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Japão conclui teste de primeira planta de energia solar offshore | Café com ESG, 04/06

Países em desenvolvimento precisam de US$4-6 trilhões para adaptação às mudanças climáticas, diz Lula; Japão e energia solar offshore

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território misto, com o IBOV registrando leve baixa de 0,05%, enquanto o ISE subiu 0,80%.

• No Brasil, o presidente Lula disse ontem que os países em desenvolvimento vão precisar de algo entre US$4 e US$6 trilhões ao ano para ações de adaptação às mudanças climáticas – o tema, segundo ele, será endereçado na COP 29, marcada para novembro, em Baku, no Azerbaijão.

• No internacional, (i) a Baía de Tóquio no Japão está se tornando um banco de testes para energia solar gerada a partir da superfície do mar após a Sumitomo Mitsui Construction (SMC) concluir a instalação da primeira fazenda solar offshore do país – construída para uso comercial, a instalação foi conectada a um cabo subaquático que já começou a transmitir energia para a costa; e (ii) segundo a Agência Internacional de Energia, o mundo não está no caminho certo para alcançar a meta de triplicar a capacidade global de produção de renováveis até 2030 – com isso, a COP29 deve dedicar boa parte das discussões para garantir que os planos acordados no ano passado sejam cumpridos.

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Brasil

Política

Alckmin quer tratar em PL à parte ‘jabuti’ incluído no Mover

“O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse ao Valor que prefere tratar, em um projeto de lei à parte, os dispositivos que tratam de conteúdo nacional no setor de petróleo, incluídos na proposição que trata do programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). Ele comentou já haver conversado com o relator da matéria, senador Rodrigo Cunha (PODE-AL). Alckmin disse ainda que procuraria o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), para buscar a melhor solução. O programa Mobilidade Verde trata do regime automotivo. Ao passar pela Câmara dos Deputados, recebeu dois “jabutis”, como são chamados os temas estranhos incluídos em projetos de lei. O primeiro instituiu a taxação federal de 20% sobre compras em plataformas estrangeiras com valor abaixo de US$ 50. O segundo estabeleceu uma política de exigência mínima de conteúdo nacional para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás. Nos dois casos, Alckmin defendeu que fossem retirados e tratados em projetos à parte. No caso das compras, porém, houve acordo “envolvendo todos os partidos”, disse o vice-presidente. Por isso, os dispositivos que tratam do tema foram mantidos no texto. A política de conteúdo local aprovada pela Câmara, e agora em análise no Senado, estabelece, por exemplo, que as atividades de exploração em áreas sob regime de partilha deverão utilizar, no mínimo, 20% de conteúdo local. O índice sobe para 30% na construção do poço e para 40% no sistema de coleta e escoamento de produção.”

Fonte: Valor Econômico, 03/06/2024

Ministra da Ciência e Tecnologia defende exploração da Foz do Amazonas

“A ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luciana Santos, defendeu na segunda-feira (3/6) a exploração de óleo e gás na Margem Equatorial, em especial na Bacia da Foz do Amazonas. Luciana Santos destacou que o petróleo na região da Margem Equatorial já está sendo explorado pela Guiana, e que a Petrobras tem domínio da tecnologia de exploração em águas profundas e capacidade para minimizar os impactos ambientais. Ela afirmou que o Brasil tem autoridade para continuar explorando petróleo, pois tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. “Nós temos, vamos dizer assim, como diz na linguagem popular, é mais gordura para queimar, no que diz respeito às possibilidades de uso de matriz ainda fóssil por conta dessa potencialidade”, afirmou. A ministra culpou os países ricos e o desmatamento pelas mudanças climáticas, ressaltando que continuam com matrizes sujas.”

Fonte: Epbr, 04/06/2024

Sul Global vai precisar de até US$ 6 trilhões por ano para combater mudanças climáticas

