Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão de segunda-feira fechou em forte queda, com o IBOV e o ISE caindo 13,88% e 21,38%, respectivamente.
• Do lado das empresas, (i) o International Sustainability Standards Board (ISSB), braço da Fundação IFRS que define os padrões globais de relatórios de sustentabilidade, colocou em consulta pública uma proposta de regras para que as empresas divulguem informações financeiras ligadas à natureza – na prática, o texto acrescenta requisitos mais detalhados de natureza aos relatórios IFRS S1 e S2, de sustentabilidade e clima; e (ii) segundo estudo da FGV Bioeconomia, a oferta de bioenergia gerada a partir do agronegócio, seja para o setor elétrico como para os transportes e indústria, cresceu nos últimos três anos, mas não foi suficiente para ampliar a participação na matriz energética brasileira – entre 2022 e 2025, a oferta de energia a partir de biomassa do agronegócio cresceu 16%, o maior crescimento em termos percentuais nesse período em comparação com outras fontes de energia, como as não renováveis, que cresceram 3,7%, e outras fontes renováveis (hídrica, eólica e solar), que tiveram um incremento de 11,7%.
• Na política, o governo holandês anunciou que pretende colocar até US$ 500 milhões no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), mecanismo financeiro para remunerar os países em desenvolvimento que preservam suas florestas tropicais – a proposta foi apresentada ao Parlamento holandês e deve ser anunciada oficialmente durante a COP31, que começa em duas semanas na Turquia.
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Brasil
Empresas
WEG adquire negócio de sistemas de controle de potência da L&S Electric nos EUA por R$ 55 milhões
“A WEG acertou a aquisição do negócio de soluções de controle de potência da empresa norte-americana L&S Electric por R$ 55 milhões (US$ 11 milhões). A operação, situada em Wisconsin, somou US$ 9,6 milhões de receita operacional líquida no ano passado. Em comunicado ao mercado, divulgado nesta segunda-feira (26), a WEG diz que o negócio, chamado de Power Controls Solutions (PSC), é especializado no fornecimento de reguladores de velocidade e sistemas de excitação para usinas de geração de energia, especialmente no segmento hidrelétrico. A operação fornece equipamentos para mais de 1.200 unidades geradoras hidrelétricas e atende importantes concessionárias de energia dos Estados Unidos e do Canadá, segundo a WEG. Com a aquisição, a companhia amplia a presença no mercado americano e fortalece as operações da Reivax North America, empresa do grupo especializada em sistemas de excitação e reguladores de velocidade para geração de energia.”
Fonte: Valor Econômico; 26/10/2026
Natureza ficará mais próxima do relatório financeiro das empresas
“A natureza começa a ganhar a mesma moldura que transformou o clima em informação financeira nos relatórios das empresas. O International Sustainability Standards Board (ISSB), braço da Fundação IFRS que define os padrões globais de relatórios de sustentabilidade, colocou em consulta pública uma proposta de regras para que as empresas divulguem informações financeiras ligadas à natureza. Na prática, o texto acrescenta requisitos mais detalhados de natureza aos relatórios IFRS S1 e S2, de sustentabilidade e clima. São orientações de como as empresas devem reportar os riscos (físicos e de transição) e oportunidades relacionados à natureza e biodiversidade que podem afetar fluxo de caixa, acesso a financiamento e custo de capital. “Seja para acesso à água para produção, a rios para transporte ou a abelhas para polinização, empresas em todo o mundo dependem da natureza. Quando o acesso de uma empresa a esses recursos ambientais é ameaçado, ela pode enfrentar riscos e oportunidades que afetam suas perspectivas”, disse o presidente do ISSB, Emmanuel Faber, em comunicado. O anúncio foi feito na COP17, a conferência da ONU sobre biodiversidade, em Yerevan, na Armênia. Ele chega alguns dias após os três principais referenciais voluntários do tema — a Taskforce on Nature-related Financial Disclosures (TNFD), a Science Based Targets Network (SBTN) e a Nature Positive Initiative (NPI) — lançarem versões revisadas e desenhadas para conversar entre si.”
