Mercados em alta e decisão inesperada do Copom são os destaques do dia

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA -0,51% | 79.063 Pontos

CÂMBIO -2,43% | 5,71/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em queda de 0,5% ontem, aos 79.063 pontos, recuperando ao longo do dia após chegar a cair aos 78,056 pontos logo no início do pregão. A cotação do dólar fez novas máximas, fechando a 5,71, com valorização de 2,43% frente à moeda brasileira, dado a expectativa de cortes adicionais na taxa de juros no Brasil e preocupações com gastos fiscais aumentando.

Hoje, os mercados amanhecem em alta, com índices na Europa subindo 0,8% e o índice do futuro do S&P 500 em alta de 1,5%, seguindo notícias de que a China e os EUA voltarão a se encontrar na próxima semana para retomar as negociações. Essa notícia ajudou a acalmar os mercados, depois da recente escalada das tensões entre os países, devido às acusações sobre a origem do vírus do COVID-19.

O Petróleo segue em alta, e o contrato do WTI americano sobre 1,1% cotado a US$24/barril e o petróleo Brent sobe +0,7%, negociado a US$29,9/barril. O Ouro sobe +0,3%, cotado a US$1,691/onça.

No Brasil, a decisão do COPOM de cortar a taxa base Selic em 75 pontos-base, chegando a 3,0% a.a., foi acima do esperado pelo mercado de um corte de 50 pontos-base. Além disso, o BC deixou a porta aberta para um novo corte na próxima reunião de junho, mas não mais que o corte atual. Com isso, estimamos que o BC deva cortar a taxa Selic novamente em 75 pontos-base na próxima reunião, e parar o ciclo de corte com a taxa chegando a 2,25%. Segundo o comunicado da reunião, dois diretores do BC chegaram a discutir fazer todo o corte já nessa reunião de ontem, ou seja, um corte de 1,5%, porém o comitê decidiu por fazê-lo gradualmente.

Para a Bolsa, cortes de juros da Selic devem seguir suportando investimentos em renda variável. Hoje, o estoque de todos os títulos de renda fixa no Brasil é de quase R$ 7 trilhões, incluindo quase R$ 900 bilhões investidos na poupança. Já o rendimento dos dividendos do Ibovespa (dividend yield – %), se encontra projetado em 4,5%, acima da Selic em 3%.

Porém, a curva de juros futuros é até mais relevante para as empresas do que os juros de curto prazo. Dado o cenário de aversão a risco, os juros de longo prazo já subiram acima de 7% a.a. Controlar a expectativa de juros futuros é tão ou mais importante para o BC neste momento. Além de impactar o custo de dívida e financiamento das empresas, os juros de longo prazo em patamar alto acabam por aumentar a taxa de desconto que usamos para projetar os fluxos de caixa das companhias, reduzindo os preços-alvo das ações.

No campo político, o Senado concluiu ontem a votação do plano de socorro aos estados e municípios, que prevê o repasse direto de R$ 60 bilhões e a suspensão do pagamento de dívidas. O texto final acabou flexibilizando a principal contrapartida exigida: a restrição de reajustes a servidores públicos. A mudança expôs divergências entre a Presidência e o time econômico liderado por Paulo Guedes. O projeto segue para sanção de Jair Bolsonaro.

Também ontem, deputados concluíram a votação da PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central, que permite à instituição participar do mercado secundário de títulos públicos e privados. O Congresso faz sessão de promulgação às 15h. Além disso, jornais noticiam as primeiras nomeações feitas por Bolsonaro para que indicados pelos partidos do conhecido “centrão” ocupem cargos em seu governo.

