Noticiário político no Brasil e nos EUA traz volatilidade aos mercados

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA -1,70% | 121.933 Pontos

CÂMBIO -0,25% | 5,31/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em baixa de 1,70%, fechando em 121.933 pontos, num pregão marcado por forte realização de lucros e ruídos negativos referentes à uma nova greve dos caminhoneiros e à uma possível troca de presidente do Banco do Brasil. Os principais destaques positivos do índice foram as ações de MRVE3 (+4,4%), PRIO3 (+3,9%) e ENEV3 (+3,7%). Segundo a tendência, o dólar comercial caiu 0,25% a R$ 5,31, na contramão dos principais países emergentes.

As taxas futuras de juros fecharam o dia de ontem em alta, movimento puxado pela pesquisa de serviços acima do teto das projeções e pelo sentimento negativo em relação à covid-19 no Brasil, além de pressões fiscais que seriam retomadas em um eventual lockdown no país. Por fim, a ameaça de uma greve de caminhoneiros em fevereiro também levou à piora do sentimento do mercado. DI jan/22 fechou em 3,28%; DI jan/24 encerrou em 6,02%; DI jan/26 foi para 6,95%; e DI jan/28 fechou em 7,52%.

Nessa quinta-feira, os mercados globais operam em alta com futuros do S&P e Dow Jones subindo 0,21% e 0,34%, respectivamente. Já no resto do mundo, as bolsas europeias sobem 0,59%, enquanto bolsas chinesas caem 0,91%.

Ainda no cenário político internacional, a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou pela segunda vez o impeachment de Donald Trump nesta quinta-feira (14), com a acusação de que o republicano incita uma insurreição. Na ocasião, 232 representantes votaram a favor do impeachment, sendo 222 democratas e 10 republicanos. Por outro lado, 197 correligionários de Trump votaram contra o pedido e 4 se abstiveram.

A partir de agora, a presidente da Casa, Nancy Pelosi, pode esperar até 100 dias para enviar o artigo de impeachment ao Senado, onde um julgamento deve então ser iniciado. O presidente da Câmara Alta, Mitch McConnell, afirmou em nota que não há suficiente tempo para que o julgamento seja completado antes da inauguração de Joe Biden, marcada para o dia 20 de janeiro. Em vista disso, o republicano recomendou que o Congresso foque em questões de segurança ligadas à cerimônia de inauguração nas próximas semanas. Vale destacar, no entanto, que no final do mês o democrata Chuck Schumer deve assumir a presidência do Senado.

Para que o impeachment de Trump seja confirmado na Câmara Alta, será necessário o voto favorável de 67 dos 100 senadores da Casa. Ou seja, democratas precisariam do apoio de ao menos 17 senadores republicanos, lembrando que o partido terá 50 assentos na Casa uma vez que os senadores de Georgia assumirem o cargo. Se aprovado, o Senado definiria também sobre a inelegibilidade de Trump em votação separada.

No Brasil, candidatos às presidências no Congresso seguem em busca de votos para a eleição do início de fevereiro. A senadora Simone Tebet (MDB) conseguiu o apoio do Podemos e do Cidadania, totalizando um bloco de 27 dos 81 senadores – mas teve um revés com o impasse na bancada do PSDB. O partido poderia lhe dar mais 7 votos, mas está rachado. Dessa maneira, Rodrigo Pacheco (DEM) mantém seu favoritismo, com um bloco que chega hoje a 38 senadores.

Destacamos também que o governo federal monitora o chamado de greve de caminhoneiros para o dia 1º de fevereiro, mas vê fragmentação da categoria e não capturou sinais de um movimento amplo.

Já na seara econômica, a China divulgou ontem sua balança comercial de dezembro. O superávit de 78,2 bilhões de dólares superou as estimativas e foi resultado de exportações subindo 18% e importações avançando 6,5%, ambas na comparação anual. Já a Alemanha divulgou PIB fechado de 2020, registrando queda de 5%, em linha com a estimativa de queda de 5,25%.

Por outro lado, o setor de serviços no Brasil contraiu 4,8%, comparado com o mesmo mês em 2019 (a/a) e cresceu 2,6% em novembro (m/m), bem acima das nossas estimativas (-6,6% a/a e + 0,9% m/m) e do consenso de mercado (-6,4% a/a). Embora o setor permaneça frágil devido à pandemia, nosso índice de difusão mostra que mais de 80% dele vem se recuperando em um ritmo significativo nos últimos 6 meses. O resultado positivo foi generalizado, mas os principais destaques de novembro foram os serviços prestados às famílias, como bares e restaurantes, com crescimento de 8,2%.

