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XP Morning Call 11/04/2019: Articulação da previdência e conferência da XP em Nova York em destaque

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Conferência XP

  1. Feedback da Conferência “Brazil: First 100 Days” – O Brasil do Futuro 

Brasil

  1. Política Brasil: Bolsonaro assume articulação da reforma; Discussão sobre Capitalização
  2. IPCA sobe em março, mas permanece em patamar moderado

Internacional

  1. Ata do Banco Central Americano (FED): Tom suave mantido; Banco Central Europeu mantém taxas inalteradas
  2. EUA e China concordam com a abertura de escritórios de fiscalização
  3. Brexit: Postergado para 31 de outubro

Empresas

  1. Engie Brasil (EGIE3): TAG, a porta de entrada para o futuro da energia no Brasil
  2. B2W (BTOW3): Confirma interesse em Netshoes

COE News

  1. Disney está próxima de anunciar sua nova plataforma de streaming

Resumo

Articulação da previdência e conferência da XP em Nova York em destaque

Os mercados globais nessa quarta-feira operam sem direção única, com queda de -1,5% na China, enquanto bolsas europeias e futuros do S&P operam em leve alta de +0,2%. Após forte alta de +1,6% dos preços de petróleo ontem com base em dados de menor produção de petróleo da OPEP, a commodity opera com leve queda em movimento de realização.
 
A divulgação da ata do Fed (Banco Central americano) ontem foi ponto de destaque, com maior sinalização de dirigentes de que não precisarão mudar a taxa de juros americana neste ano. De acordo com o documento, os membros do BC americano veem poucas razões para continuar a elevar os juros, tendo em vista os maiores riscos à economia dos EUA frente à desaceleração global e às leituras fracas de inflação.
 
Quanto às negociações comerciais entre EUA e China, o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, disse nesta quarta-feira, em entrevista à CNBC, que ambos os lados chegaram a um entendimento quanto ao “mecanismo” que vai assegurar o cumprimento do acordo comercial em negociação. Sobre o Brexit, líderes da União Europeia concordaram em adiá-lo até dia 31 de outubro, com o objetivo de permitir que a primeira-ministra britânica, Theresa May, trabalhe por um acordo de divórcio no Parlamento do Reino Unido.  
 
No noticiário doméstico, o governo Bolsonaro chega aos 100 dias de governo, e o destaque fica para a decisão do presidente de assumir a articulação para aprovar a reforma da previdência ainda no primeiro semestre desse ano. Cientes de que a votação do parecer na CCJ poderia atrasar, governistas adiantaram em um dia o início das discussões sobre a matéria. No entanto, a oposição e partidos de centro se uniram para pedir que a PEC sobre as emendas impositivas de bancadas passe na frente, algo que pode atrasar toda a agenda em uma semana. Além disso, frente a resistência dos parlamentares à proposta inicial para o regime de capitalização, a equipe econômica pode incluir a contribuição dos patrões para o novo sistema.
 
Também destacamos a nossa Conferência XP “Brazil: First 100 Days” em Nova York, conectando autoridades chave do novo governo brasileiro, o alto escalão do empresariado e investidores institucionais, tanto locais, quanto estrangeiros. Paulo Guedes, Roberto Campos Neto, Joaquim Levy, Mansueto Almeida, Pedro Guimarães, Carlos Brito e Guilherme Benchimol foram alguns dos palestrantes do primeiro dia da conferência. O ambiente foi de otimismo, com mensagens de avanço na frente macroeconômica e na agenda de reformas e com expectativas altas em relação ao potencial de crescimento e defesa de temas como a reforma da previdência e a tributária, privatizações e um estado mais enxuto e menor.
 
No campo das empresas, destacamos a atualização das nossas estimativas da Engie Brasil com a incorporação de 29,25% de participação da TAG. Apesar de ainda acreditarmos que as ações estão precificadas sob nosso preço-alvo atualizado de R$43, notamos que o investimento na TAG pode ser o começo de um grande ciclo de investimentos na cadeia de gás natural, seja em distribuição de gás natural canalizado, seja em usinas térmicas abastecidas com a commodity.
 
Em comunicado a mercado, a B2W confirmou que está analisando eventual aquisição da Netshoes, sendo assessorada pelo BTG Pactual, mas ainda não há qualquer decisão sobre uma eventual aquisição de ações. Segundo a B2W, a empresa avalia constantemente oportunidades de negócios, tendo o cliente sempre no centro de sua estratégia. A compra de outras empresas, em um momento de foco em geração de caixa nas operações atuais, pode elevar a preocupação de investidores mas mais detalhes são necessários para a análise de sinergias entre as empresas e potenciais ganhos para B2W.


