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XP Morning Call 12/06/2019: Mercados realizam lucros, mas retórica segue positiva no Brasil

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Bolsonaro segue em silêncio após o vazamento Moro-Lava Jato
  2.  Crédito extra de R$ 248 bilhões é aprovado pelo Congresso Nacional

Internacional

  1.  A duas semanas do G-20, Trump pressiona China
  2. China: Inflação em linha com o esperado, vendas de veículos em declínio e possibilidade de afrouxamento monetário
  3. Argentina: Anúncio de Pichetto como vice-presidente de Macri

Empresas

  1. Gerdau (GGBR4): Negociação de aquisição de laminadora de aço no Brasil
  2. Centauro (CNTO3): Novo aumento de oferta pela Netshoes para US$3,70/ação

Resumo

Mercados realizam lucros, mas retórica segue positiva no Brasil

Mercados globais em queda nesta quarta-feira, após dias de sessões de alta. A expectativa de potenciais cortes de juros no mundo deu sustentação aos mercados, mas a desaceleração do crescimento global em conjunto com a disputa comercial entre EUA e China seguem preocupando.

O presidente Donald Trump disse ontem que está segurando um acordo comercial com a China e não tem interesse em avançar, a menos que Pequim concorde com quatro ou cinco “pontos principais”, que ele não especificou.

Com as tensões comerciais aumentando, o crescimento dos EUA desacelerando e novos empregos em queda em maio, os mercados já passaram a precificar pelo menos dois cortes de juros até o final de 2019. Por isso, os dados econômicos estão sendo constantemente monitorados. Foco hoje nos dados de inflação dos Estados Unidos que serão divulgados.

Na China, em maio, novos empréstimos e vendas de veículos ficaram abaixo das estimativas e inflação ao consumidor registrou alta de 2,7%, em linha com o esperado. No noticiário de hoje, o China Securities Journal alerta para a possibilidade de corte de juros, entre outras medidas de afrouxamento monetário.

No Brasil, a retórica segue em tom mais positivo. O Congresso aprovou por unanimidade ontem o projeto que concede ao governo o crédito de R$ 249 bi para o cumprimento da regra de ouro, resolvendo um tema que poderia trazer bastante volatilidade ao mercado.

Mais do que a aprovação em si, vimos um governo funcionando como governo: fazendo acordos, cedendo em alguns pontos e cumprindo o combinado, inclusive com a oposição. Os últimos relatos ressaltam que o Planalto tem agido de maneira mais pragmática em sua relação com o Legislativo.

O relatório da reforma da previdência está previsto para ser apresentado amanhã. Enquanto isso, Rodrigo Maia twittou que a Casa se blindará de qualquer crise para aprovar as reformas. Os jornais especulam que o texto trará economia entre R$ 800 bilhões e R$ 900 bilhões em dez anos, o que veríamos como positivo.

Lembramos que uma vez apresentada pelo relator da comissão especial, a proposta ainda pode ser alterada na própria comissão especial antes de ser votada pela mesma. Uma vez aprovada na comissão especial, a reforma segue para votação no plenário da câmara, podendo também sofrer alterações antes da votação em si.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Bolsonaro segue em silêncio após o vazamento Moro-Lava Jato

  • Mesmo após encontro com Sérgio Moro, o presidente Bolsonaro segue no terceiro dia de silêncio após o vazamento de mensagens entre o ministro, então juiz, e procuradores da Lava Jato. Em busca de alívio na pressão da opinião pública e da política, Moro decidiu comparecer à CCJ do Senado no dia 19 para prestar esclarecimentos;
  • Com o relatório da reforma da previdência previsto para ser apresentado amanhã (13), o presidente da Câmara usou o Twitter para dizer que a Casa se blindará de qualquer crise para aprovar as reformas. Os jornais especulam que o texto trará economia entre R$ 800 bilhões e R$ 900 bilhões em dez anos, ante R$ 1,2 trilhão do projeto original de Paulo Guedes;
  • Após acordo para direcionar recursos à educação, à transposição do São Francisco e ao Minha Casa Minha Vida, o Congresso aprovou por unanimidade o projeto que concede ao governo o crédito de R$249 bilhões para o cumprimento da regra de ouro. Foram 450 votos na Câmara e 61 votos no Senado;
  • Se a CCJ não avaliar o pedido de Onyx Lorenzoni para postergar sua ida à comissão após convocação hoje às 14h, o ministro, que alega existência de outro compromisso no mesmo horário, pode cometer crime de responsabilidade caso não compareça. O líder do PSL antecipou que o partido se portará como oposição na sessão após Onyx demitir ex-deputado ligado ao partido para substituí-lo por colega do DEM.​

