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Mercados amanhecem negativos, destaque para o IPCA-15 de maio e mudanças na Petrobras

O IPCA-15 de maio é o destaque da agenda local nesta terça-feira. Ainda por aqui, as ações da Petrobras devem ficar no radar após a demissão de mais um presidente da estatal.

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IBOVESPA +1,7% | 110.346 Pontos

CÂMBIO -1,4% | 4,81/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

O IPCA-15 de maio é o destaque da agenda local nesta terça-feira. Ainda por aqui, as ações da Petrobras devem ficar no radar após a demissão de mais um presidente da estatal. Nos EUA, o foco dos investidores ficará por conta dos comentários do Jerome Powell sobre a economia americana, enquanto o mercado aguarda a divulgação da ata do FOMC.

Brasil

O Ibovespa acompanhou o bom humor dos mercados globais na segunda-feira e rompeu a barreira dos 110 mil pontos, fechando o dia cotado a 110,3 mil pontos (+1,71%), maior nível de fechamento desde 25 de abril. Destaque para desempenhos de Vale e Petrobras, que tiveram variação positiva em dia de alta das commodities. No câmbio, o dólar terminou cotado a R$ 4,81, queda de 1,35%, permanecendo no menor nível desde 22 de abril. As taxas futuras de juros apresentaram queda no dia de ontem, em linha com o contexto global de busca por risco. Já os títulos de vencimentos mais curtos apresentaram pouca modificação, uma vez que suas taxas passaram a subir (depois da queda pela manhã), com o mercado à espera dos dados de inflação de maio, que sairão hoje (IPCA-15). DI jan/23 fechou em 13,27%; DI jan/24 foi para 12,77%; DI jan/25 encerrou em 12,035%; DI jan/27 fechou em 11,795%; DI jan/29 encerrou em 11,87%.

Ainda sobre a segunda-feira, o governo anunciou no final do dia um novo presidente da Petrobrás. O atual presidente José Mauro Coelho deixará a empresa após apenas 40 dias no cargo. O novo CEO é Caio Paes de Andrade, atual Secretário Especial do Ministério da Economia. O destaque hoje é a inflação do IPCA-15 de maio. Esperamos 0,46% mês a mês, levando a inflação anual para cerca de 12%.

Mundo

Mercados globais amanhecem negativos (EUA -1,2% e Europa -0,8%), após alerta do Snap pontuando que a companhia deverá reportar lucros e receitas abaixo das projeções em virtude da deterioração do cenário econômico mais rápida que o esperado. O anúncio acabou pesando sobre as ações de tecnologia (Nasdaq-100 -1,7%) e alimentou preocupações sobre os riscos da desaceleração econômica global.

Na China, o índice de Hang Seng (-1,8%) encerra em baixa, impactado pela fraca temporada de resultados e desaceleração econômica causada pelas fortes restrições para combater o avanço da Covid-19 no país. Economistas do Goldman Sachs, J.P. Morgan e UBS cortaram suas projeções de crescimento deste ano para o país e a gestora de recursos BlackRock revisou sua perspectiva para as ações chinesas de positiva para neutra. A política de zero covid está reduzindo as previsões econômicas na China. O Banco Central e o regulador bancário estão pedindo aos credores que aumentem os empréstimos para reverter a tendência de queda do crescimento.

Sustentabilidade

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse em Davos que a zona do euro atingiu um “ponto de virada” na política monetária, sinalizando que um aumento na taxa de juros pode ocorrer em breve. A perspectiva de uma política monetária mais restritiva impulsionou o euro, que se valorizou cerca de 3,5% desde meados de maio. No acumulado do ano, no entanto, o euro ainda apresenta quase 6% de queda frente ao dólar americano.

Mercado em Gráfico

O índice VIX, também conhecido como o “índice do medo” e mede a volatilidade para o S&P 500, voltou a subir recentemente porém sem superar os números apresentados em outros momentos de crise. No passado, o índice chegou a ultrapassar do nível de 40 em períodos em que a economia americana enfrentou recessão e o mercado americano entrou em um bear market – isto é, quando a Bolsa cai mais de 20% – como em novembro de 2008, agosto de 2011 e março de 2020. Atualmente, o índice VIX ainda não chegou a este nível e ainda se encontra ao redor de 30, indicando que os investidores seguem apostando no mercado americano mesmo nesse momento mais delicado na qual os riscos de recessão tem aumentado.

