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PEC dos combustíveis continua no Radar do mercado

PEC dos combustíveis, resultado primário do setor Público Consolidado e PMI da Zona do Euro são alguns dos temas de maior destaque nessa terça-feira, 01/02/2022

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IBOVESPA +0,2% | 112.143 Pontos

CÂMBIO -1,2% | 5,30/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

No Brasil, continua a indefinição sobre o formato e conteúdo da PEC dos Combustíveis, que deve ser apresentada durante a abertura dos trabalhos legislativos, em conjunto pelos presidentes dos 3 poderes. Ganhou força a versão mais reduzida da PEC, em que apenas os impostos federais sobre o diesel seriam zerados, com uma perda estimada de arrecadação de cerca de R$ 20 bilhões. Ontem, o Banco central divulgou o resultado primário do setor Público Consolidado, que registrou superávit de R$ 123 milhões em dezembro. No ano, o saldo primário do setor público foi de superávit de R$ 64,7 bilhões (ou 1,1% do PIB), principalmente graças ao desempenho extraordinário dos governos regionais (R$ 97,7 bilhões). Para 2022, esperamos um resultado mais fraco para o setor público consolidado (-0,6% do PIB).

Brasil

O último dia de negociação de janeiro foi marcada pela alta do Ibovespa. Assim, o índice tem seu melhor desempenho mensal em mais de um ano. O Ibovespa terminou a sessão de ontem aos 112.143 pontos, em alta de +0,21%. Em janeiro, a Bolsa subiu +6,98%, sendo esse o melhor desempenho mensal para o índice desde dezembro de 2020. Enquanto o dólar segue em pressão negativa e recuou ontem para a menor cotação em mais de quatro meses aos R$ 5,304. A curva de juros futuros apresentou queda expressiva nos vencimentos de médios e a longos, movimento explicado pelo grande fluxo estrangeiro para países emergentes. Nos vértices mais curtos, o mercado segue estável na espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de hoje. É consenso entre analistas e na curva de juros que a elevação será de 150 pontos-base. O DI jan/23 fechou em 12,25%; DI jan/24 foi para 11,75%; DI jan/26 encerrou em 11,1%; e DI jan/28 fechou em 11,21%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem mistas (EUA -0,3% e Europa +0,9%) após o S&P 500 fechar janeiro em queda de -5,3%, seu pior desempenho mensal desde março de 2020. Por outro lado, o pronunciamento de 4 membros do Federal Reserve, nesta segunda-feira, pontuando que a economia americana não precisa do mesmo volume de estímulos, mas que os mesmos deverão ser retirados de forma cautelosa para não prejudicar a atividade econômica, parece ter contribuído para um tom mais positivo, colaborando com o forte momento de alta dos índices americanos observado ontem. A temporada de resultados segue hoje com Google, Paypal, Exxon Mobil e General Motors. Até o momento, das 174 empresas presentes no S&P 500, 81% reportaram em linha ou superaram as expectativas do consenso, segundo a Bloomberg. Na China, a bolsa local e a de Hong Kong permanecerão fechadas até sexta-feira em virtude do ano novo lunar. No campo das criptomoedas, o Ethereum (+1,7%) amanhece em alta, continuando a sua tendência de alta vista nos últimos dias.

Adicionalmente, a inflação francesa caiu menos do que o esperado, passando de 3,4% em dezembro para 3,3% em janeiro, enquanto economistas consultados pela Reuters previam, em média, uma taxa de 3,0%.Os preços dos produtos manufaturados caíram, mas quase todos os outros preços foram mais altos. Adicionalmente, os preços da energia subiram 19,7% em um ano após os aumentos nos mercados globais de petróleo.

E para concluir, as vendas no varejo da Alemanha caíram muito mais acentuadamente do que o esperado em dezembro – 5,5% no mês em termos reais, em comparação com uma previsão da Reuters de uma queda de -1,4%. O declínio de dezembro provavelmente está relacionado ao fato de muitos pontos de venda terem começado a pedir provas de vacinação ou recuperação da COVID-19 e o impacto do ajuste sazonal devido ao Natal.

