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Tensões no Oriente Médio e impactos nos mercados, Orçamento no Brasil e mais

PLDO no Brasil e PIB chinês são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 15/04/2024

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IBOVESPA -1,14% | 125.946 Pontos

CÂMBIO +0,57% | 5,12/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

Mercados globais fecharam a semana em queda, em meio a maiores preocupações com juros americanos e tensões geopolíticas. O Ibovespa caiu 0,7% em reais e 2,0% em dólares, terminando a semana aos 125.946 pontos, menor patamar desde dezembro. No câmbio, o dólar também foi pressionado pra cima, fechando a R$ 5,12, a maior cotação em seis meses.

Na Bolsa, as maiores altas foram de JBS (JBSS3; +4,0%), devido ao arquivamento de denúncias do TCU contra o BNDES a respeito da compra de ações da JBS, e a Petrobras (PETR3, +3,2%; PETR4, +2,2%), repercutindo notícias apontarem a permanência do CEO da estatal no cargo.

Por outro lado, CVC (CVCB3; -18,0%) caiu na semana após anunciar troca do CFO da companhia; Azul (AZUL4; -13,9%) também teve forte queda em razão de uma combinação de queda no preço das passagens aéreas apontada pelo IPCA, e a alta do dólar. Clique aqui para acessar o Resumo Semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, a curva de juros encerrou mais uma vez em alta, com maior intensidade nos vencimentos intermediários e longos. O diferencial entre os contratos com vencimento em janeiro 2026 e 2034 saiu de 109,0 pontos-base na sexta-feira passada para 108,9 pontos nesta semana. A curva, portanto, apresentou estabilidade da inclinação, mantendo a precificação de uma Selic terminal entre 9,75% e 10% para 2024. Os ativos locais mantiveram a correlação com as Treasuries, e o movimento altista acompanhou a maior volatilidade dos títulos americanos ao longo da semana. DI jan/25 fechou em 10,05% (4,2bps no comparativo semanal); DI jan/27 em 10,54% (14,7bps); DI jan/29 em 11,09% (14,1bps); DI jan/33 em 11,44% (12,6bps); DI jan/37 em 11,52% (13,8bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os mercados operam em alta nos Estados Unidos (S&P 500: 0,5%; Nasdaq 100: 0,5%), no aguardo de resultados de bancos. JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo divulgaram os balanços do primeiro trimestre de 2024 na sexta-feira (confira mais detalhes no Top 5 Temas Globais). O petróleo é destaque, uma vez que, após aumento de tensões no Oriente Médio com ataque do Irã a Israel no fim de semana, a não-escalada do conflito provoca leve queda no preço da commmodity. Na Europa, os mercados operam em alta (Stoxx 600: 0,3%) após uma semana de forte queda. Na China, as bolsas de Xangai e Hong Kong fecharam o dia mistas (CSI 300: 2,1%; HSI: -0,7%), no aguardo de dados econômicos da região.

Economia

As preocupações com um conflito mais amplo no Médio Oriente aumentaram depois de o Irã ter lançado drones e mísseis contra Israel no fim de semana. Os danos foram limitados, e a reação dos preços de mercado tem sido pequena até agora.

No calendário econômico, destaque para vendas no varejo nos EUA e dados de atividade econômica da China – incluindo o PIB do primeiro trimestre. 

No Brasil, o governo envia hoje ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). Analistas de mercado vão se concentrar na meta de resultado primário para 2025. Inicialmente, o novo arcabouço fiscal indicava uma meta de 0,5% de superávit para o próximo ano, mas autoridades já sinalizaram que a meta oficial pode ser menor.

