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De olho na retrospectiva ESG em 2023

Tesouro capta US$2bi em bônus verde, mercado regulado de carbono, taxonomia sustentável e muito mais - veja os acontecimentos que marcaram a agenda ESG em 2023 e 12 relatórios para você relembrar o ano que passou

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Relembrando o que foi destaque ao longo dos últimos 12 meses e os principais relatórios que você não pode perder

O ano de 2023 foi marcado por muita volatilidade nos mercados globais, e o tema ESG não passou ileso. No Brasil, vimos avanços regulatórios importantes na agenda, ao mesmo tempo em que o interesse dos investidores na temática ESG seguiu alto, bem como por parte das empresas, com um número cada vez maior de companhias adotando estratégias sustentáveis visando destravar valor para seus negócios. Com a virada do ano se aproximando, aproveitamos a oportunidade para trazer uma retrospectiva da agenda ESG no ano que passou, além de abordar o que esperar para 2024. Para cada mês, você encontra: (i) um acontecimento; (ii) qual a nossa visão; e (iii) um relatório XP sobre o tema.


Janeiro

ISE B3: Índice de Sustentabilidade Empresarial tem recorde de participantes

Fonte: Exame, 03/01/2023

Acontecimento: B3 divulga a nova composição da 18ª edição do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), mantendo todas as 47 empresas listadas na última carteira do índice, e adicionando 23 novos nomes. Com isso, a índice passa a ter 70 companhias (+49% vs. 2022), marcando o recorde de participantes.

Nossa visão: Vemos com bons olhos a evolução no portfólio do ISE, uma vez que o índice é uma importante medida da integração dos fatores ESG por parte das empresas brasileiras, refletindo um aumento de comprometimento com a agenda. Além disso, ele contribui para ajudar os investidores em seu processo de tomada de decisão de investimentos e alocação. Contudo, vale ressaltar que, embora o índice incentive as companhias a adotarem melhores práticas e oriente os investidores em suas decisões, fazer parte dele por si só não sugere automaticamente que não há nenhum espaço para melhorias nas práticas ESG e, por isso, recomendamos um acompanhamento contínuo e criterioso das empresas.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber’ 

Fevereiro

Ex-governador do DF assume Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria

Fonte: Canal Rural, 16/02/2023

Acontecimento: O ex-governador do DF Rodrigo Rollemberg (PSB) foi anunciado nesta quarta-feira (15) pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), para assumir o comando da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento.

Nossa visão: Vemos com bons olhos a criação de uma nova Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Biocombustíveis, uma vez que isso sinaliza a intenção do governo de avançar com a agenda verde no país, inclusive em termos de uma integração mais madura entre as diferentes pastas na agenda ambiental. Contudo, sendo de válida menção, entendemos que muitas frentes e iniciativas ainda exigem um maior detalhamento dos projetos que serão implementados para oferecer aos investidores (e às empresas) maior transparência e um direcionamento mais assertivo acerca dos principais esforços – o que esperamos que aconteça à medida que os projetos avançam.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘CBAV3 e VIVA3 reforçam sustentabilidade; Mudanças no governo visam impulsionar agenda verde | Brunch com ESG’

Março

Mulheres ocupam 15,2% dos cargos em conselhos e diretorias

Fonte: Valor Econômico, 16/03/2023

Acontecimento: Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) com 389 empresas, as mulheres representam apenas 15,2% dos profissionais em conselhos e diretorias de companhias abertas no Brasil, um pequeno avanço em relação à 2021 (12,8%) e 2022 (14,3%). De forma geral, a pesquisa aponta que 17,5% das empresas verificadas não apresentam nenhuma mulher nos conselhos e diretorias, enquanto 82,5% das companhias têm alguma executiva na liderança, sendo quase a metade delas (49,2%) com profissionais em cadeiras de diretoria.

