Agenda ESG brasileira reforça importância na redução de emissão de carbono

Em 2021 este será um assunto cada vez mais discutido dentro da agenda ESG brasileira - leia mais


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A BlackRock, maior gestora de recursos do mundo, vem aumentando consideravelmente a pressão sobre as empresas que investe para que tomem medidas mais ambiciosas na redução do impacto ambiental. Essa semana, o fundo americano publicou um documento que traz recomendações sobre como lidar com os riscos climáticos, principalmente, e requer que as empresas definam metas de curto, médio e longo prazo para reduzir as emissões conforme o acordo climático de Paris. Empresas poderão usar créditos de carbono no curto e no médio prazo, a fim de desenvolverem a tecnologia adequada para a redução de suas emissões gerais no longo prazo, conforme cobertura da Folha, Exame e Valor Econômico.

No Brasil, o programa Renovabio, do governo federal, diretamente envolvido com a meta de redução de carbono, prevê mecanismos de mercado como os CBios, que são ativos vinculados à redução das emissões de carbono. Eles são emitidos por produtores e importadores de biocombustíveis, como o biodiesel e o etanol, que aderem ao programa, além de serem listados na B3, onde podem ser comprados para compensar a emissão de carbono – as empresas distribuidoras de combustíveis fósseis são obrigadas, por lei, a adquirir uma cota de CBIOs. Em apoio ao programa, o BNDES possui o chamado BNDES RenovaBio, uma iniciativa complementar que prevê que as empresas que alcançarem metas de redução de emissão de CO2 terão redução na taxa de juros de empréstimos. Assim, incentiva-se a adoção de melhores práticas produtivas e ambientais.

Entendemos que, em 2021, este será um assunto cada vez mais discutido dentro da agenda ESG brasileira. As políticas públicas são necessárias para fomentar a transição para uma economia de baixo carbono, assim como o entendimento, por parte do setor privado, de que esse processo não é pontual e exige constante evolução na adoção de medidas práticas.

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