Fonte: Capital Reset; 26/10/2026
Energia renovável do agro avança e chega a 29% da matriz no país
“A oferta de bioenergia gerada a partir do agronegócio, seja para o setor elétrico como para os transportes e indústria, cresceu nos últimos três anos, mas não foi suficiente para ampliar a participação na matriz energética brasileira. A conclusão é da nova versão do estudo “Oferta de Energia Renovável pelo Agronegócio”, da FGV Bioeconomia, obtido pelo Valor. Entre 2022 e 2025, a oferta de energia a partir de biomassa do agronegócio cresceu 16%, para 97,8 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (tep). Foi o maior crescimento em termos percentuais nesse período em comparação com outras fontes de energia, como as não renováveis, que cresceram 3,7%, e outras fontes renováveis (hídrica, eólica e solar), que tiveram um incremento de 11,7%. O estudo considera as mais variadas fontes de energia, seja na forma gasosa, líquida ou sólida, como a própria biomassa para queima.”
Fonte: NovaCana; 26/10/2026
As hidrelétricas estão preparadas para os eventos climáticos extremos?
“Muito antes de as mudanças climáticas ocuparem o centro do debate público, grandes hidrelétricas já eram projetadas para resistir a cenários meteorológicos extremos. Concebidas em um período em que eventos fora da média eram tratados como exceções estatísticas, e não como parte de uma tendência de alteração do clima, essas obras seguiram uma lógica de engenharia baseada no pior caso fisicamente possível — e não apenas no evento considerado mais provável. Esse modelo fez com que parte relevante da infraestrutura hidrelétrica mundial chegasse ao século XXI com capacidade para enfrentar chuvas e cheias severas, mesmo sem ter sido planejada explicitamente para um cenário de aquecimento global e maior instabilidade climática. Um dos conceitos centrais dessa estratégia é a PMP, sigla para Precipitação Máxima Provável. No jargão da engenharia hidrológica, o indicador representa a maior quantidade de chuva que pode ocorrer em determinada região sob a combinação mais extrema de condições meteorológicas fisicamente plausíveis.
Fonte: Exame; 26/10/2026
Política
China aceita restringir exportações à Europa
“Em meio a um terceiro mandato marcado por tarifas americanas, o presidente Lula, reeleito na noite deste domingo (25), tem nova oportunidade de retomar o diálogo com o americano Donald Trump, apesar das tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos – e da declaração do republicano de que a eleição no Brasil teria sido fraudada. Além da questão tarifária, temas relacionados a investimentos e minerais críticos devem fazer parte do diálogo entre os dois países, segundo especialistas ouvidos pelo Valor. Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM, explica que o resultado das eleições de meio de mandato americano, em 3 de novembro, podem impactar diretamente no relacionamento. “Se Trump perder a maioria no Senado, não há dúvida de que as relações dos democratas, isso independentemente do grupo democrata que for, são muito mais próximas de Lula do que foram as relações dos republicanos.” Segundo Trevisan, a maioria democrata pode fazer com que medidas já adotadas, como o tarifaço, sejam discutidas e revistas.”
Fonte: Valor Econômico; 27/10/2026
Holanda anuncia aporte de US$ 500 mi ao TFFF um dia após reeleição de Lula
“O governo da Holanda anunciou que pretende colocar até US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), mecanismo financeiro para remunerar os países em desenvolvimento que preservam suas florestas tropicais. A proposta foi apresentada ao Parlamento holandês nesta segunda-feira (26) e deve ser anunciada oficialmente durante a COP31, que começa em duas semanas na Turquia. Com o apoio, o volume de recursos do TFFF chega a US$ 7,8 bilhões em compromissos firmados por Brasil, Indonésia, Noruega, Alemanha, França, Portugal, Luxemburgo e Reino Unido. A meta é chegar em US$ 10 bilhões até a conferência do clima. A Holanda já tinha contribuído com US$ 5 milhões para cobrir gastos da estrutura do TFFF. Os US$ 500 milhões de agora são um aporte de capital para o fundo de investimentos que será o “motor financeiro” da iniciativa (o TFIF, na sigla em inglês).”
