Mercados internacionais aguardam com cautela os resultados corporativos do 1T20

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA 1,37% | 79.918 Pontos

CÂMBIO 0,73% | 5,16/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa subiu 1,4% ontem, aos 79.918 pontos, mas nesta manhã, mercados internacionais voltam a cair. Futuros do S&P 500 nos EUA e bolsas na Europa caem 1,8%, com posicionamento mais cauteloso antes dos resultados do 1T20. Mercados asiáticos também fecharam em queda; China -0,7%, Hong Kong -1,2% e Japão -0,5%.

Hoje, para continuar combatendo os efeitos do coronavírus sobre a economia, o Banco Central da China decidiu reduzir a taxa de juros de um ano de sua linha de crédito de médio prazo, de 3,15% para 2,95% e injetar 100 bilhões de yuans (US$ 14,19 bi) em liquidez no sistema financeiro do país.

O governo dos EUA passará a pagar praticamente o dobro pelos testes de coronavírus para incentivar os laboratórios a contratar mais técnicos e então operar mais próximo da sua capacidade. Semana passada, a conselheira do departamento de saúde da Casa Branca disse que os laboratórios estariam operando abaixo de 10% de sua capacidade devido à escassez de profissionais especializados.

O presidente Trump falou ontem que os planos de reabertura da economia devem ser anunciados em breve e devem ser implementados antes de 1 de maio. Na Europa, a Alemanha deve anunciar a extensão da quarentena pelo menos até 3 de maio. O prazo inicial expira no próximo dia 19.

Na agenda de indicadores e eventos internacionais, os destaques de hoje serão a divulgação da produção industrial de março dos Estados Unidos, às 10h15, e do Livro Bege (relatório sobre a situação econômica do país), às 15h.

No Brasil, em sessão remota realizada ontem, a Câmara aprovou a medida provisória do Contrato Verde Amarelo, programa criado pelo governo para estimular a contratação de jovens de 18 a 29 anos. A medida vence na próxima segunda-feira (20 de abril) e, até lá, ainda precisa ser aprovada pelo Senado para seguir para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O Senado tenta votar hoje a PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central. Embora haja maioria para aprovar a medida, deve haver discussão sobre tentativa do MDB de retirar as debêntures não conversíveis da relação de ativos que poderão ser negociados pelo BC. Como foi alterado em relação ao aprovado pelos deputados, o texto precisará passar por novas votações na Câmara.

O governo apresentou ontem um projeto alternativo ao texto votado pela Câmara para socorro aos estados e municípios. A principal diferença é que ele oferece um valor fixo de auxílio, enquanto os deputados atrelaram o montante à queda na arrecadação com ICMS e ISS – também há mudanças na divisão desses recursos. Ainda não há definição se o governo enviará novos projetos ao Congresso ou se tentará fazer as alterações no Senado.

A relação entre Luiz Mandetta e Jair Bolsonaro segue desgastada. O ministro deve tentar escapar dos holofotes nos próximos dias, mas, segundo o noticiário, aliados tratam a saída como algo próximo.

Do lado das empresas, participamos ontem de uma teleconferência com a administração da Porto Seguro para falar sobre a operação e as reações da seguradora frente à pandemia do coronavírus. Nossa visão é de que o encontro foi positivo e, como principais pontos, destacamos: i) auxílio aos corretores, com medidas para ajudar na renovação de contratos, mudanças na precificação e estrutura digital para trabalho; ii) bons dados de rolagem de dívida por taxas menores do que as praticadas pelo mercado; iii) ganhos de eficiência/redução de gastos; e iv) bons resultados de investimentos. Por fim, acreditamos que a posição financeira e a agilidade da seguradora a posicionem para fortalecer sua competitividade principalmente no setor automotivo no pós-crise.

Tópicos do dia

Coronavírus

Tempos de guerra – revisando o target da Bolsa
Revisão setorial: Novas estimativas e Preços alvo
Varejo e o COVID-19 – Parte 2: Tendências no Brasil e no Mundo
IPCA de março esboça os primeiros efeitos do coronavírus sobre a economia brasileira
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil

Para ler mais conteúdos, clique aqui.

Brasil

  1. Política Brasil: Senado deve votar hoje a PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central
  2. MP do programa Verde e Amarelo é aprovada na Câmara

Internacional

  1. Política Internacional: Donald Trump interromperá repasses à OMS
  2. Petróleo: Queda de preços por receios de sobreoferta

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Gol (GOLL4): Acordo de compensação com a Boeing
  2. Porto Seguro (PSSA3): Conversa com CFO sobre impactos do COVID-19
  3. Frigoríficos (JBSS3, MRFG3, BRFS3): Marfrig fecha planta nos EUA; no Brasil, contaminação ainda é baixa nos frigoríficos
  4. Setor Elétrico: Governo pretende regulamentar financiamento para distribuidoras
  5. Banco do Brasil (BBAS3) e Seguradoras: empresas e seguradoras pedem para trocar depósito judicial por seguro

Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Senado deve votar hoje a PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central