No noticiário, destaque para a sanção pelo presidente Bolsonaro do projeto de socorro a estados e municípios, aprovado no Congresso ao final de 2020, que permitirá a entrada de mais estados em um reformulado Regime de Recuperação Fiscal. Entre os vetos, o presidente eliminou a permissão de suspensão de  pagamentos de dívidas com organismos multilaterais em 2021 sem o bloqueio de receitas dadas como contrapartida – retirando o ônus sobre a União em caso de não pagamento. Ainda, o jornal Valor Econômico destaca a intenção do governo de promover vendas em massa de imóveis da União, entre 2021 e 2022, por meio da criação de fundos imobiliários. O objetivo é levantar até R$ 110 bi até o fim de 2022.

Na agenda de indicadores do hoje, os principais destaques serão a divulgação do dado semanal de pedidos de seguro desemprego nos EUA e da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central Europeu (BCE).

Do lado das empresas, ontem as ações da Petrobras (PETR4) fecharam o pregão em queda de -4,83%. O desempenho das ações refletiu uma combinação de: (i) notícias mencionando que a Associação Brasileira dos Importadores Independentes de Combustíveis (ABICOM) entrou com uma reclamação no órgão regulador antitruste CADE alegando que a Petrobras estaria praticando preços predatórios de combustíveis nas refinarias, abaixo dos níveis de paridade de importação e (ii) notícias a respeito de uma potencial greve de caminhoneiros no dia 1º de fevereiro de 2021. Embora continuaremos monitorando cuidadosamente desenvolvimentos acerca da política de preços da Petrobras no futuro, acreditamos que o mercado pode ter reagido de forma exagerada às notícias. Publicamos um relatório completo, analisamos os atuais níveis de preços de combustíveis praticados pela Petrobras, bem como analisamos, em um cenário de estresse os potenciais impactos negativos para as ações caso se concretizem os riscos para a política de preços da companhia.

Ademais, o recém-chegado CEO do Banco do Brasil, Sr. André Brandão, poderá ser demitido em breve, segundo fontes da mídia. O Sr. Brandão, cujo mandato começou em setembro de 2019, seria o segundo CEO a deixar o cargo em quatro meses. Nossa visão é negativa, devido a: (i) sinalização positiva para o mercado de que seu mandato seria voltado para o ganho de eficiência por meio de uma reestruturação organizacional; (ii) é um veterano respeitado com mais de 30 anos de experiência em bancos privados; e (iii) pode ser visto como interferência política do governo (acionista controlador) em detrimento dos acionistas minoritários.

Por fim, ontem participamos de uma reunião de sell-side com a administração do Santander Brasil. No geral, a reunião foi positiva sobre as perspectivas da administração, mas sem grandes surpresas. Destaque para a perspectiva muito otimista sobre o possível nível de índices de inadimplência em 2021 e a rentabilidade no futuro.

Tópicos do dia

Internacional

  1. Política internacional: Câmara dos Representantes dos EUA aprova impeachment de Donald Trump
  2. Petróleo: Redução no estoque dos EUA acima do esperado pelo mercado
    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Petrobras (PETR4): Maiores riscos para preços de combustíveis no radar, mas temor pode ser exagerado
  2. Banco do Brasil (BBAS3): Possível saída do CEO
  3. Santander Brasil (SANB11): Reunião de Sell-Side com a administração
  4. Papel & Celulose: Expedições de papelão encerram o ano com alta histórica


Veja todos os detalhes

Internacional

Política internacional: Câmara dos Representantes dos EUA aprova impeachment de Donald Trump