Do lado corporativo, a Ambev reportou resultado consolidado no 1T20 melhor do que o esperado, mas os volumes de cerveja no Brasil caíram 11,5% A/A, mais que nossas estimativas de -8,5% e o consenso -10%. Segundo a Ambev, o impacto total da pandemia de COVID-19 nos resultados futuros permanece muito incerto, mas o impacto nos resultados do 2T20 será substancialmente pior do que no 1T20. Em Abril, os volumes consolidados caíram 27%. Mantemos nossa recomendação Neutra e esperamos que as ações permaneçam pressionadas no curto prazo.

Por fim, a AES Tietê divulgou fortes resultados no 1T20, com EBITDA ajustado acima das nossas expectativas e uma distribuição de 118% do lucro como dividendos (dividend yield de 1,55%). Esperamos uma reação positiva e mantemos recomendação de Compra.

Tópicos do dia

Coronavírus

Tempos de guerra – revisando o target da Bolsa
IPCA de março esboça os primeiros efeitos do coronavírus sobre a economia brasileira
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil

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Agenda de resultados

Ambev (ABEV3): Antes da abertura
Banco do Brasil (BBAS3): Antes da abertura
BMG (BMGB4): Após o fechamento
B2W (BTOW3): Após o fechamento
CCP (CCPR3): Após o fechamento
Sanepar (SAPR11): Após o fechamento
Temporada de resultados 1° tri 2020: o que esperar?
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Brasil

  1. Banco Central do Brasil reduz Selic para 3,00% ao ano e surpreende as expectativas
  2. BNDES pretende utilizar maquininhas de cartão, fintechs e marketplaces para conceder empréstimos

Internacional

  1. Política Internacional: EUA estuda impor medidas econômicas contra China
  2. Petróleo continua tendência de alta por melhor balanço de oferta e demanda

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Ambev (ABEV3): Primeiros impactos do coronavírus nos resultados; Volume de cerveja no Brasil cai 11,5% A/A
  2. Ambev (ABEV3): Resultados da ABI em linha com o consenso
  3. AES Tietê (TIET11): Forte desempenho no 1T20, com distribuição máxima de dividendos: Mantemos Compra
  4. Companhias Aéreas (AZUL4, GOLL4): Mídia local fala sobre o pacote do BNDES

Veja todos os detalhes

Brasil

Banco Central do Brasil reduz Selic para 3,00% ao ano e surpreende as expectativas

  • O Banco Central do Brasil decidiu reduzir a taxa Selic em 0,75 ponto percentual para a sua nova mínima histórica de 3,00% ao ano. O corte surpreendeu tanto a nossa expectativa quanto as expectativas de mercado coletadas pela Bloomberg, que apostavam em um corte de 0,50 ponto percentual;
  • No comunicado emitido logo após a reunião, o BC mencionou que a conjuntura econômica prescreve um “estímulo monetário extraordinariamente elevado” e que “o Comitê considera um último ajuste, não maior do que o atual, para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19”. Tanto esses quanto outros comentários feitos no comunicado nos levam a acreditar que o próximo movimento deve ser de um novo corte, entre 50 e 75bps;
  • Dado o cenário de forte contração da atividade econômica e considerável deflação nas próximas leituras do IPCA, ambos com risco de surpresas ainda mais negativas, o nosso entendimento é de que o Copom deverá reduzir a Selic para 2,25% na próxima reunião. Apesar de o Comitê sinalizar que o próximo corte deva ser o último, reconhecemos a razoável possibilidade de que estímulos adicionais sejam considerados dada a complexidade do cenário, reforçando que os riscos fiscais terão maior peso nas próximas decisões.

BNDES pretende utilizar maquininhas de cartão, fintechs e marketplaces para conceder empréstimos

  • Para dar continuidade ao enfrentamento dos efeitos do novo coronavírus na economia, o BNDES decidiu emprestar até R$ 4 bilhões a pequenas, médias e microempresas (MPMEs) por meio de empresas de maquininhas de cartão, fintechs e marketplaces;
  • O banco lançará hoje uma chamada pública para escolher esses intermediários digitais e a ideia é que eles também contribuam com mais R$ 1 bilhão;
  • Cerca de 100 mil empresas e microempreendedores individuais deverão ser beneficiados com a medida.

