Decisão de política monetária nos EUA hoje domina as atenções

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA -1,0% | 119.388 Pontos

CÂMBIO 0,3% | 5,45/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em queda nesta terça-feira (27) em meio a uma série de notícias consideradas negativas no front político e voltou aos 119 mil pontos. As taxas futuras de juros encerraram a sessão de ontem em alta, reflexo das baixas da equipe econômica do governo e alta nos juros das treasuries norte-americanas. O anúncio do IPCA-15 melhor do que o esperado também contribuiu para o ganho de inclinação da curva, já que enfraquece as apostas de um corte mais agressivo na próxima reunião do Copom. DI jan/22 fechou em 4,635%; DI jan/24 encerrou em 7,22%; DI jan/26 foi pra 8,10%; e DI jan/28 fechou em 8,61%.

Mercados globais amanhecem sem movimentos expressivos (EUA +0,1% e Europa 0%) enquanto investidores aguardam a decisão de política monetária nos EUA. O mercado estará atento à avaliação do Federal Reserve sobre o ritmo de recuperação da atividade e o quadro inflacionário na economia americana, bem como a eventuais pistas sobre o timing de remoção dos estímulos monetários. Destaque também para a participação do Presidente Joe Biden em sessão conjunta do Congresso, na qual deve apresentar novas medidas econômicas.

No Brasil, as atenções estão voltadas para a cena política. O Senado instalou ontem a CPI da Pandemia, que elegeu Omar Aziz como presidente e indicou Renan Calheiros como relator das investigações. Os discursos iniciais confirmam o foco no governo federal e o período de desgaste para o Palácio do Planalto. O cronograma de trabalhos será definido na próxima quinta-feira, e a expectativa é que o ex-ministro Luiz Mandetta seja o primeiro a ser ouvido, na terça-feira, dia 4.

Ainda, o ministro Paulo Guedes anunciou ontem mudanças na sua equipe, com substituições na Secretaria de Fazenda, em que sai Waldery Rodrigues e assume Bruno Funchal, e na Secretaria do Tesouro, em que Jefferson Bittencourt vai para o lugar de Funchal. As mudanças acontecem depois de desgaste entre o ministério e o Congresso na negociação do Orçamento, e o ministro disse ter expectativa de que elas auxiliem no avanço da agenda da pasta.

Na manhã dessa quarta, o governo publicou três medidas provisórias para reeditar programas emergenciais de combate aos efeitos da pandemia. Serão reeditados o BEm, para manutenção de emprego formal mediante redução de salário e jornada, e as flexibilizações de regras trabalhistas. A terceira medida provisória abre crédito extraordinário de R$ 9,98 bilhões para custear o BEm.

Em relação a indicadores econômicos, o IPCA-15 de abril veio aquém das expectativas, mas as medidas de núcleo seguem pressionadas. Na agenda de hoje, os dados do CAGED de março devem apresentar desaceleração no ritmo de geração de empregos formais.

Tópicos do dia

Acesse aqui o relatório internacional

Agenda de resultados

CSN Mineração (CMIN3): Após o mercado
LOG Commercial Properties (LOGG3): Após o mercado
CSN (CSNA3): Após o mercado
Santander (SANB3): Antes da abertura
Calendário do 1T21
Temporada de resultados do 1º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. No exterior, decisão de política monetária nos EUA domina as atenções; no Brasil, CPI da Pandemia e trocas no Ministério da Economia geram ruídos

Empresas

  1. Petrobras (PETR4): Produção mais fraca no 1T21 devido aos desinvestimentos e ao declínio natural de produção
  2. Cielo (CIEL3): Volumes abaixo do esperado | 1Q21 Review
  3. CESP (CESP6): Resultados do 1T21 exatamente em linha com nossas estimativas
  4. Movida (MOVI3) 1T21: Forte Momento de Lucro Confirmado
  5. Aeris (AERI3): Mudança do CEO
  6. Notícias Diárias do Setor Financeiro
  7. Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

ESG

  1. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 28/04

Veja todos os detalhes

Economia

No exterior, decisão de política monetária nos EUA domina as atenções; no Brasil, CPI da Pandemia e trocas no Ministério da Economia geram ruídos