  • O Senado tenta votar hoje a PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central. Embora haja maioria para aprovar a medida, deve haver discussão sobre tentativa do MDB de retirar as debêntures não conversíveis da relação de ativos que poderão ser negociados pelo BC. Como foi alterado em relação ao aprovado pelos deputados, o texto precisará passar por novas votações na Câmara;
  • O governo apresentou ontem um projeto alternativo ao texto votado pela Câmara para socorro aos estados e municípios. A principal diferença é que ele oferece um valor fixo de auxílio, enquanto os deputados atrelaram o montante à queda na arrecadação com ICMS e ISS – também há mudanças na divisão desses recursos. Ainda não há definição se o governo enviará novos projetos ao Congresso ou se tentará fazer as alterações no Senado;
  • A relação entre Luiz Mandetta e Jair Bolsonaro segue desgastada. O ministro deve tentar escapar dos holofotes nos próximos dias, mas, segundo o noticiário, aliados tratam a saída como algo próximo. 

MP do programa Verde e Amarelo é aprovada na Câmara

  • Em sessão remota realizada ontem, a Câmara aprovou a medida provisória do Contrato Verde Amarelo, programa criado pelo governo para estimular a contratação de jovens de 18 a 29 anos;
  • Os deputados aprovaram uma versão diferente da proposta original do governo. A contribuição ao FGTS, por exemplo, foi mantida em 8%, e não em 2%, como previa o texto original. Além disso, a indenização paga ao trabalhador em caso de rescisão contratual será de 30% do saldo da conta vinculada do FGTS, e não 20% como previsto anteriormente;
  • A medida vence na próxima segunda-feira (20 de abril) e, até lá, ainda precisa ser aprovada pelo Senado para seguir para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Internacional

Política Internacional: Donald Trump interromperá repasses à OMS

  • Nos EUA, o presidente Donald Trump confirmou que interromperá repasses à OMS, sugerindo que o organismo fez má administração da pandemia e tinha viés favorável a China, a quem acusou de ser responsável pelo crise de sanitária;
  • Na corrida eleitoral do país, democratas se unem para apoiar Joe Biden. Após receber apoio de Bernie Sanders, principal figura da ala progressista do partido, o ex-vice-presidente recebeu apoio de Barack Obama, que tinha evitado fazer pronunciamentos explícitos até o momento. Em vídeo de 12 minutos, o ex-presidente pediu que os liberais se unam, destacou as qualidades porque considera Biden o melhor candidato à presidência e fez aceno à campanha de Sanders. 

Petróleo: Queda de preços por receios de sobreoferta

  • Os preços de petróleo operam em queda na manhã desta quarta, com brent recuando cerca de -4%, aos US$28,08/barril e o WTI caindo -3%, aos US$19,51/barril. O movimento acompanha a tendência de queda nos mercados globais e receios de sobreoferta da commodity, apesar dos recentemente anunciados acordos da OPEP+ para se reduzir a produção;
  • Segundo a Reuters, apesar do acordo de redução de produção da OPEP+ de 9,7 milhões de barris por dia (mbpd), e expectativas de que outros países como EUA e Canadá contribuam com reduções adicionais com o tempo, tais não seriam suficientes para mitigar os efeitos de uma queda de demanda estimada em cerca de 15 a 22 mbpd em abril de 2020, elevando receios de uma exaustão da capacidade global de estocagem da commodity;
  • Além disso, o mercado monitora eventuais movimentações da Texas Railroad Commission, que tem poder de limitar a produção de petróleo do estado americano que é o maior produtor atualmente (pois abriga a produção de petróleo de xisto). Dois de três membros da Comissão precisam votar favoravelmente para que se determinem cortes de produção no estado, proposta defendida por produtores menores e criticada por grandes companhias, que defendem que o mercado se ajuste;
  • Além disso, hoje serão divulgados os dados de estoques da Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA). O mercado estima um aumento de 11,676 milhões de barris, que se comparam aos 15,177 divulgados na semana anterior. Os dados de estoque podem continuar a surpreender negativamente (ou seja, vindo acima do esperado) dado o intervalo de tempo para que cortes de produção produzam frutos e a demanda ainda deprimida por conta da quarentena em curso.

Empresas

Gol (GOLL4): Acordo de compensação com a Boeing

  • A Gol anunciou ontem que chegou a um acordo com a Boeing com relação ao 737 MAX. O acordo compreende uma compensação em dinheiro e alterações em pedidos futuros, o que consiste no cancelamento de 34 pedidos. Dessa forma, a Gol reduziu os pedidos firmes remanescentes de aeronaves 737 MAX de 129 para 95;
  • Apesar de os detalhes do acordo não serem públicos, o cancelamento de uma parte dos pedidos deverá permitir à companhia maior flexibilidade para ajustar sua capacidade à demanda reduzida. Além disso, o recebimento de uma compensação em caixa em um momento de busca por maior liquidez poderá prover um conforto adicional para a Gol.   

