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Temporada de Resultados Renda Fixa – 1º trimestre de 2026

Confira os resultados do 1º trimestre de 2026 das empresas sob cobertura do Research Renda Fixa da XP.

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Acompanhe aqui os resultados trimestrais de empresas selecionadas que emitem títulos de crédito privado na plataforma da XP

Coruripe

Overview do trimestre: A safra foi marcada por um ambiente de preços desafiador e por condições climáticas adversas que impactaram não só a Coruripe, como o setor. Tais fatores, contribuíram para uma piora no risco de crédito do emissor.

JBS

Overview do trimestre: A JBS reportou um 1T26 com desempenho operacional resiliente, sustentado pelo crescimento de vendas em todas as unidades de negócio e pela diversificação geográfica e de portfólio de proteínas. O trimestre, contudo, foi marcado por compressão de margens em segmentos relevantes, especialmente em bovinos na América do Norte, refletindo pressões de custo associadas ao ciclo do gado, além de efeitos pontuais em aves.

J. Macêdo

Overview do trimestre: A J.Macêdo reportou um 1T26 com crescimento consistente de receita e volumes, acompanhado por expansão de margens operacionais, em um contexto ainda desafiador para custos, especialmente no trigo. O trimestre reflete, principalmente, ganho de escala e melhor diluição de custos, ao mesmo tempo em que a companhia avança em um ciclo relevante de investimentos industriais, com destaque para a inauguração do novo complexo de Londrina. Esse movimento reforça a estratégia de crescimento, mas também implica maior intensidade de capital e aumento do endividamento no período.

MBRF

Overview do trimestre: No 1T26, a MBRF apresentou desempenho operacional sustentado pela diversificação da plataforma e pela forte contribuição da BRF, embora com pressão relevante em caixa e rentabilidade em parte das operações.

Minerva

Overview do trimestre: A Minerva reportou um 1T26 com desempenho operacional positivo, sustentado pela demanda internacional e pelo maior equilíbrio do portfólio geográfico, com destaque para Argentina e Uruguai. A Companhia apresentou crescimento de receita e preservação de margens, apesar da pressão de custos no Brasil associada à alta do gado. Em contrapartida, o trimestre foi marcado por consumo de caixa, refletindo maior necessidade de capital de giro.

Ânima

Overview do trimestre: A Ânima reportou um 1T26 com crescimento de receita e geração de caixa consistente, porém acompanhado por compressão de margens e aumento relevante de despesas operacionais, refletindo o atual processo de adaptação ao Novo Marco Regulatório¹ e reposicionamento estratégico em alguns segmentos.

Cogna

Overview do trimestre: A Cogna reportou um 1T26 com desempenho operacional e financeiro resiliente, marcado por forte crescimento de receita e manutenção de geração de caixa, sustentado principalmente pela expansão da Educação Básica e resiliência da Educação Superior. Por outro lado, o trimestre também refletiu efeitos pontuais de mix, com impacto em margens, mas sem deterioração estrutural.

Auren (AES)

Overview do trimestre: A AXIA Energia reportou receita operacional líquida regulatória de R$ 11.618 milhões no 1T26 (+19,7% A/A), impulsionada principalmente pelo forte desempenho do segmento de geração, parcialmente compensando a menor contribuição de transmissão. O EBITDA regulatório ajustado atingiu R$ 8.600 milhões (+60,0% A/A), refletindo o crescimento de 136,4% na margem de geração, redução de PMSO (~‑4,5% ex‑custos não gerenciáveis) e queda relevante de provisões (‑71,6%), mais do que compensando a queda da receita de transmissão associada à provisão regulatória de R$ 725 milhões.

Axia (Eletrobras)

Overview do trimestre: A Auren reportou resultados mais fracos no 1T26, refletindo um ambiente operacional desafiador, com impacto de menor recurso hidrológico, eólico e solar e desempenho mais fraco da comercializadora. A receita líquida totalizou R$ 3,1 bilhões (+4,1% A/A), enquanto o EBITDA ajustado foi de R$ 925,9 milhões (-23,2% A/A), com margem de 30,1% (-10,7 p.p.). O resultado líquido foi um prejuízo de R$ 601,6 milhões, influenciado principalmente pela marcação a mercado negativa dos contratos de energia (não caixa) e menor resultado operacional.

