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Poucos destaques em semana de feriado; preocupação com Ômicron continua

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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(*) Áudio disponível em breve.


IBOVESPA -0,3% | 104.647 Pontos

CÂMBIO +0,3% | 5,68/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Com uma semana mais curta e com liquidez reduzida devido aos feriados de final de ano, o Ibovespa encerrou a semana em queda de -2,2% aos 104 mil pontos, se descolando dos mercados globais. Lá fora, investidores continuaram repercutindo preocupações com a variante Ômicron, uma vez que o número de casos segue subindo em diversos países, ao mesmo tempo que houve notícias encorajadoras sobre os riscos de hospitalizações. Já no mercado doméstico, destaque para a divulgação do IPCA-15, que subiu 0,78% em dezembro e encerrou 2021 com alta de 10,4%, o maior acumulado anual desde 2015. Do lado político, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento para 2022, dando fim ao ano legislativo.

A última semana de 2021 reserva poucas divulgações importantes no lado internacional. Destaque para dados de produção industrial na Alemanha, vendas e preços de moradias nos EUA, além de índices de compras (PMI, na sigla em inglês) na China. No cenário doméstico, a agenda desta semana traz a divulgação da PNAD Contínua – principal pesquisa sobre o mercado de trabalho brasileiro – referente ao trimestre móvel até outubro, além do IGP-M de dezembro e de estatísticas fiscais de novembro, incluindo o resultado primário do governo central e do setor público consolidado.

Hoje, Bolsas Internacionais amanhecem levemente positivas (EUA +0,2% e Europa +0,3%), apesar da menor liquidez devido aos feriados de final de ano. A bolsa americana abrirá para negociações hoje após o S&P 500 renovar máxima histórica pela 68ª vez em 2021, mas as bolsas do Reino Unido e Hong Kong devem permanecer fechadas. Além disso, o petróleo (-0,1%) amanhece em ligeira queda, refletindo os mais de 2,8 mil cancelamentos efetuados pelas empresas aéreas globalmente durante o feriado devido ao avanço das contaminações da Ômicron, o que pode impactar diretamente a demanda futura pela commodity.

No campo da Economia, do lado de indicadores, relatório divulgado pela Mastercard no domingo mostra que as vendas no varejo nos EUA aumentaram 8,5% durante a temporada de compras de fim de ano deste ano, entre 1º de novembro e 24 de dezembro, impulsionadas pelas crescentes vendas de comércio eletrônico. Ainda nos Estados Unidos, o número de casos da nova variante Ômicron continua a crescer em uma média de 150 mil casos/semana, que por sua vez já reporta mais de 52 milhões de contaminações desde o início da pandemia, segundo Anthony Fauci e dados da John Hopkins University.

No Brasil, jornais repercutem a notícia de que a Reforma Tributária deverá ser prioridade no senado em 2022. O texto em discussão na casa é a proposta de emenda à Constituição (PEC) 110, que já conta com aval do presidente do senado, Rodrigo Pacheco. Apesar de ser ano eleitoral, Pacheco se mostra animado com a aprovação da reforma ainda no primeiro semestre do próximo ano, na contramão do entendimento de aliados do governo. Outro tema que deve ser tratado com prioridade no Senado é a instituição de um imposto sobre dividendos.

Do lado das Ações, estamos retomando a cobertura de Petrobras (PETR3/PETR4 e ADRS PBR/PBR.A) com recomendação de Compra e preço-alvo para o final de 2022 de R$45,3 por ação (US$16,4 para as ADRs). Nossa visão é apoiada por: (i) valuation descontado (2,5x EV/EBITDA 12 meses à frente); (ii) dividendos robustos esperados (~23% de dividend yield em 2022 e ~100% somando o yield de 2022 a 2026); e (iii) produção crescente de óleo no brasil (projetamos 4% CAGR de 2021 a 2026), com parcela cada vez maior de exposição ao pré-sal. Entretanto, vemos alto potencial para volatilidade nas ações em 2022, à medida que as eleições presidenciais se aproximam – leia o relatório completo aqui.