Fonte: Capital Reset; 26/10/2026
Vitória de Lula afasta ‘ameaça imediata’ à agenda socioambiental, diz Observatório do Clima
“O Observatório do Clima, rede da sociedade civil brasileira que reúne 172 integrantes, entre organizações socioambientais, institutos de pesquisa e movimentos sociais, avaliou que a vitória do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva representa o afastamento da “ameaça imediata” à democracia brasileira e às políticas de meio ambiente e clima. Mas alertou que o próximo governo enfrentará um Congresso majoritariamente contrário à agenda socioambiental e um sistema institucional fragilizado. Em análise divulgada após o resultado das eleições, a rede afirma que a reeleição de Lula foi resultado da mobilização popular e preservou as condições para a continuidade das políticas climáticas e ambientais implementadas nos últimos quatro anos. “O resultado das urnas afasta a ameaça imediata contra a democracia e, na agenda socioambiental, contra o clima, a floresta, os povos e comunidades tradicionais, as instituições e as políticas públicas de meio ambiente. O Brasil precisa enxergar a questão climática e o patrimônio ambiental brasileiro como oportunidades de alavancar o crescimento econômico e diminuir desigualdades sociais”, informa o documento.”
Fonte: Valor Econômico; 26/10/2026
Lula 4: o que muda para o setor de minerais críticos após a reeleição
“A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abre caminho para a consolidação de uma nova política industrial voltada aos minerais críticos e estratégicos, com maior participação do Estado no financiamento de projetos, incentivos ao processamento de matérias-primas no Brasil e mecanismos de controle sobre investimentos estrangeiros. A estratégia, que ganhou força nos últimos meses do atual mandato, busca aproveitar o interesse internacional pelas reservas brasileiras para desenvolver uma indústria de maior valor agregado, especialmente em cadeias como terras raras, lítio, níquel, cobre e grafite, utilizadas em baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos e tecnologias de defesa. O ponto de partida será a implementação da PNMCE (Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos), sancionada por Lula em setembro. A legislação estabelece instrumentos de financiamento, benefícios fiscais e uma nova estrutura de governança, mas ainda depende de regulamentação para que parte de seus mecanismos entre efetivamente em operação.”
Fonte: CNN; 26/10/2026
Lula destaca data centers e renováveis em discurso após vitória
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou o potencial brasileiro de energia renovável para atrair data centers ao país em seu primeiro discurso após a vitória nas eleições presidenciais, na noite de domingo, 25 de outubro. Reeleito para um novo mandato de quatro anos, Lula também defendeu o desenvolvimento de inteligência artificial nacional e a destinação de parte da capacidade dos centros de processamento de dados para atender à demanda brasileira. “Temos que aproveitar o potencial energético de um país que talvez seja o que tenha mais capacidade de energia renovável”, afirmou o presidente, ao defender a instalação de data centers no Brasil.”
Fonte: MegaWhat; 26/10/2026
Regras para leilões de baterias chegam a momento decisivo na ANEEL
“A definição das regras para a contratação de sistemas de armazenamento de energia está no centro da reunião extraordinária que a diretoria da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) realiza nesta terça-feira, 27, às 16h. Os processos relativos aos editais dos leilões de baterias previstos para dezembro serão relatados pelo diretor Gentil Nogueira. Os certames estão previstos para 2 de dezembro, este voltado a projetos com conteúdo nacional, e 4 de dezembro, de caráter geral. A realização dos leilões marcará a estreia dessa modalidade de contratação no Brasil. O interesse do setor está ligado à possibilidade de incorporar baterias à infraestrutura elétrica para oferecer flexibilidade operacional e contribuir para a estabilidade do sistema. A expectativa do mercado é de uma contratação de cerca de 2 GW nos certames, diante de aproximadamente 20 GW em projetos cadastrados.”