Internacional

Política Internacional: EUA estuda impor medidas econômicas contra China

  • EUA estuda impor medidas econômicas contra a China em resposta à forma em que o país administrou o coronavírus, colocando em cheque a trégua comercial entre os países. Vale destacar que com a eleição presidencial nos EUA se aproximando, a tendência é que Trump adote discurso firme contra China.

Petróleo continua tendência de alta por melhor balanço de oferta e demanda

  • Os preços de petróleo operam em forte alta nesta manhã, com o WTI subindo 8,84%, aos US$26,11/barril e o Brent em alta de 6,46%, aos US$31,64/barril. O movimento reflete o contínuo otimismo com um reequilíbrio do balanço de oferta e demanda global em vista de notícias sobre potenciais flexibilizações de quarentenas e retomada gradual de atividades;
  • Também destacamos os dados de estoques de petróleo bruto dos EUA divulgados ontem pela Agência de Informação de Energia (EIA). Os estoques de óleo cru do país subiram 4,6 milhões de barris, abaixo da projeção do mercado de 7,7 milhões e também inferior ao patamar de 8,99 milhões observados na semana anterior. Houve também queda nos estoques de gasolina de 3,2 milhões de barris, mantendo a tendência de queda observada na semana anterior (-3,7 milhões de barris. A produção de petróleo no país também desacelerou para 11,9 milhões de barris ao dia (mbpd), ante 12,1 mbpd na semana anterior e o patamar recorde de 13,1 mbpd observado em março;
  • Apesar das notícias recentes corroborarem o sentimento de otimismo com relação a preços de petróleo, notamos que pode ser necessária maior clareza sobre a retomada de atividades ao redor do mundo para confirmar a retomada de demanda pela commodity.  Quando tal tendência for confirmada, esperamos uma recuperação dos mercados de petróleo globais, ancorada também por fechamento de poços produtores e redução de investimentos pelas petroleiras globais.

Empresas

Ambev (ABEV3): Primeiros impactos do coronavírus nos resultados; Volume de cerveja no Brasil cai 11,5% A/A

  • A Ambev reportou EBITDA consolidado no 1T20 melhor do que o esperado, mas os volumes de cerveja no Brasil caíram 11,5% A/A, mais que nossas estimativas de -8,5% e mais do que a queda esperada de 10% do consenso. O EBITDA ajustado de R$ 4.232 milhões foi 6% acima do nosso (-17% A/A) e a margem EBITDA de 33,6% se compara a nossa de 33,8% e 40,5% no 1T19. A América Latina (LAS) foi o destaque positivo, compensando os resultados piores do que do esperado da América Central e Caribe (CAC) e das bebidas não alcoólicas no Brasil, enquanto Cerveja Brasil e Canadá apresentaram resultados em linha com nossas estimativas;
  • Segundo a Ambev, o impacto total da pandemia de COVID-19 nos resultados futuros permanece muito incerto, mas o impacto nos resultados do 2T20 será substancialmente pior do que no 1T20. Isso já se tornou evidente nos volumes de abril de 2020, que caíram aproximadamente 27% no consolidado. Além disso, à medida que os volumes diminuem e se deslocam para o canal de off-trade (supermercados), a Ambev espera um impacto material na rentabilidade;
  • A receita líquida consolidada ficou 6,7% acima de nossas estimativas, pois o LAS superou nossas estimativas, conseguindo compensar o Brasil e CAC. O lucro líquido ajustado de R$ 1.228 milhões ficou abaixo da nossa estimativa de R$ 1.880 milhões, diminuindo 56% A/A devido ao menor EBITDA e maiores despesas financeiras. Mantemos nossa recomendação Neutra e esperamos que as ações permaneçam pressionadas no curto prazo, apesar dos impactos negativos já antecipados. As ações negociam a 18,8x preço/lucro em 2020, patamar justo na nossa visão.