Veja todos os detalhes

Economia

BCE é o próximo na fila para começar a subir juros. No Brasil, governo nomeia um novo presidente para a Petrobrás

  • A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse em Davos que a zona do euro atingiu um “ponto de virada” na política monetária, sinalizando que um aumento na taxa de juros pode ocorrer em breve. Lagarde, no entanto, destacou que o BCE não se apressará em retirar o estímulo monetário, já que “a inflação é definitivamente alimentada pelo lado da oferta da economia”. De qualquer forma, a sinalização de uma política monetária mais restritiva impulsionou o euro, que se valorizou cerca de 3,5% desde meados de maio. No acumulado do ano, no entanto, o euro ainda apresenta quase 6% de queda frente ao dólar americano;
  • A política de zero covid está reduzindo as previsões de crescimento econômico na China. O grupo UBS cortou sua projeção de crescimento do PIB em 2022 para 3,0% de 4,2%, enquanto o JP Morgan espera agora 3,7% (4,3% antes). O Banco Central da China cortou as taxas de juros mais do que o esperado na semana passada e, junto com o regulador bancário, está pedindo aos credores que aumentem os empréstimos para reverter a tendência de queda do crescimento. O presidente do Banco Central, Yi Gang, e outros funcionários se reuniram com 24 grandes instituições financeiras ontem para discutir as condições de crédito;
  • No Brasil, o governo anunciou que substituirá o CEO da Petrobras. O atual presidente José Mauro Coelho deixará a empresa após apenas 40 dias no cargo. O novo CEO é Caio Paes de Andrade, atual Secretário Especial do Ministério da Economia. Ainda não está claro se o movimento significa uma mudança na política de preços da Petrobrás. Em nota oficial, o Ministério de Minas e Energia reforçou “seu compromisso com o respeito à governança da empresa”;
  • O destaque hoje é a inflação do IPCA-15 de maio. Esperamos 0,46% mês a mês, levando a inflação anual para cerca de 12%.

Empresas

Petrobras (PETR4): Um novo CEO é anunciado

  • Ontem (23), o Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou que indicará um novo CEO da Petrobras (o 4º durante o governo Bolsonaro), o Sr. Caio Paes de Andrade, que atualmente é secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia;
  • A Petrobras precisará primeiro eleger o Sr. Caio para seu conselho, uma vez que, de acordo com as regras da empresa, apenas membros do conselho podem ser nomeados CEO. Para isso, será necessária a realização de uma nova assembleia de acionistas. Algumas notas da mídia questionam se o Sr. Caio possui todos os requisitos necessários de acordo com a Lei 13.303 (“Lei das Estatais”) para ser Diretor Presidente da Petrobras;
  • Embora a notícia seja negativa, pois tal rotatividade não é saudável para nenhuma empresa, não vemos isso como uma mudança na política de preços de combustíveis da Petrobras. Primeiro, porque ainda vemos a Lei das Estatais e o estatuto da Petrobras blindando a empresa de subsidiar combustíveis como no passado, independentemente de quem é o CEO. Em segundo lugar, o Sr. Caio é fortemente ligado a Paulo Guedes, que não é a favor de mudanças na política de preços de combustíveis da Petrobras;
  • Mesmo com tanto barulho político, ainda vemos o caso da Petrobras como assimétrico, respaldado por um múltiplo muito baixo (2,4x EV/EBITDA 2022 versus 3,4x das grandes petrolíferas ocidentais) e um forte fluxo de dividendos (yield de 24 % para 2022 e ~100% para os próximos 5 anos). Mantemos nossa recomendação de compra com preço-alvo de R$ 47,80 para as ações brasileiras (PETR3/PETR4) e US$ 18,40 para as ADRs (PBR/PBR.A).

Bens de Capital – Acompanhamento Mensal do Setor Automotivo

  • Em abril, destacamos:
    • (i) o desempenho de veículos leves continuou a piorar, agravado pelo conflito Rússia-Ucrânia, com queda de vendas de 17-20% A/A nos EUA, Europa e Brasil;
    • (ii) veículos pesados no Brasil apresentaram queda significativa de produção no último mês (produção de caminhões -28% A/A e -30% M/M), também impactado pela escassez de componentes; e
    • (iii) as vendas de implementos rodoviários continuaram com desempenho morno de -12% A/A (-4% vs. Mar’22), refletindo os impactos na produção de veículos pesados no Brasil.
  • Reiteramos a Iochpe-Maxion como nossa principal escolha (+12,2% no mês vs. desempenho do IBOV de +2,3%), principalmente suportada por um valuation barato e perspectivas positivas para 2023 em diante, à medida que os veículos leves se recuperam progressivamente;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Banco Pan lança serviço de saúde com telemedicina para quem não pode pagar plano (O Globo);
    • Citi e Ebanx fecham parceira para solução de cobrança digital (Broadcast);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Varejo e serviços impulsionam PIB no 1º trimestre, mas expectativa agora é de desaceleração (Estadão);
    • Salário médio de trabalhador com carteira cai 6,3% em SP (Diário do Comércio);
    • Lockdowns na China e guerra arriscam minar recuperação global de empregos, diz OIT (Folha);
    • Clique aqui para acessar o relatório
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Brasil e China definem novos planos estratégico e executivo (Valor);
    • USDA indica bom avanço do plantio de soja e milho nos EUA com condições melhores de clima no Corn Belt (Notícias Agrícolas);
    • BREAKING: Nestlé compra Puravida para crescer em nutrição (Brazil Journal);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, é demitido. (Valor Econômico);
    • Custo das matérias-primas ameaça futuro da energia eólica. (Valor Econômico);
    • Petróleo fecha em alta, com queda do dólar e otimismo sobre a China. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