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (03) que os países em desenvolvimento vão precisar de algo entre US$ 4 trilhões e US$ 6 trilhões ao ano para ações de adaptação às mudanças climáticas. O tema, segundo ele, será endereçado na COP 29, marcada para novembro, em Baku, no Azerbaijão. Ao lado do presidente da Croácia, Zoran Milanović, que visita Brasília, Lula voltou a dizer que os países do chamado Sul Global não conseguirão assumir metas ambiciosas de redução de emissões de gases do efeito estufa sem financiamento dos países ricos. Segundo ele, os grupos de trabalho de finanças do G20, presidido neste ano pelo Brasil, estão trabalhando em formas de simplificar o acesso dos países em desenvolvimento a recursos dos fundos multilaterais. Ainda assim, Lula disse que as metas estabelecidas no Acordo de Paris, de 2015, já não são suficientes. “Catástrofes climáticas recentes confirmam que já vivemos consequências das mudanças climáticas que muitos insistem em negar”, afirmou o presidente brasileiro. Ele agradeceu o apoio recebido do colega croata e dos líderes europeus na tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul. O presidente mencionou a proximidade das eleições para o parlamento europeu e disse que somente a união de todos os democratas pode vencer o totalitarismo e as notícias falsas. Lula voltou a pedir um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e, em crítica a Israel, disse que “a violação cotidiana do direito humanitário é chocante”. Também afirmou que o recente reconhecimento do Estado Palestino por Espanha, Noruega e Irlanda é “um passo importante”. Sobre a guerra na Ucrânia, o presidente rememorou a crítica do Brasil à invasão russa e disse que somente uma “desescalada” da violência poderia viabilizar uma retomada de diálogo entre as partes.”

Fonte: Valor Econômico, 03/06/2024

Queimadas colocam Pantanal sob alerta

“O clima é de alerta no Pantanal. Com chuvas abaixo das médias históricas desde o ano passado e a seca extrema impulsionada pelo El Niño, o bioma registrou neste ano um aumento de 898% no número de queimadas em comparação com o mesmo período de 2023. É o que aponta uma análise da ONG WWF-Brasil baseada em dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Com 880 focos de queimada, o valor acumulado nos primeiros cinco meses de 2024 é o segundo maior dos registros nos últimos 15 anos, ficando atrás somente de 2020, quando foram reportados 2.128 casos. O cenário de seca severa no bioma preocupa ambientalistas, que ressaltam a possibilidade de aumento do número de incêndios de grande escala, comparáveis aos que devastaram 30% da área natural do bioma há quatro anos. No mês passado, foram registrados 246 focos de queimadas no Pantanal, contra 33 em maio de 2023. O estudo destaca que a preocupação se dá pelo fato de a temporada de seca ainda estar em seu início, uma vez que os incêndios no bioma se concentram entre os meses de agosto e outubro, com pico em setembro.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2024

Internacional

Empresas

Siderúrgicas europeias correm o risco de falhar as metas climáticas, apesar dos milhares de milhões em subsídios

“A indústria siderúrgica europeia corre o risco de falhar metas climáticas ambiciosas, apesar das promessas de milhares de milhões de euros em ajuda estatal por parte dos governos da região, alertam os ativistas ambientais. Desde 2022, a Comissão Europeia acordou mais de 8 bilhões de euros em subvenções para alguns dos maiores produtores do bloco, para apoiar o investimento em produções menos intensivas em carbono, afirma a Aria, uma organização de investigação sem fins lucrativos. A ArcelorMittal, o segundo maior produtor de aço do mundo e o maior da Europa, recebeu 3 mil milhões de euros em compromissos para projetos de descarbonização para eliminar gradualmente a utilização do carvão a favor do gás natural e, eventualmente, do hidrogénio. A Thyssenkrupp, o conglomerado industrial alemão, recebeu 2 bilhões de euros em compromissos, enquanto outros grupos como o Salzgitter receberam bilhões de euros. A Tata Steel recebeu £ 500 milhões em apoio estatal do Reino Unido como parte de um acordo para investir £ 700 milhões de seu próprio dinheiro. Apesar dos subsídios, os grupos de investigação climática afirmam que os produtores de aço da Europa ainda não estão no bom caminho para cumprir as metas de redução de emissões baseadas na ciência, o que lhes permitiria, idealmente, limitar o aquecimento global a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, tal como estabelecido no acordo climático de Paris de 2015. “Os grupos siderúrgicos estabeleceram metas bastante ambiciosas, mas se olharmos para o seu desempenho neste momento, não irão alcançá-las”, disse Vicky Sins, da World Benchmarking Alliance, que mede o progresso das empresas em termos de desempenho. Objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU.”

