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Negociações comerciais, dados de atividade e início da cobertura de Positivo

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 0,0% | 108.956 Pontos

CÂMBIO -0,3% | 4,20/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem o Ibovespa ficou estável em 108.956 pontos, seguindo dados positivos para o PIB brasileiro do terceiro trimestre, compensados pelo pessimismo nas bolsas internacionais em meio às incertezas quanto aos desdobramentos das negociações comerciais.

Por outro lado, bolsas europeias e futuros nos EUA aumentaram os ganhos nesta manhã após uma notícia de que China e os Estados Unidos estavam se aproximando de um acordo comercial.

Na Zona do Euro, o PMI composto, dado de atividade que engloba os setores de serviços e da indústria, permaneceu estável em 50,6 em novembro, acima da expectativa de mercado (50,3). Um dos destaques foi o PMI do setor de serviços da Alemanha, que passou de 51,6 para 51,7 em novembro, também acima da expectativa de mercado, de 51,3.

No Reino Unido, por outro lado, o PMI do setor de serviços caiu de 50 em outubro para 49,3 em novembro. Apesar de negativo, o resultado ficou bem acima do esperado (48,6). Os dados mais uma vez reforçaram a mensagem de que o risco de recessão das principais economias globais tem se tornado cada vez menor.

No Brasil, o PIB do terceiro trimestre superou as expectativas ao apresentar expansão de 1,2% ante o mesmo trimestre de 2018 e 0,6% ante o segundo trimestre de 2019. A leitura dos dados foi muito positiva e revelou que vários setores performaram bem no terceiro trimestre desse ano, com destaque para a agricultura, mineração e construção civil e também para a recuperação dos investimentos no setor de construção e para as importações de bens de capital.

Com o resultado acima das expectativas e com as evidências de um crescimento mais forte no 4º trimestre desse ano, revisamos a nossa projeção de crescimento do PIB em 2019 de 1,0% para 1,2%. Confira aqui mais detalhes sobre a análise do resultado.

No campo político, faltam 305 dias para eleições municipais, mas esse evento já faz parte do dia a dia de Brasília. Congresso vai propor R$ 3,8 bilhões para o fundo eleitoral em 2020 ante valor inicial proposto pelo governo de R$ 2 bilhões, contrariando o ajuste fiscal do governo.

O TSE ontem liberou a coleta digital de assinaturas, mas condicionou a decisão à regulamentação do tema pela própria corte e ao desenvolvimento de solução digital, ambos sem previsão para ocorrer. Na prática, mesmo com a decisão, parece bastante difícil que o presidente Jair Bolsonaro consiga formalizar a criação da legenda Aliança do Brasil (APB) a tempo de disputar as eleições em 2020.

No campo das empresas, hoje iniciamos cobertura das ações da Positivo com recomendação de Compra e preço-alvo de R$10,0/ação para final de 2020. A empresa é líder na fabricação de eletrônicos no Brasil com foco em consumidores de baixa renda. Na nossa visão as ações (i) oferecem exposição ao cenário de recuperação do consumo a múltiplos atrativos e (ii) podem se beneficiar de outras opcionalidades de crescimento, por meio das novas linhas de negócio da companhia e do potencial aumento das licitações públicas no setor de informática.

Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Congresso deve propor R$ 3,8 bi para o fundo eleitoral em 2020 em vez de R$ 2 bi
  2. PIB apresenta expansão de 1,2% a.a. no 3T19 e surpreende as expectativas

Internacional

  1. Petróleo: Estoques de petróleo dos EUA caíram 1,5 milhões de barris na semana passada

Empresas

  1. Positivo (POSI3): Iniciamos cobertura com recomendação de Compra
  2. Petrobras e BR Distribuidora (PETR4 e BRDT3): Petrobras prepara oferta secundária das ações da BR: Positivo para PETR4, Neutro para BRDT3
  3. Saneamento: Votação do novo marco do saneamento na Câmara deve ficar para próxima semana
  4. Distribuição de combustíveis: Dados da Plural de vendas de combustíveis em Outubro
  5. Seara segue em ritmo de expansão e apresenta nova linha de proteínas vegetais
  6. Preço da carne deve voltar ao normal em breve, diz Ministra da Agricultura
  7. Bancos: Fintech Geru alcançou a marca do bilhão em crédito concedido

Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Congresso deve propor R$ 3,8 bi para o fundo eleitoral em 2020 em vez de R$ 2 bi

  • Congresso vai propor R$ 3,8 bi para o fundo eleitoral em 2020 ante valor inicial proposto pelo governo de R$ 2 bi. O financiamento virá de receita adicional com dividendos de estatais. E ainda sobre o pleito do próximo ano, o TSE ontem liberou a coleta digital de assinaturas, mas condicionou a decisão à regulamentação do tema pela própria corte e ao desenvolvimento de solução digital, ambos sem previsão para ocorrer. Na prática, mesmo com a decisão, parece bastante difícil que o presidente Jair Bolsonaro consiga formalizar a criação do APB a tempo de disputar em 2020;
  • Após governo não cumprir promessas feitas a deputados e senadores e de Bolsonaro vetar parte da minirreforma eleitoral, o Congresso deve retaliar não aprovando crédito extra para ministérios em 2019. Com agenda apertada até o início do recesso, se solucionado o pagamento de emendas, parlamentares devem avançar com a apreciação do orçamento de 2020.