Veja todos os detalhes

Economia

Mercados reagiram pouco à crescente tensão no Oriente Médio até agora

  • As preocupações com um conflito mais amplo no Oriente Médio aumentaram depois do Irã ter lançado drones e mísseis contra Israel no fim de semana. Os danos foram limitados e a reação dos preços de mercado tem sido pequena até agora. Os índices futuros de ações em leve alta e os preços do petróleo recuam esta manhã. Ainda assim, este é um evento importante e deve ser monitorado de perto;
  • No calendário econômico, o destaque hoje são as vendas no varejo de março nos EUA. O indicador é uma importante medida de demanda interna;
  • O Banco Central da China manteve suas taxas básicas de juros inalteradas, conforme esperado. A autoridade monetária rolou empréstimos de médio prazo vencidos e drenou liquidez do sistema bancário através de operações compromissadas. Esta semana, o foco estará nos principais dados da atividade econômica de março e nos números do PIB do primeiro trimestre, que serão divulgados esta noite. Vemos a economia chinesa desacelerando de forma controlada nos próximos trimestres;
  • No Brasil, os números recentes de atividade e de inflação têm sido mistos, o que reforça a visão cautelosa do Banco Central. A dinâmica dos preços do petróleo, no contexto das crescentes tensões no Oriente Médio será importante. Por um lado, pressiona a Petrobras para aumentar os preços domésticos da gasolina. Por outro lado, ajuda nas receitas fiscais;
  • O governo envia hoje ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). Analistas de mercado vão se concentrar na meta de resultado primário para 2025. Inicialmente, o novo arcabouço fiscal indicava uma meta de 0,5% de superavit para o próximo ano, mas as autoridades já sinalizaram que a meta oficial pode ser menor.

Empresas

Trisul (TRIS3): Vendas líquidas positivas, apesar da falta de lançamentos

  • A Trisul apresentou dados operacionais positivos no 1T24;
  • As vendas líquidas (%Co) foram o destaque, atingindo R$307 milhões (+11% A/A e -6% T/T), apesar da falta de lançamentos no trimestre;
  • Como resultado, a VSO aumentou para 14,5% (+3,3 p.p. A/A e +1,2 p.p. T/T), impulsionado pelas sólidas vendas de estoques;
  • Temos uma avaliação positiva da prévia operacional da Trisul, uma vez que vemos com bons olhos o desempenho positivo das vendas líquidas da empresa, que deve continuar apoiando a redução de estoques;
  • No entanto, mantemos nossa recomendação neutra e preço alvo de R$ 6,10/ação, pois ainda vemos um ambiente de rentabilidade desafiador para a empresa;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

EZTEC (EZTC3): Dados operacionais positivos apoiados pela recuperação dos lançamentos

  • A EZTEC apresentou dados operacionais positivos no 1T24;
  • Os lançamentos (%Co) apresentaram recuperação, atingindo R$458 milhões (+260% A/A e +52% T/T), impulsionados por uma maior presença do segmento de média/alta renda (47% dos lançamentos);
  • As vendas líquidas (%Co) atingiram R$300 milhões (-20% A/A e +46% T/T), impulsionadas:
    • Pela expansão das vendas de lançamentos (+68% A/A);
    • Pela manutenção de níveis resilientes nas vendas de estoques, embora a VSO tenha continuado em níveis moderados, atingindo 9,1% (-3,4 p.p. A/A);
  • A posição de estoques aumentou para R$ 3 bilhões (+17% A/A), atingindo 29,9 meses de vendas (12M), o que vemos como alto;
  • Temos uma avaliação positiva da prévia da EZTEC, dados seus lançamentos sólidos e nível resiliente de vendas de estoque, embora ainda vejamos a posição de estoque como um ponto de atenção;
  • Mantemos nossa recomendação neutra e preço alvo de R$ 22,0/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

M. Dias Branco (MDIA3) | Ainda é uma tese de compra, apesar do momentum de curto prazo mais Abr/24

  • Com vistas ao 1T24, estamos revisando nossas estimativas e preço-alvo para MDIA3 de R$ 48,4/ação para 42,2/ação. No último mês, as ações caíram 14,0% em comparação com a queda de 1,30% do IBOV. Atribuímos esse movimento de preço a estimativas de volume mais fracas decorrentes da implementação pela Companhia de um novo sistema ERP, que impactou as vendas no início do ano, juntamente com quedas de preços em todas as linhas. No entanto, consideramos o recente movimento do preço da ação como uma oportunidade de entrada no papel.
  • Nossa tese de investimento destaca: (i) visibilidade mais clara dos lucros no setor de alimentos e bebidas devido aos preços controlados das commodities e à recuperação da demanda;
  • (ii) menor alavancagem, resultando em um sólido FCF yield de 10,0% e Dividend Yield de 5,0%;
  • (iii) valuation atrativo, negociando a uma relação P/L de 9,6x em comparação com a média histórica de 15,0x;
  • e (iv) potencial de criação de valor por meio de fusões e aquisições e expansão de volume impulsionadas por iniciativas comerciais. Mantemos nossa recomendação de Compra para as ações.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Santos Brasil (STBP3) – Aumentando nossas estimativas mais umas vez; mantemos nossa recomendação de Compra