  • No cenário internacional, um dia antes da decisão de política monetária do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto), os juros dos treasuries americanos de 10 anos voltaram a ficar acima de 1,6%. Há grande expectativa acerca da entrevista do Presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell; o mercado estará atento à avaliação da instituição sobre o ritmo de recuperação da atividade e o quadro inflacionário na economia americana, bem como a eventuais pistas sobre o timing de remoção dos estímulos monetários, com destaque às compras de ativos. Porém, acreditamos que o Fed reforçará a continuidade dos estímulos, pois a economia local ainda estaria a um “longo caminho” dos objetivos da autoridade;
  • Também merece atenção a participação dos Presidente dos EUA, Joe Biden, em sessão conjunta do Congresso. O democrata deve apresentar oficialmente novas medidas do seu plano econômico;
  • Em relação aos indicadores econômicos, a leitura de abril para o índice de confiança do consumidor nos EUA (Conference Board) veio bem acima do consenso de mercado (121.7 vs. 113), atingindo o patamar mais elevado desde Fev/20. Por sua vez, a Sondagem Industrial do Fed Richmond de abril permaneceu em território expansionista, mas ficou um pouco abaixo das expectativas (e estável ante março);
  • Noticiário bastante agitado sobre o cenário político brasileiro. Ontem pela manhã, o Senado Federal instalou a CPI da Covid, com o senador Renan Calheiros na relatoria, apesar das tentativas do governo de impedir que a função, crucial nos trabalhos da Comissão, fosse atribuída a um opositor. A composição da CPI é desfavorável ao Palácio do Planalto, e o tema deve manter protagonismo em Brasília nas próximas semanas;
  • Além disso, trocas na equipe econômica do Governo Federal também repercutiram negativamente ontem, tendo em vista a sensação de desmonte e a sinalização de enfraquecimento do Ministro Paulo Guedes na leitura de alguns agentes de mercado. Há percepção crescente de que o Ministério da Economia possa ser fatiado para acomodar interesses políticos, levando à recriação de algumas pastas ministeriais (Planejamento; Trabalho e Previdência; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior);
  • Em relação à agenda de indicadores, o IPCA-15 de abril, publicado ontem, veio um pouco abaixo das expectativas (0,60%m/m; XP: 0,63%m/m; consenso: 0,67%m/m). Apesar disso, avaliamos que o balanço de riscos para inflação permanece assimétrico para cima, com as medidas de núcleo ainda pressionadas. No calendário de hoje, destaque para a divulgação do CAGED (saldo de emprego formal) de março, que deve apresentar desaceleração no ritmo de geração líquida de vagas, além dos indicadores de confiança do consumidor e do comércio divulgados pela FGV (relativos a abril) e do Relatório Mensal da Dívida Pública do Tesouro Nacional (referente a março);
  • Será que vivemos uma estagflação? O Brasil vivenciou um choque de oferta e demanda, passando por momentos que lembram a estagflação dos anos 70. No entanto, não vemos processo “estagflacionário” se fortalecendo adiante. Para mais análises e discussão sobre o tema, acesse este relatório.

Empresas

Petrobras (PETR4): Produção mais fraca no 1T21 devido aos desinvestimentos e ao declínio natural de produção

  • Nesta terça-feira (27), a Petrobras publicou o seu relatório de produção e vendas referente ao 1T21. A produção total da Petrobras no trimestre foi de 2.720 kboed, uma redução de -4,8% em relação aos níveis do 1T20;
  • Segundo a companhia, a redução foi atribuída aos desinvestimentos concluídos ao longo de 2020 e início de 2021 e ao declínio natural de produção, que teve uma média de 11% nos projetos que já atingiram o seu pico de produção e entraram na fase de declínio. Apesar disso, com relação a produção do 4T20 a companhia teve um aumento na produção de +3,1%;
  • Já no refino, o volume de vendas total da Petrobras no 1T21 foi de 1.821 kbpd (-4,1% T/T). A redução das vendas de derivados no trimestre foi atribuída aos impactos decorrentes da intensificação de medidas restritivas associadas ao recrudescimento da pandemia da COVID-19. Adicionalmente, o fator de utilização do parque de refino foi de 82%, em linha com nossa visão de que a taxa de utilização deveria subir devido a manutenção de preços de combustíveis abaixo da paridade;
  • Temos uma avaliação neutra do resultado operacional da Petrobras no 1T21. Por um lado, os números de produção ficaram abaixo na comparação anual devido aos desinvestimentos e ao declínio natural de produção. Por outro lado, vemos como positiva a maior taxa de utilização de refinarias reportada pela companhia na comparação anual;
  • Mantemos nossa recomendação de Venda na Petrobras com preços-alvo de R$ 24,0 para PETR4 e PETR3.

Cielo (CIEL3): Volumes abaixo do esperado | 1Q21 Review

  • A Cielo acaba de apresentar resultados fracos, com lucro recorrente chegando a R$ 134 milhões (vs. A média de mercado de ~ R$ 190 milhões). O resultado foi impactado negativamente tanto por volumes quanto por margem. Os volumes vieram abaixo do esperado, uma vez que o TPV (Volume Total de Pagamentos) da empresa não se recuperou no trimestre, as margens também não ajudaram (margem líquida de 0,73% vs. 0,78% no 1T20). No geral, 2021 começou com um declínio de 20% no lucro recorrente em relação ao ano anterior. Esperamos que o mercado reaja negativamente aos resultados, mas reiteramos nossa classificação neutra, pois acreditamos que as ações da empresa já incorporam tais fundamentos;
  • Custos. O destaque positivo vai para os custos, pois a Cielo segue ganhando eficiência na operação. O custo dos serviços prestados da empresa caiu 6% A/A para R$ 760 milhões, enquanto as despesas operacionais caíram 48% A/A para R$ 154 milhões. como esperamos que os volumes se recuperem nos últimos trimestres de 2021, acreditamos que a lucratividade da Cielo deve melhorar com custos mais baixos e receitas mais altas;
  • Volumes e margem. O volume de captura de cartão de crédito caiu 7% A/A e 14% T/T, para R$ 89 bilhões. O número de clientes ativos também caiu 8% A/A e 3% T/T para 1,4 milhões. Como resultado, a receita da adquirente caiu 7% A / A para R$ 1,2 bilhão.