Além disso, publicamos um relatório com a análise ESG de Petrobras. Vemos a empresa desenvolvendo sua estratégia ESG e acompanhando de perto essa agenda, o que vemos com bons olhos, ao mesmo tempo em que observamos que vale a pena ficar de olho (i) na exposição da PETR ao risco de carbono resultante de sua opção estratégica de focar no ativos de pré-sal; e (ii) sua condição de estatal, aliada a uma estrutura acionária com mais de uma classe de ações, o que pode potencialmente afetar os interesses dos acionistas minoritários, além de implicar na política como o principal risco para nossa tese – clique aqui para acessar o conteúdo.

Tópicos do dia

Economia

  1. Poucos dados em semana de feriado; na agenda brasileira, dados de emprego e contas fiscais do governo ao longo da semana

Empresas

  1. Petrobras (PETR3/PETR4 e ADRs PBR/PBR.A): Barata Demais para Ignorar, mas Cuidado Com os Riscos Políticos
  2. AgroGalaxy (AGXY3): Exposição agrícola anticíclica e sem volatilidade
  3. Principais notícias dos setores

Mercados

  1. Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Apple elevada a triplo A

ESG

  1. Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando?
  2. Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG
  3. Dificuldades com o mercado de crédito de carbono no país | Café com ESG, 27/12


Veja todos os detalhes

Economia

Poucos dados em semana de feriado; na agenda brasileira, dados de emprego e contas fiscais do governo ao longo da semana

  • As vendas no varejo nos EUA aumentaram 8,5% durante a temporada de compras de fim de ano deste ano, de 1º de novembro a 24 de dezembro, impulsionadas pelas crescentes vendas de comércio eletrônico, informou um relatório da Mastercard no domingo;
  • No Brasil, a Reforma Tributária será prioridade no senado em 2022, segundo a imprensa. O texto em discussão na casa é a proposta de emenda à Constituição (PEC) 110, que já conta com aval do presidente do senado, Rodrigo Pacheco. Apesar de ser ano eleitoral, Pacheco se mostra animado com a aprovação da reforma ainda no primeiro semestre do próximo ano, na contramão do entendimento de aliados do governo. Outro tema que vai ser tratado com prioridade no Senado é a instituição de um imposto sobre dividendos;
  • Na agenda da semana, destaque para divulgação dos dados de emprego de outubro e o resultado das contas fiscais do governo de novembro.

Empresas

Petrobras (PETR3/PETR4 e ADRs PBR/PBR.A): Barata Demais para Ignorar, mas Cuidado Com os Riscos Políticos

  • Retomamos a cobertura de Petrobras com recomendação de Compra e preço alvo para o final de 2022 de R$ 45,3/ação ou US$ 16,4/ADR (60% de potencial de alta). Nossa visão é suportada por:
    • Valuation descontado (2,5x EV/EBITDA 12 meses à frente vs 3,4x de pares Russas e 4,0x das majors ocidentais de O&G);
    • Dividendos robusto esperados (~23% de dividend yield em 2022 e ~100% somando o yield de 2022 a 2026);
    • Produção crescente de óleo no brasil (projetamos 4% CAGR de 2021 a 2026), com parcela cada vez maior de exposição ao pré-sal.
  • Leia o relatório completo aqui.

AgroGalaxy (AGXY3): Exposição agrícola anticíclica e sem volatilidade

  • Estamos iniciando a cobertura de AgroGalaxy (AGXY3) com uma recomendação de compra e preço-alvo para o fim de 2022 de R$ 16,70/ação, gerando potencial de aumento de 64% sobre o preço atual da ação, R$ 10,20/ação;
  • Temos uma visão positiva sobre a AGXY3, pois (i) o valuation permanece descontado desde seu IPO; (ii) as fusões e aquisições já anunciadas devem ser positivas para as margens; (iii) há espaço para maior rentabilidade via aumento de sementes e especialidades em seu portfólio;
  • Em nossas estimativas, AGXY3 está sendo negociado atualmente a 8,3x EV/EBITDA para o fim de 2022, abaixo de nosso múltiplo-alvo para a empresa de 11,6x;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Compulsórios recuam com pandemia e agenda do BC. (Valor);
    • Fruto do e-commerce, Mercado Pago busca espaço como banco. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Fontes de energia eólica e solar vão continuar a se expandir com força em 2022. (Valor Econômico);
    • FT: Ativistas: fecham o cerco e deixam grandes petrolíferas sob pressão. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Apple elevada a triplo A

  • Apple recebe classificação AAA da Moody’s;
  • United e Delta Airlines cancelam voos devido ao aumento de casos da variante Ômicron;
  • Texas Instruments se beneficia da escassez global de chips e atinge US$ 170bi em capitalização de mercado;
  • Preço do frete aéreo segue em tendência de alta com portos e pátios ferroviários congestionados.
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando?

