Pacote trilionário de Biden anima mercados

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA -0,20% | 116.634 Pontos

CÂMBIO -2,44% | 5,63/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Apesar do Ibovespa ter recuado 0,20% nesta quarta-feira (31), no mês de março o índice subiu 6% – o melhor mês do ano até então. Apesar da forte alta no mês, o Ibovespa recuou 2% no primeiro trimestre de 2021. Enquanto isso, o dólar comercial fechou a quarta-feira em queda de 2,44%, naquela que foi a maior queda percentual das últimas três semanas. Já em março, o dólar avançou 0,42% sobre o real, enquanto no trimestre a valorização foi de 8,48%.

As taxas de juros futuras “curtas” encerraram a sessão de ontem em baixa, enquanto os vencimentos mais longos fecharam em leve alta, com investidores monitorando o ambiente político e a evolução da questão fiscal. DI jan/22 fechou em 4,59%; DI jan/24 terminou a sessão em 7,46%; DI jan/26 foi para 8,40% e DI jan/28 encerrou em 8,89%.

Nesta manhã, mercados globais amanhecem em território positivo. Nos EUA, S&P (+0,3%) e Nasdaq (+0,9%) sobem após Biden anunciar um pacote de infraestrutura de US$ 2,3 trilhões. Na Europa (+0,5%), PMIs sinalizam retomada da atividade industrial.

A principal notícia do dia é o pacote de infraestrutura e empregos de USD 2,25 trilhões anunciado ontem à noite pelo presidente dos EUA, Joe Biden. Os mercados estão otimistas com o ambicioso plano de Biden, mas ainda há incertezas em como ele será financiado. O governo afirma que será por meio de aumento de impostos, mas analistas de mercado afirmam que não será suficiente para atender ao valor total. Na política, congressistas republicanos e democratas questionam o plano, o que indica que ele terá algumas dificuldades na tramitação no Congresso.

No Brasil, o emaranhado do Orçamento continua. Ministério da Economia sugere que a Lei seja vetada pelo Presidente da República, por argumentar que é inexequível. Mas a mudança é politicamente difícil. Espera-se que o Tribunal de Contas divulgue seu parecer sobre o assunto a qualquer momento, o que pode ajudar o presidente a se decidir.

Do lado das empresas, as ações da Cielo reagiram positivamente após o Banco Central ter autorizado o Whatsapp Pay a funcionar no Brasil. Vemos isso como um ponto positivo para a Cielo, mas com impacto limitado, pois o segmento de pagamentos da ferramenta ainda necessita de mais autorizações.

Por último, publicamos o nosso Raio XP da Bolsa para o mês de abril, onde abordamos oportunidades de investimento em um cenário de juros e inflação em alta, além do movimento nos mercados que devemos ver à medida que a vacinação contra a Covid-19 progride no país. Nesse mês, fizemos 2 alterações na Carteira Top 10 XP e 1 alteração na Carteira Dividendos.

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Economia

  1. Grande, ousado – e controverso – plano de infraestrutura nos EUA. No Brasil, o emaranhado do Orçamento continua

Política

  1. Relator cancela R$ 10 bilhões em emendas, mas medida é insuficiente e impasse sobre Orçamento permanece
  2. Política internacional: Biden anuncia pacote de infraestrutura de USD 2.25 trilhões

Commodities

  1. Petróleo: Redução nos estoques dos EUA acima do esperado pelo mercado

Empresas

  1. Raio-XP da Bolsa: Juros em alta, inflação em alta – como esse “velho normal” irá impactar a nossa Bolsa?
  2. O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG
  3. Cielo (CIEL3): Banco Central autoriza funcionamento do Whatsapp Pay
  4. Equatorial (EQTL3): Companhia vence leilão de privatização da distribuidora de energia CEEE-D
  5. Vale (VALE3): Conclusão da venda de participação da Vale Nova Caledônia
  6. Lojas Renner (LREN3): Investor Day; Foco no Ecossistema e em ESG
  7. Notícias Diárias do Setor Financeiro

Veja todos os detalhes

Economia

Grande, ousado – e controverso – plano de infraestrutura nos EUA. No Brasil, o emaranhado do Orçamento continua