Fonte: Financial Times, 04/06/2024

Japão testa geração de energia solar em painéis na superfície do mar

“A Baía de Tóquio está se tornando um banco de testes para energia solar gerada a partir da superfície do mar. A alternativa é interessante ao Japão, país com crescente demanda por energias renováveis e escassez de terra. A Sumitomo Mitsui Construction (SMC) concluiu em abril a instalação da primeira fazenda solar offshore do Japão construída para uso comercial. A instalação foi conectada a um cabo subaquático em maio e começou a transmitir energia para a costa. O projeto apresenta um sistema de flutuação proprietário desenvolvido pela SMC que é dividido em quatro quadrados, cada um abrigando painéis de 50 quilowatts voltados para direções diferentes. Durante uma visita recente à área, a plataforma, que é amarrada ao fundo do mar com uma corda, permaneceu na posição mesmo em águas agitadas. A SMC pretende eventualmente expandir a capacidade da usina para 1 megawatt, visando a operação comercial até 2030. A empresa tem experiência com fazendas solares flutuantes em outros ambientes além do mar. Ela opera seis dessas instalações em reservatórios e outros corpos d’água interiores, com uma capacidade total de 13 MW. Seu sistema de flutuação, embalado com material leve, é projetado para ser fácil de montar sem a necessidade de maquinário pesado. Fazendas solares marinhas enfrentam desafios que outros sistemas flutuantes não enfrentam. Um deles são as mudanças no nível da água devido a mares agitados. Um tufão, por exemplo, pode tombar a plataforma ou danificar o equipamento.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2024

No Japão, os temores de segurança energética colocam a energia nuclear de volta a favor do plano 2040

“O Japão deverá pressionar por mais energia nuclear numa atualização da política energética prevista para o próximo ano, procurando um fornecimento estável de eletricidade face à procura crescente e ao aumento dos riscos geopolíticos, mas é provável que tenha dificuldades para cumprir as suas metas, dizem especialistas do setor. O país reduziu a dependência da energia nuclear após o desastre de Fukushima em 2011 e aumentou a utilização de combustíveis fósseis para gerar 70% da sua eletricidade, ao mesmo tempo que se propôs reduzir as emissões de carbono para zero até 2050. Mas tendo enfrentado picos de preços do carvão e do gás e interrupções no fornecimento em 2022 devido à guerra da Rússia contra a Ucrânia, o governo quer garantir uma maior utilização da energia nuclear, juntamente com a energia eólica e solar, para garantir um abastecimento de energia estável. “A ênfase mudou das emissões de carbono para a segurança energética. A segurança energética sempre foi importante para o Japão, mas ainda mais agora porque havia tantos desafios com a falta de gás natural liquefeito, o caro GNL e a falta de abastecimento”, disse Alex Whitworth, vice-presidente da consultora Wood Mackenzie. Qualquer mudança para impulsionar a energia nuclear por parte do segundo maior importador mundial de GNL e um grande comprador de carvão térmico atingirá os exportadores desses combustíveis fósseis, incluindo a Austrália, o Qatar, os EUA e a Indonésia. As discussões sobre a política energética do Japão, que é revista a cada três anos, começaram no mês passado. Esta é a primeira revisão desde que o primeiro-ministro Fumio Kishida mudou a posição do país para favorecer a energia nuclear em 2022.”

Fonte: Reuters, 04/06/2024

Descarbonização do setor aéreo vai impactar bolso do consumidor

“A transformação da indústria aérea na direção de aumentar o uso de combustível sustentável (chamado de SAF), e assim reduzir suas emissões de carbono, vai ser percebida pelo consumidor de forma não tão agradável: pelo bolso, com a subida dos preços das passagens aéreas. Isso pelo menos enquanto a tecnologia não avança, ganha escala, e o cenário fique mais próximo de como é hoje precificado o querosene de aviação tradicional. A avaliação é de William Walsh, diretor geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), em evento nesta segunda-feira (3), em Dubai, Emirados Árabes Unidos. A subida das tarifas aéreas tem sido uma pedra do sapato de consumidores, sobretudo em mercados com renda mais baixa como o Brasil. A realidade chega diante da subida de custos, como combustível e menor oferta de voos, com algumas aéreas ainda organizando a casa depois da pandemia. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o yield doméstico no Brasil (ou seja, o preço pago pelo passageiro para se voar um km) fechou março deste ano em R$ 0,5183, alta de 31,7% contra igual mês de 2019 — os números foram corrigidos pela inflação até março. “A transição para uma aviação com emissão zero de carbono vai depender do cliente. Queria dizer que nós, como indústria, vamos fazer isso sem suporte, mas não conseguimos. Vamos fazer o possível para os custos ficarem sob controle, mas eles vão subir, e isso, no fim, vai representar um preço maior. Não consigo ver outro caminho”, disse Walsh, em coletiva com jornalistas, durante evento em Dubai.”