  • Estamos ajustando nossas expectativas para incorporar:
    • Resultados expressivos do 4T23;
    • Volumes adicionais sendo capturados da BTP, já que um acidente recente impactou sua capacidade;
    • Aumento do poder de precificação, possivelmente se traduzindo em melhores condições de negociação em 2025;
  • Nos reunimos recentemente com a administração da empresa, que indicou uma antecipação de seus planos para atingir 3 milhões de TEUs de capacidade, antecipando o investimento regulatório (embora não em nossos números, calculamos alta margem níveis de retorno sobre esses investimentos);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra para a Santos Brasil à medida que aumentamos nosso TP mediante aumentos significativos nas estimativas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Varejo XP – Pesquisa de Posicionamento: Abril de 2024

  • Nós atualizamos a nossa pesquisa de posicionamento com investidores institucionais, incluindo uma nova seção sobre as expectativas dos investidores com relação aos resultados do 1T. As nossas principais conclusões foram:
    • Investidores esperam que o 1T seja mais um trimestre fraco, mas em sua maioria já precificado;
    • A expectativa é de que ASAI, CEAB, SMFT, SBFG e LREN sejam os destaques positivos e PETZ e ARZZ os negativos;
    • O sentimento está marginalmente pior, mas o posicionamento está misto;
    • A dinâmica de resultados é o fator chave para aumentar exposição, enquanto a revisão de lucros é a maior preocupação grande mudança nas convicções dos investidores, mas não totalmente refletida no posicionamento;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • ‘Cortar 5 pontos em compulsório liberaria R$ 37 bi’ (Valor);
    • Setor de seguros cresce 12,6% em janeiro, afirma CNseg (Valor);
    • CAIXA: EVENTUAL PRIVATIZAÇÃO DE LOTERIA DEPENDE DO CONGRESSO, QUE TERIA DE ALTERAR CONSTITUIÇÃO (Broadcast);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Em breve.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Shein diz que, com ICMS de 25%, compra ficará mais cara ao consumidor (Valor Econômico);
    • CEO da Natura minimiza avanço do Boticário e diz que segue ‘de longe’ na liderança (Folha de São Paulo);
    • A Slyce quer ser a marca premium do tênis brasileiro. A competição é brutal (Brazil Journal);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Bebidas
      • Ambev vai investir R$ 150 milhões para aumentar produção na fábrica de Anápolis (GO) (Valor).
    • Alimentos
      • Texas Agriculture Chief Says Bird Flu Concerns Are ‘Overhyped’ (Bloomberg);
      • Reality tempers optimism in US beef market (Beef Central).
    • Agro
      • America’s Corn Belt Bristles at $8 Billion Lifeline (Bloomberg);
      • Maior produtor de fertilizantes do mundo planeja deixar Argentina, Chile e Uruguai (Bloomberg Línea).
    • Biocombustíveis
      • Alimentos y energía cotizan en Wall Street (Clarín);
      • Vendas de etanol cresceram 12,7% na safra 2023/24, informa Unica (Globo Rural).
    • Clique aqui para acessar o relatório completo
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Com custos crescentes, os planos de saúde devem ficar cada vez mais limitados (Valor Econômico);
    • Odontoprev (ODPV3): Dividendos têm novo valor por ação (RI da Companhia);
    • Oncoclínicas lança uma alternativa de tratamentos oncológicos para pacientes sem plano de saúde (NeoFeed);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • Em breve.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Ataque de Irã a Israel pode elevar petróleo e dólar e reduzir espaço de corte de juro (Infomoney);
    • ‘Cortar 5 pontos em compulsório liberaria R$ 37 bi’ (Valor);
    • Venda de imóvel usado em SP dispara em 2024; veja ranking de bairros e entenda motivos (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Questão tarifária do setor elétrico é uma doença grave, diz Silveira (Valor Econômico);
    • Ministro apoia renovação dos contratos na distribuição (Canal Energia);
    • Mudança em relator do PL da eólica offshore foi motivada por entrada de ‘jabutis’ (MegaWhat);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