  • Os mercados estão ficando mais otimistas com a perspectiva de crescimento dos EUA, com base no ambicioso plano de infraestrutura do presidente Biden. As incertezas, no entanto, estão em como o plano será financiado. O governo afirma que será por meio de aumento de impostos, mas analistas de mercado afirmam que não será suficiente para atender o valor total de US $ 2,25 trilhões. Congressistas republicanos e democratas questionam o plano, o que indica que ele terá algumas dificuldades na tramitação no Congresso;
  • Os dados do mercado de trabalho dos EUA em fevereiro serão publicados amanhã. Os analistas de mercado esperam mais um bom resultado de criação de empregos, impulsionada pela reabertura da economia;
  • Na China, o PMI do setor manufatureiro calculado pela Caixin caiu para 50,6 em março, de 50,9 em fevereiro, abaixo do consenso de 51,4. Ontem, o PMI oficial veio melhor do que o esperado, acelerando frente a janeiro. Portanto, não se deve ler o resultado da Caixin de hoje como um forte sinal de que a recuperação da China está perdendo força;
  • No Brasil, o emaranhado do Orçamento continua. Ministério da Economia sugere que a Lei seja vetada pelo Presidente da República, por argumentar que é inexequível. Mas a mudança é politicamente difícil. Espera-se que o Tribunal de Contas divulgue seu parecer sobre o assunto a qualquer momento, o que pode ajudar o presidente a se decidir;
  • A taxa de desemprego atingiu 14,2% no período de três meses até janeiro. De acordo com nossas estimativas, a população ocupada total caiu 0,1% em janeiro ante dezembro do ano passado. A massa salarial real efetiva deteriorou-se adicionalmente em janeiro (-11,1% ano/ano ou -1,6% mês/mês). Olhando para frente, acreditamos que o mercado de trabalho informal apresentará uma deterioração ainda maior nos próximos meses, refletindo o agravamento da pandemia e as subsequentes restrições de mobilidade;
  • O déficit primário do governo geral totalizou R $ 11,8 bilhões em fevereiro, atingindo 9,26% do PIB no acumulado em 12 meses. O resultado veio bem melhor do que o consenso de mercado (em R $ -20 bilhões), principalmente devido ao superávit primário acima do esperado registrado pelos governos regionais, de R $ 10,5 bilhões.

Política

Relator cancela R$ 10 bilhões em emendas, mas medida é insuficiente e impasse sobre Orçamento permanece

  • Na política, o governo ainda discute possíveis saídas para o Orçamento. O relator da proposta solicitou o cancelamento de R$ 10 bilhões dos cerca de R$ 30 bilhões que foram incluídos por ele na proposta. A medida, apesar de ter sido vista como gesto importante, não é o suficiente para a adequação do Orçamento às regras fiscais;
  • O Ministério da Economia defende o veto à emenda de relator para que as despesas obrigatórias possam ser recompostas  dentro do teto – algo a que o presidente Jair Bolsonaro ainda resiste pelo impacto político que teria no Congresso e no próprio governo.

Política internacional: Biden anuncia pacote de infraestrutura de USD 2.25 trilhões

  • Em discurso nesta quarta-feira (31), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou um pacote com ênfase em infraestrutura e empregos. O pacote é a primeira fase de um plano econômico de duas etapas e deve ter custo de USD 2,25 trilhões. A Casa Branca propôs também aumentos tributários a serem aplicados gradualmente em 15 anos para custear o pacote (Veja mais detalhes aqui);
  • Em Hong Kong, ativistas e empresários pró-democracia foram condenados por participação em protestos de 2019 no mais recente episódio da linha dura chinesa no território;
  • No lado das tensões entre a União Europeia e o Reino Unido, o bloco afirmou que não deve enviar mais vacinas ao Reino Unido a menos que a farmacêutica AstraZeneca entregue sua meta de doses da vacina contra a Covid-19 para países membros;
  • E a França deve impor novo lockdown por um mês para conter aumento de infecções no país.

Commodities

Petróleo: Redução nos estoques dos EUA acima do esperado pelo mercado

  • Ontem a Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) divulgou, em seu relatório oficial de fornecimento, uma redução nos estoques de -0,876 milhões de barris contra expectativa de +0,107 milhões de barris, o que foi visto como positivo por indicar uma menor oferta em relação à demanda. Apesar disso, ontem a commodity encerrou o pregão em queda de -0,9% em US$63,54/barril;
  • Ainda no viés positivo, os estoques de gasolina nos EUA diminuíram -1,735 milhões de barris, acima das expectativas de mercado de um aumento de +0,730 milhões de barris;
  • Nesta quinta-feira a OPEP e produtores aliados, um grupo conhecido como OPEP + se reúne para rever os cortes de produção e as expectativas são de que o grupo decida por manter os cortes. A OPEP+ está atualmente reduzindo a produção em pouco mais de 7 milhões de barris diários em uma tentativa de apoiar os preços e reduzir o excesso de oferta. A Arábia Saudita acrescentou a esses cortes 1 milhão de bpd adicional. O mercado deve monitorar de perto tanto as determinações a respeito das cotas de produção da OPEP+ como decisões da Arábia Saudita a respeito de seus cortes voluntários de produção.

