3,1% para 3,2%. No Brasil, a ata do Copom trouxe poucas novidades em relação ao comunicado pós-reunião e reforçou o cenário de afrouxamento monetário nas próximas reuniões, com ritmo e duração condicionados ao cenário, especialmente aos desdobramentos do conflito no oriente médio. O Comitê reiterou que os riscos para inflação em ambas as direções se intensificaram, mas afirmou que seguirá “com serenidade”. Interpretamos a ata como neutra e mantemos nosso cenário-base de cortes de 50 p.b. nas próximas reuniões, até 12,75%.

Ainda no doméstico, tivemos a divulgação dos dados da arrecadação tributária federal de fevereiro, que atingiu R$ 222,1 bilhões, alta de 5,7% ante o ano anterior e maior valor para o mês da série histórica. O resultado foi impulsionado por uma reaceleração da atividade econômica, especialmente do consumo. Além disso, o governo federal divulgou o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias de março. O documento trouxe revisões importantes de receitas e despesas, especialmente pela incorporação das medidas relacionadas à isenção de PIS/Cofins e à subvenção do diesel, além da alta dos preços do petróleo. Ao fim, não houve necessidade de impor um contingenciamento de despesas, mas um bloqueio de R$ 1,6 bilhão para recompor despesas obrigatórias – aquém de nossas estimativas – foi anunciado.

Agenda do dia relativamente esvaziada. Teremos apenas a divulgação dos estoques de petróleo nos Estados Unidos e da confiança do consumidor da FGV no Brasil.

Veja todos os detalhes

Economia

Sem mudanças na mensagem do Copom

  • Agenda relativamente esvaziada nesta quarta-feira. Nos Estados Unidos, o Departamento de Estado divulgará dados de estoques de petróleo, com expectativa de queda moderada após a alta de preços. No Brasil, o índice de Confiança do Consumidor da FGV é o único indicador econômico a ser divulgado hoje.
  • O crescimento da atividade empresarial nos Estados Unidos desacelerou para o menor nível em onze meses em março, à medida que as empresas lidaram com maior incerteza e com o aumento do custo de vida associado à guerra no Irã, iniciada há quase um mês. O índice composto preliminar (flash) de gerentes de compras (PMI) dos EUA, da S&P Global, recuou para 51,4 neste mês, ante 51,9 em fevereiro. Leituras acima de 50 indicam expansão. O PMI de Serviços caiu para 51,1, de 51,7, a menor marca em onze meses. O PMI da Indústria, por sua vez, avançou levemente para 52,9, máxima em dois meses. Segundo a S&P, o setor de Serviços foi mais afetado por pressões inflacionárias e pela queda de pedidos desencadeada pelo conflito do que a Indústria;
  • A inflação ao consumidor do Reino Unido permaneceu inalterada em 3,0% em fevereiro de 2026, em linha com as expectativas dos economistas. O núcleo do CPI, que exclui os preços voláteis de alimentos e energia, subiu para 3,2%, de 3,1%, enquanto a inflação de Serviços recuou marginalmente para 4,3%, de 4,4%, o menor ritmo desde março de 2022. O dado não foi afetado pelos preços do petróleo, que subiram cerca de 40% desde o fim de fevereiro;
  • A ata da reunião do Copom de março trouxe poucas informações adicionais em relação ao comunicado pós-reunião e reforçou a confiança do Comitê de que o ciclo de afrouxamento (“calibração”) deve continuar, com ritmo e duração condicionados ao cenário — em especial aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. O Copom mencionou uma retomada da atividade no 1T26 após a desaceleração de 2025, em linha com suas projeções, e reconheceu alguma elevação das expectativas de inflação devido às tensões geopolíticas, ao mesmo tempo em que segue observando “algum arrefecimento” nas leituras recentes do IPCA. O Comitê reiterou que os riscos para a inflação em ambas as direções se intensificaram e afirmou que seguirá “com serenidade”, apesar de discutir uma provável piora no balanço de riscos diante dos preços de energia mais altos. De forma importante, o debate concentrou-se no tamanho do corte, concluindo que uma redução de 25 p.b. foi a “mais adequada” neste momento, mantendo aberta a possibilidade de cortes mais rápidos se as tensões geopolíticas perderem intensidade. No conjunto, interpretamos a ata como neutra em relação ao comunicado (que avaliamos como mais brando): as pressões inflacionárias vindas da energia não alteraram de forma relevante o plano de voo do Copom até aqui; mantemos nosso cenário-base de cortes de 50 p.b. nas próximas reuniões até 12,75%, seguidos por uma pausa, ao mesmo tempo em que reconhecemos riscos altistas para a inflação que podem resultar em um ciclo de afrouxamento menos intenso;
  • A arrecadação federal totalizou R$ 222,1 bilhões em fevereiro, com alta de 5,7% A/A em termos reais. O resultado foi impulsionado por PIS/Cofins mais forte (+8,5% A/A), em meio à alta das vendas no varejo e do volume de serviços, por contribuições previdenciárias sólidas (+5,7%), sustentadas pelo mercado de trabalho, e por uma forte alta do IOF (+35,7%) após o aumento do imposto em vigor desde junho de 2025. Avaliamos que a alta é consistente com a retomada da atividade e com impulsos fiscais e de crédito, destacando que a maior parte das medidas de aumento de receita aprovadas no fim do ano passado deve começar a aparecer apenas a partir de maio, devido ao período de 90 dias. Olhando adiante, esperamos que as receitas sigam em alta à medida que a atividade se recupere e novas medidas (incluindo elevação da CSLL para instituições financeiras e redução de gastos tributários) entrem em vigor, deixando nossa projeção para 2026 de R$ 3.088,3 bilhões (+3,2% em termos reais) com viés de alta;
  • O governo brasileiro divulgou o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias de março. O documento não trouxe cortes de despesas (“contingenciamento”) e apresentou um bloqueio (“bloqueio”) de apenas R$ 1,6 bilhão. As receitas foram revisadas para baixo, principalmente devido à desoneração de PIS/Cofins sobre o diesel, mas os preços mais altos do petróleo sustentaram um aumento nas receitas de exploração de recursos naturais. Pelo lado das despesas, a revisão para cima concentrou-se em créditos extraordinários, também relacionados a subsídios ao diesel. No total, o bloqueio de R$ 1,6 bilhão ficou muito abaixo do necessário, pois não parece incorporar os efeitos da redução da fila de requerimentos de benefícios previdenciários. Esperamos que o governo cumpra a meta de resultado primário, mas bloqueios adicionais de pelo menos R$ 5 bilhões devem ser realizados nos próximos relatórios;
  • Agenda relativamente esvaziada nesta quarta-feira. Nos Estados Unidos, o Departamento de Estado divulgará dados de estoques de petróleo, com expectativa de queda moderada após a alta de preços. No Brasil, o índice de Confiança do Consumidor da FGV é o único indicador econômico a ser divulgado hoje.