PMI de manufatura da zona do Euro sobe

A leitura final do Índice de Gerentes de Compras (PMI) de manufatura final na zona do euro subiu para 58,7 em janeiro, ante 58,0 em dezembro, abaixo de uma estimativa inicial de 59,0, mas confortavelmente acima da marca de 50 que separa crescimento de contração. Os preços das matérias-primas continuaram subindo, embora em um ritmo mais lento do que em dezembro. O índice de preços de produtos subiu de 70,2 para 72,2. A inflação na zona do euro deve ficar mais maior ao longo de 2022 do que o esperado anteriormente, de acordo com economistas consultados pela Reuters no mês passado, o que pode pressionar o Banco Central Europeu a apertar a política quando a onda ômicron da pandemia passar. O BCE, que se reúne na quinta-feira, resistiu aos apelos por uma política mais rígida, aderindo à visão de que as pressões sobre os preços diminuirão este ano.

No Reino Unido, o índice de produção do PMI subiu para 54,5 em janeiro – o maior desde julho de 2021 – de 53,6 em dezembro, mais forte do que uma estimativa inicial de 53,8.

Veja todos os detalhes

Economia

PMIs finais de janeiro na Europa em campo expansionista, mas alta dos preços preocupa

  • A leitura final do Índice de Gerentes de Compras (PMI) de manufatura final na zona do euro subiu para 58,7 em janeiro, ante 58,0 em dezembro, abaixo de uma estimativa inicial de 59,0, mas confortavelmente acima da marca de 50 que separa crescimento de contração. Os preços das matérias-primas continuaram subindo, embora em um ritmo mais lento do que em dezembro. O índice de preços de produtos subiu de 70,2 para 72,2. A inflação na zona do euro deve ficar mais maior ao longo de 2022 do que o esperado anteriormente, de acordo com economistas consultados pela Reuters no mês passado, o que pode pressionar o Banco Central Europeu a apertar a política quando a onda Omicron da pandemia passar. O BCE, que se reúne na quinta-feira, resistiu aos apelos por uma política mais rígida, aderindo à visão de que as pressões sobre os preços diminuirão este ano;
  • No Reino Unido, o índice de produção do PMI subiu para 54,5 em janeiro – o maior desde julho de 2021 – de 53,6 em dezembro, mais forte do que uma estimativa inicial de 53,8;
  • A inflação francesa caiu menos do que o esperado, passando de 3,4% em dezembro para 3,3% em janeiro, enquanto economistas consultados pela Reuters previam, em média, uma taxa de 3,0%.Os preços dos produtos manufaturados caíram, mas quase todos os outros preços foram mais altos e os preços da energia subiram 19,7% em um ano após os aumentos nos mercados globais de petróleo;
  • As vendas no varejo da Alemanha caíram muito mais acentuadamente do que o esperado em dezembro – 5,5% no mês em termos reais, em comparação com uma previsão da Reuters de uma queda de 1,4%. O declínio de dezembro provavelmente está relacionado ao fato de muitos pontos de venda terem começado a pedir provas de vacinação ou recuperação da COVID-19 e o impacto do ajuste sazonal devido ao Natal;
  • No Brasil, continua a indefinição sobre o formato e conteúdo da PEC dos Combustíveis, que deve ser apresentada durante a abertura dos trabalhos legislativos, em conjunto pelos presidentes dos 3 poderes. Ganhou força a versão mais reduzida da PEC, em que apenas os impostos federais sobre o diesel seriam zerados, com uma perda estimada de arrecadação de cerca de R$ 20 bilhões;
  • Ontem, o Banco central divulgou o resultado primário do setor Público Consolidado, que registrou superávit de R$ 123 milhões em dezembro. No ano, o saldo primário do setor público foi de superávit de R$ 64,7 bilhões (ou 1,1% do PIB), principalmente graças ao desempenho extraordinário dos governos regionais (R$ 97,7 bilhões). Para 2022, esperamos um resultado mais fraco para o setor público consolidado (-0,6% do PIB).

