IBOVESPA +1,37% | 186.340 Pontos
CÂMBIO -0,81% | 5,17/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (30) em alta de 1,37%, aos 186.340 pontos, no segundo avanço consecutivo, reagindo ao PCE dos Estados Unidos (EUA) abaixo do esperado, enquanto os investidores seguem acompanhando o cenário político à medida que o primeiro turno das eleições se aproxima.
Na ponta positiva, Magazine Luiza (MGLU3, +12,5%) liderou as altas do índice, beneficiada pelo alívio na curva de juros futuros.
Na ponta negativa, Embraer (EMBJ3, -3,1%) e Weg (WEGE3, -1,7%) foram as maiores pressões sobre o índice, com os exportadores descolando do movimento de alta em dia de queda do dólar.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a quarta-feira com leve alta. Nos EUA, os Treasuries avançaram após indicadores reforçarem a resiliência da atividade econômica, com destaque para a revisão altista do PIB do segundo trimestre e dados de emprego acima do esperado. A T-note de dois anos encerrou a 4,88% (-1 bp), a T-note de 10 anos a 5,29% (+4 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,64% (+6 bps), renovando sua máxima desde 2002. No Brasil, a curva de juros acompanhou a abertura das taxas americanas. Assim, o DI jan/27 encerrou a 13,56% (+1 bp), o DI jan/29 a 13,79% (+3 bps) e o DI jan/31 a 13,96% (+2 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 7,44% (vs. 7,47%), a B35 a 7,57% (vs. 7,58%) e a B50 a 7,17% (vs. 7,22%).
Mercados globais
Nesta quinta-feira (1), os futuros nos EUA operam com viés misto (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,6%), com a tecnologia sustentada pelo resultado e pelo guidance acima do esperado da Micron, enquanto o avanço dos yields dos Treasuries limita ganhos mais amplos. Na Europa, o Stoxx 600 recua cerca de 1,2%, pressionado principalmente pelo setor bancário, em meio à aversão ao risco com os yields globais em máximas de vários anos. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta, impulsionados pelos semicondutores: o Nikkei 225 (Japão) subiu 2,1%, o Kospi (Coreia) avançou quase 2%.
O mercado acompanha a Micron, que projetou receita de US$ 61,5 bilhões para o primeiro trimestre fiscal e elevou para US$ 32 bilhões os compromissos de clientes em contratos de longo prazo, reforçando a demanda por memória para inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o yield do Treasury de 10 anos opera em 5,3%, no maior nível em anos, mesmo após o PCE de agosto ter subido menos que o esperado, refletindo a expectativa de juros elevados por mais tempo diante da pressão dos custos de energia sobre a inflação. O petróleo sobe, com o Brent pouco acima de US$ 100/barril, em meio às negociações nucleares entre EUA e Irã. Os investidores também direcionam o foco para o balanço da Nike, além do ISM industrial de setembro e do relatório de emprego de amanhã.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira em alta de 0,39%, aos 3.755,22 pontos. O movimento acompanhou o bom desempenho dos ativos domésticos, em meio às atenções voltadas ao primeiro turno da eleição presidencial. Além disso, o último pregão do mês apresenta, historicamente, desempenho positivo, por se tratar da principal data-base para a distribuição de proventos no mercado de FIIs.
Os ganhos foram disseminados entre os principais segmentos do mercado. O segmento de multiestratégia/FOFs liderou as altas do dia, com valorização de 0,50%, seguido pelos fundos de shoppings (+0,50%), fundos de recebíveis (+0,46%) e lajes corporativas (+0,55%). Os fundos de tijolo avançaram 0,39% no agregado, impulsionados ainda pelos ativos logísticos (+0,20%). Já os fundos híbridos encerraram a sessão com alta de 0,19%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram ITRI11 (+4,0%), GZIT11 (+2,4%) e HCTR11 (+2,0%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-2,4%), MFII11 (-1,8%) e PSEC11 (-0,6%).
Economia
As tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar o mercado de energia, após novos ataques no Estreito de Ormuz. Apesar de as exportações da região terem retornado aos níveis anteriores à guerra por meio de rotas alternativas, o petróleo tipo Brent avançou 1,94%, para US$ 98,03 por barril. Na Europa, a aceleração da inflação, puxada sobretudo pelo choque de energia, aumentou a pressão sobre o BCE para novos aumentos de juros.