Empresas

Desktop (DESK3): Avaliando a Oportunidade de Arbitragem

  • A Claro anunciou a aquisição da Desktop a R$ 20,82 por ação, avaliando a companhia em EV de R$ 4,0 bilhões, com EV fixo e ajuste de dívida líquida no fechamento.
    • O preço atual da ação, combinado com a estrutura da transação, cria uma oportunidade de arbitragem, uma vez que o caixa gerado entre a assinatura e o fechamento é integralmente apropriado pelo equity.
    • Um fechamento em 12 meses implica um preço ajustado de aproximadamente R$ 21,7 por ação, o que se traduz em um retorno potencial de ~22%, ou cerca de ~1,6x o CDI.
    • Os principais riscos dessa arbitragem estão relacionados ao tempo até o fechamento, à geração de caixa abaixo do esperado e à aprovação regulatória.
    • Adicionalmente, atualizamos nosso preço-alvo para o final de 2026 para R$ 21,6 por ação, com base na nossa estimativa de geração de caixa até 2026, e esperamos que a ação passe a negociar de forma crescente ancorada nos termos da transação.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Even (EVEN3): Margens mais fortes mitigadas pela maior participação de minoritários

  • Even entregou resultados mistos no 4T25, com o trimestre marcado por margens brutas positivas compensadas por maior participação de minoritários. Os principais destaques incluem: (i) receita líquida levemente acima das expectativas (+1% vs. XPe), apoiada por maiores vendas líquidas (+16% A/A) mas impactada pelo menor volume de lançamentos (–63% A/A);• (ii) margem bruta ajustada de 38,6%, acima das nossas estimativas e com melhora sequencial; (iii) lucro líquido de R$ 45 milhões, apoiado por despesas operacionais controladas, mas compensado por equivalência patrimonial mais fraca e maior participação de minoritários; (iv) fluxo de caixa livre negativo de R$ 64 milhões, com DL/Patrimônio avançando para 23,4%;
  • Reiteramos nossa recomendação de compra para o nome com base na avaliação (5,4x P/L 2026).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Boa Safra (SOJA3) | Revisão de resultados do 4T25: O Custo do crescimento e da diversificação

