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XP Morning Call 22/03/2019: Prisão de Temer eleva preocupação sobre foco na reforma da previdência XP

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Prisão de Temer e tensões com Maia ameaçam avanço da reforma

Internacional

  1. ​Índice de atividade econômica (PMI) da Zona Euro mais fraco do que o esperado
  2. Brexit: Última chance para uma saída organizada

Empresas

  1. Vale (VALE3): Brucutu autorizada a retomar
  2. AES Tietê (TIET11): Renova aceita oferta por Alto Sertão III
  3. Petrobras (PETR4): Petrobras retoma venda da Liquigás

COE NEWS

  1. Tencent anuncia resultados do 4T18

Resumo

Prisão de Temer eleva preocupação sobre foco na reforma da previdência

A prisão do ex-presidente Temer elevou ontem o grau de incerteza em relação à priorização, velocidade e riscos “imponderáveis” para a aprovação da Reforma da Previdência, levando à realização do Ibovespa, que fechou em queda de 1,3% em um dia em que as bolsas globais subiram 0,5-1%.
 
O noticiário político é dominado pelo acontecimento e turva ainda mais o ambiente para os avanços da reforma da Previdência, já incerto em decorrência da relação irregular do governo com o Parlamento.
 
Entre os principais desdobramentos, estão a ampliação da distância entre o presidente Jair Bolsonaro e sua possível base de apoio no Congresso, o adiamento da escolha do relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e o acirramento das tensões entre o presidente da Casa, Rodrigo Maia (principal articulador da reforma), e o núcleo de poder do Palácio do Planalto.
 
Os próximos três a quatro meses são cruciais para o país. Seguimos otimistas e acreditamos no avanço da agenda reformista no Brasil, que vemos como transformacional. Entretanto, antecipamos volatilidade, com um duro processo de negociação adiante para a reforma da Previdência, e uma série de riscos que podem aumentar a tensão (como os desta semana), motivo pelo qual sugerimos manter proteções e hedges nas carteiras, como Vale e Suzano por exemplo.
 
No internacional, ações europeias caem após dados fracos de atividade industrial na região, que renovaram as preocupações sobre crescimento global nesta sexta-feira. Futuros nos Estados Unidos também seguem em declínio.
 
Sobre Brexit, líderes europeus estenderam o prazo para tentar impedir saída sem acordo do Reino Unido da União Europeia para 12 de abril ou 22 de maio, de 29 de março anteriormente.
 
Do lado das empresas, a Vale recebeu da SEMAD autorização para retomar as operações de Brucutu, a maior das minas da Vale parada por decisão judicial. Vemos o evento como um passo importante na direção de normalizar as operações, gradualmente virando a página da tragédia de Brumadinho – reiteramos a COMPRA, preço alvo de R$68/ação.
 
Em fato relevante divulgado ontem, a Renova Energia informou que aceitou proposta vinculante da AES Tietê pelo complexo eólico Alto Sertão III. Apesar do risco técnico de um possível follow-on para financiar a transação, os termos veiculados até o momento sobre a transação implicam em retornos mais atrativos do que qualquer outra opção em leilões recentes de energia nova, com aumento de 21% do lucro, e por isso reiteramos a recomendação de compra.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Prisão de Temer e tensões com Maia ameaçam avanço da reforma

  • A prisão do ex-presidente Michel Temer domina o noticiário político e torna ainda mais complexo o ambiente para os avanços da reforma da Previdência, já conturbado em decorrência da relação errática do governo com o Parlamento;
  • Entre os principais desdobramentos estão a ampliação da distância entre o presidente Jair Bolsonaro e sua possível base de apoio no Congresso, o adiamento da escolha do relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara e o acirramento das tensões entre o presidente da Casa, Rodrigo Maia (principal articulador da reforma), e o núcleo de poder do Palácio do Planalto

Internacional

​Índice de atividade econômica (PMI) da Zona Euro mais fraco do que o esperado

  • De acordo com a Reuters, o Índice de atividade econômica (PMI), que é considerado um bom guia para a saúde econômica, caiu para 51,3 este mês, de 51,9 em fevereiro, abaixo da média da pesquisa Reuters de 52,0;
  • O PMI de manufatura caiu para 47,6 em fevereiro, de 49,3, a leitura mais baixa desde abril de 2013 e bem abaixo da marca de 50, que separa o crescimento da contração. Uma pesquisa da Reuters tinha expectativa de aumento modesto para 49,5, e mesmo o economista mais pessimista pesquisado projetava 48,4;
  • Embora a queda na indústria tenha sido parcialmente compensada pelo crescimento estável, ainda que relativamente fraco, da indústria de serviços dominante na zona do euro, os levantamentos sugeriram que a economia do bloco teve um fraco primeiro trimestre.

Brexit: Última chance para uma saída organizada

  • Segundo a Reuters, os líderes da UE disseram que a Grã-Bretanha tem uma chance final de deixar o bloco de forma organizada. O parlamento britânico tem um novo prazo de 12 de abril para oferecer um novo plano ou optar por deixar o bloco sem um acordo;
  • O encontro da UE foi dominado por discussões sobre a saída do Reino Unido. Depois de mais de sete horas de discussões e um longo discurso de May, os outros 27 líderes da UE decidiram sobre o novo prazo;
  • Assim, a responsabilidade está mais uma vez nas mãos do Reino Unido para aprovar o acordo em breve, já que os líderes da UE concordaram em estender o Artigo 50 até o dia 22 de maio caso o acordo passe no no parlamento.

