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Carros elétricos registram novo recorde de participação nos emplacamentos no Brasil em agosto | Café com ESG, 09/09

Vendas de carros elétricos em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de terça-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,20% e 1,18%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a Viridis Mining and Minerals, mineradora australiana, informou que vai avançar com o seu projeto de terras raras no Brasil após concluir operações de captação de recursos com a gestora inglesa One Investment Management e com o BNDES – os recursos serão destinados para o projeto Colossus, localizado em Caldas (MG), com a Viridis estimando o processamento de 5 milhões de toneladas de minério por ano para produzir um concentrado misto de terras raras; e (ii) os carros elétricos registraram novo recorde de participação nos emplacamentos no Brasil, atingindo 24,4% do total em agosto de 2026, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) – olhando para os dados de janeiro até agosto, 372 mil unidades de elétricos e híbridos foram registradas, 125,8% a mais que o mesmo período em 2025.

• Na política, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abrirá, na quinta-feira, a consulta pública do 1º leilão de transmissão com baterias, previsto para 30 de abril de 2027 – o certame deve levar investimentos para 13 estados: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

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Brasil

Efeito da crise climática vai de contas públicas a balanço de empresas

“A recorrência de eventos climáticos extremos, potencializada pela ameaça de fenômenos recorrentes como o El Niño, está impondo uma revisão profunda na forma como o Brasil calcula sua estabilidade econômica. Segundo a análise de especialistas ligados à Fundação Dom Cabral (FDC), a vulnerabilidade climática já ultrapassou a esfera ambiental e aterrissou no coração da macroeconomia e impõe desafios consideráveis para as empresas em termos de planejamento e logística. Segundo os especialistas da escola de negócios, a era de discursos corporativos voluntariosos sobre sustentabilidade chegou ao fim. O que está em jogo atualmente é a necessidade diante de uma emergência que impõe riscos e aumentos de custos cada vez mais difíceis de calcular. Para Jorge Arbache, professor de economia da FDC, os choques climáticos estão funcionando como verdadeiros “testes de estresse macrofinanceiros” sobre a capacidade de resposta do Brasil a eventos extremos.”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

BNDES aprova R$ 77,5 milhões para projeto de terras raras da Viridis em Poços de Caldas

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 77,5 milhões para a empresa de terras raras Viridis Mineração, de acordo com nota publicada nesta terça-feira (8). Os recursos, do BNDES Mais Inovação, foram obtidos pela Viridis após a companhia ter sido selecionada em chamada pública para apoiar projetos relacionados à cadeia de valor de minerais estratégicos para a transição energética. A companhia vai implantar seu Centro de Pesquisa e Processamento de Terras Raras (CPTR), primeira etapa do Projeto Colossus da Viridis, em Poços de Caldas. O CPTR vai produzir carbonato misto de terras raras em escala piloto e realizar pesquisas para o desenvolvimento de técnicas metalúrgicas específicas e otimização de rotas de processamento de argilas iônicas encontradas na região de Poços de Caldas. “É um investimento voltado para o fomento da produção nacional de terras raras, que contribui para posicionar o Brasil como fornecedor estratégico global de minerais críticos para a transição energética”, disse presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota. A planta-piloto tem como objetivo simular as condições da unidade industrial do Projeto Colossus, cuja implantação está prevista para iniciar no primeiro trimestre de 2027 e deverá entrar em operação ao final de 2028, conforme informações divulgadas pelo banco de fomento.”

Fonte: Valor Econômico; 08/09/2026

Viridis atinge captação de US$ 154 milhões para projeto de terras raras

“A Viridis Mining and Minerals, mineradora australiana, concluiu mais uma captação de recursos e, com isso, atingiu US$ 154 milhões em capital próprio, suficiente para avançar com seu plano de financiamento do projeto de terras raras no Brasil. A mineradora acabou de fechar uma rodada de captação de US$ 75 milhões com a gestora inglesa One Investment Management (OneIM). Com US$ 11 bilhões de ativos, a gestora é especializada em investimentos alternativos e foi fundada por Rajeev Misra, ex-executivo do SoftBank, e tem o Mubadala, fundo dos Emirados Árabes, entre os investidores de seus veículos de investimento. A operação envolve emissões de novas ações — a Viridis tem ações negociadas na bolsa de valores da Austrália (ASX) — e os recursos serão destinados para o projeto Colossus, localizado em Caldas (MG). A mina está localizada em depósitos de argila iônica, como os da Serra Verde, a única mina em produção no Brasil e recém adquirida pela USA Rare Earth. A Viridis estima o processamento de 5 milhões de toneladas de minério por ano nesta mina, para produzir um concentrado misto de terras raras, que contém elementos como neodímio e o praseodímio, usados na fabricação de superímãs, motores de veículos elétricos, turbinas eólicas e tecnologia militar avançada.”

