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XP Morning Call 20/05/2019: Tensões no externo e no doméstico

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Bolsonaro chama o país de “ingovernável”

Internacional

  1. Petróleo sobe conforme a OPEP + indica que manterá cortes de produção
  2. Brexit: May apresentará acordo “novo e melhorado”

Empresas

  1. Vale (VALE3): Potencial rompimento de barragem gera preocupação 
  2. Siderurgia: EUA retira tarifa do aço para o Canadá e México e reduz de 50% para 25% as tarifas para Turquia
  3. Frigoríficos: Japão fecha acordo para voltar a comprar carne bovina dos EUA

Resumo

Tensões no externo e no doméstico

Mercados operam em território levemente negativo nesta manhã de segunda-feira, com a Ásia fechando no zero a zero e a Europa caindo 0,7%.
 
No internacional, Trump aliviou duas frentes de tensões ao adiar decisão de aumento de tarifas contra importações de carros (dando tempo para a União Europeia e o Japão negociarem), e retirou tarifas de aço e alumínio do Canada e México, reduzindo também de 50% para 25% as da Turquia.
 
Entretanto, tensões com a China seguem elevadas. O último desenvolvimento foi o anúncio por parte de uma série de empresas americanas de que teriam de fato congelado as vendas de produtos para a Huawei (incluindo o Google).
 
Na Argentina, a corrida presidencial deu uma reviravolta no sábado, com a ex-presidente Kirchner anunciando que sairá como candidata a vice do seu ex-chefe de gabinete, Alberto Fernández. Macri segue sob forte pressão em meio à forte recessão e inflação.
 
Os preços do petróleo sobem 0,4%, após países da OPEP e seus aliados indicaram que provavelmente manterão os cortes de produção acordados desde dezembro de 2018 para reduzir estoques, após encontro durante o final de semana.
 
No Brasil, as tensões políticas seguem elevadas. A Câmara declarou que pode dar seguimento à agenda econômica de Paulo Guedes de maneira independente do Planalto. Assim, as mudanças na previdência a serem apresentadas pelo relator na comissão especial não passariam por avaliação de Bolsonaro.
 
O presidente da comissão chegou a declarar em entrevista que “A opinião do governo é absolutamente irrelevante para tudo”. Entre as mudanças que serão propostas, podem ser apresentadas novas fontes de financiamento, negociação da idade mínima para professores e trabalhadores rurais, suavização da regra de transição e da proposta para o BPC.
 
Por último, do lado das empresas, segue alta a preocupação em relação à potencial rompimento de nova barragem da Vale em MG. Apesar do risco humano ser baixo e de não haver impacto para produção, a situação gera incerteza quanto à segurança de barragens e quanto a negociações em relação aos litígios coletivos / ambientais, ainda em aberto com o MP.


Conteúdo na íntegra

Brasil


Política Brasil: Bolsonaro chama o país de “ingovernável”

  • Acuado pela crise política e o avanço do Ministério Público sobre seu filho Flávio, Jair Bolsonaro divulgou texto no Whatsapp no qual chama o país de ‘ingovernável’. Em busca de demonstração de força, segue a convocação para manifestações pró governo no próximo domingo (26). Mesmo no PSL há quem discorde da iniciativa;
  • Câmara decidiu tocar a agenda econômica de Guedes à revelia do Planalto. Assim, as mudanças na previdência a serem apresentadas pelo relator na comissão especial não passarão por avaliação de Bolsonaro. O presidente da comissão disse em entrevista que “A opinião do governo é absolutamente irrelevante para tudo”. Entre as mudanças que serão propostas, podem ser apresentadas novas fontes de financiamento, negociação da idade mínima para professores e trabalhadores rurais, suavização da regra de transição e da proposta para o BPC.

Internacional

Petróleo sobe conforme a OPEP + indica que manterá cortes de produção

  • Os preços do petróleo sobem 0,4%, após países da OPEP e seus aliados indicaram que provavelmente manterão os cortes de produção acordados desde dezembro de 2018 para reduzir estoques;
  • Embora uma reunião dos países mais relevantes no final de semana não tenha produzido nenhuma recomendação definitiva, o ministro da Energia da Arábia Saudita afirmou que a atual situação do mercado é frágil, e haverá mais dados disponíveis para se tomar uma decisão final na próxima reunião oficial da OPEP + em junho. Fontes apontam que ainda não há consenso sobre os próximos passos, dada a intenção da Arábia Saudita de manter os preços altos para equilibrar seu orçamento, enquanto a Rússia argumenta que é necessário elevar a produção no segundo semestre de 2019;
  • ​Além disso, as contínuas tensões no Oriente Médio devido ao impasse Irã-EUA continuam a impulsionar os preços, além de um declínio na perfuração de novos poços nos EUA, conforme relatado pela empresa de serviços de energia Baker Hughes.

