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Alívio nas tensões políticas no Brasil e temporada de resultados em foco

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IBOVESPA 3,86% | 78.239 Pontos

CÂMBIO -1,22% | 5,65/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa subiu 3,9% ontem, aos 78.238 pontos, seguindo apoio de Bolsonaro à Paulo Guedes e bom humor externo. Nesta manhã, futuros do S&P 500 nos EUA operam em alta de 1,1% enquanto bolsas na Europa sobem 1,7%. Na Ásia, o fechamento foi neutro para positivo; China 0,7%, Hong Kong +1,2% e Japão estável.

Preços de petróleo voltam a patamares historicamente baixos, mas mercados internacionais reagem positivamente aos resultados de grandes bancos como Santander (+3,9%), HSBC (+3,5%) e UBS (+4%).

No Brasil, depois de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes aparecerem lado a lado ontem pela manhã, o governo decidiu congelar, segundo o noticiário, o programa Pró-Brasil, o que foi lido como um sinal de força do time econômico. O programa havia sido o pivô do desentendimento do ministro da Economia dentro do governo por prever gastos públicos que poderiam exceder o teto para obras de infraestrutura.

Em outra frente, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para investigar as acusações de Sergio Moro de que Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal. O ex-ministro deve ser ouvido em até sessenta dias. Nesta manhã, o presidente nomeou André Mendonça, antigo Advogado-Geral da União, para o Ministério da Justiça, e Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal.

Em relação a pedidos de impeachment, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pediu cautela e disse que os deputados devem se concentrar no combate aos efeitos do coronavírus.

A Câmara incluiu na pauta de hoje a PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central, que permite à instituição atuar no mercado de títulos públicos e privados, e o Senado discute um acordo com o governo federal, que inclui o congelamento de salário de servidores por 18 meses para ampliar o socorro aos estados e municípios, liberando R$ 130 bilhões, segundo o presidente da Casa.

Na agenda de indicadores e eventos de hoje, os destaques serão a divulgação do IPCA-15 e os dados de concessão de crédito do BC. Nos Estados Unidos, saem também dados da confiança dos consumidores.

No lado das empresas, tivemos na última sexta-feira uma teleconferência com executivos da B3 para falar sobre como está a operação da bolsa, bem como detalhar melhor os impactos da pandemia. Na nossa visão, o encontro foi positivo, com os administradores detalhando a forma como a bolsa passou bem por um volume nunca antes registrado. Não apenas conseguiu processar os volumes, como não houve problemas de contra-parte e não identificaram problemas em relação a manipulação de preços. Por fim, acreditamos que este evento aumenta a credibilidade da B3 como uma bolsa sólida.

Por fim, os preços de celulose de fibra curta na China tiveram queda na semana (-US$0,9/t), para US$465,3/t. Mantemos nossa visão de que os preços estejam próximos de um piso com recomposição de margens dos produtores de papel na China. Esperamos uma reação negativa das ações de Suzano e Klabin no pregão de hoje.

Tópicos do dia

Coronavírus

Tempos de guerra – revisando o target da Bolsa
Revisão setorial: Novas estimativas e Preços alvo
Varejo e o COVID-19 – Parte 2: Tendências no Brasil e no Mundo
IPCA de março esboça os primeiros efeitos do coronavírus sobre a economia brasileira
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil

Para ler mais conteúdos, clique aqui.

Agenda de resultados

Santander (SANB11): antes da abertura do mercado
Vale (VALE3): após fechamento do mercado
Cielo (CIEL3): após fechamento do mercado
Raia Drogasil (RADL3): após fechamento do mercado
Temporada de resultados 1° tri 2020: o que esperar?
Clique aqui para acessar nossa visão sobre a temporada de resultados
Clique aqui para acessar o calendário de resultados do 1T20