Fonte: Capital Reset; 08/09/2026

Carros elétricos registram recorde na participação de vendas no país, com 24% em agosto, diz Anfavea

“Os carros elétricos registraram novo recorde de participação nos emplacamentos do Brasil, sendo 24,4% do total em agosto de 2026, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Os 100% elétricos tiveram 25,9 mil unidades vendidas neste período. No ano, já foram registradas 372 mil unidades de elétricos e híbridos, 125,8% a mais que entre janeiro e agosto de 2025. Desse total, 39% dos modelos são feitos no Brasil, a maior parte com peças que vêm do exterior desmontadas ou semidesmontadas. Nas vendas gerais, agosto fechou com 275,1 mil emplacamentos no total, redução de 1,6% sobre o mês anterior, mas 22,1% acima de agosto de 2025. No acumulado de oito meses, a soma é de 1,975 milhão de unidades, elevação de 18,4% sobre o mesmo período do ano passado. O patamar de 2 milhões de emplacamentos já foi batido nos primeiros dias de setembro, um mês antes do que ocorreu em 2025. Segundo a Anfavea, o programa Carro Sustentável foi responsável por um aumento de 27,2% nas vendas de modelos totalmente produzidos no Brasil desde a sua criação, em julho de 2024. A associação também destacou a importância do programa Move Brasil na redução do gap de caminhões de 31,5% em janeiro para 4,9% em agosto.”

Fonte: Eixos; 08/09/2026

Biometano pode reduzir em até 75% emissões do transporte pesado, aponta estudo

“Transformar resíduos da produção agrícola, dejetos animais, lixo urbano e esgoto em combustível para caminhões e ônibus é uma alternativa que já saiu da fase experimental em diferentes partes do mundo. Produzido em cerca de 40 países e utilizado no transporte em quase 30 mercados, o biometano, combustível renovável obtido a partir da biodigestão de matéria orgânica, aparece agora como uma opção para reduzir as emissões de um dos segmentos mais dependentes de combustíveis fósseis: o transporte terrestre pesado e de longa distância. É o que aponta o estudo internacional “Biomethane for Transport Decarbonization”, encomendado pelo Instituto MBCBrasil. O trabalho faz uma síntese da literatura científica e econômica sobre o uso do combustível em mercados maduros e emergentes das Américas, Europa, Ásia e África. O levantamento foi desenvolvido por Gláucia Mendes Souza, professora da Universidade de São Paulo (USP) e líder da IEA Bioenergy Task 39; Luís Augusto H. Nogueira, da Universidade Federal de Itajubá (Unifei); Heitor Cantarella, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC); e Clayton Barcelos Zabeu, do Instituto Mauá de Tecnologia. A estimativa reunida no estudo é que o potencial sustentável global de biogás e biometano chegue a cerca de 1 trilhão de metros cúbicos por ano, volume equivalente a aproximadamente 25% da demanda mundial de gás natural. Parte desse potencial já entrou nas políticas energéticas de grandes mercados. A União Europeia estabeleceu a meta de produzir 35 bilhões de metros cúbicos de biometano por ano até 2030, dentro do plano REPowerEU, com investimentos estimados em € 37 bilhões. Os Estados Unidos, por sua vez, já possuem 470 projetos de RNG, sigla em inglês para gás natural renovável. Na Índia, mais de 7,7 milhões de veículos a gás estão em circulação.”

Fonte: Exame; 08/09/2026

Aclara Resources terá parceria com Japão para explorar terras raras no Brasil

“Pelos termos do acordo anunciado nesta segunda-feira, a Jogmec, uma organização do governo japonês, financiará integralmente até US$ 3 milhões (R$ 15,35 milhões) em gastos de exploração durante um período de aquisição de participação de três anos. Sob determinadas condições, a Jogmec poderá optar por aportar mais US$ 1,5 milhão (R$ 7,6 milhões), estendendo esse período por mais um ano. Após cumprir com o financiamento, a Jogmec terá a opção de adquirir uma participação de 30% em um dos projetos de exploração da Aclara no Brasil. A parceira japonesa também terá o direito de comprar uma quantidade da produção equivalente à sua participação, acrescida de mais 10% da produção futura do empreendimento. O CEO da Aclara, Ramón Barúa, afirmou que a parceria “está em posição privilegiada para identificar e desenvolver novas oportunidades de terras raras de alta qualidade no Brasil”. “O acordo também cria um caminho natural para futuras vendas ao Japão por meio dos direitos de preferência da Jogmec, alinhando o sucesso da exploração a um dos mercados de terras raras mais estratégicos do mundo”, disse Barúa.”