  • A Boa Safra reportou resultados fracos, que devem ampliar o ceticismo do mercado quanto à capacidade da Companhia de entregar crescimento de lucro em qualquer horizonte previsível, especialmente considerando o cenário desafiador para players de insumos agrícolas;
  • Crescimento e diversificação carregam, por natureza, custos adicionais, despesas e maior complexidade operacional — e seguir com essa estratégia em um downcycle tem se mostrado particularmente difícil;
  • Do lado positivo, destacamos: (i) a posição de liquidez permaneceu sólida, mesmo com o consumo de caixa acima das nossas estimativas no trimestre; (iii) os volumes de IST cresceram 15% A/A, embora sua participação nas vendas totais de sementes tenha caído de 37% para 32% em 2025; e (iv) a carteira de pedidos para outras culturas apresentou forte expansão, atingindo BRL 128mi (vs. BRL 22mi no 4T24);
  • A ação cai ~14% no ano e ~26% nos últimos seis meses, mas esperamos que os resultados do 4T25 gerem pressão adicional negativa no pregão de hoje;
  • Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/boa-safra-soja3-revisao-de-resultados-do-4t25-o-custo-do-crescimento-e-da-diversificacao/

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Mak Capital propõe aporte de R$ 500 milhões na Oncoclínicas, mas impõe condição (Valor Econômico);
  • Leilão de transmissão terá menos lotes e R$ 3,3 bilhões em aportes (Valor Econômico);
  • CS Infra vê sinergias entre PPPs no Paraná e planeja buscar financiamento com BNDES (Valor Econômico);
  • Movida não deverá crescer frota neste ano em meio às incertezas, diz CEO (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX recua 0,15% e fecha em 3.856,45 pontos após dia negativo (Suno);
    • O ciclo de cortes na Selic começou. Como ficam seus FIIs? (B³ Bora Investir);
    • PMLL11 convoca cotistas para deliberar sobre incorporação de ativos do RBR Malls (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • Conheça o investimento que subiu 68% em 2025, mas 99% dos brasileiros ignoram: Os ETFs no Brasil dispararam 68% em 2025, mas ainda representam menos de 1% da indústria local, revelando um enorme potencial de crescimento que a maioria dos investidores brasileiros ainda ignora. (Investidor10);
    • VOO ETF ganha $51B, mira $1 trillion enquanto SPY e IVV perdem bilhões: O VOO está dominando os ETFs que seguem o S&P 500 ao receber mais de US$ 55 bilhões em entradas só neste ano, aproximando-se de US$ 1 trilhão em AUM, enquanto seus concorrentes SPY e IVV registram fortes saídas, refletindo uma clara migração de investidores para opções mais baratas como VOO e SPYM. (Tradingview);
    • Chinese Investors’ Day Trading Signals Weak Hong Kong Conviction: Chinese investors are rapidly rotating in and out of Hong Kong stocks, showing weak long‑term conviction and favoring short‑term ETF trades as they wait for clearer signs that the market has bottomed. (Bloomberg);
    • Risk-off trade keeps gold volatile as Iran war spooks investors: Acute volatility ​in gold prices is set to persist in the short term as investors cut risk, ‌with the Iran war boosting inflation fears, curbing bets on interest rate cuts, and weighing on the outlook for global growth, analysts said. (Reuters).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Governo federal avalia importação de biodiesel para conter a alta de preços do diesel | Café com ESG, 25/03

  • O  mercado fechou o pregão de terça-feira em território misto, com IBOV avançando 0,32% e o ISE recuando 0,17%;
  • No Brasil, o governo federal vai avaliar, nesta semana, conceder permissão para a importação de biodiesel, mas ainda não prevê uma decisão sobre aumentar o teor dos biocombustíveis nos combustíveis fósseis – o ofício enviado ontem pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, aos membros do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), propõe que o colegiado analise proposta que flexibiliza a exigência existente hoje de que as usinas de biodiesel comprem matéria-prima apenas oriunda da agricultura familiar;
  • No contexto de carros elétricos, (i) o Reino Unido irá estender até 2030 os incentivos fiscais para empresas que migrarem para caminhões e vans elétricos – além disso, o órgão anunciou um novo programa de £170 milhões em financiamento para ajudar empresas e autoridades públicas na instalação de infraestrutura de recarga; e (ii) segundo dados da BloombergNEF, a América Latina deve observar, em 2026, uma tendência de crescimento nas vendas de veículos elétricos – a oferta tem sido sustentada nos últimos anos pela importação de modelos chineses, e esse cenário deve se manter mesmo com a imposição de tarifas e adoção de políticas de conteúdo local;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.
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