A Corrida do Ouro | Gráfico da Semana

  • No ano, estamos vemos ativos globais subirem fortemente depois de um mês de janeiro mais misto. Mas o destaque até o momento vai para o ouro, continuando um forte desempenho. Mas por quê?;
  • 1) Riscos geopolíticos.
    • Historicamente, o ouro possui correlação positiva com tensões crescentes, dado que a commodity não apresenta riscos associados à contraparte e é uma alternativa viável como reserva de valor e moeda de troca.
    • Além disso, a recente crise do Mar Vermelho e guerras no Oriente Médio e na Ucrânia têm aumentado preocupações com as cadeias globais de suprimentos, acrescentando riscos inflacionários e impulsionando ainda mais a busca pela proteção do ouro;
  • 2) Incertezas econômicas.
    • O cenário macro tem sido desafiador recentemente, com inflação de mercados desenvolvidos ainda se mostrando persistentes, aumentando as incertezas quanto à trajetória nas taxas de juros. Com isso, investidores têm buscado o ouro como reserva de valor e proteção contra à inflação.
    • Em particular, temos visto uma demanda significativa da China (do banco central e investidores), em meio a atividade econômica ainda fraca por lá, especialmente no setor imobiliário que é considerado uma reserva de valor, impulsionando a migração para o ouro como alternativa.
  • Como se posicionar? Dada a sua exposição majoritária à mineração de ouro, vemos a Aura (AURA33) como uma forma de exposição indireta ao perfil defensivo do ouro, ao mesmo tempo que se beneficia dos caminhos de crescimento da empresa (leia nosso relatório sobre Aura aqui). Uma opção mais direta na commodity é via o Trend Ouro, com exposição ao Trend ETF LBMA Ouro Fundo Índice (GOLD11) e consequentemente ao ETF iShares Gold Trust (IAU), que reflete o preço diário que a commodity de Ouro é negociada mundialmente.
  • Clique aqui para acessar o gráfico.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Gasolina mais cara, juros e fuga de capital: os impactos econômicos do ataque do Irã a Israel (Estadão);
  • Dollar’s rally supercharged by diverging US rate outlook (Reuters);
  • Calotes em fundos de recebíveis se estabilizam após disparar em 2023 (Valor);
  • Moody’s Local eleva os ratings do Banco Agibank S.A. para A+.br; perspectiva estável (Moody’s Local);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Quasar notifica Capitânia e VBI em disputa de gestoras (Estadão)
    • BRCO11: fundo imobiliário fecha novo acordo de 5 anos com a Natura; veja detalhes (FIIs);
    • FIIs revertem queda e IFIX fecha semana com mais uma máxima histórica (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Senado quer votar PL do mercado de carbono em abril, diz Padilha | Café com ESG, 15/04

  • Na semana passada, o Ibovespa e o ISE recuaram 0,7% e 2,08%, respectivamente, em meio a maiores preocupações com juros americanos e tensões geopolíticas. O pregão de sexta-feira também terminou em território negativo, com o IBOV caindo 1,12% e o ISE em queda de 1,68%;
  • No Brasil, (i) o BNDES informou que começou a receber, na semana passada, projetos de desenvolvimento industrial e tecnológico no setor automotivo que visem a descarbonização da mobilidade e da logística – a ação, que integra o programa BNDES Rota 2030, tem disponíveis R$40 milhões em recursos não reembolsáveis para financiamentos em 2024; e (ii) o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, pediu ao Congresso que aprovasse, com celeridade, temas que fazem parte da agenda prioritária do governo, como projetos de lei ligados à agenda verde – nessa linha, segundo Padilha, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pretende colocar o projeto que regula o mercado de carbono para votar já em abril;
  • No internacional, a Infinium, startup apoiada por Bill Gates e sediada na Califórnia, tornou-se uma das primeiras fabricantes de e-combustível do mundo, nome dado aos eletrocombustíveis, tipo de combustível sintético feito a partir de hidrogênio e dióxido de carbono – com potencial para desempenhar um papel vital para descarbonizar a indústria de transporte, desde a aviação até o transporte pesado de carga, a Infinium produz quase 8.300 litros por dia do e-combustível (ou e-fuel) e distribui para clientes nos EUA;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

WEGE3 e POMO4 entram no Mover; PL das eólicas offshore volta ao Senado; Repsol aposta no biometano | Brunch com ESG 

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Nesta edição, destacamos: (i) Programa Mover: 23 empresas são contempladas, incluindo Marcopolo e WEG; (ii) Quatro meses após a aprovação na Câmara dos Deputados, o projeto de lei voltado para energia eólica offshore; e (iii) Repsol é a mais recente empresa de petróleo e gás a investir em biometano.
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo.  

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