IBOVESPA +1,21% | 170.370 Pontos
CÂMBIO -0,09% | 5,13/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em alta de 1,2%, aos 170.370 pontos. O movimento foi impulsionado principalmente pelo fechamento da curva de juros doméstica, que favoreceu setores mais sensíveis às taxas de juros, e à melhora do sentimento global, diante de avanços diplomáticos no Oriente Médio.
Azzas 2154 (AZZA3, +10,7%) liderou os ganhos do índice após confirmar que está avaliando alternativas estratégicas para os ativos da Farm Rio. Já Suzano (SUZB3, -2,6%) foi o destaque negativo, com as companhias exportadoras apresentando desempenho relativamente inferior.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a sessão de ontem em direções opostas. Nos EUA, a T-note de 2 anos subiu para 4,23% (+5 bps), a T-note de 10 anos para 4,51% (+6 bps) e o T-bond de 30 anos a 4,95% (+5 bps), diante da manutenção de apostas em aperto monetário pelo Fed, apesar da melhora no cenário geopolítico.
No Brasil, a curva apresentou fechamento, refletindo o alívio geopolítico no Oriente Médio, o cancelamento do leilão de NTN-B e a expectativa pela ata do Copom, com o DI jan/27 a 14,22% (-5 bps), o DI jan/29 a 14,76% (-19 bps) e o DI jan/31 a 14,69% (-21 bps). A curva de NTN-B apresentou abertura, levando a B29 a 8,68% (vs. 8,61%), a B35 a 8,18% (vs. 8,14%) e a B50 a 7,52% (estável).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em queda acentuada (S&P 500: -1,4%; Nasdaq 100: -2,8%) pressionados principalmente por ações ligadas a semicondutores e inteligência artificial, refletindo a realização de lucros no setor de tecnologia após o sell-off observado nas bolsas do país.
Na Ásia, as bolsas fecharam em baixa, com destaque para o Kospi (Coreia do Sul), que despencou 9,9%, enquanto o Nikkei (Japão) caiu 3,6%. Na China, o Hang Seng recuou 1,8% e o CSI 300 perdeu 2,8%. Na Europa, o movimento também é negativo, com o Stoxx 600 caindo 0,9%, liderado pelo setor de tecnologia. Apesar da correção recente, analistas seguem destacando que os resultados corporativos continuam sendo o principal suporte para o mercado acionário.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta segunda-feira (22) com queda de 0,1%, diante do fechamento da curva de juros, refletindo o alívio geopolítico no Oriente Médio e a expectativa pela ata do Copom. Os fundos de recebíveis recuaram 0,08%, em desempenho alinhado ao tom mais cauteloso do pregão. Os fundos de tijolo cederam 0,11% no agregado, pressionados por Multiestratégia (-0,30%), Ativos Logísticos (-0,13%) e Lajes Corporativas (-0,25%), enquanto Shoppings se destacaram positivamente com alta de 0,17%. Os Fundos de Fundos avançaram 0,23% e os Fundos Híbridos cederam 0,08%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram BROF11 (+4,2%), VGIP11 (+2,5%) e TGAR11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por VILG11 (-2,5%), XPIN11 (-2,2%) e SNCI11 (-2,0%).
Economia
Os mercados globais emitiram sinais mistos ontem. Por um lado, o avanço nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. O governo de Donald Trump concedeu uma licença de 60 dias para que o Irã volte a vender petróleo no mercado internacional. A cotação do barril Brent recuou em torno de 3,0%, para 78 dólares. Por outro lado, os investidores demonstraram cautela acerca do financiamento da forte expansão de investimentos em Inteligência Artificial (IA) e transações circulares envolvendo empresas do setor.
No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central trouxe alta adicional nas projeções de inflação e juros. A mediana das expectativas para o IPCA de 2026 subiu de 5,30% para 5,33% (estava em 5,04% em há quatro semanas). Para 2027, o atual horizonte relevante da política monetária, a projeção avançou de 4,10% para 4,15%; para 2028, houve elevação de 3,68% para 3,70%. Enquanto isso, a mediana das expectativas para a taxa Selic no final deste ano aumentou de 13,75% para 14,00%. As projeções continuaram em 12,00% e 10,25% para o final de 2027 e 2028, respectivamente.
Hoje, destaque para a publicação da ata da última reunião do Copom. O mercado estará atento ao detalhamento dos elementos hawkish destacados no comunicado da semana passada, como a descrição de aceleração da atividade doméstica e piora do quadro inflacionário, além das alterações no balanço de riscos. Ao mesmo tempo, há grande expectativa sobre a discussão em torno das simulações de diferentes trajetórias de taxa de juros realizadas pela autoridade monetária, que foram consideradas para a decisão de redução da taxa Selic em 0,25 p.p.