Fonte: Folha de São Paulo; 08/09/2026

Vale diz não haver estudos ou decisão sobre IPO de Vale Base Metals

“A Vale negou nesta terça-feira (8) ter estudos em andamento ou decisão tomada sobre a realização de uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de sua subsidiária de metais básicos, a Vale Base Metals (VBM). Em nota de esclarecimento enviada à B3, a Bolsa de Valores brasileira, e à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a mineradora diz que “não há estudos em andamento ou decisões tomadas pela administração” sobre potenciais ofertas públicas de ações ou mudanças na estrutura de capital da subsidiária. A companhia afirmou ainda que implementa iniciativas operacionais e estratégicas voltadas ao fortalecimento da competitividade e à geração de valor da VBM. O esclarecimento foi prestado após a B3 solicitar uma manifestação sobre notícias de que a empresa teria arquivado os planos de abertura de capital da unidade. Segundo reportagem do jornal canadense The Globe and Mail, a Vale teria arquivado os planos de realizar o IPO da VBM devido à pressão política relacionada à possibilidade de o Brasil perder o controle sobre ativos estratégicos de mineração.”

Fonte: Folha de São Paulo; 08/09/2026

Aneel abrirá consulta pública sobre 1º leilão de transmissão com baterias

“A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abrirá, na quinta-feira (10/9), a consulta pública do 1º leilão de transmissão com baterias, previsto para 30 de abril de 2027. Dentre os 12 lotes que serão ofertados, o 5º é o que prevê a contratação de baterias com 100 megawatts (MW) de potência e 200 MWh de capacidade de armazenamento para atendimento às regiões de Cruzeiro do Sul e Feijó, no Acre. Este lote será vigente por 18 anos, por causa da vida útil das baterias. Os outros 11 lotes, que não incluem bateria, têm período de contratação de 30 anos. Ao todo, o leilão tem expectativa de investimento de R$ 12,9 bilhões para construção de 3.245 quilômetros (km) em linhas de transmissão novas e 1.386 mega-volt-ampères (MVA) de capacidade de transformação. O certame deve levar investimentos para 13 estados: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.”

Fonte: Eixos; 08/09/2026

Governo estuda aumentar mistura do biodiesel para 25%; veja as consequências da medida

“O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação realiza um estudo com o Instituto Nacional de Tecnologia (INT) para aumentar a mistura de biodiesel no diesel comercial para 25% (B25). O argumento é reduzir a presença do combustível de origem fóssil no diesel comercial para reduzir a emissão de gases poluentes por veículos comerciais. Segundo nota do ministério, os testes “vão avaliar o desempenho de veículos pesados acompanhando uma frota de ônibus em circulação com as novas misturas, em condições reais de circulação”. Esse acompanhamento permitirá avaliar o consumo, a potência do motor, a eficiência e vida útil dos filtros de combustível e a performance desses veículos abastecidos com esses novos teores de biodiesel”. A pesquisa também avalia a compatibilidade de materiais, peças e componentes automotivos que entram em contato com os combustíveis, incluindo a E35, mistura formada por 35% de etanol e 65% de gasolina.”

Fonte: Estadão; 08/09/2026

Internacional

Vendas da Tesla na China registram queda anual pelo 3º mês seguido

“As vendas da Tesla no mercado chinês deram continuidade à sua trajetória de retração. Em agosto, as vendas no varejo da montadora na China caíram 12% na comparação anual, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Associação de Carros de Passageiros da China (CPCA). A companhia de Elon Musk comercializou 50.047 veículos no país asiático no mês passado. O resultado representou um salto de 84% em relação ao volume registrado em julho, de 27.249 unidades. Apesar da recuperação mensal, o recuo anual marcou o terceiro mês consecutivo de contração para a Tesla na comparação com igual período do ano anterior. Sendo o maior mercado automotivo do planeta, a China permanece como uma praça vital para a companhia. No entanto, o país é também o ambiente mais competitivo do mundo para veículos elétricos, com dezenas de montadoras locais lançando uma torrente contínua de novos modelos com recursos atualizados. Ao longo deste ano, a Tesla tem enfrentado dificuldades para acompanhar concorrentes como BYD, Xiaomi, Geely e Leapmotor.”