Nos Estados Unidos, os dados trouxeram sinais mistos para o Fed: o PCE de agosto avançou menos que o esperado, reduzindo a urgência por uma nova alta de juros. Por outro lado, o PIB do 2T26 foi revisado significativamente para cima, de 1,5% para 2,2% anualizado, reforçando a resiliência da demanda doméstica. No Brasil, o resultado primário do setor público surpreendeu positivamente em agosto, mas a dívida bruta voltou a subir, atingindo 82,9% do PIB, maior nível desde março de 2021.
Na agenda internacional, teremos os pedidos iniciais de seguro-desemprego e o ISM nos Estados Unidos, além dos preços ao consumidor e da taxa de desemprego no Japão e da taxa de desemprego da Zona do Euro. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes a serem divulgados.
Veja todos os detalhes
Economia
Inflação americana surpreende para baixo, enquanto atividade segue resiliente
- O petróleo fechou em alta diante da continuidade das tensões no Estreito de Ormuz, com o Brent avançando 1,94%, para US$ 98,03 por barril, e o WTI subindo 1,16%, para US$ 90,42 por barril. Um navio-tanque foi atingido por um projétil de origem desconhecida no estreito, mantendo elevados os riscos à navegação. Ao mesmo tempo, o mercado de derivados permanece pressionado pela possibilidade de restrições americanas às exportações de diesel e pela extensão da proibição russa até o fim de outubro. O contraponto vem da oferta: as exportações de petróleo do Oriente Médio retornaram aos níveis anteriores à guerra, apoiadas pelo maior uso de oleodutos e rotas alternativas a Ormuz, limitando a reação dos preços;
- Na Zona do Euro, a inflação acelerou mais do que o esperado nas principais economias em setembro. A inflação harmonizada alcançou 3,4% na França, 4,1% na Itália, 3,3% na Alemanha e 5,0% na Espanha, puxada principalmente pelos preços de energia. Na Alemanha, contudo, o núcleo permaneceu estável em 2,4%, indicando que, até agora, a aceleração segue concentrada sobretudo no choque energético. Para a Zona do Euro como um todo, o consenso espera inflação de 3,6% em setembro, ante 3,2% em agosto, embora economistas avaliem que o pico possa se aproximar de 4%. Os mercados passaram a incorporar mais quatro altas de juros ao longo do próximo ano, enquanto Christine Lagarde continua defendendo uma resposta moderada na ausência de efeitos de segunda ordem mais claros;
- Nos Estados Unidos, a inflação medida pelo PCE veio abaixo do esperado em agosto, avançando 0,3% m/m, ante expectativa de 0,4%, enquanto julho foi revisado para 0,1%. Em 12 meses, o índice permaneceu em 3,4%. O núcleo do PCE subiu 0,2% m/m e 3,0% a/a, também com estabilidade da taxa anual. A leitura relativamente mais benigna tende a reduzir a urgência por uma nova alta de juros em outubro, especialmente após o presidente do Fed de Nova York, John Williams, afirmar que não vê urgência para novos movimentos. Antes da divulgação, a probabilidade implícita de uma alta em outubro já havia recuado de cerca de 70% na segunda-feira para 51,5%;
- A leitura mais favorável de inflação contrasta com uma economia americana mais forte do que se estimava. O crescimento do PIB no 2T26 foi revisado de 1,5% para 2,2% anualizado, enquanto o crescimento do primeiro trimestre também foi elevado, de 2,1% para 2,5%. O consumo das famílias cresceu 3,8% anualizado no segundo trimestre, ante estimativa anterior de 3,4%, enquanto as vendas finais para compradores domésticos privados avançaram 4,6%. Os investimentos empresariais relacionados à infraestrutura de inteligência artificial também continuam sustentando a atividade. A combinação de inflação corrente mais favorável com demanda doméstica ainda forte mantém o debate sobre os próximos passos do Fed em aberto;
- No Brasil, o Setor Público Consolidado registrou déficit primário de R$ 10,0 bilhões em agosto, significativamente melhor que nossa projeção de R$ 14,4 bilhões, o consenso de R$ 15,7 bilhões e os R$ 17,3 bilhões registrados um ano antes. Governos regionais e empresas estatais contribuíram positivamente para o resultado. Em 12 meses, o déficit primário soma R$ 82,1 bilhões, ou 0,6% do PIB. Apesar da melhora do primário, as despesas nominais com juros alcançaram R$ 105,9 bilhões no mês e R$ 1,182 trilhão, ou 8,9% do PIB, em 12 meses, levando o déficit nominal acumulado a 9,5% do PIB. A Dívida Bruta do Governo Geral avançou de 82,6% para 82,9% do PIB em agosto, maior nível desde março de 2021. O aumento refletiu principalmente as despesas com juros, parcialmente compensadas pelo crescimento do PIB nominal. Assim, apesar do resultado primário melhor no mês, a combinação de déficits persistentes e elevado custo implícito da dívida mantém a trajetória ascendente. Para 2026, projetamos déficit primário do Setor Público Consolidado de R$ 48,2 bilhões, ou 0,4% do PIB, déficit nominal de 9,0% do PIB e dívida bruta de 83,6% do PIB.