Brasil

  1. Política Brasil: Governo decide cancelar o programa Pró-Brasil

Internacional

  1. Petróleo: Contrato de WTI de junho de 2020 opera em forte queda

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Carrefour Brasil (CRFB3): Desempenho de vendas sólido no 1T20, mas crescimento ex-COVID desacelera; Neutro
  2. B3 (B3SA3): Conversa com CFO
  3. Papel & Celulose: Queda no preço da celulose de fibra curta na China
  4. Frigoríficos (JBSS3, MRFGR3, BRFS3): Potencial déficit de carne nos EUA com mais frigoríficos parados

Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Governo decide cancelar o programa Pró-Brasil

  • Depois de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes aparecerem lado a lado ontem pela manhã, o governo decidiu congelar, segundo o noticiário, o programa Pró-Brasil, o que foi lido como um sinal de força do time econômico. O programa havia sido o pivô do desentendimento do ministro da Economia dentro do governo por prever gastos públicos que poderiam exceder o teto para obras de infraestrutura;
  • Em outra frente, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para investigar as acusações de Sergio Moro de que Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal. O ex-ministro deve ser ouvido em até sessenta dias. Nesta manhã, o presidente nomeou André Mendonça, antigo Advogado-Geral da União, para o Ministério da Justiça, e Alexandre Ramagem para o comando da Polícia Federal;
  • Em relação a pedidos de impeachment, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pediu cautela e disse que os deputados devem se concentrar no combate aos efeitos do coronavírus;
  • A Câmara incluiu na pauta de hoje a PEC do Orçamento de Guerra e do Banco Central, que permite à instituição atuar no mercado de títulos públicos e privados, e o Senado discute um acordo com o governo federal, que inclui o congelamento de salário de servidores por 18 meses para ampliar o socorro aos estados e municípios.

Internacional

Petróleo: Contrato de WTI de junho de 2020 opera em forte queda

  • Os preços do Petróleo Brent operam em alta de 2,10% nesta manhã, aos US$20,41/barril. Por outro lado, os preços do contrato WTI de junho de 2020 operam em forte queda de -5,87%, aos US$12,03/barril;
  • O mercado continua a monitorar com apreensão o aumento de estoques ao redor do mundo e nos EUA devido ao ainda existente descompasso entre demanda (reduzida em cerca de -25% a -30%) e oferta de petróleo (após redução de -9,7 milhões de barris pela OPEP+);
  • Além disso, de acordo com o Financial Times, a volatilidade foi exacerbada por ETFs (fundos de índices), com o USO (United States Oil Fund) anunciando nesta segunda que pretende vender todos os seus contratos de WTI para junho de 2020 para focar em contratos futuros mais longos. A última vez que foi observado um movimento deste tipo foi na semana passada, quando um choque de liquidez fez com que o contrato do WTI de maio negociasse em território negativo;
  • Não enxergamos outra saída para os mercados de petróleo que não seja o fechamento de poços por produtores para se evitar um cenário de exaustão da capacidade de estoques da commodity. Enquanto isso não ocorrer, enxergamos um cenário de curto prazo pressionado, mas melhor no médio e longo prazo após alguns produtores saírem da curva global de oferta.

Empresas

Carrefour Brasil (CRFB3): Desempenho de vendas sólido no 1T20, mas crescimento ex-COVID desacelera; Neutro

  • O Carrefour Brasil divulgou o desempenho de vendas referente ao primeiro trimestre de 2020 (1T20). A receita total apresentou um sólido crescimento de +12,2% em relação ao mesmo período do ano anterior (+7,4% no conceito mesmas lojas), tendo atingido R$ 15,9 bilhões. Entretanto, ressaltamos que o ritmo de crescimento ex-COVID (ou seja, anterior ao dia 14 de março) mostrou uma desaceleração em relação à tendência observada no 4T19. No conceito mesmas lojas, estimamos que o crescimento de receita ex-COVID do Carrefour Brasil no 1T20 ficou em +4,9% A/A (vs. +7,6% no 4T19);
  • Além disso, destacamos que a desaceleração foi ainda mais significativa na operação de varejo da companhia – o contrário da aceleração de crescimento (ex-COVID) que observamos na operação de varejo do Grupo Pão de Açúcar no trimestre. Acesse o nosso relatório “Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): Forte desempenho de vendas no 1T20; Aceleração do crescimento ex-COVID” para mais detalhes;
  • Nossa visão: Esperamos uma reação levemente negativa do mercado ao anúncio. Reconhecemos o sólido desempenho de vendas divulgado pela companhia no trimestre. Entretanto, com as ações do Carrefour Brasil negociando a um múltiplo de 17x P/L para 2020e, um prêmio relevante em relação ao seu principal competidor (10x para o Grupo Pão de Açúcar), acreditamos que os investidores esperavam um crescimento de vendas ainda mais robusto no período.
  • Com isso, mantemos a nossa recomendação Neutra para as ações do Carrefour Brasil (CRFB3) e preço-alvo de R$ 22,00 ao final de 2020 (acesse o link da nossa tese de investimento). Além disso, também mantemos a nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 100,0 ao final de 2020 para as ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) (acesse o link da nossa tese de investimento);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

