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Começa a temporada de resultados no Brasil

Divulgação de resultados e relatório de emprego nos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 04/02/2026

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IBOVESPA +1,58% | 185.674 Pontos

CÂMBIO -0,67% | 5,22/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a terça-feira em alta de 1,6%, aos 185.674 pontos, na contramão dos mercados globais (S&P 500: -0,8%; Nasdaq: -1,6%). Após alguns pregões de desempenho mais fraco, as ações brasileiras retomaram sua forte tendência de alta, impulsionadas pela entrada robusta de fluxos estrangeiros e pela rotação global de capital em direção a mercados fora dos EUA.

A Vale (VALE3, +4,9%) subiu, beneficiada pela forte entrada de fluxo estrangeiro e por uma elevação de preço-alvo por um banco de investimentos. Na ponta negativa, Totvs (TOTS3, -3,3%) recuou após o anúncio da venda de 100% da Dimensa para a Evertec.

Nesta quarta-feira, o principal destaque no exterior será a divulgação do ISM de Serviços nos EUA. Pela temporada de resultados do 4T25, serão divulgados os balanços de Alphabet, Uber e UBS. No Brasil, a temporada de resultados tem início com a divulgação dos números de Itaú e Santander.

Renda Fixa

Os juros futuros fecharam a terça-feira em leve queda nos Estados Unidos, após a aprovação, na Câmara, do pacote de financiamento que deve encerrar o shutdown parcial. O texto segue para a assinatura de Donald Trump, que já havia indicado pressa em sancioná‑lo. Nesse cenário, as Treasuries recuaram, com a T‑Note de 2 anos em 3,57% (-0,4 bp), a de 10 anos em 4,27% (-1 bp) e o T‑Bond de 30 anos em 4,90% (-1 bp). No Brasil, a curva de juros fechou sem direção única. Os vértices curtos e médios recuaram após a ata do Copom, que elevou as apostas para um corte de 0,50 p.p. em março, enquanto os prazos longos permaneceram pressionados pela possibilidade de indicação de Guilherme Mello para a diretoria do Banco Central. O DI jan/27 encerrou em 13,44% (-1 bp), o DI jan/29 em 12,74% (-2 bps) e o DI jan/31 em 13,15% (0 bp).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem sem direção definida (S&P 500: 0,1%; Nasdaq 100: 0,0%) após um dia de sell-off liderado por tecnologia, e na expectativa dos balanços das Big Techs Alphabet (hoje) e Amazon (amanhã). A Câmara dos EUA aprovou um projeto que coloca fim ao shutdown parcial do governo americano, que já foi sancionado pelo presidente Donald Trump. 

O índice pan-europeu opera em alta nessa manhã (Stoxx 600: +0,2%), e também sofre impacto de resultados: o Santander cai cerca de 4% após anúncio de que irá adquirir o banco Webster, e Novo Nordisk aprofunda a queda da sessão anterior diante de guidances piores. Bolsas chinesas fecharam positivas (HSI: 0,1%; CSI 300: 0,8%). O dia é de alta de metais preciosos após queda aguda nas últimas sessões. 

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a terça-feira em alta de 0,10%, impulsionado sobretudo pelos Fundos de Fundos, que avançaram 0,52%, e pelos Fundos Híbridos, que registraram elevação de 0,26%. Os Fundos de Tijolo também tiveram desempenho positivo, com alta de 0,13%, puxados principalmente pelos segmentos de Ativos Logísticos e Lajes Corporativas, que subiram 0,27% e 0,25%, respectivamente. O movimento refletiu o fechamento da curva de juros em um pregão marcado pela divulgação da ata do Copom, que reforçou a perspectiva de início de um ciclo de flexibilização monetária a partir de março.

Os demais segmentos apresentaram resultados mais moderados: os Fundos de Papel permaneceram praticamente estáveis, enquanto os Fundos Multiestratégia recuaram 0,13%. Entre as maiores altas do dia destacaram-se TGAR11 (+3,6%), VCJR11 (+2,0%) e KORE11 (+1,9%). No campo negativo, as principais baixas foram JSCR11 (-2,2%), OUJP11 (-2,0%) e BRCR11 (-1,4%).

Economia

Na Zona do Euro, dados da inflação de janeiro mostraram nova desaceleração, com o indicador mostrando alta de 1,7% ante o ano anterior, abaixo da expectativa de 1,8% e da meta de 2,0% do banco central europeu (BCE). O núcleo do indicador mostrou alta de 2,2%. No Japão PMI de Serviços subiu para 53,7 em janeiro e o PMI Composto avançou para 53,1, marcando o ritmo mais forte de expansão do setor privado desde maio de 2023, com serviços liderando.

