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Como os projetos econômicos nos EUA podem afetar os seus investimentos

O governo Joe Biden apresentou dois principais projetos como parte de seu plano de recuperação econômica e as medidas têm sido o principal foco da agenda parlamentar nas últimas semanas e continuam gerando debate no Congresso americano. Entenda os próximos passos para os projetos. E trazemos 4 ações brasileiras que podem se beneficiar com a passagem do plano.

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O governo do presidente Joe Biden apresentou dois principais projetos como parte de seu plano de recuperação econômica. As medidas têm sido o principal foco da agenda parlamentar nas últimas semanas e continuam gerando debate no Congresso americano. Explicamos os detalhes desses projetos e quais os próximos passos a serem tomados. Além disso, trazemos 4 nomes de ações brasileiras que podem ser beneficiadas se os projetos forem aprovados: Gerdau (GGBR4), Aura Minerals (AURA33), Vale (VALE3), e WEG (WEG3).

O plano de Biden

O governo Joe Biden apresentou dois principais projetos como parte de seu plano de recuperação econômica:

  1. Pacote de infraestrutura – a proposta contempla projetos de infraestrutura tradicional (ex. pontes, estradas), assim como investimentos em áreas não tipicamente consideradas como infraestrutura, como banda larga. O valor da inciativa é de US$1 trilhão.
  2. Plano das Famílias Americanas – o projeto inclui uma série de medidas cunho social nas áreas de educação, saúde e apoio a comunidades, além de medidas para combater mudanças climáticas. O valor do projeto ainda está sendo negociado, porém, os integrantes democratas da comissão de Orçamentos do Senado defendem US$ 3,5 trilhões.

As medidas têm sido o principal foco da agenda parlamentar nas últimas semanas e continuam gerando debate no Congresso americano, assim como diversos setores que devem ser afetados pelas iniciativas. Entenda quais são os próximos passos para os projetos e seus possíveis impactos.

Detalhando as iniciativas

Sobre o Plano das Famílias Americanas, este ainda está sendo trabalhado.

O quadro parlamentar

Apesar do partido democrata ter maioria no Congresso atualmente, as regras parlamentares do Senado dificultam a aprovação de matérias que não contam com o apoio de 60 parlamentares, já que essas podem ser bloqueadas por uma obstrução da minoria chamada de filibuster.

Vale lembrar que o bloco democrata no Senado tem atualmente 50 parlamentares, ou seja, o governo precisa do apoio de 10 republicanos para aprovar pautas ou precisa acionar mecanismos alternativos para avançar na tramitação.  

Nessa ocasião, foi negociado um acordo para o pacote de infraestrutura com o partido republicano, mas não houve consenso sobre o Plano das Famílias Americanas. Portanto, a Casa Branca busca aprovar o segundo projeto via reconciliation*.

*Reconciliation é uma manobra parlamentar que supera o filibuster no Senado e permite a aprovação de matérias orçamentárias por maioria simples. O mecanismo pode ser utilizado, no máximo, três vezes ao ano e apenas para pautas que tratam de temas fiscais.

Vale destacar ainda que, em caso de empates no Senado, a vice-presidente dos Estados Unidos tem o voto de minerva, ou seja, é ela quem vota para resolver o impasse. Por isso, apesar dos partidos terem mesmo número de senadores (50 cada), é considerado que o partido democrata tem maioria na Casa.

Estágio dos projetos e próximos passos

Infraestrutura

Após semanas de negociações, os senadores finalizaram, na noite do último domingo, as 2.700 páginas do texto do pacote de infraestrutura de US$ 1 trilhão (sendo US$ 550 bilhões em novos gastos + US$ 450 bilhões em gastos já aprovados). (Leia na íntegra aqui: https://bit.ly/3igkBQ3).

Incialmente, as lideranças democratas tentavam aprovar o projeto ainda nessa semana com intuito de não atrasar o recesso parlamentar programado para a segunda semana de agosto. Porém, após o teste positivo de um senador para a Covid-19, que fez com que algumas reuniões fossem transferidas para plataformas virtuais, ficou claro que o debate deve ser estendido pelo menos até o fim de semana. Segundo os parlamentares, o presidente da Casa, Chuck Schumer, deve usar o desgaste e o cansaço dos senadores para tentar acelerar o andamento da pauta. 

De toda forma, os democratas têm um importante obstáculo pela frente – garantir o apoio de 10 republicanos. O relatório do Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês) sobre o projeto e as fontes de financiamento, que deve ser publicado nos próximos dias, pode ajudar ou dificultar o andamento da pauta. Se o relatório confirmar que as fontes de financiamentos listadas no projeto não seriam suficientes para parte da iniciativa, o acordo pode ser colocado em risco.

De toda forma, no momento, a expectativa ainda é positiva para a aprovação do projeto.

Famílias Americanas

Após aprovarem o pacote de infraestrutura, os senadores democratas voltarão as atenções para o Plano das Famílias Americanas. Lideranças democratas prometiam a aprovação da inciativa também antes do recesso parlamentar, mas os atrasos no primeiro projeto e as divergências entre correligionário podem complicar o calendário.

Em especial, os US$ 3,5 trilhões defendidos pela maioria do partido continuam gerando resistência entre senadores moderados como Krysten Sienema e Joe Manchin que manifestam preocupações sobre a falta de clareza sobre a fonte de financiamento para o projeto. Devido à estreita margem do partido na Casa, é provável que, após um intenso debate, o valor seja reduzido a algo em torno de US$ 2,8 trilhões.