Cemig

Overview do trimestre: A Cemig apresentou resultados mistos no 1T26, com crescimento de receita impulsionado pelo reajuste tarifário e forte desempenho da distribuição, compensando parcialmente a queda em geração, transmissão e comercialização. O EBITDA ficou praticamente estável, pressionado por maiores custos de energia e pior resultado financeiro, enquanto os investimentos seguiram elevados, concentrados no segmento regulado.

Copel

Overview do trimestre: A Copel apresentou desempenho operacional sólido no 1T26, com EBITDA recorrente de R$ 1,75 bilhão (+16,7% A/A) e lucro líquido recorrente de R$ 638,9 milhões (+10,7%), sustentados principalmente pela estratégia comercial e maior captura de preços no mercado de curto prazo.  Apesar do cenário operacional mais desafiador, com queda no volume vendido (-11,7%), menor GSF (92%) e maior curtailment (20,7%), o resultado foi beneficiado pelo PLD significativamente mais elevado e por ganhos com modulação e gestão de portfólio, evidenciando maior resiliência da geração de resultado mesmo em contexto hidrológico adverso.

Energisa

Overview do trimestre: A Energisa apresentou evolução operacional consistente, ainda que acompanhada por pressão relevante na estrutura de capital, refletindo a continuidade de um ciclo intensivo de investimentos nas distribuidoras. A receita líquida consolidada atingiu R$ 7,4 bilhões (ex‑construção), crescimento de 6,8% A/A, com destaque para o segmento de distribuição de energia (+6,7%), sustentado por maior receita de TUSD, subvenções tarifárias e ativos/passivos setoriais.

Eneva

Overview do trimestre: A Eneva apresentou resultados resilientes no 1T26, com receita operacional líquida de R$ 4,7 bilhões (+5,9% A/A) e EBITDA consolidado de R$ 1,69 bilhão (+10,7% A/A), sustentados por maior despacho térmico, avanço dos negócios de gás (on-grid e off-grid) e início de novos contratos regulados, compensando o término dos contratos do PCS no período. A margem EBITDA avançou para 36,1% (+1,6 p.p. A/A), refletindo melhora operacional, ainda que parcialmente beneficiada por efeitos não recorrentes (~R$ 256 milhões) ligados a acordos comerciais.

Engie

Overview do trimestre: A ENGIE Brasil Energia apresentou desempenho operacional sólido no 1T26, com crescimento de geração e vendas de energia, aliado à expansão do portfólio renovável e de Transmissão, sustentando a evolução do EBITDA, apesar da maior despesa financeira , refletindo principalmente o maior endividamento e a menor capitalização de juros.

Equatorial

Overview do trimestre: A Equatorial apresentou desempenho operacional e financeiro sólido no 1T26, com receita operacional líquida (ROL) de R$ 12,75 bilhões (+12,0% A/A) e EBITDA ajustado de R$ 2,88 bilhões (+11,3% A/A), mantendo margem relativamente estável em 22,6%.  O crescimento reflete principalmente o avanço do mercado e efeitos tarifários, além da contribuição da equivalência patrimonial da Sabesp (R$ 254 milhões).  O lucro líquido ajustado totalizou R$ 359 milhões (-23,6% A/A), pressionado pelo maior resultado financeiro negativo associado ao aumento do CDI e do nível de endividamento.

Isa Energia (CTEEP)

Overview do trimestre: No 1T26, a ISA Energia apresentou desempenho operacional e financeiro positivo, com avanço da receita e EBITDA, refletindo reajustes tarifários, energização de projetos e maior base de ativos em operação. A receita líquida regulatória atingiu R$ 1,23 bilhão (+8,3% A/A), enquanto o EBITDA somou R$ 1,02 bilhão (+10,6%), com margem elevada de 83,3% (+1,7 p.p.), evidenciando forte alavancagem operacional e controle de custos. O lucro líquido regulatório totalizou R$ 357,7 milhões (+6,0%), apesar de maior despesa financeira (+37,4% A/A), impactada pelo crescimento da dívida e maior custo de financiamento.

Neoenergia

Overview do trimestre: A Neoenergia reportou um 1T26 com desempenho operacional resiliente, sustentado pela expansão da base de clientes, reajustes tarifários positivos nas distribuidoras e entrada em operação de novos ativos de transmissão, ainda que parcialmente compensado por menor geração nas renováveis. Em contrapartida, o trimestre foi marcado por queda relevante na geração eólica e hídrica, aumento das despesas operacionais e elevação da alavancagem, refletindo a continuidade de um ciclo de investimentos intensivo e pressionando, de forma combinada, a rentabilidade e a estrutura de capital no curto prazo.