Nossa visão: Embora reconheçamos o ainda longo caminho adiante na busca pela igualdade de gênero no mercado financeiro, temos visto uma evolução gradual no número de mulheres em posições de liderança. Olhando para o Brasil, segundo dados da Teva Índices, o número de mulheres que ocupa cargos de liderança em empresas listadas no país aumentou marginalmente ~6% nos últimos 5 anos, chegando em 15% em 2022, enquanto o número de companhias sem nenhuma mulher no Conselho recuou para 32,2% (vs. 64,2% em 2016). Se por um lado recebemos positivamente o (tímido) progresso, por outro vemos que existe ainda um grande espaço para melhoria adiante. Nesse sentido, olhando para frente, esperamos que essa tendência siga avançando, impulsionada pela inclusão e ganho de protagonismo da pauta de diversidade no mercado.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Lugar de mulher é onde ela quiser? A disparidade de gênero no mercado de trabalho e investimentos’

Abril

Mais de 70% das empresas veem o ESG como um facilitador de receita, mostra estudo da IBM

Fonte: Globo, 19/04/2023

Acontecimento: Segundo pesquisa da IBM, 70% dos executivos veem o ESG como um facilitador de receita, com os consumidores se concentrando cada vez mais no desempenho de sustentabilidade das empresas ao tomar decisões. Para realizar o novo estudo, chamado “The ESG ultimatum: Profit or perish”, o Institute for Business Value (IBV) da IBM analisou os resultados de um levantamento com mais de 20 mil consumidores sobre suas atitudes em relação à sustentabilidade e responsabilidade social, bem como uma pesquisa com 2,5 mil executivos em 22 indústrias e 34 países em relação à sua estratégia ESG, abordagem e operacionalização, benefícios esperados e considerações sobre os objetivos de negócios. Os resultados mostram que o ESG é uma prioridade para as empresas, com 76% dos entrevistados relatando que é fundamental para sua estratégia de negócios, 72% abordando o ESG como um facilitador de receita em vez de um centro de custo e 45% esperando que os esforços do ESG resultem em maior lucratividade.

Nossa visão: A agenda ESG foi posta à prova nos primeiros 100 dias de 2023, considerando o cenário econômico global desafiador e a postura avessa ao risco por parte dos investidores. Embora os investimentos ESG não tenham passado ilesos, eles mostraram resiliência em meio à volatilidade, reforçando a visão de que vieram para ficar, assumindo um papel chave na estratégia das companhias.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘ESG nos 100 primeiros dias de 2023: Uma visão sobre os acontecimentos e o que esperar adiante’

Maio

Lei acrescenta regra ambiental para empresas brasileiras que exportam cimento, aço, ferro, alumínio e fertilizantes para a União Europeia

Fonte: TIInside, 15/04/2023

Acontecimento: Publicado no Jornal Oficial da União Europeia, o Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM), ou mecanismo de ajuste de fronteira de carbono, é um imposto criado pela União Europeia para quantificar e precificar as emissões dos produtos que são importados pelos países membros. Dentre os setores mais afetados, vale destaque para: (i) cimento; (ii) aço e ferro; (iii) alumínio; (iv) fertilizantes; (v) eletricidade; (vi) hidrogênio e produtos derivados. Dessa forma, uma parcela significativa das empresas brasileiras exportadoras passa a estar sujeitas ao mecanismo, exigindo que preparem relatórios que demonstrem as emissões de carbono embutidas nos produtos vendidos.

Nossa visão: Enquanto o sistema permanece em fase de testes, com a entrada permanente em vigor prevista para 1o de janeiro de 2026, vemos a taxa como mais uma demonstração do tamanho do compromisso de descarbonização do bloco europeu. Dado que as empresas precisarão declarar anualmente a quantidade de bens exportados para a UE no ano anterior e suas emissões de carbono incorporadas (para então receberem o número correspondente de certificados CBAM), na perspectiva das companhias, o imposto pode influenciar a adoção de uma maior transparência e rastreabilidade na mensuração das emissões de carbono das operações, contribuindo para um posicionamento mais assertivo.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘O que as pontuações do CDP sobre clima nos dizem sobre as empresas brasileiras?’