Brexit: May apresentará acordo “novo e melhorado”

  • Theresa May prometeu apresentar um acordo ” aperfeiçoado” para o Brexit no mês que vem, enquanto tenta juntar uma coalizão de deputados para aprovar seu tratado de saída da UE na quarta tentativa. De acordo com o Financial Times, a oferta incluiria novas propostas para manter os padrões de direitos dos trabalhadores da UE e proteção ambiental para conquistar parlamentares trabalhistas;
  • A votação de leitura decisiva sobre o projeto de lei terá início em 3 de junho e é vista como o último lance de dados para o primeiro-ministro. Poucos parlamentares em Westminster esperam que o primeiro-ministro que está saindo tenha sucesso onde ela falhou três vezes antes;
  • Se a lei não for aprovada, o Reino Unido deverá deixar a UE em 31 de outubro sem um acordo, embora se espere que um novo primeiro-ministro conservador vá a Bruxelas e renegocie os termos da saída. A Sra. May disse acreditar que o pacote melhorado pode ganhar novo apoio.

Empresas

Vale (VALE3): Potencial rompimento de barragem gera preocupação 

  • Segundo notícias, o talude da cava da Mina Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG), pode se romper a qualquer momento entre os dias 19 e ‪25 de maio. Com isso, o colapso da estrutura poderia causar o rompimento da Barragem Superior Sul, que está 1,5 km de distância e em nível máximo de alerta;
  • Segundo a Vale, o talude norte continua sendo monitorado 24 horas por dia e em fevereiro, a zona de auto salvamento (até 10km da barragem) foi evacuada, enquanto simulados de emergência têm sido feitos com moradores da zona secundária de salvamento;
  • Notícias dizem que a Justiça de Minas Gerais poderia multar a Vale em R$300mi por descumprir determinação de apresentar estudo completo com impactos e danos de um possível rompimento da Barragem Sul Superior. Porém, a Vale explicou que apresentou relatório mais atualizado de “dam break” da Barragem Sul Superior no prazo determinado pela justiça (72h) com a adequação dos critérios técnicos. A empresa alegou ainda não ter sido intimada de qualquer decisão quanto a eventual descumprimento da decisão liminar;
  • Apesar do risco humano ser baixo em caso de rompimento da barragem e de não haver impacto para produção dado que a mina está paralisada desde 2016, a situação gera incerteza quanto à segurança de barragens e quanto a negociações em relação aos litígios coletivos / ambientais, ainda em aberto com o MP. Das 132 barragens da Vale, 10 são à montante, cujo risco é maior, mas que estão monitoradas pela Vale e em processo para descomissionamento. Mantemos recomendação de Compra, mas reconhecemos que a percepção de risco deve se manter elevada no curto prazo. A Vale negocia a 4x EV/EBITDA, abaixo do histórico.

Siderurgia: EUA retira tarifa do aço para o Canadá e México e reduz de 50% para 25% as tarifas para Turquia

  • O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou na sexta-feira que seu governo chegou a um acordo com o Canadá e o México para retirar as tarifas sobre aço (25%) e alumínio (10%) impostas, sob a Seção 232, no ano passado. Além disso, o governo decidiu também reduzir de 50% para 25% a tarifa especial sobre aço da Turquia;
  • Dentre as razões para a suspensão, os legisladores acreditam que as tarifas, as quais o governo Trump diz serem necessárias para proteger os interesses de segurança nacional dos EUA, minaram a aliança com os dois vizinhos do país. Do lado da Turquia, a Casa Branca atribuiu a decisão ao forte declínio das importações de aço turco pelos EUA e à melhora da utilização da capacidade da indústria americana;
  • Vemos o anúncio como marginalmente negativo para a Gerdau. Quanto à redução para a Turquia, 80% do que é importado pros EUA é vergalhão e, após os desinvestimentos realizados ano passado, com a venda de quatro usinas, a operação de vergalhão da Gerdau no país ficou menos significativa (~10%) e, do lado do México e Canadá, a empresa conta com operações pequenas em ambos, que se beneficiam da retirada das tarifas.
     

Frigoríficos: Japão fecha acordo para voltar a comprar carne bovina dos EUA

  • O secretário de Agricultura dos EUA, Sonny Perdue, anunciou na sexta-feira que seu país e o Japão concluíram o acordo que permitirá a retomada das exportações americanas de carne bovina ao país asiático, suspensa desde 2003;
  • De acordo com estimativa do USDA, a medida poderá ampliar as exportações de carne bovina dos EUA para o Japão em até US$200mi/ano (aumento de ~10%) e, além disso, poderá ajudar na abertura de mercados de outros países;
  • Vemos a notícia como positiva para a JBS, uma das maiores empresas de produtos de origem bovina a atuar no mercado norte-americano, representando ~30% do total das exportações no país, com o Japão sendo o 3° maior importador de carne bovina do mundo.
     

Aéreas: Globalia e MP do Capital Estrangeiro

  • Em postagem no Twitter na última semana, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que o grupo espanhol Globalia, dono da Air Europa, está se preparando para fundar uma empresa no Brasil. A Air Europa já opera no Brasil via destinos internacionais;
  • Vale relembrar que a MP 863, que permite a participação integral de capital estrangeiro em companhias aéreas estabelecidas no Brasil, caduca nessa quarta-feira (22). A votação da MP foi obstruída na última semana;
  • Caso a MP caduque, a abertura para o capital estrangeiro está contemplada no Projeto de Lei do Turismo, que hoje tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Para a aprovação final, o projeto ainda precisaria passar pela aprovação de outra comissão até que chegue no plenário do Senado, a não ser que seja apresentado com urgência. O timing do processo é incerto.
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