Fonte: Canal Solar; 26/10/2026
Internacional
Empresas
Analistas de seguros sofrem pressão para minimizar riscos climáticos a fim de reduzir preços
“Analistas do setor de seguros estão sendo pressionados a minimizar os riscos climáticos em seus modelos, com o objetivo de reduzir o custo das apólices e permitir que corretores e subscritores vendam mais contratos, revelaram denunciantes ao jornal Financial Times (FT). Cinco profissionais do setor relataram que é comum que subscritores, corretores e executivos de alto escalão pressionem as equipes responsáveis pela modelagem de riscos de catástrofes a alterar suas análises, visando reduzir artificialmente os preços — mesmo quando o risco de um desastre é elevado. Segundo um parecer jurídico compartilhado com a Financial Conduct Authority (FCA) — órgão regulador do mercado financeiro no Reino Unido — e ao qual o FT teve acesso, as alegações são “extremamente graves” e, caso confirmadas, poderiam configurar violações significativas das normas financeiras e prudenciais. Um profissional júnior da área de modelagem de riscos de catástrofes, que trabalha em uma empresa de seguros e resseguros, afirmou que as apólices estão sendo “precificadas abaixo do valor adequado”. “Todos os meus colegas dizem a mesma coisa: não deveríamos alterar os números dessas contas da maneira como fazemos”, declarou. A FCA informou ao FT que “analisará cuidadosamente as informações recebidas, incluindo o parecer jurídico, que se baseia em diversos cenários hipotéticos”, acrescentando que incentiva “qualquer pessoa que possua informações sobre possíveis irregularidades a fazer uma denúncia”.”
Fonte: Financial Times; 27/10/2026
“A indiana Jakson Solar planeja investir até 50 bilhões de rúpias (US$ 525,2 milhões) para criar uma capacidade de fabricação de 3 gigawatts (GW) tanto para células solares quanto para lingotes e wafers, informou um executivo de alto escalão da empresa. A Jakson Solar pretende colocar em operação 3 GW de capacidade de fabricação de células solares até dezembro de 2027, afirmou o diretor-geral (Managing Director) Ivan Saha, durante a Renewable Energy India Expo. A companhia planeja estabelecer 3 GW de capacidade de fabricação de lingotes e wafers solares até o terceiro trimestre do ano fiscal de 2028. As instalações atenderão, principalmente, ao mercado aberto (merchant market), disse Saha. A Jakson Solar já conta com uma fábrica de módulos solares com capacidade de 1,2 GW. Acordos para a aquisição de equipamentos destinados à fabricação já foram firmados, acrescentou Saha.”
Fonte: Reuters; 26/10/2026
Política
China aceita restringir exportações à Europa
“Na semana passada, a Europa anunciou que a China aceitara autoconter suas exportações de veículos. O comissário europeu afirmou que o entendimento tem como compromisso central reduzir em mais de 50% os embarques chineses projetados de veículos híbridos nos próximos quatro anos, em comparação com o cenário sem acordo. Não se trata de cortar pela metade as vendas atuais, mas de conter uma expansão que a indústria europeia considera, com razão, uma ameaça à sua indústria. A negociação ultrapassa os automóveis. Inclui facilitação das licenças chinesas para exportação de terras raras, além de melhores condições de acesso àquele mercado. Segundo o anúncio europeu, haverá reduções tarifárias para produtos como autopeças e azeite, enquanto outras concessões continuarão em negociação. Em difícil equilíbrio, a Europa procura limitar a entrada de veículos sem interromper o fornecimento dos componentes de que suas próprias fábricas dependem.”