Na agenda internacional, foco na divulgação de PMIs (índices de gerentes de compras) de economias avançadas – esses índices são oriundos de sondagens empresariais sobre as condições econômicas e de mercado. Houve avanço moderado no índice da Zona do Euro e ligeira queda no Reino Unido entre maio e junho (leitura preliminar). Os índices dos Estados Unidos serão conhecidos no final da manhã.
Veja todos os detalhes
Economia
Ata do Copom no centro das atenções após decisão de juros ruidosa na semana passada
- Os mercados globais emitiram sinais mistos ontem. Por um lado, o avanço nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. O governo de Donald Trump concedeu uma licença de 60 dias para que o Irã volte a vender petróleo no mercado internacional. A cotação do barril Brent recuou em torno de 3,0%, para 78 dólares. Por outro lado, os investidores demonstraram cautela acerca do financiamento da forte expansão de investimentos em Inteligência Artificial (IA) e transações circulares envolvendo empresas do setor;
- No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central trouxe alta adicional nas projeções de inflação e juros. A mediana das expectativas para o IPCA de 2026 subiu de 5,30% para 5,33% (estava em 5,04% em há quatro semanas). Para 2027, o atual horizonte relevante da política monetária, a projeção avançou de 4,10% para 4,15%; para 2028, houve elevação de 3,68% para 3,70%. Enquanto isso, a mediana das expectativas para a taxa Selic no final deste ano aumentou de 13,75% para 14,00%. As projeções continuaram em 12,00% e 10,25% para o final de 2027 e 2028, respectivamente. Nosso cenário também prevê espaço limitado para flexibilização monetária adicional no curto prazo – vemos a taxa Selic em 14,00% no final do ano. A nosso ver, o Copom retomará os cortes de juros em 2027, condicionado ao avanço de reformas que coloquem as contas fiscais em uma trajetória mais sustentável. Sob essa hipótese, e considerando uma postura mais conservadora da política monetária para conter as pressões inflacionárias correntes, prevemos a taxa Selic em 11,50% ao final do próximo ano;
- Hoje, destaque para a publicação da ata da última reunião do Copom. O mercado estará atento ao detalhamento dos elementos hawkish destacados no comunicado da semana passada, como a descrição de aceleração da atividade doméstica e piora do quadro inflacionário, além das alterações no balanço de riscos. Ao mesmo tempo, há grande expectativa sobre a discussão em torno das simulações de diferentes trajetórias de taxa de juros realizadas pela autoridade monetária, que foram consideradas para a decisão de redução da taxa Selic em 0,25 p.p.;
- A agenda internacional traz a divulgação de PMIs (índices de gerentes de compras) de economias avançadas – esses índices são oriundos de sondagens empresariais sobre as condições econômicas e de mercado. Conforme já publicado nesta manhã, o PMI composto da Zona do Euro subiu de 48,5 em maio para 49,5 em junho (leitura preliminar), acima do consenso de mercado (49,1). Leituras abaixo de 50,0 indicam contração da atividade econômica. O PMI de Serviços avançou de 47,7 para 48,9 no período, enquanto o PMI da Indústria caiu de 51,6 para 51,3. Enquanto isso, o PMI do Reino Unido registrou queda moderada em junho. O índice composto declinou de 49,7 para 49,4, com piora tanto em serviços (de 49,3 para 48,7) quanto na indústria (de 53,9 para 53,1). Os PMIs dos Estados Unidos serão conhecidos no final da manhã, com expectativa de recuo modesto (de 51,5 para 50,8 no índice composto).