Junho

Dia do Meio Ambiente: as 10 ações mais comprometidas com a pauta ambiental

Fonte: E-Investidor, 05/06/2023

Acontecimento: Celebrado mundialmente no dia 5 de junho, o Dia do Meio Ambiente é um convite para que as organizações repensem o seu papel no desenvolvimento sustentável. Com a agenda ESG ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro, aumenta a importância de relembrar a data e estimular a adoção de metas ambientais mais ambiciosas, assim como exaltar as empresas que demonstram esforços frente ao tema.

Nossa visão: O pilar (E) possui grande destaque na agenda ESG, se tornando cada vez mais estratégico para os negócios. Com um olhar mais atento aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, bem como aos riscos climáticos, vemos mais empresas repensando suas políticas ambientais, buscando firmar metas para reduzir a pegada de carbono e as emissões de gases de efeito estufa. Para fins de análise, usando o universo das companhias do Ibovespa, das 61 que possuem Rating ESG da MSCI e um peso maior que 30% no pilar ambiental, vemos que: (i) apenas 17 (28%) possuem uma nota maior que 7,0 no tema; e (ii) apenas 13 (21%) são classificadas como líderes no tema, evidenciando um longo caminho pela frente para alcançar seus objetivos. Para alavancar esses resultados, vemos como positiva a demanda crescente dos investidores por dados ESG de melhor qualidade, contribuindo para o aumento de transparência empresarial.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Dia Mundial do Meio Ambiente: 10 ações para investir que fazem parte da solução’

Julho

CVM aprova medidas de diversidade propostas pela B3 para companhias abertas

Fonte: Valor Econômico, 20/07/2023

Acontecimento: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou novas medidas propostas pela B3 para estimular a diversidade de gênero e a presença de grupos sub-representados em cargos de alta liderança e o reporte de boas práticas ambientais, sociais e de governança pelas companhias listadas. As primeiras informações deverão ser fornecidas a partir de 2025 e serão incluídas no formulário de referência. De acordo com as medidas, as companhias brasileiras listadas em bolsa devem eleger ao menos uma mulher e um integrante de comunidade sub-representada — pessoas pretas, pardas ou indígenas, integrantes da comunidade LGBTQIA+ ou pessoas com deficiência, além de indígenas, que foram incluídas no texto final — para seu conselho de administração ou diretoria estatutária.

Nossa visão: Vemos a legislação brasileira caminhando na direção certa, seguindo um esforço mundial para padronizar regras de divulgação ESG e impulsionar a adoção de melhores práticas de inclusão e diversidade pelas empresas. Do mesmo modo, temos uma visão positiva para a aprovação das medidas, sobretudo frente ao potencial de: (i) conferir maior transparência aos investidores; e (ii) acelerar o avanço nos dados de diversidade e da representatividade das companhias brasileiras. Contudo, na nossa visão, as legislações requerem um aprimoramento contínuo para permitir o acompanhamento da evolução da agenda ESG, sendo válido o monitoramento de perto adiante.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Brunch com ESG: Petrobras de olho na transição energética, B3 em diversidade e Renner na moda sustentável’

Agosto

Haddad anuncia Plano de Transformação Ecológica como parte do PAC

Fonte: Poder360, 11/08/2023

Acontecimento: Como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o governo brasileiro anunciou o lançamento do ‘Plano de Transição Ecológica’, um pacote de medidas ‘verdes’ visando impulsionar o desenvolvimento sustentável e o crescimento econômico do país. Com iniciativas de longo prazo que transpassam o atual mandato do Presidente Lula, o plano possui seis eixos estratégicos, sendo eles: (i) finanças sustentáveis; (ii) adensamento tecnológico; (iii) bioeconomia; (iv) transição energética; (v) economia circular; e (vi) infraestrutura e adaptação climática.

