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Emissão de títulos verdes pode atingir US$ 1 trilhão de dólares em 2023, segundo S&P | Café com ESG, 31/07

Brasil oferecerá seus primeiros títulos vinculados a projetos sociais e ambientais nos próximos meses; Crescimento de 2,5% na emissão global de títulos verdes é esperado em 2023

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

•  Na última semana, o Ibovespa encerrou em leve queda de -0,02%, enquanto o ISE subiu +0,53%. Já o pregão de sexta-feira terminou em território positivo, com o Ibov e ISE subindo +0,16%, +0,59% respectivamente.

•  Do lado das empresas, segundo estudo da S&P Global (que levou em consideração os ativos cotados na NYSE e na NASDAQ), as emissões globais de títulos verdes, atrelados à metas de sustentabilidade, devem crescer 2,5% em 2023, com potencial de atingir 900 bilhões a 1 trilhão de dólares ainda esse ano.

•  Na política, (i) segundo o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, o Brasil oferecerá seus primeiros títulos vinculados a projetos sociais e ambientais nos próximos meses – uma operação deve ficar pronta até o final de agosto, com a ida à mercado entre setembro e novembro; e (ii) o Grupo das 20 principais nações (G20) falhou na sexta-feira em chegar a um acordo sobre metas concretas para reduzir as emissões, divulgando apenas uma declaração classificando as medidas atuais para lidar com as mudanças climáticas como “insuficientes” – o encontro, de três dias realizado na Índia, foi visto como uma chance perdida para os maiores contribuidores de emissões do mundo darem passos concretos antes da COP28, que acontecerá nos Emirados Árabes Unidos no final do ano. 

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Brasil

Empresas

Ambipar, Fleury e Vivo: por que grandes empresas estão investindo em títulos verdes

“Ambipar, Grupo Fleury e Vivo atuam em diferentes setores, mas há algo que une essas três empresas: o investimento recente em títulos verdes. Em 2023, é esperado um crescimento de 2,5% na emissão global desse tipo de dívida, que é atrelada a metas de sustentabilidade — o segumento também éconhecido como GSSSB (em inglês, green, social, sustainability and sustainability-linked bonds). É o que diz o estudo Credit Trends, Global Financing Conditions: Bond Issuance Is Set To Expand Modestly In 2023, With Stronger Upside Potential da S&P Global , empresa financeira que realiza análises de crédito levando em consideração os ativos cotados na NYSE, bolsa de valores de Nova York, e na NASDAQ, bolsa americana especializada em tecnologia. Os números apenas confirmam que investir em títulos verdes têm se tornado uma onda entre as empresas, quando se discute sustentabilidade . Ainda de acordo com o levantamento, a previsão de emissão global desse tipo de títulos pode atingir 900 bilhões a 1 trilhão de dólares em 2023. Segundo o banco do Reino Unido, Barclays, a tendência de crescimento segue a lógica de dois anos atrás, quando os títulos contaram com uma taxa de crescimento de mais de 150%, em relação a 2020. Segundo a organização internacional Climate Bonds Initiative (CBI), na América Latina, os green bonds mais que dobraram entre 2021 e o ano passado. Já no Brasil, a negociação do papel gerou 5,3 bilhões de reais na B3, através de 18 emissões realizadas por 12 empresas diferentes durante o ano de 2020.”

Fonte: Exame, 28/07/2023

Sustentabilidade é maior demanda no agronegócio

“As demandas em relação à adoção de práticas sustentáveis no agronegócio estão em multiplicação: passam por acordos internacionais em negociação, permeiam a intenção de compra dos consumidores, orientam o mercado de investimentos e são alvo de legislações cada vez mais rigorosas. Governos, produtores, empresas e organizações da sociedade civil se movimentam neste cenário em busca de soluções que equilibrem a urgência do avanço na produção de alimentos para nutrir a crescente população global e as ações fundamentais para minimizar os impactos da emergência climática. Como parte do Acordo de Paris, resultante da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015, o Brasil adotou o compromisso formal de alcançar a neutralidade climática até 2050, e o agronegócio é estratégico para que o país consiga atingir essa meta. Entre as iniciativas governamentais no setor, estão o Plano ABC+ e o novo Plano Safra, que incentivam práticas de produção sustentável. Política pública que prevê a adoção de tecnologias capazes de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o Plano ABC, criado em 2010, financiou, por meio do Plano Safra, 54 milhões de hectares, mitigando 193,6 milhões de toneladas de dióxido de carbono com a adoção de tecnologias sustentáveis, como sistema de plantio direto, florestas plantadas, bioinsumos, irrigação, terminação intensiva e tratamento de resíduos da produção animal.”