Estratégia

Raio-XP: Alta de juros nos EUA traz volatilidade nos mercados. No Brasil, um forte início de ano

  • Em janeiro, mercados globais sofreram com uma forte volatilidade. Neste início de 2022, a principal questão que afetou os mercados foi a retirada de estímulos monetários pelo Federal Reserve, que sinalizou a necessidade de uma subida de juros mais cedo e mais rápido do que esperado anteriormente. Com isso, as taxas de juros de longo prazo nos EUA dispararam, e isso afetou fortemente as empresas de crescimento, principalmente as grandes empresas de tecnologia lá fora que têm a maior parte do seu valor projetado no futuro;
  • Por outro lado, a Bolsa brasileira foi beneficiada pela rotação para fora de ações de crescimento. Enquanto os índices americanos sofreram nesse primeiro mês de 2022 com as apostas de subida de juros nos EUA, o Brasil foi na contramão. A Bolsa brasileira se beneficia de: 1) rotação global de crescimento para valor; 2) forte exposição a commodities; e 3) múltiplos muito baixos;
  • A alta nos preços das commodities ainda não está no cenário-base. Por enquanto, um cenário de preços mais altos sustentados por mais tempo ainda não está precificado nas ações dos setores de commodities. Caso isso aconteça, podemos ver o mercado revisar os lucros de produtores de commodities para cima e os múltiplos também – o que seria positivo para essas empresas. Esse não é nosso cenário base também, mas vale a pena ficar de olho;
  • Veja mais no relatório completo.

Empresas

Telecom: Anatel aprova pedido de anuência prévia para venda da Oi Móvel

  • A Anatel aprovou hoje em reunião do seu Conselho Diretor, pedido de anuência prévia para a venda da Oi Móvel para as três operadoras: Claro, Vivo e TIM. A aprovação aconteceu sem nenhuma alteração material em relação aos remédios já sinalizados pela agência reguladora;
  • A análise técnica da Anatel reconheceu que os impactos no mercado de varejo serão mínimos, podendo levar inclusive a uma melhoria nos serviços dado a atuação deficitária da Oi Móvel e sua situação financeira hoje. As principais condicionantes referem-se a obrigatoriedade de novas ofertas de roaming para acesso dos ISPs – ou os prestadores de pequeno porte-, a efetiva utilização de espectro para a atuação dos Operadores Móveis Virtuais (MVNO);
  • A transação ainda precisa ser aprovada pelo CADE. A recomendação do corpo técnico é de poucos remédios comportamentais, e o prazo formal limite para aprovação do órgão antitruste é 9 de fevereiro. Ocorrendo todas as aprovações até essa data, a Oi espera avançar com as etapas societárias para realizar o closing da operação até início de abril;
  • A conclusão da transação na nossa visão é positiva para todos os players envolvidos especialmente para a Oi (sem cobertura) e TIM (recomendação de Compra e preço -alvo de R$ 21 para o final de 2022).  Com o recebimento dos recursos, a Oi deve endereçar seus compromissos de curto prazo, além de obter parte do funding necessário para investimento na fibra;
  • Dentre os compradores, a TIM deverá absorver a maior parte dos clientes e do spectrum da Oi. Na nossa visão a integração dos ativos da Oi, vai transformar a TIM em termos de tamanho e rentabilidade. Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

TIM S.A (TIMS3): Alberto Griselli nomeado como CEO

  • Hoje, após o fechamento do mercado, a TIM divulgou um fato relevante anunciando Alberto Griselli como o novo CEO da companhia, substituindo Pietro Labriola, que recentemente se tornou CEO da Telecom Itália;
  • Embora de alguma forma já esperado pelo mercado, vemos a notícia como positiva e esperamos uma reação neutra do mercado. Griselli tem mais de 20 anos de experiência no setor de telecomunicações e ocupa o cargo de CRO na TIM desde meados de 2019;
  • Com isso, mantemos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$21,0/ação para o final de 2022.