De toda forma, o andamento da resolução é considerado chave para a agenda de Biden. Isso ocorre porque a ala mais à esquerda do partido vincula seu apoio ao pacote de infraestrutura ao andamento do Plano das Famílias Americanas. Diante dessa pressão, a presidente da Câmara, por exemplo, afirma que não pautará o pacote de infraestrutura até que a resolução seja aprovada.

Vale destacar que, uma vez aprovados no Senado, a Câmara terá pouco espaço para fazer modificações ao textos. Caso contrário, eles teriam que retornar ao Senado, o que poderia abrir uma nova série de complicações diante da estreita vantagem do partido democrata na Casa. Portanto, os textos que forem aprovados no Senado serão considerados praticamente finais.

Pontos de embate

Criptomoedas

Os aumentos tributários e regulações contemplados no pacote de infraestrutura preocupam o setor, pois o projeto aumentaria os impostos sobre criptomoedas e exigiria maior transparência, como informação sobre transações acima de US$ 10 mil.

Segundo a associação de 12 blockchains regionais dos EUA, que enviou uma carta ao Congresso manifestando sua preocupação, as disposições representam uma ameaça para o setor porque transfere a responsabilidade de declaração para “indivíduos e outras entidades” que não têm a informação necessária para fazer isso.

Portanto, o setor deve continuar pressionando parlamentares por ajustes ao texto.   

Inflação  

Cresce a preocupação entre alguns parlamentares sobre os potenciais impactos inflacionários dos planos econômicos de Biden. É por conta dessa ansiedade que muitos republicanos afirmam não apoiar o Plano das Famílias Americanas, e, mesmo dentro do partido democrata, existe resistência ao valor de US$ 3,5 trilhões.

Vale notar que, devido ao delicado equilíbrio do acordo político construído para impulsionar a agenda de Joe Biden, tanto o pacote de infraestrutura quanto o Plano das Famílias Americanas (ainda que com valor reduzido) caminham para ser aprovados. No entanto, a expectativa que é que futuras iniciativas que contenham maiores gastos fiscais enfrentem mais obstáculos.

A contraposição de visões na pauta econômica entre os partidos, e até mesmo entre democratas, deve predominar no Legislativo americano até, pelo menos, a próxima eleição parlamentar em 2022, evento que pode levar a reconfiguração das forças no Congresso.

E como isso afeta as empresas brasileiras?

As iniciativas trilionárias terão impactos não somente para o mercado americano, mas devem promover tendências globais que afetarão vários outros mercados, inclusive o Brasil. Abaixo, destacamos 4 ações brasileiras que devem se beneficiar com a passagem do plano econômico:

Gerdau (GGBR4)

O investimento expressivo em construção e manutenção de infraestrutura tradicional, como estradas, pontes e rodovias, devem levar a um aumento da demanda de metais, principalmente o aço. E uma subida nos preços internacionais dos aços, poderia ter um efeito positivo para o setor de siderurgia de forma global também. Nesse cenário, destacamos a Gerdau (GGBR4) como uma das empresas brasileiras mais beneficiadas pelo pacote de infraestrutura americano. Trata-se de uma empresa com parte relevante da receita vinda da América do Norte, cerca de 40%, além de uma das principais produtores de aços longos, voltados para a construção civil.

Aura Minerals (AURA33)

O pacote de infraestrutura contempla US$ 7,5 bilhões para compra de ônibus e balsas de baixa emissão de carbono, e US$ 7,5 bilhões para desenvolver uma rede nacional de tomadas para carros elétricos. Além disso, o Plano de Famílias Americanas deve contemplar mais investimentos em energias renováveis. Com incentivos para a eletrificação da frota de automóveis e outras energias renováveis, metais como níquel, cobre e alumínio devem ver a demanda aumentar ao longo dos próximos anos.

Destacamos a Aura Minerals (AURA33) como uma empresa com grande potencial de se beneficiar de preços mais altos do cobre por conta do crescimento da demanda. A Aura, apesar de ser conhecida como uma mineradora de ouro, também tem uma parte relevante da receita, cerca de 30%, vinda da mineração de cobre.

Vale (VALE3)

Dadas as iniciativas relacionadas a mais investimentos em direção à eletrificação de energia e outras fontes renováveis, também destacamos a Vale (VALE3) que poderia estar bem posicionada para uma demanda maior por níquel e cobre, metais que, juntos, representam aproximadamente 18% de sua receita.

WEG (WEGE3)

Recentemente, iniciamos a cobertura da WEG (WEGE3), na qual os nossos analistas indicaram que a transição energética para fontes renováveis é um importante vetor de crescimento para a empresa. Apesar da exposição da companhia ainda ser relativamente baixa a mercados externos para fontes renováveis, a WEG deve continuar a expandir o seu alcance internacional, e iniciativas como o plano econômico do governo Biden tendem a desencadear mais investimentos no tema ao redor do mundo, o que acaba por beneficiá-la.

Conclusão

Apesar da expectativa de aprovação do pacote de infraestrutura ainda nesse ano, notamos que os efeitos devem ser sentidos num prazo maior de tempo. Os gastos do pacote devem ser feitos ao longo dos próximos cinco anos de forma gradual. Portanto, os efeitos de preço e volume que podem afetar os setores e empresas ligados à construção não devem ser imediatos.

Na mesma linha, o mais incipiente, Plano das Famílias Americanas, que deve favorecer ainda mais o setor de renováveis, deve também ter efeito gradual.   

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