 Crédito extra de R$ 248 bilhões é aprovado pelo Congresso Nacional

  • O Congresso Nacional aprovou por unanimidade tanto na Câmara (450 votos) quanto no Senado (61 votos) o projeto de lei que permite que o Tesouro Nacional emita R$ 248 bilhões em títulos para pagar despesas correntes até o fim de 2019, como o Bolsa Família, o BPC (benefício de prestação continuada), aposentadorias urbanas e o Plano Safra;
  • O acontecimento permite que o governo descumpra a regra de ouro, dispositivo que proíbe que a União se endivide para pagar despesas correntes;
  • Para acelerar o processo, o governo concordou com a derrubada de inúmeros vetos presidenciais, entre eles um veto feito pelo presidente Jair Bolsonaro no projeto que concedeu anistia de multas a partidos políticos. Ainda assim, o presidente Jair Bolsonaro celebrou a aprovação, que teria simbolizado uma vitória para a articulação do governo tanto com partidos do centro quanto com a oposição.

Internacional

A duas semanas do G-20, Trump pressiona China

  • O presidente dos EUA, Donald Trump, deu uma entrevista ontem na Casa Branca e, sobre a Guerra Comercial, disse “sou eu agora que está segurando o acordo”. Ele acrescentou que não concluirá o acordo a menos que Pequim retorne aos termos negociados no início do ano;
  • De acordo com a Bloomberg, tal declaração ocorre um mês depois que os EUA acusaram a China de negar provisões em um acordo comercial provisório, levando as negociações a uma pausa. Como próximos passos, Trump disse novamente que espera se encontrar com Xi Jinping na cúpula do G-20 no final deste mês;
  • O G-20 é uma das últimas chances de Trump e Xi encerrarem o impasse entre os EUA e a China. Xi está pressionado a encontrar-se com Trump para evitar maiores prejuízos econômicos, já que para a China 25% de tarifas podem resultar em uma redução de 1% no crescimento até 2021 se elas permanecerem válidas, de acordo com a Bloomberg Economics.

China: Inflação em linha com o esperado, vendas de veículos em declínio e possibilidade de afrouxamento monetário

  • Crédito e venda de veículos: Novos empréstimos atingem 1,18 trilhões de yuans em maio, mas número fica abaixo do previsto pelos analistas de mercado. Segundo dados publicados hoje pela associação chinesa de montadoras, as vendas de veículos registraram queda de 16,4% em maio, a 11ª queda consecutiva;
  • Inflação: O índice de preços ao consumidor (CPI) da China atingiu 2,7% A/A em maio, impulsionado pelos preços dos alimentos. O dado veio em linha com a previsão de economistas consultados pelo Wall Street Journal;
  • Política Monetária: De acordo com o China Securities Journal, rodadas de afrouxamento monetário no mundo vêm propiciando espaço para a China reduzir as taxas de juros e taxas de compulsório.

Argentina: Anúncio de Pichetto como vice-presidente de Macri

  • Investidores reagiam positivamente após Mauricio Macri anunciar que o peronista “moderado” Pichetto será seu vice presidente. Essa foi a primeira retaliação do partido Cambiemos após Kirchner declarar que irá concorrer como vice de Alberto Fernández, candidato de “centro”. Pichetto como vice evidencia a fragmentação do espaço peronista e reafirma a polarização eliminando a opção de ter um terceiro candidato forte (restando apenas o Urtubey para o partido);
  • Massa ainda não confirmou se irá apoiar Kirchner, apesar da alta probabilidade. O apoio de Pichetto à Macri aumenta as chances de uma vitória nas eleições de outubro contra Kirchner. Apesar de Pichetto não deter expressiva intenção de voto, sua união demonstra o apoio do congresso ao partido Cambiemos e consequente melhora do cenário para Macri continuar com a agenda reformista.