Empresas

Vale (VALE3): Brucutu autorizada a retomar

  • A Vale recebeu da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Minas Gerais (SEMAD) a Autorização Provisória para Operar (APO) da barragem de Laranjeiras, o que possibilitará o retorno das operações na mina de Brucutu em até 72 horas;
  • Brucutu representa 30 das 83 milhões de toneladas de produção atualmente paradas da Vale. Vemos o evento como um passo importante na direção de normalizar as operações, gradualmente virando a página da tragédia de Brumadinho;
  • Conforme temos mencionado nos nossos relatórios ao longo das últimas semanas, os overhangs / riscos potenciais estão sendo cada vez mais mitigados, o que gradualmente deve permitir que a ação volte a negociar com base em fundamentos. A ação da Vale segue muito descontada em relação aos pares (20-25%), negociando a 3,9x EBITDA 2019, e esperamos uma convergência gradual. Reiteramos a COMPRA, preço alvo de R$68.
     

AES Tietê (TIET11): Renova aceita oferta por Alto Sertão III

  • Em fato relevante divulgado ontem, a Renova Energia informou que aceitou proposta vinculante da AES Tietê pelo complexo eólico Alto Sertão III. A oferta ainda está sujeita à negociação de termos definitivos e as aprovações necessárias;
  • Fontes apontam que a primeira proposta da TIET apresentada em dezembro seria de R$1,6 bilhão além de um investimento remanescente de R$400 milhões, condição na qual a empresa obteria taxas de retorno reais entre 9,0% e 9,6%, acima de qualquer retorno nos últimos leilões de energia nova;
  • Apesar de uma oferta de ações poder impactar negativamente a performance da TIET11, vemos isso apenas como um risco técnico e temporário, que não prejudica os fundamentos da companhia. Se a transação fosse concluída, estimamos um aumento de 17% do EBITDA e de 21% do lucro da companhia. Assim sendo, reiteramos a nossa recomendação de compra com preço-alvo de R$15/unit.

Petrobras (PETR4): Petrobras retoma venda da Liquigás

  • Segundo o Estadão, a Petrobras contratou novamente um banco para retomar a venda da Liquigás. Oferecida ao mercado em 2016 como parte do plano de desinvestimentos da Petrobras, a empresa atraiu o interesse do grupo Ultra, que detém a Ultragaz. Entretanto, o CADE rejeitou a oferta de R$2,8 bilhões no início de 2018;
  • A notícia aponta que a Petrobras está tentando atrair interesse de empresas estrangeiras para evitar que a transação seja barrada novamente, incluindo grupos da França, Turquia e China;
  • Vemos a retomada do processo de venda da subsidiária de gás envasado como positiva da a Petrobras, sinalizando compromisso com seu plano de venda de ativos. Reiteramos a recomendação de compra das ações, com preço-alvo de R$31 para a PETR.

Cemig (CMIG4): Cemig e Light celebram contrato para adquirir participação na Renova e realizar OPA

  • Em fato relevante divulgado ontem, Cemig GT e Light Energia celebraram acordo para adquirir 6.637.878 ações ordinárias e 644.158 ações preferenciais da Renova em titularidade da CG I Fundo de Investimentos de Participações. O contrato prevê que as ações serão adquiridas na proporção de 67,85% pela Cemig GT e 32,15% pela Light Energia;
  • O preço por ação ordinária ou preferencial (RNEW3 e RNEW4) da aquisição da CG I será de R$14,68/ação (ou até R$44,04 para a RNEW11). Nos termos do contrato, o BNDESPAR pode exercer direito de tag along. A transação não será paga com desembolso de caixa por Cemig e Light, mas com transferência de títulos de dívidas detidos pelas empresas (R$ 768 milhões Cemig e R$ 253 milhões Light, a 155% do CDI) contra a Renova. A CG1 receberá R$298 milhões do total desses créditos, com prazo de 6 anos, 1 ano de carência e mesmo custo de 155% do CDI;
  • A Cemig e a Light também realizarão OPA das ações em circulação da Renova, com tratamento igualitário ao oferecido à CG1. As empresas controladoras planejam usar os créditos remanescentes de R$723 milhões para financiar a transação de maneira única, sujeita a condições de ajuste que podem implicar em um valor implícito por ação ligeiramente inferiores aos mencionados anteriormente.
     

Gol (GOLL4): Antecipação da captação de Notes

  • A Gol anunciou recentemente a precificação de sua oferta de Exchangeable Senior Notes, com valor de US$ 300 milhões, vencimento em 2024 e opção de compra de um montante adicional de até US$ 45 milhões;
  • Os bônus saíram a juros remuneratórios de 3,75% a.a., a serem pagos em parcelas semestrais nos dias 15 de janeiro e 15 de julho de cada ano, com início em 15 de julho de 2019. De acordo com notícia do Valor a operação saiu ao piso do custo proposto, em uma demanda de ~2,5x maior pelos papéis;
  • A captação em parte tem o objetivo de aprimorar a estrutura de capital da companhia e reduzir o custo da dívida.

COE News

Tencent anuncia resultados do 4T18

  • A gigante do mundo dos games apresentou receitas de US$ 12,4bi, número 28% superior no ano contra ano e em linha com as expectativas de mercado, com lucro de US$ 2,0bi. Destaque positivo para o crescimento de 12% da divisão de jogos para smartphones e 38% em publicidade online neste mesmo período, com a continuidade do sucesso do título Honour of Kings na China;
  • Parte dos investidores reagiram positivamente nos últimos meses, reflexo (i) da suavização do da guerra comercial, (ii) órgão regulador chinês voltando com o licenciamento de jogos online, após 9 meses de suspensão, e (iii) portfólio potente para 2019;
  • A empresa mantém um portfólio de jogos bem diversificado para suportar o crescimento das receitas. Esse crescimento poderá ser potencializado no médio prazo devido a recente volta do licenciamento de jogos online e consequente acúmulo dos lançamentos tão aguardados nos últimos meses.
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