No Brasil, a produção industrial recuou 1,2% em dezembro e a atividade do setor terminou 2025 praticamente estagnada (+0,6%), com fraqueza disseminada — especialmente em Bens de Capital —, sugerindo investimento mais fraco no curto prazo. A ata do Copom reforçou a sinalização de início cauteloso de cortes de juros em março, sem antecipar ritmo, destacando que a taxa deve permanecer restritiva até a desinflação se consolidar e as expectativas se reancorarem, cenário consistente com um corte de 50 pontos em março.

Agenda do dia com poucos indicadores. Nos Estados Unidos, teremos a divulgação do ISM de serviços e o ADP de emprego privado, ambos relativos ao mês de janeiro. No Brasil, não há indicadores econômicos programados.

Veja todos os detalhes

Economia

Copom reforça orientação de comunicado pós-reunião

  • A inflação ao consumidor na Zona do Euro desacelerou para 1,7% em janeiro, segundo levantamento preliminar da Eurostat. O resultado veio abaixo da expectativa do mercado, que esperava uma alta de 1,8%, e segue abaixo da meta de inflação oficial do banco central europeu (BCE) de 2%. Na variação mensal, o CPI apontou queda de 0,5%. O núcleo do CPI, que exclui preços de energia e alimentos, teve alta anual de 2,2% em janeiro, após leitura de 2,3% em dezembro;
  • O índice final de Gerentes de Compras (PMI) de Serviços do Japão, da S&P Global, subiu para 53,7 em janeiro, ante 51,6 em dezembro, marcando o 10º mês consecutivo de crescimento e ficando ligeiramente acima da prévia de 53,4. Leituras acima de 50,0 indicam expansão da atividade, enquanto abaixo desse nível indicam contração. O PMI Composto final do Japão (que inclui serviços e indústria) avançou para 53,1 em janeiro, ante 51,1 em dezembro, registrando o crescimento mais rápido da produção total do setor privado desde maio de 2023, com serviços ancorando a expansão;
  • A produção industrial do Brasil caiu 1,2% M/M em dezembro, em linha com o consenso. A indústria recuou 0,7% T/T no 4T25 — o pior resultado trimestral desde o 3T21 — e encerrou 2025 praticamente estagnada, com alta de apenas 0,6% no ano, refletindo queda da indústria de transformação (-0,2%) e forte alta da indústria extrativa (+4,9%). A retração de dezembro foi disseminada, com queda em todas as grandes categorias e na maioria dos segmentos; Bens de Capital despencaram 8,3% M/M, sinalizando enfraquecimento do investimento no curto prazo, enquanto Bens Duráveis permaneceram pressionados por crédito apertado e estoques elevados. Bens Intermediários também caíram no 4T25, puxados por derivados de petróleo e produtos químicos. À frente, a indústria deve permanecer praticamente estável no curto prazo, já que condições monetárias restritivas e restrições de oferta pesam sobre a manufatura, embora um mercado de trabalho apertado e impulsos fiscais devam ajudar a evitar uma recessão. Projetamos crescimento industrial ao redor de 1,0% em 2026;
  • A última ata do Copom, em grande medida, reiterou a orientação do comunicado pós-reunião, indicando que um ciclo cauteloso de flexibilização deve começar em março, caso o cenário evolua conforme o esperado. O Comitê avalia o ambiente global como menos incerto, a economia doméstica crescendo moderadamente como previsto e a inflação arrefecendo tanto no índice cheio quanto em medidas subjacentes, com as expectativas de inflação se aproximando da meta — evidência, na sua visão, de que o mecanismo de transmissão da política monetária está funcionando. Embora sinalize o início dos cortes na próxima reunião, o Copom evitou se comprometer com o ritmo ou a magnitude do ciclo, ressaltando que as decisões dependerão dos dados e que os juros devem permanecer em patamar restritivo até que a desinflação esteja consolidada e as expectativas sejam reancoradas. No geral, o conteúdo é compatível com um corte de 50 pontos na Selic em março e uma sequência de cinco cortes de 50 pontos até 12,50%, mantendo os juros reais ainda significativamente restritivos em meio a desafios fiscais;
  • Agenda do dia com poucos indicadores programados. Nos Estados Unidos, serão divulgados o PMI de serviços do ISM (anterior: 53,8; consenso: 53,8) e o relatório ADP de empregos no setor privado (anterior: 41 mil; consenso: 45 mil), ambos referentes a janeiro. Não há indicadores econômicos programados no Brasil.