Dados econômicos globais a se monitorar

  • Hoje é o dia da inflação e os últimos dados de preços dos EUA serão divulgados às 9:30h. Muito recentemente, o presidente do Fed, Powell, informou que acreditava que os dados fracos de inflação eram “transitórios”. Assim, estes dados indicarão sua acurácia. Além disso, há também um leilão de títulos de 10 anos do Tesouro Americano.

Empresas

Gerdau (GGBR4): Negociação de aquisição de laminadora de aço no Brasil

  • Segundo o Valor Econômico, a Gerdau está negociando a aquisição da Siderúrgica Latino-Americana (Silat), localizada em Caucaia, no Ceará, que pertence ao grupo espanhol Hierros Añón; 
  • A Silat, criada em 2011 e com início de operação em meados de 2014, é produtora de aços longos, produto usado na construção civil. A empresa tem capacidade instalada anual para fazer 600 mil toneladas de vergalhões e fio-máquina e 60 mil toneladas de malhas eletrosoldadas. A companhia disputa o mercado das regiões Nordeste e Norte e fica a cerca de 20 km da Gerdau Cearense, siderúrgica que o grupo gaúcho opera há várias décadas no Ceará e faz por ano 160 mil toneladas de produtos laminados;
  • Para a Gerdau, o ativo poderia fortalecer sua posição na região Norte-Nordeste. Segundo fontes do setor, o valor do negócio com a Gerdau é da ordem de US$ 100 milhões (1,7% do valor de mercado da Gerdau). A venda da Silat teria atraído também o grupo mexicano Simec, que chegou a ter negociações avançadas com o Añón e fechar, verbalmente, os termos de uma proposta na faixa de US$ 80 milhões. Mas as conversas foram suspensas pelo vendedor ante uma oferta mais atrativa da Gerdau. A Gerdau não confirmou a notícia.
     

Centauro (CNTO3): Novo aumento de oferta pela Netshoes para US$3,70/ação

  • ​A Centauro elevou novamente a oferta pela aquisição da Netshoes de US$ 3,50/ação para US$ 3,70/ação, totalizando um montante de US$ 115 milhões. Lembrando que a última proposta feita pelo Magazine Luiza é de US$ 3,00/ação;
  • A Centauro ainda aumentou o valor proposto de capitalização para até R$ 120 milhões, com expectativa de liberação de R$ 70 milhões dois dias após a assinatura do Contrato Mútuo, e os R$ 50 milhões restantes dividido em 2 tranches, em 30 de agosto e 31 de outubro. Além disso, a empresa se comprometeu a ofertar R$ 300 milhões de seu estoque através da operação de marketplace da Netshoes. Ambas as iniciativas buscam contornar as preocupações sobre a situação financeira da Netshoes, uma vez que o cronograma de conclusão da operação pode ser mais longo em função da necessidade de aprovação pelo CADE e convocação de nova Assembleia;
  • Por fim, a Centauro comunicou que tem financiamento aprovado com o Banco Votorantim, elevando de R$325 milhões para R$375 milhões os recursos a serem tomados por empréstimo pela companhia;
  • ​Na sexta-feira (14 de junho) está marcada a Assembleia de Acionistas da Netshoes para deliberar sobre a proposta feita pelo Magazine Luiza e, apenas se a oferta for rejeitada, outra assembleia pode ser convocada para avaliar a oferta da Centauro. A recomendação do Conselho da Netshoes é de que os acionistas aprovem a oferta feita pelo Magazine Luiza. Temos recomendação Neutra para Magazine Luiza, com preço alvo de R$175/ação.
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