Cyrela

Overview do trimestre: A Cyrela reportou um 1T26 com desempenho operacional consistente, ainda que marcado por maior seletividade nos lançamentos em um ambiente macroeconômico desafiador. A Companhia manteve bom nível de vendas e geração de caixa, apoiada na comercialização de estoque e disciplina na alocação de capital, ao mesmo tempo em que apresentou redução relevante no volume de lançamentos no período.

Direcional

Overview do trimestre: A Direcional reportou um 1T26 com desempenho operacional e financeiro robusto, sustentado pela forte demanda no segmento de baixa e média renda e pela execução consistente de seu portfólio. A companhia apresentou avanço relevante de receita, expansão de margens e elevada rentabilidade, ao mesmo tempo em que manteve uma estrutura de capital equilibrada, ainda que com consumo de caixa no período.

Even

Overview do trimestre: A Even reportou um 1T26 sem lançamentos, com desempenho operacional sustentado na venda de estoques e avanço das entregas, em um contexto de foco em produtos de alto padrão em São Paulo, mas com consumo de caixa no período.

JHSF

Overview do trimestre: A JHSF apresentou resultados operacionais positivos no 1T26, mas com leitura conservadora para crédito, pela dependência de efeitos não caixa, sobretudo apreciação de propriedades para investimento, e pela continuidade de investimentos em expansão.

Mitre

Overview do trimestre: A Mitre reportou um 1T26 marcado por consumo de caixa e elevação da alavancagem, para 55%, refletindo a dinâmica do ciclo operacional. Em paralelo, a Companhia apresentou melhora de resultados e rentabilidade, com crescimento de receita e expansão de margens, alcançando lucro líquido de R$18,4 milhões (+63,6% A/A) e margem líquida de 6,4%.

MRV

Overview do trimestre: No 1T26, a MRV apresentou leve melhora operacional, com crescimento de receita e ganho de rentabilidade, porém ainda acompanhados por pressões relevantes na estrutura de capital. O trimestre foi impactado por efeitos sazonais na dinâmica de repasses, o que limitou o reconhecimento de receitas e a conversão de caixa. Em paralelo, a Resia permanece como vetor importante de risco, uma vez que a desalavancagem depende da execução de vendas de ativos.

Trisul

Overview do trimestre: A Trisul reportou um 1T26 marcado por deterioração dos indicadores operacionais, com compressão relevante de margens, queda de rentabilidade e menor velocidade de vendas. Apesar do avanço de lançamentos e vendas no período, esse crescimento veio acompanhado de piora de qualidade, refletindo, em parte, a maior exposição ao segmento econômico (MCMV), que vem ganhando relevância na estratégia da companhia. Adicionalmente, a alavancagem permanece em patamar elevado na comparação anual, reforçando um quadro mais pressionado do ponto de vista de crédito.

Santos Brasil

Overview do trimestre: O melhor mix mais do que compensou a queda de volumes, sustentando a continuidade de um desempenho saudável.

Rota das Bandeiras

Overview do trimestre: Resultado estável, com leve geração de caixa livre.

Intervias

Overview do trimestre: Bom desempenho operacional. No entanto, a geração de caixa livre foi impactada pela remuneração aos acionistas.

Litoral Sul

Overview do trimestre: Resultado estável, com geração de caixa livre próxima da neutralidade.

CSN

Overview do trimestre: Trimestre marcado pela expectativa em torno dos desinvestimentos em ativos. No período, a Companhia voltou a registrar aumento da dívida líquida ajustada, de R$ 197 milhões. A dinâmica de caixa refletiu um EBITDA Ajustado de R$ 1,73 bilhão e o efeito favorável da variação cambial, de R$ 1,63 bilhão, que não foram suficientes para compensar as principais saídas de caixa do período: (i) despesas com juros de R$ 1,26 bilhão; (ii) impostos com impacto caixa de R$ 103 milhões; (iii) capital de giro líquido de R$ 897 milhões; (iv) investimentos de R$ 1,13 bilhão; e (v) ajuste de derivativos de R$ 213 milhões.

Usiminas

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: Resultado positivo, apresentando uma evolução sustentável de margem na vertical de siderurgia em conjunto com geração de caixa por meio de desempenho operacional.