Fonte: Valor Econômico; 27/10/2026
AIE aponta a concentração das cadeias de suprimentos de energia limpa como um desafio emergente
“A concentração de um pequeno número de países nas cadeias de suprimentos de energia limpa é um desafio emergente para as nações do Sudeste Asiático, afirmou na terça-feira Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia, em um cenário de rápido aumento da demanda por eletricidade na região. “A era da eletricidade está chegando. Continuaremos a usar petróleo e gás natural — incluindo o GNL —, mas a demanda por eletricidade está crescendo de forma muito expressiva”, disse Birol aos participantes da conferência Singapore International Energy Week. Birol não especificou quais países dominam o fornecimento de tecnologias de energia limpa, mas a China é, de longe, a maior fornecedora global de equipamentos para energia renovável — desde painéis solares e turbinas eólicas até veículos elétricos e baterias. Segundo ele, a demanda por eletricidade nos países da ASEAN está crescendo ao dobro da taxa do consumo geral de energia, impulsionada pela eletrificação industrial, pela necessidade de sistemas de ar-condicionado, pela adoção de veículos elétricos e pela expansão de centros de dados. As nações do Sudeste Asiático tornaram-se um dos principais motores do boom das exportações chinesas de tecnologias de energia limpa, tendo investido mais de 20 bilhões de dólares em produtos de tecnologia limpa fabricados na China apenas em 2026, de acordo com o think tank especializado em energia Ember.”
Fonte: Reuters; 27/10/2026
“O Egito assinou um acordo preliminar de financiamento com a empresa norueguesa Scatec (SCATC.OL) e três bancos multilaterais de desenvolvimento para um projeto de energia solar de US$ 650 milhões na província de Qena, no sul do país, informou o gabinete do governo na segunda-feira. O Egito está ampliando projetos de energia renovável para reduzir seus gastos com a importação de gás natural, com a meta de que as fontes renováveis representem 42% de sua matriz de geração elétrica até 2030. O projeto Dandara, na cidade de Nagaa Hammadi, terá uma capacidade de geração de 1 gigawatt e armazenamento em baterias de 200 megawatts-hora, segundo o gabinete. O Banco Europeu de Investimento, o Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento e o Banco Africano de Desenvolvimento estão participando da estruturação do financiamento, enquanto o Banco Nacional do Egito adquirirá uma participação acionária na empresa responsável pelo projeto. O empreendimento será construído em duas fases, cada uma adicionando 500 megawatts de capacidade solar e 100 megawatts-hora de armazenamento em baterias.”
Fonte: Reuters; 26/10/2026
Nova ofensiva de Trump contra a energia eólica coloca em dúvida acordo sobre licenciamento
“A administração Trump renovou sua campanha contra a energia eólica offshore, contestando três projetos poucas semanas após sinalizar que abrandaria seus ataques às energias renováveis. O governo buscou rever as aprovações de parques eólicos offshore na costa de Rhode Island, Maryland e Massachusetts. As petições, apresentadas em um tribunal federal, alegam que a administração Biden não considerou os possíveis impactos desses projetos na vida marinha, na indústria pesqueira e na paisagem costeira, e solicitam que os planos sejam devolvidos ao Departamento do Interior. Essas ações ocorrem apesar de a administração ter sinalizado que abandonaria sua oposição a projetos de energia renovável, visando obter o apoio dos democratas para um projeto de lei — aguardado há muito tempo — sobre o processo de licenciamento, apresentado no final de setembro. O projeto de lei bipartidário, denominado American Affordability and Jobs Act, aceleraria a aprovação de projetos e impediria que futuros presidentes inviabilizassem infraestruturas às quais se oponham por razões ideológicas. “É difícil interpretar isso de outra forma que não como algo negativo para o projeto de lei”, afirmou John Miller, analista de políticas de transição energética da TD Cowen. “Os democratas estavam sob a impressão de que havia um acordo verbal.””
Fonte: Financial Times; 26/10/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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