PIB apresenta expansão de 1,2% a.a. no 3T19 e surpreende as expectativas

  • O PIB do Brasil apresentou expansão de 0,6% t/t (3T19 / 2T19) e de 1,2% a/a (3T19 / 3T18) no 3º trimestre de 2019 (3T19), um pouco acima da nossa estimativa e da expectativa de mercado (0,4% t/t e 1,0% a/a em ambos os casos). A leitura dos dados foi muito positiva e revelou que vários setores performaram bem no 3T19;
  • Do lado da demanda, o principal destaque foi a recuperação dos investimentos no setor de construção e as importações de bens de capital. E do lado da oferta, os principais destaques foram a forte recuperação apresentada pela agricultura, mineração e construção civil;
  • Olhando para frente, os principais indicadores disponíveis até o momento (vendas de veículos, produção de papel e consumo de energia) sugerem que a atividade econômica continuará caminhando bem no 4T19, podendo ganhar mais tração. Diante desse cenário, revisamos a nossa projeção de crescimento do PIB em 2019 de 1,0% para 1,2%. Confira aqui mais detalhes sobre a análise do resultado.  

Internacional

Petróleo: Estoques de petróleo dos EUA caíram 1,5 milhões de barris na semana passada

  • Segundo o American Petroleum Institute (API) os estoques de petróleo dos EUA caíram -1,5 milhões de barris/dia (mbpd) na semana passada, ante o aumento de +1,3 mbpd da semana anterior;
  • O relatório oficial de fornecimento da Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) deve ser publicado hoje ao meio dia (horário de Brasília), com expectativas do mercado de uma queda de -1,734 milhões de barris nos estoques de petróleo nos EUA;
  • Nessa manhã de quarta-feira, a commodity continua operando em território positivo , com os preços do petróleo Brent em alta de +1,69% em US$61,85/barril.

Empresas

Positivo (POSI3): Iniciamos cobertura com recomendação de Compra

  • Iniciamos cobertura das ações da Positivo – POSI3 – com recomendação de Compra e preço-alvo de R$10,0/ação para final de 2020. A Positivo consolidou sua posição de liderança na fabricação de eletrônicos no Brasil, com foco em consumidores de baixa renda. Para referência, a companhia detém participação de 84% no mercado de computadores (PCs) abaixo de R$ 1.200;
  • Nossa visão positiva para a companhia se baseia em três pilares principais: (1) Melhora Macroeconômica: Exposição ao Cenário de Recuperação de Consumo; (2) Valor: Desconexão entre Múltiplos e Fundamentos; (3) Opcionalidades de Crescimento: Licitações Públicas e Novas Linhas de Negócio;
  • Nosso preço-alvo no final de 2020 de R$ 10,0 por ação deriva da combinação dos métodos de fluxo de caixa descontado e múltiplo, cada um deles com peso de 50%. (1) Fluxo de Caixa descontado (R$ 10,6 por ação) e (2) Múltiplos (R$ 9,4 por ação). Link para o relatório completo.

Petrobras e BR Distribuidora (PETR4 e BRDT3): Petrobras prepara oferta secundária das ações da BR: Positivo para PETR4, Neutro para BRDT3

  • Em entrevista ao Valor Econômico, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que a companhia está decidida a vender sua participação remanescente na BR Distribuidora no próximo ano. Em julho deste ano, a estatal privatizou sua subsidiária de distribuição de combustíveis ao vender 33,75% de suas ações e reduzir sua participação para 37,5%;
  • A operação se insere no plano de venda de ativos da Petrobras, por meio do qual a empresa planeja levantar cerca de US$20 a US$30 bilhões em recursos e que faz parte do Plano Estratégico de 2020 e 2024 (saiba mais detalhes no nosso relatório sobre o plano);
  • Castello Branco também defendeu a abertura do segmento de refino, e observou que a Petrobras deverá receber nos próximos dias ofertas vinculantes para o primeiro lote de quatro refinarias (RLAM, RNEST, REFAP e REVAP), além de uma oferta não vinculante para a refinaria REGAP, em Minas Gerais;
  • Do ponto de vista da Petrobras, vemos a iniciativa de desinvestir sua participação remanescente na BR Distribuidora como positiva, tendo em vista que é o ativo mais líquido que a empresa pode monetizar. Incluindo os 37,5% de participação remanescente na BR em nossas estimativas de plano de desinvestimentos, calculamos uma potencial geração de recursos entre US$22,8 e US$26,9 bilhões. Mantemos recomendação de compra com preços-alvo de R$36 e R$35 para PETR4 e PETR3, respectivamente;
  • Por outro lado, a venda da participação remanescente da Petrobras não altera nossa visão sobre as ações da BR Distribuidora, para a qual temos recomendação Neutra e preço-alvo de R$29/ação. Acreditamos que o ambiente mais competitivo do setor de distribuição de combustíveis (veja mais no nosso curta sobre os dados da Plural) deve continuar a impactar os resultados da companhia, que na nossa visão ainda precisa refinar mais seu posicionamento comercial.