Vale

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: A Vale reportou resultados do 1T26 marginalmente abaixo do esperado, com EBITDA ajustado proforma de US$3,9 bilhões, -3% vs. consenso. Apesar das implicações positivas na receita (clique aqui), vemos o desempenho de custos hoje impactado por alguns vetores negativos, que foram os principais responsáveis pelo EBITDA abaixo da nossa estimativa e do consenso. Nesse sentido: (i) o custo caixa de produção excluindo compras de terceiros de soluções de minério de ferro ficou em +12% A/A (+11% T/T), impactado pela apreciação do BRL (+US$1,5/t A/A) e por efeitos de giro de estoques (+US$0,8/t), com os níveis atuais de brent/BRL sugerindo o topo da faixa do guidance de 2026 de US$20,0-21,5/t da Vale como uma premissa de custo mais razoável; além de (ii) custos unitários marginalmente mais altos em todas as linhas (distribuição +23% A/A, royalties +25% A/A, compras de terceiros +24% A/A). Por outro lado, (iii) os custos de frete caíram -3% A/A, refletindo a efetividade da estratégia de afretamento de longo prazo da Vale e a menor exposição a preços spot; além de (iv) um desempenho robusto nas operações de metais básicos.

Braskem

Overview do trimestre: No 1T26, a Braskem apresentou melhora sequencial nos resultados operacionais, ainda que em níveis deprimidos, combinada a uma piora relevante na geração de caixa e na alavancagem. O EBITDA recorrente atingiu US$ 192 milhões (R$ 1,0 bilhão), +76% T/T, refletindo em parte a melhora dos spreads petroquímicos e o impacto positivo de US$ 32 milhões do REIQ. Por outro lado, a receita líquida totalizou US$ 2,9 bilhões (-1% T/T; -12% A/A), ainda pressionada pelo ambiente de demanda e preços ao longo dos últimos trimestres.

PRIO

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: Fluxo de caixa neutro, com melhora à frente. A dívida líquida somou US$ 4,6 bilhões no 1T26, leve aumento de US$ 68 milhões t/t, refletindo principalmente US$ 58 milhões em recompra de ações. O fluxo de caixa para o acionista (FCFE) foi praticamente neutro, em  US$ 5 milhões no trimestre, bem abaixo dos níveis recorrentes, devido a um aumento de capital de giro ( US$ 461 milhões) provocado por um aumento em contas a receber após vendas concentradas no fim do trimestre. O FCFE recorrente (excluindo capital de giro) alcançou US$ 456 milhões, o que anualiza um retorno de aproximadamente 15%, mas ainda abaixo do potencial pleno, dado o capex ainda elevado, de US$ 308 milhões, em grande parte relacionado ao desenvolvimento de Wahoo.

Brava Energia

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: Produção estável, Brent mais alto. A produção total da Brava atingiu 76,0 kboed, praticamente estável T/T (-0,7 kboed), com a produção de óleo praticamente inalterada em 61,2 kbpd e a de gás caindo para 14,8 kboed (-0,8 kboed T/T). O trimestre ainda foi afetado por diversos fatores, incluindo: (i) a continuidade da interdição, pela ANP, de parte das instalações de Potiguar; (ii) uma intervenção em bomba em Atlanta; e (iii) a parada programada da planta de processamento de gás de Catu. Esses contratempos foram compensados pela normalização de Papa-Terra e pelo retorno de Parque das Conchas após manutenção. As vendas de óleo totalizaram 5,6 MMbbl, praticamente estáveis T/T e ligeiramente acima da produção de óleo de 5,5 MMbbl. Mais importante, o preço médio de venda do óleo subiu para US$ 74,6/barril (+34% T/T), um desconto de -US$ 6,5/barril em relação ao Brent (+US$ 1,6/barril T/T), principal fator externo favorável para o forte crescimento do EBITDA (embora esse número não inclua o efeito dos hedges de petróleo, reconhecidas no resultado financeiro).

Origem Energia

Overview do trimestre: Resultado fraco, impactado por parada pontual para manutenção e pela não captura de um Brent médio mais elevado. Porém, esperamos melhora no próximo trimestre, sustentada por maior produção e preços realizados mais favoráveis à Companhia.

Aegea

Overview do trimestre: A Aegea reportou um 1T26 com evolução operacional, ainda que a leitura A/A tenha sido afetada pela reapresentação do 1T25 – na esteira da reapresentação dos resultados de 2025 como um todo, visando a atualização de políticas contábeis ao longo de 2025, com foco em maior aderência entre receita e caixa.

Iguá

Overview do trimestre: No 1T26, a Iguá apresentou expansão operacional relevante, refletindo principalmente o início da operação de Sergipe (mai/25). O desempenho financeiro também acompanhou o novo patamar da Companhia, com crescimento de receita e EBITDA, mas ainda acompanhado de pressão de despesas financeiras, mantendo o resultado líquido negativo.