B3 (B3SA3): Conversa com CFO

  • Participamos na última sexta-feira de uma teleconferência com a administração da B3 para falar sobre como está a operação da bolsa, bem como detalhar melhor os impactos da pandemia;
  • Na nossa visão, o encontro foi positivo, com os administradores detalhando a forma como a bolsa passou bem por um volume nunca antes registrado. Não apenas conseguiu processar os volumes, como não houve problemas de contra-parte e não identificaram problemas em relação a manipulação de preços;
  • Por fim, acreditamos que este evento aumenta a credibilidade da B3 como uma bolsa sólida;
  • Clique aqui para acessar nosso relatório completo.

Papel & Celulose: Queda no preço da celulose de fibra curta na China

  • Os preços de celulose de fibra curta na China tiveram queda na semana (-US$0,9/t), para US$465,3/t. Mantemos nossa visão de que os preços estejam próximos de um piso com recomposição de margens dos produtores de papel na China;
  • Esperamos uma reação negativa das ações de Suzano e Klabin no pregão de hoje. Temos recomendação de Compra para ambos os nomes, com preço-alvo de R$43 e R$18.5/ação para Suzano e Klabin, respectivamente.

Frigoríficos (JBSS3, MRFGR3, BRFS3): Potencial déficit de carne nos EUA com mais frigoríficos parados

  • Segundo a Bloomberg, com as paralisações de frigoríficos devido ao aumento dos casos de coronavírus entre trabalhadores, os Estados Unidos correm cada vez mais risco de ficar sem carne no curto prazo. A capacidade de carne suína dos EUA foi reduzida em quase 30% e grandes processadoras de aves fecharam plantas na semana passada. Especialistas alertam que o país pode enfrentar déficits em questão de semanas;
  • “É absolutamente sem precedentes”, disse Brett Stuart, presidente da consultoria Global AgriTrends, com sede em Denver. “É uma situação de perde-perde, em que temos produtores em risco de perder tudo e consumidores em risco de pagar preços mais altos. Em uma semana, restaurantes podem estar sem carne moída in natura”;
  • Nesse sentido, alguns produtores já estariam sendo obrigados a reduzir sua produção. A Reuters fala em “leitões abortados e galinhas mortas com gás”, à medida que fornecedores sofrem com pouco espaço para abrigar seus animais ou dinheiro para alimentá-los, ou ambos. Isso porque, com a interrupção do funcionamento de várias plantas de alguns dos maiores frigoríficos do país, esses fazendeiros não têm para onde escoar sua produção;
  • A carne suína foi especialmente atingida, com a produção diária cortada em cerca de um terço. Ao contrário do gado, que pode ser alojado o pasto, os porcos dos EUA são engordados para abate dentro de edifícios com temperatura controlada. Se eles estiverem alojados por muito tempo, podem ficar grandes demais e se machucar;
  • O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) afirmou na sexta-feira (24/04) que está estabelecendo um Centro Nacional de Coordenação de Incidentes para ajudar os agricultores a encontrar mercados para seus animais ou a sacrificar e descartar animais, se necessário. No meio tempo, enquanto os preços dos animais caem, os preços das proteínas finais nas gôndolas seguem em alta, sustentando as margens das grandes empresas.
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