Fonte: Valor Econômico; 08/09/2026

Acionistas da Nike rejeitam proposta climática apoiada pelo fundo soberano da Noruega

“Os acionistas da Nike (NKE.N) rejeitaram uma proposta que exigia maior transparência sobre suas metas climáticas — incluindo a divulgação de detalhes sobre como a fabricante de artigos esportivos pretende atingir os objetivos de redução de emissões —, informou a empresa na terça-feira. A resolução dos acionistas reacendeu questionamentos sobre até que ponto a Nike — que durante décadas se posicionou como líder na questão climática — está priorizando suas metas ambientais enquanto enfrenta dificuldades financeiras, pressão política nos EUA e escrutínio regulatório global sobre alegações ambientais enganosas. A Nike, sediada no Oregon, anunciou em 2019 a meta de reduzir suas emissões de carbono em 65% em suas próprias operações e em 30% em sua cadeia de suprimentos até 2030. Em uma atualização referente ao ano fiscal de 2024, a empresa informou que as emissões de sua cadeia de suprimentos haviam caído 11% em relação à base de 2015. A companhia, que possui valor de mercado de cerca de US$ 56 bilhões, não divulgou a contagem dos votos dos acionistas. O fundo soberano da Noruega — o 11º maior acionista da Nike, segundo dados da LSEG — declarou nesta semana que apoiaria a iniciativa por mais transparência. “Não é que achemos que a Nike esteja falhando completamente nesse aspecto. Queremos apenas saber o que realmente está acontecendo”, disse Giovanna Eichner, representante de acionistas da Green Century Capital Management, empresa que apresentou a proposta climática. “Não está claro se existe o mesmo nível de comprometimento para alcançar as metas.” O relatório de impacto da Nike de 2024 detalhou seus esforços para utilizar poliéster e borracha recicláveis ​​e ajudar as fábricas de sua cadeia de suprimentos a obter energia renovável. No ano passado, os detalhes sobre essas iniciativas climáticas foram substituídos por uma lista de dados sobre emissões e resíduos.”

Fonte: Reuters; 08/09/2026

ArcelorMittal enfrenta teste de preço para aço verde em sua principal usina de baixo carbono

“A ArcelorMittal pode enfrentar dificuldades para cobrar mais pelo aço produzido em sua nova usina de baixo carbono, avaliada em 1,3 bilhão de euros — um alerta feito pelo responsável pela unidade de Dunquerque que evidencia o desafio do setor na Europa: como reduzir emissões mantendo a competitividade e a lucratividade. O principal forno a arco elétrico do grupo — projetado para reduzir em dois terços as emissões de gases de efeito estufa por tonelada de aço em comparação com um alto-forno tradicional, mas que apresenta custos muito mais elevados — tem previsão de iniciar a produção em 2029. Bruno Ribo, CEO da ArcelorMittal França, afirmou que a empresa não tem “visibilidade real” sobre a velocidade de crescimento da demanda por aço verde ou se os compradores “terão condições de pagar mais”. Ao mencionar as montadoras europeias — que figuram entre os maiores consumidores de aço da região —, Ribo disse que a empresa trabalhou com certas premissas sobre o preço que poderia cobrar, “mas o nível de incerteza em torno dessa hipótese é muito, muito alto”. A produção de aço verde é, tipicamente, de 20% a 30% mais cara, devido ao elevado investimento inicial necessário para as novas usinas e à eletricidade exigida para operá-las.”

Fonte: Financial Times; 08/09/2026

UE enfrenta queixa sobre plano de simplificar mais leis ambientais

“Grupos ambientalistas apresentaram uma queixa contra a Comissão Europeia na terça-feira, acusando o braço executivo da UE de avançar com uma reformulação das leis de proteção e gestão da água sem embasamento suficiente. Essa queixa é a mais recente de uma série de iniciativas de grupos ambientalistas contra os esforços da União Europeia para simplificar e reduzir o escopo de políticas — uma estratégia conhecida como “omnibus” da UE, adotada em resposta a reclamações de setores industriais que alegam que legislações onerosas prejudicam sua competitividade frente a rivais globais como os EUA e a China. A queixa diz respeito a um plano da Comissão para revisar a principal legislação da UE sobre recursos hídricos ainda este ano; a medida visa, em parte, atender a preocupações de empresas de mineração e metalurgia, as quais afirmam que as salvaguardas ambientais da lei estão atrasando a concessão de licenças para novas minas de matérias-primas críticas e outros projetos industriais. Em uma representação enviada ao Provedor de Justiça Europeu — o órgão independente de fiscalização da UE —, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Gabinete Ambiental Europeu e outros três grupos alegaram que a Comissão falhou ao não reunir evidências suficientes nem consultar as partes interessadas antes de anunciar a revisão planejada, caracterizando tal falha como má administração. “O efeito cumulativo dessas ações configura um desvio flagrante do devido processo estabelecido, afetando materialmente os direitos dos cidadãos”, afirmaram as ONGs. Elas argumentaram que as leis da UE sobre recursos hídricos não são a causa das dificuldades na obtenção de licenças para novas minas e que não necessitam de revisão.”

Fonte: Reuters; 08/09/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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