Commodities
Papel e Celulose: Integração na China remodela a dinâmica de celulose; preços do cavaco importado sobem novamente A/A em Mai’26
- Hoje, publicamos nosso Relatório Temático sobre China: Do solo à nuvem, destacando que a demanda por celulose na China permanece estruturalmente sustentada;
- Mas a crescente verticalização está remodelando a competição, à medida que players integrados expandem capacidade e dependem cada vez mais de madeira doméstica, particularmente em Guangxi;
- Os dados recentes de cavaco reforçam essa tendência, com preços do cavaco importado subindo M/M em Mai’26 pelo oitavo mês consecutivo, principalmente por preços (e volumes) mais altos do Vietnã;
- Com custos marginais estimados em ~US$579/t para madeira importada (vs. US$524/t para fábricas dependentes de cavaco doméstico);
- Em relação aos dados recentes do setor, destacamos: (i) estoques de consumo de fibra curta na Europa avançaram +2% M/M em Mai’26 (+2% A/A), enquanto os estoques de fibra longa recuaram -6% M/M (-3% A/A) no mesmo período;
- E (ii) os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em US$604/t, com futuros de BHKP em US$608/t para Jul’26 (estáveis S/S), enquanto o NBSK está em US$680/t;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Mineração e Siderurgia | Papel e Celulose | Bens de Capital: Do solo à nuvem
- Recentemente, estivemos na China para nos reunirmos com companhias e avaliarmos melhor as implicações do país para nossa cobertura;
- No geral, a história industrial da China continua sendo definida por escala, mas chama atenção o quão disseminada a dinâmica de excesso de capacidade se tornou entre setores;
- Apoiada por suporte de políticas públicas, funding abundante e uma base de custos estruturalmente baixa, a oferta se expandiu mais rapidamente do que a demanda em diversas indústrias (particularmente ligadas à manufatura);
- Com as exportações atuando como principal mecanismo de equilíbrio e reforçando o papel crescente da China na formação de preços globais;
- Embora a demanda doméstica esteja absorvendo parcialmente essa oferta em segmentos selecionados, a dispersão permanece elevada ao longo das cadeias de valor;
- Nesse contexto, vemos pressão sustentada sobre preços em segmentos mais padronizados e lucratividade desigual, com melhores retornos concentrados em setores com gargalos e nichos mais técnicos;
- Nossa viagem à China ajudou a trazer uma nova perspectiva sobre como essas dinâmicas estão se desenrolando em nossa cobertura, de materiais a industriais, energia e IA;
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Empresas
Randoncorp & Frasle Mobility: Desaceleração generalizada das receitas
- O que há de novo? Hoje, a Randoncorp e a Frasle Mobility divulgaram as receitas mensais de Mai’26, respectivamente -8% A/A e -6% A/A;
- Ajustadas por FX e dias úteis, as receitas da Frasle teriam crescido +5% A/A; Sequencialmente, as receitas apresentaram leve desaceleração (Randoncorp excl. Frasle -6% e Frasle -2% M/M);
- Nossa visão. Seguimos vendo um pano de fundo de demanda ainda fraco para veículos pesados, com os dados de maio reforçando o downcycle (caminhões -8% A/A e implementos rodoviários -13% A/A, segundo a Fenabrave);
- Refletindo renovação cautelosa de frotas e altos custos de financiamento, potencialmente amplificados ainda mais pelo Move Brasil 2, cujos recursos começaram a ser liberados no início de junho e podem ter levado clientes a postergar temporariamente compras;
- Isso continua pressionando os negócios da Randoncorp expostos a OEMs;
- A Frasle mostra resiliência relativa, com o aftermarket doméstico permanecendo estável, apoiado, em nossa visão, por melhorias operacionais em andamento na Nakata, incluindo avanços na 4Mobility, embora parcialmente compensado por ventos contrários de FX;
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Cosan (CSAN3) | Destravando valor na holding – Retomando cobertura
- Estamos retomando a cobertura de Cosan com recomendação de Compra. Atualizamos nosso preço‑alvo para BRL4.9/CSAN3 (de BRL9.0/ação), implicando um upside de c.+34% em relação aos níveis atuais;
- As companhias listadas (Compass e Rumo) explicam a maior parte do upside em nosso preço‑alvo;
- Em menor medida, também vemos potenciais catalisadores para destravar valor no nível da holding, incluindo: (i) otimização adicional da estrutura de capital, especialmente por meio de eventuais desinvestimentos; e (ii) um menor custo de capital no Brasil, o que suportaria valuations mais elevados nas subsidiárias e ajudaria a reduzir o desconto de holding da Cosan;
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Azzas 2154 (AZZA3): FarmRio entra na passarela; AZZA analisa alternativas estratégicas para a FarmRio
- A mídia local reportou na sexta-feira (19 de junho) que a AZZA está avaliando uma potencial venda da FarmRio, o que foi posteriormente confirmado pela companhia;
- Reportagens citaram uma avaliação potencial de ~US$1 bilhão, acima do valor de mercado atual da AZZA;
- Em nossa visão, a FarmRio combina fortes perspectivas de crescimento, brand equity distintivo e rentabilidade sólida, o que deve atrair interesse de players estratégicos e financeiros;
- A principal questão, no entanto, continua sendo valuation; Com base em nossa análise de sensibilidade, estimamos um intervalo entre US$360-900 milhões (ou R$9,8-22,5/ação);
- Já vimos essa história antes com a Natura e esperamos que o desempenho da ação da AZZA seja cada vez mais direcionado por notícias incrementais sobre potenciais compradores e termos de valuation;
- Embora não esperemos que investidores precifiquem totalmente esse evento antes de notícias mais concretas, o fluxo de notícias pode chamar a atenção dos investidores para o valuation atual da AZZA, enquanto a transação poderia representar um passo relevante rumo a uma resolução entre os acionistas controladores;
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Compass (PASS3): Vento a favor e âncora de valor – crescimento e dividendos
Iniciando cobertura com recomendação de Compra e preço-alvo para o final de 2027 de R$ 36,7/ação.