Totvs (TOTVS3): Aquisição Mobile2you pela Dimensa

  • A Totvs comunicou na segunda-feira (31) que a Dimensa, subsidiaria da companhia que tem a B3 como sócia, celebrou contrato para aquisição da Mobile2you (comunicado ao mercado), uma mobile-house responsável pelo desenvolvimento de aplicativos financeiros sob medida, para empresas que desejam iniciar a jornada de entrada no mercado de fintech;
  • A empresa foi avaliada em R$ 26,9 milhões, considerando a aquisição de 100% do seu capital. Com base nas notícias, a receita bruta anual da empresa é de ~R$ 11,1 milhões, estimamos um múltiplo EV/Receita de menos de 3,0x vs 4,4x para TOTS3 em 2022e;
  • Um comentário sobre a empresa adquirida: A Mobile2you é uma mobile-house responsável pelo desenvolvimento de aplicativos financeiros sob medida, para empresas que desejam iniciar a jornada de entrada no mercado de fintech. Atualmente, a companhia conta com mais de 30 clientes e de 80 profissionais em seu time.
  • Apesar do porte pequeno da aquisição, vemos a aquisição como positiva dado que a companhia está fortalecendo sua posição no segmento de tecnologias B2B para o setor financeiro e de fintechs. Mantemos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 48,0 por ação para o final de 2022.
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Feedback XP Agro Conference: positivo em todas as frentes

  • No dia 27 de janeiro, participamos da primeira Conferência XP Agro, que reuniu mais de 100 investidores e 13 empresas do setor, sendo 9 delas listadas e 4 não listadas;
  • Os principais destaques foram (i) empresas e investidores estão prevendo um ambiente de maior volatilidade em 2022 após os impactos do La Niña no Brasil e nos EUA; (ii) os preços das commodities agrícolas deverão permanecer em patamares elevados ao longo de 2022; e (iii) a expectativa de acomodação do ciclo provavelmente será mais lenta do que o esperado devido à perspectiva de preços mencionada;
  • Continuamos otimistas com o setor em 2022 e, portanto, reiteramos nossa recomendação de Compra para todos os nomes dentro de nossa cobertura Agro;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Com compra e venda de bitcoin, Méliuz estreia seu “banco digital”;
    • Prazos do ‘open banking’ ainda podem mudar;
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Inflação e juros em alta seguem como vilões da economia;
    • Com Bluefit, janeiro já tem 13 desistências de IPOs na B3;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Seca no Brasil dá novo fôlego à soja em Chicago (Valor);
    • Queda do rebanho de gado dos EUA não significa alívio para o aumento da carne bovina (Bloomberg);
    • Análise: temores de inflação, esforços antitruste de Biden podem condenar deal de frango entre Sanderson e Wayne (Reuters);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petróleo fecha em alta e termina janeiro com ganho superior a 14%. (Valor Econômico);
    • Atraso no pagamento da conta de luz entre famílias de baixa renda bate recorde em 2021. (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Blockchain, a nova aposta do Google

  • Google aposta em tecnologias de blockchain;
  • Sony anuncia aquisição da Bungie por US$ 3,6bi;
  • Nova parceria do Walmart;
  • Demanda por aço na China deverá aumentar em 2022;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Os esforços do BNDES no combate ao aquecimento global | Café com ESG, 01/02

  • Na segunda-feira, o Ibov fechou em leve alta de +0,2%, enquanto o ISE superou os ganhos, avançando +1,4% no pregão de ontem;
  • No Brasil, (i) o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou ter firmado, com o Banco Mundial, um memorando de entendimento sobre agenda climática e biodiversidade, com o objetivo de trocar experiências e informações entre as instituições e desenvolver uma pauta conjunta relacionada ao clima, ao mercado de carbono e à biodiversidade no Brasil; e (ii) a linha de crédito Finame Baixo Carbono, também do BNDES, vai ajudar a aumentar a frota de caminhões e ônibus elétricos e a gás no Brasil, prevendo que essa nova linha de crédito tenha forte demanda nos próximos anos;
  • No internacional, o relatório recém-publicado pelo Fórum Econômico Mundial, “Global Risks Report”, que mapeia as principais ameaças para o mundo e é base para as discussões do encontro de Davos, sinalizou predominância dos riscos ambientais em todos os cenários de tempo: 0-2 anos, 2-5 anos, 5-10 anos e além de 10 anos. Clique aqui
  • para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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