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Ajuste nos mercados com temores em relação a uma nova onda do Covid-19

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IBOVESPA -1,60% | 95.735 Pontos

CÂMBIO 2,28% | 5,60/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em queda de 1,60%, fechando em 95.734 pontos, patamar próximo ao atingido em 30 de junho, acumulando queda de 3,66% no mês. As maiores quedas do índice foram as de BRKM5 (-6,18%), LREN3 (-4,58%) e TOTS3 (-4,54%), enquanto as maiores altas foram as de RENT3 (+13,97%), IRBR3 (+9,57%) e VALE3 (+2,23%). Por outro lado, o dólar comercial subiu 2,28% a R$ 5,60. As taxas futuras de juros apresentaram elevação, principalmente nos vencimentos mais longos, aumentando a inclinação. O que pesou para o movimento foi o cenário no exterior, com temores em relação a uma nova onda do covid-19, levando o dólar a subir. DI jan/21 fechou em 1,95%; DI jan/23 encerrou em 4,48%; DI jan/25 foi para 6,48%; e DI jan/27 encerrou em 7,44%.

Nessa quinta-feira, os mercados globais operam sem direção definida (EUA +0,1%), enquanto a Europa aguarda a divulgação de novas medidas restritivas sobre a pandemia (-0,3%). As principais bolsas asiáticas também fecharam o dia em forte queda, ampliando ainda mais as perdas da semana.

Ainda no cenário político internacional, a indicação a uma vaga da Corte Suprema continua em destaque na política americana. O presidente americano, Donald Trump, enfatizou nesta quarta-feira a importância de que o colegiado esteja completo antes da eleição porque ele acredita que o tribunal superior terá de decidir sobre uma possível contestação do resultado. Além disso, outro tema que voltou ao palco central do debate eleitoral é a onda de protestos contra o racismo e brutalidade policial. Dois policiais foram baleados em Louisville, Kentucky, nesta quarta-feira durante uma manifestação ligada à morte em março da enfermeira, Breonna Taylor.

No Brasil, destaque para a continuidade da ofensiva do governo pra reintroduzir a criação de um imposto sobre transações no debate da reforma tributária. O ministro Paulo Guedes falou ontem, depois de reunião com Jair Bolsonaro, que o governo estuda “tributos alternativos” que possam permitir a ampliação da desoneração da folha de pagamentos — facilitando a geração de empregos e a criação de uma “porta de saída” para o programa de transferência de renda planejado pelo governo. A proposta ainda enfrenta resistências no Congresso.

No noticiário econômico, ganhou destaque a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro foi convencido a permitir que o relator da PEC do pacto federativo, Márcio Bittar, faça um parecer amplo com um conjunto maior de medidas de cortes de despesa para financiar o novo programa social do governo, que pode ser batizado de Renda Cidadã. As propostas partiriam do Senado e, de acordo com o Estadão, o projeto traria medidas que atingem os servidores, a desvinculação e desindexação do Orçamento e a eliminação do piso para saúde e educação. O parecer deve ser apresentado na semana que vem.

Na agenda econômica de hoje, os destaques serão o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) e posterior coletiva com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o diretor de Política Econômica, Fabio Kanczuk. No exterior, o presidente do Fed, Jerome Powell, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, testemunham no Senado dos EUA. Destaque ainda para cinco discursos de dirigentes do Fed e indicadores da economia americana.

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Brasil

  1. Choques inflacionários de curto prazo motivam revisão de IPCA para 2020

Internacional

  1. Política internacional: Corte Suprema e protestos são destaque do debate eleitoral americano nesta quinta-feira
  2. Petróleo: Redução no estoque dos EUA abaixo do esperado pelo mercado
    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Bebidas (ABEV3): Ambev coloca em operação a sua primeira fábrica de latas
  2. Tenda (TEND3): Tenda conclui a construção das primeiras casas em modelo offsite
  3. Frigoríficos: Grandes empresas do setor lançam programas para ampliar o controle do gado; Investidores acompanham de perto os planos


Veja todos os detalhes

Brasil

Choques inflacionários de curto prazo motivam revisão de IPCA para 2020

  • O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem pela manhã o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). O resultado, que apresentou expansão de 0,45% em setembro e 2,65% no acumulado dos últimos 12 meses, veio bem em linha com as nossas expectativas (0,45%), mas acima das expectativas de mercado coletadas pela Bloomberg (0,39%);
  • Os núcleos de inflação continuaram bem-comportados, mas diante da expectativa de continuidade do aumento dos preços da gasolina e de alimentos consumidos no domicílio, além da recente recuperação gradual apresentada pelos preços de serviços e bens duráveis (especialmente computadores, televisões e celulares, que ficaram mais caros durante a pandemia), revisamos a nossa projeção de IPCA para 2020 de 1,7% para 2,6%;
  • Ainda com o entendimento de que o aumento nos preços tem sido gerado por choques que devem se dissipar no decorrer do próximo ano, quando a ociosidade deve permanecer elevada, mantivemos a nossa projeção de IPCA para 2021 em 2,6%. Clique aqui para conferir o relatório completo.