Porto Seguro (PSSA3): Conversa com CFO sobre impactos do COVID-19

  • Tivemos ontem uma teleconferência com executivos da seguradora Porto Seguro para tratarmos de como está a operação da mesma, bem como reações aos impactos do COVID-19;
  • Nossa visão é de que o encontro foi positivo e, como principais pontos, destacamos: i) auxílio aos corretores, com medidas para ajudar na renovação de contratos, mudanças na precificação e estrutura digital para trabalho; ii) bons dados de rolagem de dívida por taxas menores do que as praticadas pelo mercado; iii) ganhos de eficiência/redução de gastos; e iv) bons resultados de investimentos;
  • Por fim, acreditamos que a posição financeira e a agilidade da seguradora a posicionem para fortalecer sua competitividade principalmente no setor automotivo no pós crise. Clique aqui para acessar nosso relatório completo.

Frigoríficos (JBSS3, MRFG3, BRFS3): Marfrig fecha planta nos EUA; no Brasil, contaminação ainda é baixa nos frigoríficos

  • Segundo o Valor Econômico, a National Beef, empresa americana de carne bovina controlada pela Marfrig, anunciou que o planta de Tama, no estado americano do Iowa, ficaria fechado até 20 de abril, para a limpeza de todas as áreas diante do registro de alguns casos de coronavírus entre funcionários;
  • Trata-se da menor planta da empresa, com capacidade de abate de 1.100 cabeças de gado por dia, representando cerca 8% da capacidade da National Beef. A empresa reiterou que segue operando normalmente nas demais plantas;
  • No caso brasileiro, até agora é baixo o número de funcionários de frigoríficos que foram infectados pelo coronavírus. A confirmação dos primeiros casos entre trabalhadores no Brasil levantou preocupações sobre o risco de o país rumar para um quadro crítico como o dos Estados Unidos;
  • Por enquanto, só três casos foram registrados em um frigorífico da JBS em Santa Catarina, além de seis funcionários da BRF. Adicionalmente, o Ministério Público do Trabalho informou que recebeu denúncias de contágio em trabalhadores de plantas do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Goiás;
  • O diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, minimizou o risco de fechamento de plantas. “Não vejo risco de parar porque as empresas tem trabalhado com prevenção e estão cumprindo a risca esse protocolo, com desinfecção reforçada”, sustentou. Mantemos nossa recomendação de Compra para JBS, Marfrig e BRF.

Setor Elétrico: Governo pretende regulamentar financiamento para distribuidoras

  • Segundo o Estadão, o governo está preparando decreto que regulamenta a Medida Provisória 950, que isentou consumidores de baixa renda de pagarem a conta de luz e possibilitou que distribuidoras tomassem um novo financiamento para fazer frente à crise desencadeada pelo Coronavírus;
  • No texto, o financiamento é denominado “Conta-Covid”, e cobrirá itens como: taxas de uso de rede, pagamento da tarifa de Itaipu, cotas da Conta de Desenvolvimento Energético, exposição involuntária das distribuidoras, reajustes que foram postergados por 90 dias e outros. O modelo é semelhante ao da Conta ACR de 2014 e 2015, que cobriu custos das distribuidoras com compras de energia no mercado de curto prazo a preços elevados. O empréstimo foi repassado às tarifas de consumidores regulados e, entre 2015 e 2019 levou a um aumento de contas de luz de 6% ao ano par ser quitado;
  • Desta vez, o financiamento a ser contratado seria arcado não só por consumidores do mercado regulado, mas também sobre tarifas de transmissão, que recai sobre consumidores do mercado livre. O pagamento se dará em cinco anos, e a cifra total estimada gira em torno de R$15 a R$17 bilhões. Além disso, o decreto prevê a possibilidade de reequilíbrio econômico dos contratos de concessão das distribuidoras caso o empréstimo não seja o suficiente para cobrir as despesas adicionais;
  • Apesar de ser uma sinalização positiva, acreditamos que as medidas a serem apresentadas servirão para endereçar os problemas de curto prazo das distribuidoras como inadimplência exacerbada e sobrecontratação, mas não conseguirão solucionar questões como queda estrutural da demanda, aumento de perdas não-técnicas (ou furto) de energia e inadimplência estruturalmente maior com a deterioração da economia.

Banco do Brasil (BBAS3) e Seguradoras: empresas e seguradoras pedem para trocar depósito judicial por seguro

  • De acordo com a mídia, seguradoras e empresas querem trocar o depósito judicial por um seguro;
  • Empresas hoje são obrigadas a realizar depósito judicial enquanto recorrem de decisões judiciais. Ou seja, ganhando ou não, o recurso de uma empresa fica parado com baixa remuneração durante o processo. A ideia é apresentar um seguro para o fórum no local do depósito e assim livrar a empresa do efeito caixa do depósito. Este depósito, por sua vez, serve como captação para bancos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal;
  • A medida afeta principalmente o Banco do Brasil, que tem 13% de sua captação (R$ 154 bilhões) vinda de depósitos judiciais a um valor historicamente abaixo do CDI. A medida seria especialmente negativa para o BBAS uma vez que o banco acaba de negociar um custo menor para depósitos judiciais, o que deveria reduzir cerca de aproximadamente R$ 700 milhões de custo de captação em 2020, tudo mais constante.
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