Nossa visão: Vemos que o lançamento do plano aconteceu em um momento oportuno, permitindo o Brasil melhor coordenar (e aproveitar) a dinâmica do mercado rumo à descarbonização, posicionando o país no centro dos investimentos da agenda verde. Além disso, algumas iniciativas já estão em curso, conforme exemplos a seguir: (i) a regulação do mercado de crédito de Tacarbono (com o projeto de lei em trâmite no Congresso Nacional); (ii) a emissão do título soberano sustentável (realizada em novembro de 2023 com captação de US$2bi); e (iii) a taxonomia sustentável (em fase de consulta pública). No entanto, vale ressaltar que garantir a implementação bem-sucedida do plano pode apresentar desafios, como ocorreu com versões anteriores do programa, com riscos de execução e possíveis dificuldades operacionais ainda no radar olhando para frente.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Um pacote verde para chamar de nosso’

Setembro

Taxonomia verde do Brasil avança e entra em consulta pública

Fonte: Capital Reset, 26/09/2023

Acontecimento: O Ministério da Fazenda abriu uma consulta pública para a elaboração da taxonomia sustentável brasileira. O projeto foi desenvolvido por um grupo composto por representantes de mais de 20 ministérios, órgãos reguladores do sistema – Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e de Seguros Privados (Susep) – e BNDES.

Nossa visão: Em linha com a União Europeia, China e demais vizinhos da América Latina, que foram pioneiros na construção de uma taxonomia sustentável, vemos com bons olhos a iniciativa do Brasil de avançar da mesma forma, aliada a uma colaboração com a CVM, principalmente pelo fato de que a taxonomia tem potencial de: (i) proporcionar maior transparência aos investidores e combater o greenwashing, ao mesmo tempo em que aprimora a capacidade de gerenciamento de risco de uma carteira ou investimento em crédito em termos de riscos relacionados ao clima; (ii) transferir capital de atividades não sustentáveis para atividades sustentáveis; e (iii) padronizar a classificação dos setores econômicos de acordo com seu impacto socioambiental.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Um pacote verde para chamar de nosso’

Outubro

Comissão do Senado aprova projeto que regulamenta mercado de carbono

Fonte: InfoMoney, 04/10/2023

Acontecimento: A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado aprovou por unanimidade o projeto de lei nº 412/22, que tem como objetivo regulamentar o mercado de carbono no Brasil, estabelecendo o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa. De forma geral, os principais destaques do texto são: (i) exclusão do agronegócio; (ii) definição dos créditos de carbono como ativo comercializável; (iii) estabelecimento de penalidades para as empresas por não conformidade; e (iv) proposta de um modelo de governança, além de uma visão geral sobre o que esperar em termos de próximos passos.

Nossa visão: Vemos a aprovação como um marco importante, contribuindo para uma maior celeridade no processo legislativo, com o projeto de lei ganhando maturidade. Além disso, o avanço de um mercado de carbono regulado no país é fundamental para ajudar o Brasil a atingir sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), atualmente definida para reduzir as emissões em -48% e -53% até 2025 e 2030, respectivamente. Por fim, os benefícios de um mercado regulamentado podem se estender ao mercado voluntário, dado que ele pode aumentar a credibilidade institucional dos créditos do país aos olhos dos compradores em potencial. No entanto, mesmo que o projeto de lei avance no Congresso, vale reforçar que um mercado plenamente funcional não é esperado antes de 2027.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Senado aprova projeto de lei sobre o mercado regulado de carbono; Entenda’

Novembro

Tesouro capta US$2bi em bônus ‘verdes’

Fonte: Valor Econômico, 13/11/2023

Acontecimento: Depois de aguardar uma janela estratégica de mercado, o Brasil captou US$2 bilhões, com a demanda pelos títulos excedendo o volume emitido (em 3x) e com vencimento em 2031. Os títulos apresentaram um rendimento de 6,5%, 181,9 pontos base acima do título do Tesouro dos EUA (utilizado como referência ou benchmark), comparável ao obtido por países enquadrados com o chamado grau de investimento. De forma geral, a alocação final dos títulos revelou uma grande parcela de investidores de longo prazo e estrangeiros (75% advindos da Europa e da América do Norte).