Empresas

Raio-XP da Bolsa: Juros em alta, inflação em alta – como esse “velho normal” irá impactar a nossa Bolsa?

  • Desde o início de 2021, as taxas de juros de longo prazo têm se elevado no mundo. Para as ações brasileiras, isso significa: 1) à medida que as taxas sobem nos Mercados Desenvolvidos e o dólar se valoriza, os fluxos para os Mercados Emergentes podem ser impactados; 2) um dólar forte também pode afetar os preços das commodities; 3) as ações de crescimento parecem mais vulneráveis, além dos setores mais sensíveis a taxas domésticas mais altas, como ações do setor elétrico e consumo básico;
  • Com sinais de alta da inflação no Brasil, o Banco Central elevou a taxa de juros em 0,75% na reunião de março. A curva de juros agora se deslocou para cima, precificando a taxa Selic em dois dígitos nos próximos cinco anos;
  • Em um ambiente com inflação em alta, os ativos em dólares tiveram o melhor desempenho nos últimos 25 anos. Durante este período, os investimentos em ações americanas, ouro, commodities e dólar tiveram retornos superiores em comparação a ações e renda fixa domésticas;
  • Quanto à pandemia, o número de casos e mortes relacionadas à Covid-19 continua aumentando drasticamente no Brasil e a vacinação, que começou lenta, tem acelerado e se mostra crucial nesse momento. Embora não tenha como saber exatamente quando a maioria da população será imunizada, sabemos que isso acontecerá em algum momento no futuro. E quando olhamos para os mercados onde a atividade voltou a acelerar, podemos ver que as ações de setores cíclicos e expostas à reabertura se recuperaram fortemente nos EUA e Europa;
  • Nesse mês, estamos fazendo 2 alterações na Carteira Top 10 XP e 1 na Carteira Dividendos. Clique aqui para ler o relatório completo.

O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG

  • É inegável que o tema ESG tem ganhado cada vez mais relevância. Apesar da agenda ESG ter ganhado força no Brasil recentemente, quando olhamos ao redor do mundo fica evidente que o tema já é uma realidade – globalmente, mais de US$30 trilhões em ativos sob gestão (AuM, na sigla em inglês) são gerenciados por fundos que definiram estratégias sustentáveis;
  • Para investidores que buscam ampliar o leque de opções, as BDRs podem ser boas alternativas. Além de expandir o universo de ativos ESG, os recibos de ações estrangeiras também têm como benefício a diversificação internacional das carteiras, o que vemos como uma combinação poderosa;
  • Neste relatório, feito em conjunto pela equipe de Research ESG e Internacional da XP, buscamos trazer: (i) um contexto a cerca da importância do tema ESG ao redor do mundo; (ii) uma análise comparando a performance do S&P 500 e do FTSE4GOOD USA (índice que contém as empresas americanas melhores posicionadas em termos ESG); (iii) evidências a cerca da relevância crescente do tema ESG nas empresas americanas; e (iv) Seleção ESG de BDRs, composta por 10 empresas com as melhores classificações ESG de acordo com o MSCI. Clique aqui para ler o conteúdo completo.

Cielo (CIEL3): Banco Central autoriza funcionamento do Whatsapp Pay

  • O Banco Central do Brasil autorizou o Whatsapp Pay a funcionar no país. A ferramenta funcionará como um “iniciador de pagamentos” (pisp) que permite que transações financeiras sejam iniciadas fora de um aplicativo de banco ou plataforma de internet banking, neste caso o aplicativo de mensagens Whatsapp. Os usuários terão que registrar seus cartões de débito na carteira online do Facebook para usar a ferramenta, as opções de transferência ou pagamento com cartão de crédito não estarão disponíveis a princípio;
  • A autorização atualmente abrange apenas as transferências P2P (Entre pessoas físicas) feitas no Whatsapp Pay, as quais devem ser gratuitas. O segmento de pagamento (P2B) ainda precisa de mais aprovações pelo Banco Central e a taxa aplicada nesse segmento deve ser estipulada pelo aplicativo (no ano passado foi anunciada uma taxa de 3,99% por transferência). É importante destacar que o Whatsapp Pay ainda não está disponível para os usuários, mas foi anunciado que poderá funcionar em transações envolvendo as bandeiras Visa ou Mastercard;
  • No geral, vemos isso como um ponto positivo para a Cielo, pois a empresa é, por enquanto, a principal parceira do Whatsapp Pay nas operações de pagamento e essa autorização é um passo importante para a ferramenta se firmar como iniciadora de pagamentos. No entanto, é relevante para os investidores acompanharem outras aprovações relacionadas ao segmento de pagamentos (P2B) no aplicativo, pois isso impactaria mais diretamente a parceria da Cielo com o Whatsapp;
  • Dito isso, reiteramos nossa classificação neutra e preço-alvo de R $ 5, pois acreditamos que há riscos relacionados à concorrência e ruptura tecnológica no negócio de adquirência. Além disso, vemos que a governança da Cielo parece dividida apresentando duas agendas diferentes.