Fonte: Valor Econômico, 31/07/2023

Será o “abismo” o destino dos carros elétricos?

“Inovar não é um processo fácil, nem garantido. A tradicional curva de adoção de inovações, por exemplo, apresenta uma série de problemas bem conhecidos para quem trabalha no segmento. Um deles é a ocorrência de “abismos” durante as mudanças de estágios do ciclo. Existem indícios de que a adoção de carros elétricos poderia estar se aproximando de um “abismo”. Os dados de vendas da indústria automobilística americana para o segundo trimestre de 2023 apontam que a venda de veículos elétricos (VEs) dos fabricantes tradicionais não apresenta um aumento significativo. Alguns modelos até mostram quedas em relação ao trimestre anterior, como o Taycan da Porsche, que registrou uma queda de 35% nas vendas. As disputas de preços indicam que estamos emum período de estagnação no mercado de veículos elétricos (VEs). Isso é evidente não apenas nas vendas do Taycan da Porsche, mas também nos números de vendas de outros fabricantes tradicionais, como Ford e GM. Várias medidas surgem dessa situação. Por exemplo, o Bolt, da GM, está sendo descontinuado e seu sucessor ainda não está prontamente disponível para os consumidores. Já em relação à Ford, as vendas do Mustang Mach-E e do F-150 Lightning, embora consistentes, representam apenas uma pequena fração das vendas totais da montadora. As mudanças no volume de vendas desses modelos de um ano para o outro têm sido relativamente modestas.”

Fonte: Exame, 30/07/2023

Política

CEBDS apresenta a Haddad criação de mercado regulado de carbono e “pacote verde”

“A criação de um mercado regulado de carbono e o desenvolvimento de políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis de empresas e indivíduos estão entre as propostas do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) feitas esta semana ao governo federal, que trabalha em um plano de transição ecológica, o chamado “pacote verde” .O CEBDS apresentou ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na semana passada em São Paulo, um documento com um conjunto de avaliações e recomendações sobre os seis eixos prioritários do “pacote verde”: finanças sustentáveis, bioeconomia, transição energética, infraestrutura verde e saneamento, adensamento tecnológico e economia circular. As propostas apresentadas são a extensão de reuniões realizadas entre o conselho de empresas e integrantes do governo. A última delas foi em junho, também com Haddad. Nele, o CEBDS elenca como principais bandeiras a erradicação da pobreza, o mercado regulado de carbono e a classificação de atividades conforme seu impacto ambiental e climático, a chamada taxonomia verde. Na avaliação da presidente do CEBDS, Marina Grossi, o plano do governo reúne condições de mitigar riscos de instabilidade macroeconômica ao criar incentivos para a transição para uma economia neutra em carbono, com fortalecimento das cadeias produtivas capazes de valorizar economicamente a sociobiodiversidade, ou seja, as riquezas dos biomas brasileiros e o conhecimento dos povos tradicionais.”

Fonte: Valor Econômico, 30/07/2023

Brasil fará estreia de títulos ESG na próxima emissão, diz Ceron

“O Brasil oferecerá seus primeiros títulos vinculados a projetos sociais e ambientais nos próximos meses, uma entrada há muito esperada nos mercados de dívida sustentável que demonstrará seu compromisso com metas climáticas ambiciosas, disse o secretário do Tesouro, Rogério Ceron . O país nunca emitiu títulos sustentáveis, mas planeja fazê-lo na próxima vez que buscar financiamento nos mercados internacionais. Uma nova operação deve ficar pronta até o final de agosto, com a colocação entre setembro e novembro, disse Ceron à Bloomberg News em entrevista de seu escritório em Brasília. A tão esperada estreia da maior economia da América Latina marcará um passo à frente nos esforços do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para cumprir grandes promessas ambientais e sociais, de acordo com o secretário. “É um sinal geopolítico da concretude com que o Brasil está se comprometendo com a agenda ambiental e social”, disse Ceron.O governo pode buscar medidas alternativas para aumentar a receita se o Congresso não aprovar algumas das propostas de Haddad, disse Ceron. A equipe econômica de Lula também pode contingenciar até R$ 50 bilhões para cumprir as regras de gastos públicos, se necessário, acrescentou.”