Ambev (ABEV3): Resultados da ABI em linha com o consenso

  • A ABI, controladora da Ambev, divulgou seus resultados hoje cedo. De acordo com a Bloomberg, tanto as vendas orgânicas quanto o EBITDA da empresa no 1T20 vieram “amplamente” em linha com as estimativas de consenso, com a Ásia mais fraca do que o esperado, mas os EUA à frente;
  • Fraqueza no Brasil com possibilidade de reação negativa das ações está entre os destaques negativos; a alavancagem permanece alta e o câmbio desvalorizado devem seguir relevantes em 2020 e 2021. Por outro lado, o desempenho dos EUA e os primeiros sinais de recuperação na China estão entre os destaques positivos, além do ganho de participação no México com marcas premium e expansão de margem;
  • As ações da ABI caem 46% no acumulado do ano, a maior queda no período dentre as ações que compõem o Índice Stoxx 600 de Alimentos e Bebidas da Europa, mas sobem 3% nesta manhã desde a divulgação dos resultados;
  • Vale lembrar que a Ambev e a Anheuser-Busch InBev (ABI) são empresas independentes, cada qual com administração própria. A ABI é um dos acionistas controladores da Ambev, com aproximadamente 62% do capital social da Companhia.

AES Tietê (TIET11): Forte desempenho no 1T20, com distribuição máxima de dividendos: Mantemos Compra 

  • Em 6 de maio, a AES Tietê reportou EBITDA ajustado no 1T20 de R$ 314,6 milhões bem acima da nossa estimativa de R$ 274,6 milhões (+ 14,6%). Temos uma avaliação positiva dos resultados do 1T20 da AES Tietê, dado que o EBITDA ajustado superou nossas estimativas, refletindo uma estratégia de compra a venda de energia eficiente, além dos impactos positivos da diversificação do portfólio para fontes renováveis não-convencionais;
  • Também destacamos como positivo que a empresa tenha mantido sua prática de distribuição de dividendos no patamar máximo, o que reforça nossa visão de que a AES Tietê deve ser uma das poucas empresas no setor elétrico a proporcionar dividendos atrativos a acionistas no atual ambiente de incertezas devido à pandemia da COVID-19. Para 2020, estimamos um dividend yield de 10,4% para a TIET11 comparado a 4,0% para o setor elétrico na média;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra na AES Tietê, com preço-alvo de R$16/unit. Clique aqui para acessar nossa análise completa.

Companhias Aéreas (AZUL4, GOLL4): Mídia local fala sobre o pacote do BNDES

  • De acordo com uma publicação feita pelo Brazil Journal, o pacote de financiamento do BNDES voltado para as companhias aéreas teria terminado de ser estruturado, e a expectativa é que os recursos estejam disponíveis na segunda metade de junho. A notícia menciona que o montante total destinado para as três companhias aéreas seria de R$ 6 bi (ao invés da estimativa inicial de ~R$ 10 bi). Por ora ainda não há posicionamento oficial sobre o assunto, com definição do montante específico para cada empresa e taxas dos títulos conversíveis;
  • Caso cada empresa tivesse acesso ao mesmo montante de financiamento dentro dos R$ 6 bi, cada uma teria acesso a R$ 2 bi (vs. os ~R$ 3 bi anteriores). Apesar de se tratar de uma fonte de liquidez importante para as companhias, o preço definido poderá gerar diferentes cenários de diluição para os acionistas. Dentro de um intervalo de preços das ações entre o nível atual e um preço ~70% acima, e assumindo que cada companhia tivesse acesso a R$ 2 bi em financiamento, estimaríamos uma diluição potencial para os acionistas entre 19% e 28% para a Azul e 22% e 33% para a Gol (sendo que quanto menor o preço, maior a diluição).

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