Empresas
PRIO (PRIO3) e Brava Energia (BRAV3) | Prévia de produção – Setembro/26
- As petroleiras independentes de E&P devem divulgar os dados de produção de setembro nos próximos dias.
- Antes das divulgações, revisamos os dados diários de produção disponíveis da ANP até 24 de setembro e apresentamos nossas expectativas;
- Nossos principais destaques são: (i) a produção de óleo da PRIO deve aumentar para c.187,4kbpd (+7,5kbpd m/m), refletindo principalmente a recuperação de Peregrino; e (ii) a produção de óleo da Brava deve subir para c.63,8kbpd (+1,3kbpd m/m), à medida que Papa-Terra normaliza suas operações após a parada de agosto;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
TMT: guia de ações
- Estamos publicando nosso Guia de Ações, um relatório elaborado para consolidar os principais indicadores técnicos, fundamentalistas e de mercado das empresas sob nossa cobertura;
- O relatório está dividido nas seguintes seções: Dados Macroeconômicos, Indicadores de Mercado, múltiplos e desempenho das ações de TMT, além de Dados Operacionais e Financeiros, oferecendo uma visão transversal dos principais temas que atualmente influenciam o setor;
- Dados macroeconômicos: a curva de juros futuros do Brasil permaneceu praticamente estável em relação ao mês passado. Atualmente, estimamos que a taxa SELIC encerrará 2026 em 13,25%. Para 2026, projetamos IPCA e IGP-M de 5,0% e 4,7%, respectivamente;
- Indicadores de mercado: setembro marcou mais uma reversão nos fluxos de investidores. Os investidores estrangeiros registraram entrada de R$ 9,0 bilhões, enquanto os fluxos de investidores institucionais locais ficaram negativos em R$ 7,2 bilhões;
- Desempenho das ações de telecom: de forma geral, as ações de telecom apresentaram desempenho abaixo do IBOV nos últimos 30 dias, com a Vivo permanecendo estável e a TIM avançando 1%;
- Desempenho das ações de tecnologia: as ações de tecnologia apresentaram desempenho misto nos últimos 30 dias. Bemobi e Positivo foram os destaques positivos, com altas de 10% e 7%, respectivamente, superando o IBOV. Enquanto isso, TOTVS, Intelbras e LWSA apresentaram desempenho abaixo do índice, com quedas de 2%, 5% e 9%, respectivamente;
- Indicadores técnicos: o short interest permanece concentrado na Intelbras, em 10,3%, seguida pela Positivo, em 6,4%, enquanto as empresas de telecom continuam apresentando níveis mais baixos de short interest;
- Revisões de resultados: Vivo e TIM registraram revisões para baixo nas estimativas de lucro líquido, enquanto a Intelbras permaneceu como uma exceção positiva, sustentada por premissas de margem mais fortes, apesar das projeções mais baixas de receita;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Brasil Telecom: Data Expert | Monitor de preços
- Neste relatório, continuamos acompanhando as tendências de preços nos segmentos móvel e de fibra. Também incluímos os preços dos combos;
- No móvel, a Vivo aumentou a franquia de dados no pré-pago;
- No Controle, a Vivo fez pequenos ajustes em suas ofertas, enquanto a TIM lançou um novo plano Controle Fit;
- No pós-pago, os preços permaneceram inalterados;
- Em fibra, Vivo e TIM ajustaram suas ofertas;
- Em combos, a Claro lançou uma oferta competitiva, enquanto a TIM manteve o menor preço de entrada em São Paulo;
- Metodologia: coletamos as ofertas atuais de móvel e fibra nos sites oficiais das operadoras. Para móvel, concentramos nossa análise em São Paulo. Para fibra, aplicamos a mesma abordagem e adicionamos Campinas para avaliar melhor o posicionamento competitivo da Desktop. Os preços foram coletados no final do mês;
- Móvel: no pré-pago, os preços absolutos permaneceram inalterados, enquanto a Vivo aumentou a franquia de dados do plano de 22–25 dias de 9 GB para 15 GB. A Vivo agora oferece o menor preço por GB por dia nos planos de 30 dias e de 22–25 dias;
- No Controle, a Vivo fez pequenos ajustes em suas ofertas e agora divide com a TIM o menor preço por GB nos planos de entrada. A TIM também lançou um novo plano Controle Fit, que oferece o menor preço por GB entre os quatro planos híbridos acompanhados, enquanto as demais operadoras mantiveram seus planos atuais;