  • Os ventos da mudança estão soprando sobre o universo das indústrias pesadas e atender aos padrões ESG está rapidamente se tornando um mandato urgente para as empresas desse segmento, incluindo as do setor de Oléo & Gás, principalmente por trás da pressão crescente pela sustentabilidade e transição energética;
  • Em se tratando da Petrobras, vemos a empresa desenvolvendo sua estratégia ESG e acompanhando de perto essa agenda, o que vemos com bons olhos, ao mesmo tempo em que observamos que vale a pena ficar de olho (i) na exposição da PETR ao risco relacionado às emissões de carbono resultante de sua opção estratégica de focar no ativos de pré-sal; e (ii) sua condição de estatal, aliada a uma estrutura acionária com mais de uma classe de ações, o que pode potencialmente afetar os interesses dos acionistas minoritários, além de implicar na política como o principal risco para nossa tese;
  • Neste relatório, analisamos como a Petrobras está posicionada na perspectiva ESG e o que a empresa está fazendo de forma a endereçar os desafios e oportunidade nessa agenda. Clique aqui para acessar o conteúdo.

Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG

  • Em geral, a agricultura é um setor sensível na perspectiva ESG, principalmente no pilar E, o pilar mais importante para o setor, embora o S e G não estejam distantes. Em relação à AgroGalaxy, a empresa parece estar no caminho certo em termos da agenda ESG, conforme evidenciado pelas metas estabelecidas pela companhia. Considerando que a empresa fez IPO recentemente (julho/21), era de se esperar que a AgroGalaxy carecesse de dados ESG divulgados ao mercado, o que a coloca atrás de seus pares;
  • Ainda assim, vemos a empresa plantando as sementes ESG e esperamos ver mais avanços no pilar E adiante, enquanto na frente S, veríamos com bons olhos mais informações no que tange a saúde e segurança da força de trabalho, bem como da qualidade do produto, enquanto no G apreciamos a presença de um Comitê de Sustentabilidade, guiando a agenda ESG da companhia olhando para frente;
  • Neste relatório, analisamos como a AgroGalaxy está posicionada na perspectiva ESG e o que a empresa está fazendo de forma a endereçar os desafios e oportunidade nessa agenda. Clique aqui para acessar o conteúdo (ESG nas páginas 32-36).

Dificuldades com o mercado de crédito de carbono no país | Café com ESG, 27/12

  • Em semana mais curta por conta do Natal, o Ibov fechou recuando -3,2%, enquanto o ISE -2,5%;
  • No Brasil, (i) a Câmara aprovou, em 4 de novembro, a urgência para a votação do projeto que cria o mercado de compra e venda de créditos de carbono no Brasil, com o objetivo de desburocratizar os processos de manejo florestal das áreas de reservas e atrair cada vez mais projetos sustentáveis para a região amazônica, entretanto, o regime de urgência parou diante da resistência do Ministério do Meio Ambiente e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto; e (ii) por conta dos preços elevados, e do formato do mercado de crédito de carbono, poucas distribuidoras de derivados de petróleo (68 de 143) adquiriram créditos de produtores e importadores de biocombustíveis suficientes para compensar as emissões provocadas pela queima de produtos fósseis, como gasolina e óleo diesel;
  • No internacional, nos últimos 12 meses, investidores ativistas direcionaram suas miras às superpetrolíferas ExxonMobil e Royal Dutch Shell, à gigante das commodities Glencore e ao grupo de energia escocês SSE dizendo que consideram deficiente o planejamento feito pelas equipes executivas dessas companhias para a transição energética. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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