Equatorial (EQTL3): Companhia vence leilão de privatização da distribuidora de energia CEEE-D

  • Nesta quarta-feira a Equatorial informou, via fato relevante, que foi a vencedora do leilão de privatização da distribuidora de energia gaúcha CEEE-D, após fazer uma proposta de R$ 100 mil por 65,87% do capital social total da CEEE-D;
  • Segundo a companhia, se verificadas as condicionantes previstas no Edital, na data do fechamento, dentre elas o aumento de capital previsto a ser realizado pela atual controladora, CEEE-Par, até a data da conclusão da aquisição, a Equatorial terá direito de subscrever ações equivalentes a aproximadamente 94,9% do capital social;
  • A transferência das ações da CEEE-D ainda está condicionada ao atendimento de determinadas condições e formalidades, que incluem, dentre outras, a homologação do resultado da licitação pela Comissão de Licitação, a obtenção de anuências prévias do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a assinatura do Contrato de Compra e Venda de Ações com a CEEE-Par;
  • Ontem, as ações da Equatorial Energia fecharam em alta de +8,4% (R$24,80/ação). Acreditamos que a alta das ações reflete a surpresa positiva do anúncio da aquisição, e também as perspectivas positivas de investidores do potencial de geração de valor na nova subsidiária tendo em vista o histórico da Equatorial em promover transformações operacionais de ativos de distribuição complexos. Temos recomendação Neutra nas ações da Equatorial, com preço-alvo de 12 meses de R$22/ação (notamos que a aquisição da CEEE-D ainda não está incorporada em nossas estimativas).

Vale (VALE3): Conclusão da venda de participação da Vale Nova Caledônia

  • Conforme previsto desde o comunicado divulgado em 8 de dezembro de 2020, a Vale anunciou a venda de sua participação acionária na Vale Nova Caledônia (VNC) para o consórcio Prony Resources New Caledonia, que inclui a Trafigura como um das investidoras;
  • Segundo a companhia, a transação provê um pacote financeiro de US$ 1,1 bilhão às operações de VNC, no qual a Vale contribuirá com US$ 555 milhões para apoiar a continuidade das operações. Além disso, a Vale continuará tendo direito a um contrato de fornecimento de longo prazo para uma parte da produção;
  • O desinvestimento na VNC faz parte da estratégia da Vale de simplificação do seu fluxo de operações, possibilitando um foco contínuo em seus principais ativos. Na nossa visão, a conclusão do acordo é positivo para a companhia, ao passo que reduz a exposição à ativos menos rentáveis. Mantemos nossa recomendação de Compra para Vale, com preço-alvo de R$122 por ação.

Lojas Renner (LREN3): Investor Day; Foco no Ecossistema e em ESG

  • A Lojas Renner realizou seu Investor Day hoje, discutindo os principais pilares da sua estratégia para os próximos anos. De modo geral, não houve grandes novidades em relação à estratégia em si, o que, na nossa visão, pode justificar a fraca performance do papel hoje;
  • A companhia está focada na construção de um ecossistema especializado em moda e lifestyle, alavancado pelo seu braço financeiro (Realize). Vemos a estratégia como positiva, mas destacamos que a companhia deve investir significativamente no curto prazo para construí-lo, enquanto os frutos somente serão colhidos a partir do 2o semestre de 2021 e 2022;
  • Estamos revisando nossas estimativas e reduzindo nosso preço alvo para R$50,0 por ação e mantemos Neutro para o papel, devido ao nível de valuation atual (38x P/L 2021e) e perspectiva de revisão de estimativas do consenso para baixo em 2021e (estamos com lucro 18% abaixo do consenso Bloomberg). Nossa preferência no setor segue sendo Grupo Soma. Clique aqui para ler nosso relatório.

Notícias Diárias do Setor Financeiro

  • Acesse este relatório com notícias do setor financeiro que complementam nossos comentários publicados no Morning Call, mas que não consideramos relevantes o suficiente para serem analisadas. Aqui você encontra o título com o link para a fonte original da notícia, além de uma breve descrição do conteúdo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

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