- Estamos iniciando a cobertura de Compass com recomendação de Compra, estabelecendo a companhia como mais uma LT compounder;
- A tese de investimento de PASS tem dois lados: i) a Âncora de Valor; a companhia possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões economicamente mais desenvolvidas do Brasil, o que proporciona fluxos de caixa previsíveis e crescimento constante, já que o país ainda é amplamente subpenetrado em termos de extensão da rede e consumo industrial de gás;
- ii) o Vento a Favor; a Edge (a plataforma de comercialização de gás) oferece uma opcionalidade relevante para que a companhia entregue crescimento com retornos marginais bastante atrativos, sustentada por uma plataforma líder em suprimento de gás e por seu principal ativo, o TRSP (terminal de regaseificação de GNL no estado de SP);
- O negócio de gás natural oferece fluxos de caixa de LT que crescem em termos reais a retornos marginais acima do custo de capital, enquanto a Edge traz fluxos de caixa incrementais com necessidade de muito pouco capex adicional (estimamos R$ 1,2 bi adicionais de capex para entregar cerca de R$ 350-400 mi em fluxos de caixa recorrentes adicionais; um impressionante retorno de ~30%);
- Esse portfólio robusto, combinado com um posicionamento estratégico que coloca a companhia como uma consolidadora natural do setor, constrói uma história de investimento atraente que, somada à TIR real de 13,0% de PASS, sustenta nossa recomendação de Compra e nosso preço-alvo para o final de 2027 de R$ 36,7/ação;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- MRV&Co fecha acordo para venda de ativos nos EUA por US$ 139 milhões (Valor Econômico);
- Com captação de R$ 1,24 bi, Light avança para fim da recuperação judicial (Valor Econômico);
- IG4 pode desembolsar R$ 2 bi por créditos da Raízen (Pipeline Valor);
- Vale terá disputa por conselho: Stieler resiste, Gasparino entra no jogo (Brazil Journal).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Kinea Fundo de Fundos (KFOF11) | Yield de 12,3% e caixa robusto para capturar oportunidades de mercado (Research XP);
- IFIX começa semana em ligeira queda, abaixo dos 3.800 pontos (FIIs);
- O escritório não acabou: ele mudou de função (Buildings);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Kinea Fundo de Fundos (KFOF11) | Yield de 12,3% e caixa robusto para capturar oportunidades de mercado
- Elevamos a recomendação para COMPRA para o KFOF11, com base nos seguintes pilares:
- Gestão ativa eficiente, com histórico consistente de geração de retornos;
- Carteira predominantemente alocada em fundos de tijolo, com elevado potencial de valorização;
- Posição de caixa elevada, possibilitando a alocação de recursos em condições financeiramente favoráveis após a recente correção do mercado; (iv) preço de negociação atrativo, com VM/VP de 0,85x;
- Dividend yield convidativo, sustentado por resultados recorrentes sólidos e por uma reserva acumulada robusta;
- Clique aqui para mais informações.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Hynix ETF Topples Hong Kong Tracker Fund With $17 Billion Assets (Bloomberg)
- Twelve EU Nations Push to Boost Carbon Fund for Poorer States (Bloomberg)
- Where to Invest in India: Q3 2026 (Bloomberg)
- OneMiners Reports Higher Crypto Payment Adoption Following Changelly Pay Integration (ETF.com)
- Bitcoin cai para US\$ 63 mil com temores sobre juros e saídas de ETFs (Investing.com)
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Terras Raras e geopolítica: China restringe comércio com empresas americanas | Café com ESG, 23/06
- O pregão de segunda-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,21% e 1,58%, respectivamente.
- Do lado das empresas, (i) a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, celebrou nesta segunda-feira a assinatura de um acordo com o BNDES para pesquisas relacionadas a minerais críticos e estratégicos, ligados às cadeias da transição energética – a parceria permitirá a troca de informações e a análise de lacunas de capacidade produtiva e tecnológica, além de projetos e iniciativas em execução ou em desenvolvimento; e (ii) a Rumo informou ontem que Pedro Palma deixará o cargo de diretor-presidente da companhia e será substituído interinamente por Daniel Rockenbach, que está há 15 anos na empresa e atualmente comanda a controlada Malha Sul – a mudança passa a valer em 20 de julho.
- Na política, a China restringiu o comércio com ao menos dez empresas norte-americanas em uma medida retaliatória que atinge grupos centrais para os esforços dos EUA de desenvolver uma cadeia de suprimentos de terras raras capaz de competir com a de Pequim – entre as companhias incluídas na “lista de entidades” estão USA Rare Earth e MP Materials, segundo comunicado divulgado ontem.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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