- No pós-pago, os preços absolutos e as franquias de dados dos planos de entrada permaneceram inalterados em setembro, com a Claro mantendo o plano de entrada mais barato entre as três operadoras, a R$ 124,90. A TIM continuou oferecendo o menor preço por GB;
- Fibra: a TIM lançou um novo plano de 400 Mbps, enquanto a Vivo reduziu de forma significativa o preço de seu plano de 700 Mbps;
- Combos: a Claro lançou um plano combo competitivo por R$ 129,90, enquanto a TIM continuou oferecendo o combo mais barato de São Paulo, por R$ 89,99;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Hapvida contrata XP e BTG e avalia levantar R$ 1,5 bi em sale-leaseback, dizem fontes (Bloomberg Línea);
- Neoenergia conclui venda de participação em 7 ativos de transmissão em acordo com fundo GIC (Valor Econômico);
- ‘Spread’ das debêntures incentivadas vai às máximas desde 2024 (Valor Econômico);
- Exclusivo: Farm, da Azzas, tem 15 propostas não vinculantes (Valor Econômico).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX sobe 0,39%, mas fecha setembro com recuo de 0,2% (FIIs);
- Estudo da XP mostra que perder poucos dias de alta pode comprometer ganhos em FIIs (Money Report);
- Retrofit de escritório mira um ativo de R$ 150 milhões em São Paulo (Revista Buildings);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Hedge Brasil Shopping (HGBS11) | Portfólio em evolução, desconto persistente
- Reiteramos a recomendação de COMPRA para o HGBS11, com base nos seguintes fatores:
- Portfólio composto por shopping centers maduros e, de modo geral, com indicadores operacionais saudáveis, apesar do ambiente mais desfavorável para o setor;
- Reciclagem de ativos menos estratégicos com ganhos de capital e aquisição de shoppings com indicadores operacionais robustos, contribuindo para a qualificação do portfólio;
- Potencial de valorização de 12,0% em relação ao nosso preço-alvo, além de dividend yield de 10,3% para os próximos 12 meses. Como ponto de atenção, destacamos as necessidades de capital associadas às obrigações financeiras;
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- Reiteramos a recomendação de COMPRA para o HGBS11, com base nos seguintes fatores:
- ETF Brief: estruturas irlandesas e novas listagens globais ampliam acesso offshore enquanto rali do bitcoin testa a demanda por ETFs diante de riscos macro
- Investo lança ETF global com estrutura na Irlanda para reduzir imposto (Valor Investe)
- Bitcoin sobe 43% no trimestre e tem melhor desempenho para o período desde 2017; vem aí o “Uptober”? (Valor Investe)
- Hong Kong estreia 8 ETFs com exposição a mercados globais (Valor)
- Quantum Computing ETFs Are Having a Moment. Here’s What They Actually Hold (ETF.com)
- Clique aqui para acessar a página
ESG
Produção atual de biometano no Brasil representa somente 2,8% do potencial do país, diz Abiogás | Café com ESG, 01/10
- O pregão de quarta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e ISE avançando 1,37% e 1,79%, respectivamente.
- No Brasil, (i) segundo Josiani Napolitano, presidente da Abiogás, o país tem 21 unidades de produção de biometano em operação e mais 47 autorizadas para operar, o que representa 2,8% de todo o potencial de fabricação de biometano em território nacional – para a Abiogás, o que deve destravar o setor é o início da operação do mercado de Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs), que remunerarão os produtores de biometano pelo atributo ambiental da molécula; e (ii) a cidade de São Paulo recebeu, nesta quarta-feira, mais 250 ônibus elétricos financiados pelo BNDES – ao todo, o banco liberou R$ 2,485 bilhões, que permitiu a aquisição de 1.185 veículos, na maior operação com essa finalidade no país até o momento.
- No internacional, a Organização Marítima Internacional pode aprovar ainda esse ano o padrão de intensidade de carbono do etanol de cana-de-açúcar, permitindo que os armadores possam contabilizar o uso do biocombustível em navios em seus processos de descarbonização – atualmente, os navios já podem utilizar combustíveis renováveis caso tenham capacidade para isso, mas, a contabilização de redução de emissões para atendimento das metas de descarbonização da IMO só pode ocorrer se o órgão reconhecer oficialmente a intensidade de carbono média de cada rota.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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