Fonte: Exame, 30/07/2023

Novas resoluções do CGen podem dar impulso no gerenciamento da biodiversidade brasileira

“Embora a biodiversidade brasileira seja vista como um bem a ser reconhecidamente resguardado, o Brasil enfrenta desafios para regulamentar e implementar as medidas necessárias para o seu gerenciamento, uso e proteção. Consequentemente, a insegurança jurídica paira sobre aqueles que estão sujeitos às legislações de proteção e gerenciamento da biodiversidade. Em 2015, o Brasil aprovou uma legislação significativa para fortalecer a regulamentação da biodiversidade, criando um verdadeiro marco legal. Trata-se da Lei Federal nº 13.123/2015, também conhecida como Lei da Biodiversidade. Dentre diversos aspectos, esta lei estabeleceu as diretrizes gerais para o acesso ao patrimônio genético e conhecimento tradicional associado e a repartição de benefícios decorrentes da utilização e exploração econômica desses recursos. Embora a Lei da Biodiversidade tenha estabelecido regras mais robustas para a pesquisa, exploração e uso dos recursos genéticos e do conhecimento tradicional associado, ainda existem diversas lacunas, indefinições e conceitos demasiados amplos, os quais prejudicam a aplicação direta e segura da legislação. Não por outro motivo, a Lei da Biodiversidade carece de eficácia, embora não seja propriamente recente. Contudo, nota-se recentemente uma consistente retomada na implementação da Lei da Biodiversidade. Além de uma maior fiscalização, em 27 de junho deste ano foram publicadas quatro novas resoluções pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen). De modo geral, elas procuram endereçar alguns pontos de desafio, pois tratam de questões voltadas à organização e utilização dos valores destinados ao Fundo Nacional de Repartição de Benefícios, bem como à capacitação e criação de órgãos/comitês ou conselhos que serão responsáveis pela efetiva aplicação da lei.”

Fonte: Valor Econômico, 31/07/2023

Internacional

Empresas

StanChart, Ant Group fará parceria em finanças verdes, gerenciamento global de fundos

“O Ant Group da China e o Standard Chartered disseram na segunda-feira que trabalharão juntos em finanças verdes e gerenciamento de fundos globais, ampliando sua parceria existente. O acordo é o primeiro empate de alto perfil entre a Ant e um grande banco estrangeiro desde que as autoridades cancelaram um mega-IPO planejado pela gigante da fintech em 2020. O StanChart ajudará a Ant a construir “uma estrutura global de liquidez e gerenciamento de câmbio líder do setor”, disseram eles em um comunicado conjunto. Ant não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o que isso poderia implicar. Um porta-voz da StanChart não explicou mais quando foi contatado sobre o assunto. Eles também planejam melhorar a colaboração em meio ambiente, social e governança, inovação digital e finanças inclusivas, disse o comunicado. As autoridades chinesas este mês deram um tapa em Ant com uma afine de 7,12 bilhões de yuans (US$ 996 milhões) por violar as leis de proteção ao consumidor e governança corporativa. A penalidade, uma das maiores de todos os tempos para uma empresa de internet na China, marcou o fim de uma revisão regulatória de anos da empresa. Ant e StanChart em 2017 assinaram um memorando de entendimento que visava aumentar o acesso a serviços financeiros para clientes baseados em países ao longo da rota estratégica “Belt & Road Initiative” da China. Ant também contratou StanChart como um dos principais arranjadores e corredores de livros para o empréstimo sindicado vinculado à sustentabilidade de US$ 6,5 bilhões que contraiu no ano passado.”