Nossa visão: Vista como chave para medir o apetite e confiança dos estrangeiros em investir na agenda verde brasileira, a emissão dos títulos soberanos foi concluída com êxito, atraindo, em larga escala, investidores institucionais de longo prazo, com gestoras de fundos adquirindo cerca de 60% dos títulos. Na nossa visão, a emissão é fundamental para canalizar fundos e investimentos para projetos relacionados a agenda ESG, contribuindo também para aumentar (ainda que marginalmente) a participação da dívida brasileira em moeda estrangeira. Olhando para frente, vale a pena monitorar quais serão os critérios utilizados para alocar os US$2 bilhões, além da divulgação de um cronograma para alocação de recursos.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘Reunião da XP com o Tesouro Nacional: O que a emissão do 1° título soberano verde nos diz?’

Dezembro

Apesar do acordo da COP28 sobre combustíveis fósseis, a meta de 1,5°C provavelmente está fora de alcance

Fonte: Reuters, 14/12/2023

Acontecimento: Após duas semanas de intensas negociações, a COP28 chegou ao fim em 13 de dezembro, um dia depois do previsto. Entrando para história como a conferência com o maior público presente, o grande destaque do documento final foi a inclusão de um acordo sobre uma transição gradual da era dos combustíveis fósseis, principais causadores das mudanças climáticas, e o aumento de investimentos em energia limpa. Nesse sentido, o texto final evitou falar explicitamente sobre “eliminação” de petróleo, gás e carvão, mas estabeleceu como limite o ano de 2050 para zerar as emissões líquidas do setor.

Nossa visão: Contando com uma forte participação do setor de combustíveis fósseis, a COP28 foi bem-sucedida em trazer o tema das mudanças climáticas para o centro da pauta global, sendo um passo importante na direção certa ao trazer diferentes vozes para a mesa de negociações. No entanto, embora reconheçamos que essa foi a primeira cúpula climática a concordar com um acordo histórico para a transição dos combustíveis fósseis, sentimos falta de um cronograma claro e de um plano de ação completo para guiar os países. Em uma perspectiva mais ampla dos resultados da conferência, apesar da assinatura de declarações importantes, observamos uma falta de garantia substancial de que as metas nelas descritas serão alcançadas.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘COP28 chega ao fim: O que você precisa saber?’

2024: O que esperar?

As apostas da XP para 2024: otimismo com Bolsa Brasil e cautela com EUA, Europa e demais emergentes

Fonte: InfoMoney, 04/12/2023

Acontecimento: Visando antecipar tendências com potencial de alto impacto para empresas e investidores, o time de Research da XP publicou uma análise com as principais tendências para o ano de 2023, com destaque para 5 temáticas ESG: (i) maiores esforços para atingimento de emissões líquidas zero; (ii) finanças sustentáveis ganhando força; (iii) mudanças no papel dos Conselhos para atender ao mercado; e (iv) foco crescente na gestão da cadeia de fornecedores; e (v) melhores práticas corporativas na divulgação de dados ESG.

Nossa visão: Vemos que agenda ESG está gradualmente passando de um período inicial de maior euforia e crescimento para um estágio de maturidade, consolidando-se como um aspecto essencial para a tomada de decisão dos investidores em meio à múltiplas oportunidades. Considerando que a agenda ESG é dificilmente medida numa base trimestral, dependendo assim de uma perspectiva mais de longo prazo, algumas tendências surgem com mais força que outras, exigindo a atenção do mercado, na qual reforçamos cinco principais tendências que surgiram com mais força que outras, exigindo a atenção do mercado.

Clique aqui para acessar o relatório | ‘ESG em 2024: Da euforia à consolidação’

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