Rio+

Overview do trimestre: No 1T26, a Rio+ apresentou crescimento de receita, refletindo a expansão da base de clientes e reajustes tarifários, mas com deterioração de rentabilidade e maior pressão financeira, oriunda da combinação de: (i) crescimento gradual da base e da receita; (ii) custos operacionais já em patamar mais elevado; (iii) reconhecimento de despesas de D&A decorrentes da entrada em operação dos ativos; e (iv) elevada carga financeira ligada ao funding das outorgas e dos investimentos.

Sabesp

Overview do trimestre: O 1T26 da Sabesp evidenciou sólido desempenho operacional, com crescimento de receita e expansão de margem, sustentados por reajuste tarifário, ganhos de eficiência e evolução da base de economias, apesar de menor produção de água. A alavancagem aumentou para 2,4x, refletindo capex elevado e aquisição da EMAE, ainda com perfil de crédito robusto.

BRK Ambiental

Overview do trimestre: O resultado operacional refletiu crescimento saudável dos indicadores das concessões. No entanto, a elevada demanda por investimentos e o alto nível de despesas com juros limitaram a performance financeira.

Oncoclínicas

Overview do trimestre: A deterioração do risco de crédito segue em curso. O trimestre foi marcado por um aumento da dívida líquida de R$ 386 milhões, de R$ 3,05 bilhões para R$ 3,44 bilhões, acompanhado da piora das principais métricas da Companhia.

DASA

Overview do trimestre: Trimestre marcado por avanços operacionais. Ambas as verticais mantiveram a trajetória de melhora dos indicadores operacionais após a reorganização dos ativos da Companhia e o maior foco em medicina diagnóstica. A unidade de diagnósticos apresentou crescimento de 14,5% A/A no volume de exames realizados, combinado à manutenção do ticket médio em patamar estável, de R$ 17,7 para R$ 17,8. Já os ativos hospitalares no Nordeste registraram crescimento de 9,5% em pacientes-dia, acompanhado de expansão do ticket médio acima da inflação (+7,1% A/A).

Hapvida

Overview do trimestre: : A Hapvida divulgou um 1T26 neutro, com sinais sequenciais de melhora operacional, mas que ainda não configuram uma virada estrutural frente ao deterioramento observado ao longo de 2025. A perda líquida orgânica de carteira saúde e a expansão das despesas administrativas seguem como vetores de atenção; liquidez e covenants permanecem confortáveis.

Rede D´Or

Overview do trimestre: Geração de caixa livre novamente impactada por remuneração aos acionistas. Fluxo de caixa das operações somou R$ 421 milhões, Capex líquido finalizou em R$ 23 milhões, valor reduzido em comparação com o histórico devido recebimento de recursos vindos de reembolso de gastos relacionados a construção dos ativos hospitalares transferidos à Atlântica D´or, pagamentos de arrendamentos foram de R$ 194,1 milhões e dividendos junto com juros sobre capital próprio marcaram o montante de R$ 934 milhões. Esse pagamento de rendimentos aos acionistas faz parte dos pagamentos intercalares de R$ 2,1 bilhões que a empresa se comprometeu a pagar até setembro de 2026.

JSL

Overview do trimestre: A JSL reportou um 1T26 com desempenho operacional resiliente, sustentado pela diversificação de serviços e expansão de contratos, acompanhado pela continuidade da trajetória de desalavancagem gradual. Em contrapartida, o trimestre foi marcado por deterioração da liquidez de curto prazo e pressões sobre as despesas financeiras, em um ambiente ainda desafiador de juros elevados e concentração de vencimentos.

Localiza

Overview do trimestre: A Localiza é líder no aluguel de veículos no Brasil, com atuação integrada em locação, gestão de frotas e venda de seminovos. Do ponto de vista de crédito, vemos a companhia com perspectiva positiva, sustentada por melhoria estrutural de rentabilidade, disciplina na alocação de capital e execução consistente de estratégia. A recomposição de preços, combinada a ganhos de eficiência e melhor gestão do portfólio, tende a suportar margens mais resilientes. Apesar da dependência do mercado automotivo, a forte posição competitiva e liquidez robusta reforçam um perfil de crédito robusto.