Conteúdo na íntegra

Conferência XP

Feedback da Conferência “Brazil: First 100 Days” – O Brasil do Futuro

  • Realizamos ontem a nossa Conferência XP “Brazil: First 100 Days” em Nova York, conectando autoridades chave do novo governo brasileiro, o alto escalão do empresariado e investidores institucionais, tanto locais, quanto estrangeiros. Paulo Guedes, Roberto Campos Neto, Joaquim Levy, Mansueto Almeida, Pedro Guimarães, Carlos Brito e Guilherme Benchimol foram alguns dos palestrantes do primeiro dia da conferência;
  • O ambiente foi de otimismo, com mensagens de avanço na frente macroeconômica e na agenda de reformas e com expectativas altas em relação ao potencial de crescimento. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto defendeu a independência do BC. Segundo ele, o governo vai enviar um novo projeto sobre o tema. O ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre uma nova postura em negociações comerciais do Brasil. “Quem não abrir o mercado para nós, vamos abandonar”, disse. E o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, falou sobre a necessidade de medidas adicionais para garantir o cumprimento do teto de gastos;
  • A reforma da previdência e a tributária, privatizações, um estado mais enxuto e menor, a tecnologia e a educação como motor de crescimento e produtividade, assim como inclusão no sistema financeiro foram alguns dos principais temas abordados. Por favor, clique no link para o relatório completo com feedback detalhado para cada um dos painéis.
     

Brasil

Política Brasil: Bolsonaro assume articulação da reforma; Discussão sobre Capitalização

  • Após encontros com partidos, Bolsonaro decide assumir a articulação para aprovação da previdência no primeiro semestre. Cientes de que a votação do parecer na CCJ, primeiro passo da reforma no Congresso, poderia atrasar, governistas adiantaram em um dia o início das discussões sobre a matéria. No entanto, a oposição e partidos de centro se uniram para pedir que a PEC sobre as emendas impositivas de bancada passe na frente, algo que pode atrasar toda a agenda em uma semana;
  • Frente a resistência dos parlamentares à proposta inicial para o regime de capitalização, a equipe econômica pode incluir a contribuição dos patrões para o novo sistema. E em busca de apoio popular à reforma, Guedes e Moro se encontraram com celebridades e empresários para convencê-los a apoiar o projeto. 

IPCA sobe em março, mas permanece em patamar moderado

  • O IPCA de março apresentou alta de 0,75%, superando as expectativas do Banco Central (0,55%). Esta foi a maior taxa para um mês de março desde 2015;
  • Os principais responsáveis pela alta foram os grupos de alimentação, artigos de residência, vestuário e transportes. O setor de comunicação foi o único que apresentou deflação em março (-0,22%);
  • O resultado evidenciou a combinação de duas realidades distintas: de um lado, itens dependentes da atividade econômica com evolução moderada e, do outro, itens sendo desfavorecidos por choques de oferta, como foi o caso de alguns alimentos e combustíveis. Apesar da alta, entretanto, as expectativas são de que a trajetória do IPCA continue compatível com o cumprimento das metas de inflação.

Internacional

Ata do Banco Central Americano (FED): Tom suave mantido; Banco Central Europeu mantém taxas inalteradas

  • Em ata publicada ontem, o Banco Central Americano (FED) manteve tom mais suave, sinalizando que não deverá alterar a taxa de juros esse ano. Os membros do FED veem poucas razões para elevar os juros, considerando os maiores riscos à economia dos EUA devido à desaceleração global e às leituras fracas de inflação;
  • O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) informou baixa taxa de desemprego (~3,8%) junto a um saudável crescimento de empregos tornando sustentável manter a taxa de juros dos títulos federais por volta de 2,25% a 2,50%, com espaço ainda para promover a geração de mais empregos pela frente com estimativa de expansão da atividade econômica;
  • Resultados apresentaram alta resistência frente à desaceleração econômica global. Contudo, o país é considerado o foco do desenvolvimento financeiro e da economia global, portanto espera-se movimentos cautelosos e paciência nos ajustes das taxas de juros em razão de atingir sua expectativa de inflação (~2%) e a fomentação do emprego;
  • Na Europa, em comunicado divulgado após a reunião de política monetária de ontem, o Banco Central Europeu decidiu manter as taxas de juros inalteradas e reiterou que pretende manter os juros nos níveis atuais.

EUA e China concordam com a abertura de escritórios de fiscalização

  • De acordo com o secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, EUA e China concordaram em abrir “escritórios de fiscalização” como uma maneira de garantir que cada lado cumpra os termos de um acordo comercial que ainda está em negociação;
  • Os esboços do acordo comercial que estão em discussão dariam a Pequim até 2025 para cumprir compromissos como permitir que empresas americanas possuíssem subsidiárias na China, disseram pessoas a par das negociações;
  • ​Negociadores ainda estão trabalhando nos detalhes e discutindo quando Trump e o líder chinês Xi Jinping poderiam se sentar para assinar o acordo. Apesar de elogiar a ideia de uma cúpula há um mês, Trump disse na semana passada que não há garantias de que os dois se encontrarão.