Saneamento: Votação do novo marco do saneamento na Câmara deve ficar para próxima semana

  • Segundo o Broadcast, o relator do projeto de lei que redefine o marco regulatório do saneamento básico (PL 3261/2019), Geninho Zuliani (DEM-SP), e aliados mantinham a expectativa de a proposta ser apreciada ainda nesta terça-feira. No entanto, lideranças do Centrão apontaram que a falta de acordo sobre o mérito do texto acabaria minando esse plano. No fim, a reunião do plenário da Câmara ontem acabou cancelada;
  • O relator tentará uma última rodada de conversas com as bancadas entre hoje e amanhã para que o projeto possa ser votado nesta quarta-feira (4). O ponto de maior discussão no texto é a extensão dos contratos de programa. A oposição demanda ajustes que deem alguma sobrevida aos contratos de programa, que, com o novo marco, não poderão ser mais firmados. Caso os deputados não cheguem a um acordo sobre o texto, a ideia é que ele vá para votação na próxima semana;
  • A aprovação do PL 3261/2019 é determinante para as teses de investimento de Sabesp e Copasa, duas empresas cujas ações negociam com base em expectativas de privatização. Temos recomendação Neutra em Sabesp e Copasa, e de Compra na Sanepar.

Distribuição de combustíveis: Dados da Plural de vendas de combustíveis em Outubro

  • Ontem a Plural divulgou os dados de vendas de combustíveis de suas associadas no mês de Outubro. O destaque foi para a Raízen Combustíveis (co-controlada pela Cosan), que teve um aumento de 11% e 6,3% nas vendas de Diesel e Ciclo Otto (Gasolina + Etanol + GNV) respectivamente em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, a participação de mercado dos chamados ‘bandeiras branca’ segue na tendência de crescimento;
  • Do outro lado, a BR Distribuidora apresentou os piores resultados dentre as três maiores empresas, com uma queda no volume de vendas de Diesel (-3,8%) e vendas praticamente estáveis (+1,3%) no Ciclo Otto na comparação anual. A Ultrapar apresentou um pequeno crescimento de (+1,5%) em Diesel e (+2,6%) em Ciclo Otto;
  • Acreditamos que os resultados ilustram o ambiente ainda competitivo no setor, tendência que deve continuar mesmo em um cenário de recuperação macroeconômica. Este cenário ressalta ainda mais a necessidade de uma estratégia, pelo lado das empresas, de ganho de margem em um tradeoff entre volume e preço, bem como a proximidade com sua rede de postos de combustíveis. Nesse contexto, continuamos a preferir as ações da Cosan (recomendação de Compra) a Ultrapar e BR Distribuidora (ambas Neutras) tendo em vista seu melhor desempenho nesse ambiente mais competitivo.

Seara segue em ritmo de expansão e apresenta nova linha de proteínas vegetais

  • Segundo reportagem do Valor, na terça (04/12), a presidente da Seara, Joanita Karoleski, anunciou uma nova linha de proteínas vegetais. Batizada de “Incrível”, a linha contará com hambúrgueres, quibe e empanados com sabor de frango, mas feitos a partir de soja e ervilha;
  • Foi em parte por meio de inovações como essa que a Seara assumiu a liderança do mercado de alimentos congelados, com 22,5% de participação;
  • A BRF, que recentemente perdeu participação de mercado, pretende lançar uma linha de proteínas vegetais ainda em 2020.

Preço da carne deve voltar ao normal em breve, diz Ministra da Agricultura

  • Conforme reportagem do Valor, o preço da carne deve se normalizar em breve, segundo afirmação da Ministra Tereza Cristina em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina;
  • Além disso, ela afirmou que “vamos continuar tendo o melhor produto nas nossas mesas e ainda podemos mandar para o resto do mundo.”;
  • A alta nos preços em novembro se deveu à demanda chinesa bastante aquecida, somada a uma conjuntura de seca e falta de pasto.

Bancos: Fintech Geru alcançou a marca do bilhão em crédito concedido

  • Geru, a fintech criada por Sandro Reis 4 anos atrás, alcançou a marca de R$ 1 bilhão em créditos concedidos;
  • O crédito, que não é não colateralizado, possui concessões que variam de R$ 2 a R$ 50 mil e é securitizado para investidores. Ou seja, o modelo de negócios da fintech consiste basicamente em ganhar receita de serviços pela securitização e gerenciamento do crédito;
  • Nossa visão é de que fintechs não serão capazes de atingir o negócio de crédito dos bancos incumbentes no curto prazo. Como fundamentos, temos o fato de que essa concessão de R$ 1 bilhão é virtualmente inexistente quando comparado ao saldo de R$ 3,4 trilhões de crédito no Sistema Financeiro Nacional.

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