Movida

Overview do trimestre: A Movida reportou um 1T26 com forte desempenho operacional, refletindo a execução disciplinada da estratégia, com foco em eficiência operacional, recomposição de preços e otimização do capital investido. Esse movimento contribuiu para um avanço na redução gradual da alavancagem. Ainda assim, a companhia segue operando com liquidez corrente pressionada e apresentou uma redução no indicador de cobertura de juros.

Simpar

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: A Simpar apresentou resultados pressionados no 1T26, apesar da melhora operacional. A receita líquida cresceu 6% A/A, para R$ 11,1 bilhões, e o EBITDA ajustado avançou 14% A/A, para R$ 3,2 bilhões, com margem de 29,1% (+2,1 p.p.). Ainda assim, a conversão em lucro seguiu limitada pela estrutura de capital alavancada, pelo resultado financeiro negativo de R$ 2,0 bilhões e pela maior depreciação, levando a prejuízo ajustado de R$ 13 milhões

Unidas

Overview do trimestre: A Unidas reportou um 1T26 com desempenho operacional sustentado por ganhos de eficiência, recomposição de tarifas e evolução do mix de ativos, mesmo em um ambiente macroeconômico ainda desafiador. A Companhia apresentou crescimento de receita e expansão de margens operacionais, enquanto o resultado líquido permaneceu pressionado pelas despesas financeiras mais elevadas.

Vamos

Overview do trimestre: A continuidade da captura de ganhos da agenda de aumento da taxa de ocupação se traduziu em crescimento dos resultados.

Assaí

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: O Assaí reportou resultados fracos, mas em linha, no 1T, com crescimento moderado, mas com controle de SG&A levando a um resultado acima do esperado. Como esperado, a linha de receita permaneceu pressionada pelo macro desafiador, somado à deflação de alimentos em diversas commodities simultaneamente. Enquanto isso, a companhia conseguiu entregar uma margem EBITDA estável com efeitos tributários positivos, maturação das lojas e forte controle de SG&A.

GPA

Overview do trimestre: O 1T26 foi marcado por avanços operacionais e de rentabilidade, ainda que acompanhado por deterioração relevante no resultado líquido e maior pressão de liquidez no curto prazo, em um contexto de execução do plano de recuperação extrajudicial. A Companhia apresentou ganhos de eficiência e expansão de margens, sustentados por iniciativas de racionalização do portfólio e disciplina de despesas, ao mesmo tempo em que enfrentou retração de receita e efeitos não recorrentes relevantes.

Zamp

Overview do trimestre: A Zamp reportou um 1T26 com crescimento de receita e avanço operacional, refletindo a expansão do portfólio e maior digitalização, porém acompanhado por compressão de margens, prejuízo mais elevado e consumo de caixa. O trimestre segue inserido no contexto de integração das operações, o que demanda maior nível de investimentos e estrutura, tendo pressionado a rentabilidade no curto prazo, enquanto o endividamento apresentou crescimento.

Klabin

(Com participação de XP Equity Research)

Overview do trimestre: Resultado positivo na perspectiva de crédito. Companhia continua a entregar trajetória de desalavancagem e forte geração de caixa operacional, como proposto após a finalização do ramp-up das máquinas MP27 e MP28 e a consolidação da aquisição do ativo biológico de Arauco.

Tupy

Overview do trimestre: A Tupy encerrou o 1T26 ainda com fragilidade relevante no perfil operacional e de rentabilidade, refletindo a combinação de menor demanda global por veículos comerciais e aplicações off-road, além de efeitos cambiais adversos. A receita líquida atingiu R$ 2,3 bilhões (-7,1% A/A) e o EBITDA ajustado somou R$ 99 milhões (-60,1% A/A), com margem de 4,3% (vs. 10,0% no 1T25), com prejuízo líquido de R$ 94 milhões, refletindo menor diluição de custos fixos. Por outro lado, a companhia apresentou forte geração de caixa operacional de R$ 198 milhões e redução da dívida líquida para R$ 2,1 bilhões (-18% A/A), ainda que a alavancagem tenha aumentado para 4,02x devido à compressão do EBITDA.

Vero

Overview do trimestre: A racionalização do crescimento começa a trazer sinais de ganho de eficiência. Apesar da contração de 1,3% A/A na receita líquida, que encerrou o trimestre em R$ 427,73 milhões, o EBITDA Ajustado Pré-IFRS 16 avançou 15,7% A/A, alcançando R$ 174,89 milhões. O principal vetor desse desempenho foi a redução dos custos incrementais para obtenção de contratos com clientes, que recuaram de R$ 30,2 milhões para R$ 6,2 milhões.

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  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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