Fonte: Reuters, 31/07/2023

Bancos votam para limitar a contabilidade de emissões nas vendas de títulos e ações

“Os bancos que trabalham para desenvolver padrões globais sobre a contabilização das emissões de carbono na subscrição de títulos ou venda de ações votaram para excluir a maioria dessas emissões de sua própria pegada de carbono, disseram três pessoas familiarizadas com o assunto. A maioria dos bancos que compõem um grupo de trabalho da indústria apoiou um plano no início deste mês para excluir dois terços das emissões ligadas aos seus negócios de mercados de capitais de serem atribuídas a eles na contabilidade de carbono, disseram as fontes, após meses de discórdia sobre a questão. Se confirmada, a decisão colocaria os bancos contra os defensores do meio ambiente, muitos dos quais dizem que o setor bancário deve assumir total responsabilidade pelas emissões geradas por atividades financiadas por meio de títulos e vendas de ações, como já faz com empréstimos. Quase metade do financiamento fornecido pelos seis maiores bancos dos EUA para as principais empresas de combustíveis fósseis veio de mercados de capitais, em vez de empréstimos diretos entre 2016 e 2022, de acordo com o grupo ambiental Sierra Club. Bancos com grandes operações de mercado de capitais no grupo de trabalho argumentaram que deveriam assumir a responsabilidade por apenas 33% das emissões de atividades financiadas por meio de títulos e vendas de ações, porque não têm controle sobre os mutuários como fazem com os empréstimos. Os bancos também expressaram preocupação com as emissões relacionadas ao mercado de capitais superando suas emissões relacionadas a empréstimos, disseram as fontes. Aqueles que pressionam por um baixo limite contábil dizem que assumir a responsabilidade por 100% das emissões levaria à dupla contagem em todo o sistema financeiro, porque os investidores em títulos e ações também serão responsáveis separadamente por algumas das emissões geradas pelas atividades de financiamento em suas próprias pegadas de carbono.”

Fonte: Reuters, 30/07/2023

Política

Países do G20 falham em chegar a acordo sobre metas de redução de emissões em negociações

“O Grupo das 20 (G20) principais nações falhou na sexta-feira em chegar a um acordo sobre metas concretas para reduzir as emissões perigosas, divulgando apenas uma declaração que rejeitou as medidas atuais para lidar com as mudanças climáticas como “insuficientes”. O impasse – o mais recente de uma série de conferências internacionais inconclusivas – veio dias depois que os cientistas novamente levantaram o alarme, dizendo que as mudanças climáticas induzidas pelo homem desempenharam um papel “absolutamente esmagador” nas ondas de calor extremas que varreram a América do Norte, Europa e China. Após três dias de reuniões na cidade de Chennai, no sul da Índia, os organizadores divulgaram um documento mostrando que o bloco permaneceu dividido em chamadas, lideradas por nações desenvolvidas, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2025 e reduzi-las em 60% até 2035 em relação aos níveis de 2019. Os membros não puderam concordar em esgotar os orçamentos de carbono, emissões históricas, metas líquidas zero e a questão do financiamento para apoiar os países em desenvolvimento, mostrou o documento. A reunião indiana foi vista como uma chance para os maiores poluidores do mundo davam passos concretos antes de uma reunião de líderes do G20 em setembro em Nova Delhi e da Cúpula COP28 nos Emirados Árabes Unidos em dezembro. O fracasso em chegar a um acordo ocorre apenas uma semana após o desacordo das principais economias do G20 sobre a redução gradual dos combustíveis fósseis após objeções de algumas nações produtoras.”

Fonte: Reuters, 28/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Mineração & Siderurgia: Um setor desafiador, gradualmente buscando oportunidades; Gerdau à frente dos pares (link)

Orizon (ORVR3): Companhia segue como uma das melhores sob a cobertura da XP (link)

Cosan (CSAN3): Fortalecendo governança e impulsionando a agenda ESG em suas subsidiárias (link)

Outros relatórios de destaque

O que muda com as novas normas globais de sustentabilidade do ISSB? (link)

Eletrobras (ELET3): Principais destaques do Investor Day (link)

ESG: Quatro principais tendências para a segunda metade do ano (link)

Destaques da reunião com a Verra, maior certificadora global de crédito de carbono (link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Sigma Lithium estreia BDRs na B3 e outros destaques (link)

CVM avança em diversidade; Preocupações ambientais impactam setor de telecom nos EUA; PETR4 e a saga com o Ibama (link)

ELET3 e o interesse em H2V; Mercado de dívida verde cresce; Projeto de lei para mercado de carbono no Brasil está pronto (link)


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