​Brexit: Postergado para 31 de outubro

  • De acordo com o The Guardian, o Reino Unido permanecerá como um estado membro da UE até 31 de outubro, com a opção de sair mais cedo se a Theresa May conseguir o apoio do Parlamento ao seu acordo para o Brexit;
  • Após um debate de seis horas entre os líderes da UE, foi oferecido a May uma extensão maior do que o esperado. Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, pediu ao Reino Unido que “não desperdice este tempo”;
  • Apesar do tempo adicional e da saída sem acordo ter sido evitada, ainda não há visibilidade de como o impasse do Brexit será resolvido e em quais condições.

Empresas

Engie Brasil (EGIE3): TAG, a porta de entrada para o futuro da energia no Brasil

  • Em 5 de abril, a Engie Brasil anunciou a conclusão da aquisição da empresa de transporte de gás natural TAG (Transportadora Associada de Gás), que engloba 4.500 km de gasodutos nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Incorporamos o novo ativo em nossas estimativas e atualizamos nosso preço alvo de EGIE3 para R$43/ação, ao passo que mantemos a recomendação Neutra;
  • Estimamos (1) uma taxa de retorno real de 9.5% para a aquisição e (2) um ganho de +R$1,30 / ação para a Engie a partir da transação. Apesar de acreditarmos que os ganhos com a TAG já estão precificados na EGIE3, acreditamos que a aquisição possa anunciar o início de um novo ciclo de investimentos para a empresa no setor de gás natural, seja em gasodutos adicionais, distribuidores de gás natural ou termelétricas a gás;
  • Por um lado, identificamos 8 distribuidores dentro da rede da TAG no Nordeste, com uma rede total de 2.950 km e estimamos um mercado de R$ 1,4 bilhão. Por outro lado, se a Engie decidir desenvolver uma usina termelétrica a gás natural abastecida pela nova rede de gasodutos, estimamos custos marginais entre R$ 270-290/MWh, o que vemos como positivo parta o setor elétrico como um todo dados os elevados preços de energia (superando R$500/MWh) em face da menor incidência de chuvas.
     

B2W (BTOW3): Confirma interesse em Netshoes

  • Em comunicado a mercado, a B2W confirmou que está analisando eventual aquisição da Netshoes, sendo assessorada pelo BTG Pactual. Segundo a companhia, não há, até o momento, qualquer decisão sobre uma eventual aquisição de ações, tampouco qualquer documento vinculante relativo às informações divulgadas pela imprensa, ou sobre termos ou tempo aplicáveis;
  • De acordo com notícias, a Netshoes busca um comprador há tempos e é considerada uma operação complicada pelo mercado. Com capital aberto nos EUA, as ações da empresa tem sido pressionadas. A Netshoes abriu seu capital em abril de 2017, a US$ 14,50/ação. Logo depois, viu seus papéis subirem e chegou a valer US$ 24,50. De lá para cá, entrou em um ciclo negativo e hoje cada ação é negociada a pouco mais de US$ 2. O valor de mercado atual da companhia é de US$ 68 milhões;
  • Segundo a B2W, a empresa avalia constantemente oportunidades de negócio em diferentes verticais, com o objetivo de aprimorar e ampliar os produtos e serviços disponibilizados em sua plataforma digital, tendo o cliente sempre no centro de sua estratégia. A compra de outras empresas, em um momento de foco em geração de caixa nas operações atuais pode elevar a preocupação de investidores mas mais detalhes são necessários para a análise de sinergias entre as empresas e potenciais ganhos para B2W.

COE News

Disney está próxima de anunciar sua nova plataforma de streaming

  • Dirigentes da empresa anunciaram detalhes sobre seu canal de streaming “Disney+” que trará novidades além de suas franquias mais populares como Star Wars e High School Musical. A decisão indica que grande parte do conteúdo próprio deixará de ser transmitido em outras plataformas como Netflix;
  • A recente finalização do processo de aquisição dos canais 21st Century Fox, por US$ 71,3bi, ajuda a turbinar o portfólio de conteúdo a ser distribuído pela nova plataforma;
  • Robert Iger informou que sua prioridade “número 1” é o lançamento da nova plataforma. A gigante do mundo da mídia e entretenimento segue focada em impulsionar a distribuição de conteúdo próprio via o “Disney+”, alinhado à sinergia de outros negócios como ingresso nos parques temáticos, venda de brinquedos e bilheteria no cinema
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