CESP (CESP6): Resultados do 1T21 exatamente em linha com nossas estimativas

  • No dia 27 de abril, a CESP divulgou o resultado do 1T21. A empresa reportou Lucro Líquido de R$115,8 milhões, muito acima da nossa expectativa de R$59,4 milhões e do consenso da Bloomberg de R$73,0 milhões;
  • O EBITDA ajustado ficou em R$263,4 milhões, exatamente em linha (+0,8%) com a nossa estimativa de R$261,4 milhões e -11,3% abaixo do consenso da Bloomberg de R$297,0 milhões. O desempenho refletiu principalmente as condições hidrológicas mais adversas do trimestre, que implicam no rebaixamento da garantia física das usinas hidrelétricas da companhia e maiores custos com compra de energia em momentos de preços elevados no mercado de curto prazo;
  • Temos uma visão neutra dos resultados da CESP no 1T21, dado que os números do EBITDA vieram exatamente em linha com nossas estimativas. Por outro, destacamos como positivo o anúncio de -13% de redução do saldo de ações judiciais com causa provável o que implica em menores impactos de correção monetária sobre os lucros no futuro;
  • Mantemos recomendação de Compra nas ações da CESP, com preço-alvo de R$36/ação.

Movida (MOVI3) 1T21: Forte Momento de Lucro Confirmado

  • A Movida reportou resultados fortes e em linha com as expectativas no 1T21 (link para o relatório), com lucro líquido de R$109 milhões 3% acima das nossas estimativas e 4% abaixo das estimativas de consenso, e dobrando quando comparado aos R$55 milhões reportados no 1T20.
  • Principais destaques positivos:
    1. um forte aumento da margem no segmento RAC (+ 5p.p. A/A), refletindo um maior controle das despesas, e apoiado pela contínua recuperação das tarifas ao longo do trimestre (-2% A/A, mas + 43% vs. pico da crise no 2T20); e
    2. perspectiva positiva de Seminovos confirmando um bom momento de lucro para a indústria, com queda nos níveis de depreciação, refletindo o aumento no preço dos carros vendidos (preço médio dos veículos vendidos +29% A/A).
  • Do lado negativo, notamos:
    1. desempenho de margem do segmento de GTF mais fraco do que o esperado (-6p.p. A/A e -4p.p. vs. nossas estimativas), afetado pelo desenvolvimento do produto “Zero Km” (mas ainda não diluindo todos os custos associados); e
    2. despesas financeiras acima do esperado, explicadas principalmente por um desembolso não recorrente relacionado a antecipação de dívidas (entre outros) de R$25 milhões durante o 1T21 (15% de impacto no lucro).
  • Respaldados por uma visão estrutural sólida sobre o crescimento de longo-prazo do setor, reiteramos nossa recomendação de Compra e preço alvo de R$23,00/ação.

Aeris (AERI3): Mudança do CEO

  • A Aeris anunciou ontem por meio de Fato Relevante que o Sr. Bruno Vilela, atual Diretor Comercial da empresa, também acumulará o cargo de CEO, em substituição ao Sr. Alexandre Negrão, que deixará a empresa em seguida (link para o relatório);
  • Vemos o anúncio como Positivo, pois acreditamos que esta alteração irá:
    1. Trazer maior distinção entre o bloco controlador da Família Negrão (60,1% das ações em circulação) do bloco dos diretores da empresa (11,4% das ações em circulação), reduzindo os riscos de conflito de interesses; e também pois
    2. Mostra confiança do mercado no Sr. Vilela (AERI3 apresentando alta de 4%), um dos responsáveis ​​por construir o relacionamento que a Aeris tem atualmente com os maiores produtores de turbinas eólicas do mundo.
  • Por outro lado, reconhecemos os riscos técnicos potenciais de uma venda de ações caso o Sr. Negrão decida vender sua posição como acionista da empresa, atualmente detendo ~3,5% das ações em circulação da AERI3;
  • Em suma, mantemos nossa recomendação de compra e reiteramos nosso preço-alvo de R$15,00/ação.

Notícias Diárias do Setor Financeiro

  • Acesse este relatório com notícias do setor financeiro que complementam nossos comentários publicados no Morning Call, mas que não consideramos relevantes o suficiente para serem analisadas. Aqui você encontra o título com o link para a fonte original da notícia, além de uma breve descrição do conteúdo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

  • Nesta publicação diária, trazemos as principais notícias do setor de varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) nacional e internacional, complementando nossa visão sobre as tendências e acontecimentos mais importantes do dia. Além disso, o relatório contém um resumo dos múltiplos e recomendações para as empresas de nossa cobertura.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 28/04

  • Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo falam sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança;
  • Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance histórica do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP;
  • Por que essas informações são importantes? Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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