B3 divulga a revisão dos dados de fluxo estrangeiro desde 2020

  • A B3, Bolsa de Valores brasileira, anunciou a revisão dos dados de entrada e saída de fluxo estrangeiro no mercado acionário local nos anos de 2020 e 2021;
  • Analisando os dados de 2022, o saldo total de fluxo de estrangeiros para o ano passou de R$94,2 bilhões (saldo antes da revisão) para R$ 67,8 bilhões até março, com uma variação negativa de -R$26,4 bilhões. Com isso, no acumulado deste ano, até o último dado disponível em 19 de maio, o saldo de fluxo de capital estrangeiro atingiu R$48,9 bilhões;
  • Para 2021, os dados antes da revisão para o ano eram de R$102,3 bilhões, mostrando uma forte entrada de capital estrangeiro no país, mesmo com o momento difícil que a Bolsa brasileira estava passando no período. O Ibovespa apresentou uma das piores performances dentre os principais índices no ano de 2021, devido, principalmente ao baixo crescimento da economia do país e às incertezas relacionadas à trajetória fiscal do governo antes das eleições do ano seguinte. Os novos dados revisados indicam que o aporte estrangeiro no país foi de R$41,5 bilhões em 2021, ou seja, uma variação negativa de quase -R$61 bilhões em relação ao número divulgado anteriormente;
  • Já os números de 2020 foram os que apresentaram a menor variação entre os dados pré e pós revisão. Antes o saldo para o ano era de -R$2,6 bilhões e, com os novos dados, esse saldo de 2020 passou a ser R$701 milhões, resultando em uma variação de R$3,3 bilhões;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Ações do Snap despencam -31%, após alerta sobre condições econômicas desfavoráveis

  • Xpeng reportam em linha com as expectativas do mercado;
  • Ações do Zoom sobem com surpresa em lucros e projeções otimistas;
  • Ações do Snap despencam, após alerta sobre condições econômicas desfavoráveis;
  • Setor de transportes de contêineres deve apresentar lucro recorde em 2022;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Entenda as Diferenças Entre os Fiagros-FII e Fundos Imobiliários (Investing);
    • IFIX fecha em alta; cotistas do BMLC11 avaliam trocar gestão pela Suno Asset (Suno);
    • Leilão de imóveis: Caixa oferece 300 imóveis com até 85% de desconto (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise

  • Na última quinta-feira, 19, o Governo Federal publicou um decreto para regulamentar o mercado de carbono no Brasil;
  • Anunciado na quarta pelo ministro Joaquim Leite, o documento possui como base a Política Nacional de Mudança do Clima, criando um sistema único de registro chamado Sistema Nacional de Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SINARE), além de trazer “elementos inovadores e modernos”;
  • Na nossa visão, entendemos que a medida sinaliza um avanço na definição dos parâmetros desse mercado, ao mesmo tempo em que estamos acompanhando de perto a evolução de tópicos ainda pouco tangíveis ao mercado. Clique aqui para ler o relatório completo.

Conflito Rússia e Ucrânia não deve levar a uma maior dependência de combustíveis fósseis, diz chefe da IEA | Café com ESG, 24/05

  • O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,7% e +1,4%, respectivamente;
  • No internacional, (i) o chefe da International Energy (IEA), Fatih Birol, afirmou ontem que a crise de segurança energética desde a invasão da Ucrânia pela Rússia não deve levar a uma maior dependência de combustíveis fósseis – segundo ele, os investimentos especialmente em energia renovável e energia nuclear, significam que o mundo não precisa escolher entre escassez de energia e mudanças climáticas aceleradas devido às emissões de combustíveis fósseis; e (ii) um estudo publicado na segunda-feira na revista Proceedings da National Academy of Sciences sugeriu que para controlar as mudanças climáticas, o mundo deve ir além de reduzir as emissões de dióxido de carbono e conter poluentes menos conhecidos, como o óxido nitroso, que desempenha um papel fundamental no aquecimento do planeta;
  • Já do lado da política, o presidente da COP26, Alok Sharma, disse em uma entrevista que a guerra na Ucrânia tornou a transição para a energia limpa um imperativo para garantir a segurança energética, e fez um pedido aos países para que cumpram suas promessas de reduzir os gases de efeito estufa. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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