Internacional

Política internacional: Corte Suprema e protestos são destaque do debate eleitoral americano nesta quinta-feira

  • A indicação a uma vaga da Corte Suprema continua em destaque na política americana. O presidente americano, Donald Trump, enfatizou nesta quarta-feira a importância de que o colegiado esteja completo antes da eleição porque ele acredita que o tribunal superior terá de decidir sobre uma possível contestação do resultado;
  • Outro tema que voltou ao palco central do debate eleitoral é a onda de protestos contra o racismo e brutalidade policial. Dois policiais foram baleados em Louisville, Kentucky, nesta quarta-feira durante uma manifestação ligada à morte em março da enfermeira, Breonna Taylor; 
  • Ainda, Trump pediu celeridade a agência regulatória de alimentos e remédios dos EUA para aprovar vacinas contra o Covid-19 após anúncio de que a Johnson & Johnson estaria na fase final de testes.  

Petróleo: Redução no estoque dos EUA abaixo do esperado pelo mercado

  • Ontem a Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) divulgou, em seu relatório oficial de fornecimento, uma redução no estoque de -1,639 milhões de barris contra expectativa de mercado de -2,325 milhões de barris. A queda do estoque abaixo das expectativas pode ser vista como negativa por indicar uma maior oferta do que a esperada. Apesar disso, ontem a commodity encerrou o pregão em ligeira alta de +0,12% em US$41,77/barril;
  • Já os estoques de gasolina nos EUA caíram -4,025 milhões de barris, acima das expectativas de mercado de uma redução de -0,648 milhões de barris, o que pode indicar um aquecimento nas atividades e movimentação de pessoas;
  • Nessa manhã de quinta-feira, o petróleo tipo Brent opera em território ligeiramente positivo, em alta de +0,17% em US$41,84/barril.

Empresas

Bebidas (ABEV3): Ambev coloca em operação a sua primeira fábrica de latas

  • Segundo o Valor Econômico, a Ambev colocou em operação a sua primeira fábrica de latas, em Sete Lagoas (MG). A unidade tem capacidade para produzir 1,5 bilhão de latas por ano e demandou investimentos de cerca de R$ 700 milhões;
  • A unidade abriga duas linhas de produção de latas, uma linha de tampas e funcionará com energia 100% renovável. De acordo com a Ambev, todo o alumínio usado na produção é brasileiro, sendo que 75% é reciclado;
  • “Há um ano, quando começamos a construir essa nova unidade, queríamos aumentar nossa capacidade. Era um projeto olhando o longo prazo. Assim que vimos a alta demanda por latas, aceleramos as obras para conseguir atender a essa demanda crescente”, disse Mauricio Soufen, vice-presidente fabril da Ambev;
  • Enxergamos a notícia como positiva pois ela demonstraria, (i) no curto prazo, a agilidade da empresa em se adaptar para um cenário de pandemia em que o consumo de cerveja em latas cresceu em detrimento do consumo de garrafas retornáveis e (ii) no longo prazo, a manutenção da preocupação da empresa em controlar custos e margens, sobretudo em meio a cenário competitivo desafiador. Confira todos os detalhes do setor no nosso relatório Expresso Alimentos & Bebidas.

Tenda (TEND3): Tenda conclui a construção das primeiras casas em modelo offsite

  • A Construtora Tenda (TEND3) concluiu a montagem das primeiras casas em woodframe em condomínio fechado no interior de São Paulo. A montagem é resultado do desenvolvimento de um modelo de construção remota (offsite), que visa produzir os imóveis em fábrica para serem transportados para os canteiros de obra apenas para montagem e acabamento final;
  • Com o novo produto, a Tenda poderá atender as cidades de tamanho pequeno e médio do Brasil, que não atingem o tamanho mínimo de escalabilidade do modelo atual da companhia;
  • Caso bem sucedido, a companhia estima a produção de 30.000 unidades/ano por meio da produção offsite, atingindo o potencial de 60.000 unidades/ano da Tenda (incluindo tanto o modelo atual como o modelo offsite).

Frigoríficos: Grandes empresas do setor lançam programas para ampliar o controle do gado; Investidores acompanham de perto os planos

  • Sob pressão cada vez maior dos investidores, grandes empresas de carne do Brasil estão lançando programas para ampliar o controle do gado que compram das fazendas da Amazônia e coibir o desmatamento em sua cadeia de produção, via projetos que vão tentar rastrear, desde o nascimento, todos os bovinos adquiridos;
  • O objetivo, com isso, é evitar comprar produtos que tenham origem em áreas desmatadas. Hoje o rastreamento dos fornecedores diretos já é feito, mas a dificuldade mora justamente em garantir a origem dos fornecedores indiretos (aqueles que venderam o bezerro ou o boi magro para o fornecedor direto, que comercializa o animal pronto para o abate) – eles são os grandes responsáveis, na pecuária, pelo aumento do desmate na Amazônia nos últimos anos;
  • Cada vez mais antenados na sustentabilidade da carne, os investidores acompanham de perto os planos e programas anunciados pelos frigoríficos brasileiros. Na nossa visão, as questões ambientais serão cada vez mais importantes na formação dos preços das ações dos frigoríficos adiante e vemos as iniciativas recém anunciadas, ainda que tardia na opinião de alguns investidores, como marcos importantes e positivos do setor pela preservação da Amazônia e demais biomas.
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