Fonte: Valor Econômico, 03/06/2024

Rio Tinto desenvolverá instalação de US$ 143 milhões para testar processo de produção de ferro com baixo carbono

“A Rio Tinto (RIO.AX), abre uma nova aba, (RIO.L), abre uma nova aba gastará US$ 143 milhões para desenvolver uma instalação de pesquisa e desenvolvimento na Austrália Ocidental para avaliar a eficácia de seu processo de produção de ferro com baixo teor de carbono, o gigante da mineração disse na terça-feira. O processo, BioIron, utiliza biomassa bruta e energia de micro-ondas em vez de carvão para converter minério de ferro em ferro metálico e tem potencial para reduzir as emissões de carbono em até 95% em comparação com o método atual de alto-forno, segundo a Rio. A instalação incluirá uma planta piloto e fornecerá os dados necessários para avaliar a expansão da tecnologia para uma planta de demonstração maior. A fabricação dos equipamentos terá início este ano, com comissionamento previsto para 2026, informou a empresa. A instalação demonstra ainda mais o compromisso da empresa em apoiar e permitir a descarbonização da indústria siderúrgica, disse o presidente-executivo da Rio Tinto Iron Ore, Simon Trott. No início deste ano, a Rio Rio e o rival BHP Group (BHP.AX), abrem uma nova aba em conjunto com a BlueScope Steel (BSL.AX), abrem uma nova aba, a maior siderúrgica da Austrália, para anunciar um projeto piloto de “ferro verde” para ajudar a reduzir as emissões para siderúrgicas que dependem do minério de ferro australiano.”

Fonte: Reuters, 04/06/2024

Política

Mundo está aquém da meta de energia renovável para 2030, alerta IEA

“Os planos mundiais de energia limpa ainda ficam quase um terço aquém do que é necessário para alcançar uma meta de energia renovável para 2030 acordada nas negociações climáticas da ONU no ano passado, alertou a Agência Internacional de Energia, enquanto delegados de quase 200 países se reúnem novamente em Bona esta semana. A negociação de um novo acordo de financiamento climático e a atualização dos compromissos nacionais para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa terão lugar durante 10 dias nas negociações da ONU para lançar as bases para a cimeira climática COP29, em Baku, em novembro. As negociações também se concentrarão em como garantir que os planos acordados na COP28 no Dubai no ano passado sejam cumpridos, incluindo o objetivo de triplicar a capacidade global de produção de energia renovável para pelo menos 11.000 gigawatts até 2030. Dados divulgados pela AIE na terça-feira mostram que as políticas e estimativas existentes nos países implicam que 8.000 GW de energia renovável serão instalados até ao final da década. Quase 40 por cento desta capacidade, ou 3.180 GW, é constituída pelos planos da China para energia solar, eólica e hidroelétrica. A meta global de energia renovável era “ambiciosa, mas alcançável – embora apenas se os governos transformarem rapidamente as promessas em planos de ação”, disse o diretor executivo da agência, Fatih Birol. As adições anuais de capacidade renovável triplicaram desde o Acordo de Paris de 2015 para limitar o aquecimento global, disse a AIE, à medida que o custo da energia solar e eólica caiu 40 por cento. Quase metade dos países avaliados têm planos para duplicar a instalação de energias renováveis ​​até 2030. Contra este progresso, os atrasos, o subinvestimento e os problemas de infraestrutura de rede ainda perseguem a maioria dos sistemas energéticos.”

Fonte: Financial Times, 04/06/2024

Japão e União Europeia se unem por liderança global na regulamentação do hidrogênio

“O Japão e a União Europeia trabalharão juntos para definir padrões internacionais para a cadeia de suprimentos de hidrogênio, em uma tentativa de assumir a liderança na formação de um novo mercado, apurou o “Nikkei Asia”. As regras cobririam áreas como tecnologias para produzir e transportar o combustível. O ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Ken Saito, e Kadri Simson, comissária europeia de energia, concordarão em uma próxima reunião para criar um roteiro conjunto para o uso de hidrogênio até 2040. As agências japonesas e da União Europeia assinarão memorandos de entendimento sobre assistência em pesquisa e desenvolvimento, segurança e suporte de preço. O hidrogênio é tido como uma alternativa limpa aos combustíveis fósseis para a indústria pesada, automóveis e aviação. A perspectiva de crescimento é especialmente boa para o hidrogênio “verde”, que é produzido usando energia solar ou outras formas de energia renovável. As discussões sobre propostas de padrões específicos começarão já neste verão. Não há padrões internacionais claros para a indústria de hidrogênio em vigor no momento; então, há vantagens em agir primeiro. Como parte do esforço, espera-se que o Japão e a União Europeia compartilhem dados em eletrolisadores, que usam eletricidade para dividir a água para liberar hidrogênio; tecnologia para carregar e transportar hidrogênio líquido; e tecnologia de combustão, entre outras áreas.”

Fonte: Valor Econômico, 03/06/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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