Empresas

AmBev (ABEV3) | Dados da PIM dez/25: acima do esperado, mas ainda negativo

Marcopolo (POMO4):  Programa caminho da escola será relançado

  • Segundo o fluxo de notícias locais, uma atualização sobre o  programa Caminho da Escola foi publicada indicando que o processo atual de licitação foi revogado e que um novo precisará ser relançado, com a necessidade de uma nova pesquisa de preços devido às recentes mudanças no escopo regulatório;
  • Embora possa parecer um resultado negativo para Marcopolo à primeira vista, não é nosso cenário base que o programa será cancelado, mas sim potencialmente adiado, dado os requisitos para a publicação de um novo processo de licitação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Mineração e Siderurgia: Uma queda acentuada nos preços do ouro, seguida por forte recuperação
    • Os preços do ouro caíram acentuadamente durante a semana, após a indicação de um candidato potencialmente mais hawkish como presidente do Federal Reserve;
    • No entanto, a tendência se reverteu hoje, com o ouro registrando seu maior ganho diário desde 2008, à medida que os investidores retornaram ao metal em busca de segurança;
    • Chalco e Rio Tinto concordaram em comprar ~69% da participação na CBA da Votorantim S.A. por R$4,7 bilhões (~R$10,50/sh) via uma joint venture, com uma possível oferta obrigatória para a participação restante implicando um valor total de ações de R$6,8 bilhões;
    • Além disso, a GECEX publicou a medida final de AD sobre aços pré pintados e aprovou uma tarifa de 25% para 9 NCMs relacionados ao aço, com o foco do mercado mudando para a reunião da Gecex em 12 de fevereiro para possíveis decisões sobre laminado a frio e/ou galvanizado, à medida que se aproxima o prazo de 18 meses;
    • Por fim, estamos incluindo uma análise para avaliar a assimetria acionária da Vale em meio aos preços spot-spot das commodities e aos níveis justos de valuation, com as ações sendo negociadas com um prêmio em relação aos preços sugeridos, que vemos como parcialmente apoiados pelo forte fluxo estrangeiro e pelo momentum dos metais;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Utilities Brasil: Market Dispatch – Janeiro de 2026
    • Uma estação chuvosa (nem tanto assim) até aqui – Axia deve se beneficiar, com EBITDA a preços de mercado se aproximando de R$ 32 bi
      • Nesta edição do nosso Market Dispatch mensal, trazemos atualizações dos mapas climáticos para o restante do período úmido e recapitulamos o que aconteceu em janeiro;
      • Como já passamos de mais da metade do período úmido e com uma perspectiva ruim para fevereiro, já podemos (quase) concluir que esta estação foi, mais uma vez, uma estação seca;
      • A Axia é a grande vencedora nesse cenário, com EBITDA a preços atuais da BBCE atingindo R$ 32 bi em 2026 e permanecendo acima de R$ 30 bi em 2027+;
      • Isso consolida AXIA como uma ação com dividendos robustos e um nome que se beneficia diretamente de preços elevados de energia e da assimetria embutida de recorrentes estações chuvosas abaixo da média;
      • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX fecha em leve alta e permanece acima dos 3.850 pontos (FIIs);
    • Shopee acelera expansão logística com 40 novas operações em 2025 (Buildings);
    • FIIs KORE11 e KNRI11 podem se unir no futuro? Kinea comenta possibilidade (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Frente à demora, membros da indústria buscam garantir os incentivos previstos sob o Redata | Café com ESG, 04/02

  •  O mercado fechou o pregão de terça-feira em alta, com IBOV e o ISE avançado 1,58% e 1,34%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) as movimentações geopolíticas serão um dos focos do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) em 2026, segundo o presidente interino do órgão, Fernando Azevedo – conforme o executivo, desde as discussões sobre o tarifaço promovido pelo presidente americano, Donald Trump, o Brasil tem aprofundado conversas com o encarregado de negócios dos Estados Unidos, Gabriel Escobar, sobre os interesses americanos nos minerais críticos brasileiros; e (ii) diante da demora e da falta de consenso para votar a Medida Provisória 1318/2025, que institui o Regime Especial para Equipamentos de Data Center (Redata), representantes da indústria contam com a apresentação pelo governo de um projeto de lei, ainda nesta semana, para garantir os incentivos setoriais previstos para 2026;
  • No internacional, a União Europeia vai propor aos Estados Unidos uma parceria em minerais críticos para conter a influência da China, em busca de moldar a iniciativa do governo Trump de fechar acordos globais nesta semana – a UE está preparada para assinar um memorando de entendimento com os EUA para desenvolver um “Roteiro de Parceria Estratégica” dentro de três meses.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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