  • A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou pela segunda vez o impeachment de Donald Trump nesta quinta-feira (14). O republicano é acusado de incitar uma insurreição. 232 representantes votaram a favor do impeachment, sendo 222 democratas e 10 republicanos. Já 197 correligionários de Trump votaram contra o pedido e 4 se abstiveram;
  • A partir de agora, a presidente da Casa, Nancy Pelosi, pode esperar até 100 dias para enviar o artigo de impeachment ao Senado, onde um julgamento deve então ser iniciado. O presidente da Câmara Alta, Mitch McConnell, afirmou em nota que não há suficiente tempo para que o julgamento seja completado antes da inauguração de Joe Biden, marcada para o dia 20 de janeiro. Em vista disso, o republicano recomendou que o Congresso foque em questões de segurança ligadas à cerimonia de inauguração nas próximas semanas. Vale destacar, no entanto, que no final do mês o democrata Chuck Schumer deve assumir a presidência do Senado;
  • Para que o impeachment de Trump seja confirmado na Câmara Alta, será necessário o voto favorável de 67 dos 100 senadores da Casa. Ou seja, democratas precisariam do apoio de ao menos 17 senadores republicanos, lembrando que o partido terá 50 assentos na Casa uma vez que os senadores de Georgia assumirem o cargo. Se aprovado, o Senado definiria também sobre a inelegibilidade de Trump em votação separada.

Petróleo: Redução no estoque dos EUA acima do esperado pelo mercado

  • Ontem a Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) divulgou, em seu relatório oficial de fornecimento, uma redução no estoque de -3,247 milhões de barris contra expectativa de -2,266 milhões de barris, o que foi visto como positivo por indicar uma menor oferta em relação à demanda. Apesar disso, ontem a commodity encerrou o pregão em queda de -0,92% em US$56,06/barril;
  • Por outro lado, os estoques de gasolina nos EUA cresceram +4,395 milhões de barris, acima das expectativas de mercado de um aumento de +2,695 milhões de barris;
  • Nessa manhã de quinta-feira, o petróleo tipo Brent opera em território ligeiramente negativo, em queda de +0,05% em US$56,03/barril (Brent).

Empresas

Petrobras (PETR4): Maiores riscos para preços de combustíveis no radar, mas temor pode ser exagerado

  • As ações da Petrobras (PETR4) fecharam o pregão de ontem em queda de -4,83%. O desempenho das ações refletiu uma combinação de: (i) Notícias recentes (Folha de São Paulo) mencionando que a Associação Brasileira dos Importadores Independentes de Combustíveis (ABICOM) entrou com uma reclamação no órgão regulador antitruste CADE alegando que a Petrobras estaria praticando preços predatórios de combustíveis nas refinarias, abaixo dos níveis de paridade de importação e (ii) Notícias recentes (Estadão) a respeito de uma potencial greve de caminhoneiros no dia 1º de fevereiro de 2021, após fala do presidente da “Associação Nacional do Transporte Autônomo do Brasil” (ANBT), com reclamações a respeito dos preços do diesel, além de outras reinvindicações como como o preço mínimo do frete (ainda em análise no Supremo) e outros compromissos firmados pelo governo no passado;
  • Embora continuaremos monitorando cuidadosamente desenvolvimentos acerca da política de preços da Petrobras no futuro, acreditamos que o mercado pode ter reagido de forma exagerada às notícias acima mencionadas;
  • No nosso relatório completo, analisamos os atuais níveis de preços de combustíveis praticados pela Petrobras, bem como analisamos, em um cenário de estresse os potenciais impactos negativos para as ações caso se concretizem os riscos para a política de preços da companhia;
  • Temos recomendação de Compra nas ações da Petrobras, com preços-alvo de 12 meses de R$35 para PETR4 e PETR3.

Banco do Brasil (BBAS3): Possível saída do CEO

  • Segundo a mídia, o recém-chegado CEO, André Brandão, poderá ser demitido em breve (link). O Sr. Brandão, cujo mandato começou em setembro de 2019, seria o segundo CEO a deixar o cargo em quatro meses;
  • Nossa visão é negativa, devido a: i) sinalização positiva para o mercado que seu mandato seria voltado para o ganho de eficiência por meio de uma reestruturação organizacional; ii) é um veterano respeitado com mais de 30 anos de experiência em bancos privados, como Citi e HSBC, incluindo uma posição de CEO na operação local do HSBC de 2012 até sua venda para o Bradesco em 2016; e iii) pode ser visto como interferência política do governo (acionista controlador) em detrimento dos acionistas minoritários;
  • No entanto, reiteramos nossa recomendação de Compra com preço-alvo de R$ 43,0/ação e visão positiva ao banco, pois acreditamos que tal mudança não afetará os fundamentos do banco, devido a: i) um desconto de 15% ao valor patrimonial e 7x P/L 2021 (preço sobre lucro), o que já poderia implicar em uma gestão abaixo da média; ii) defendido com uma boa carteira de crédito, menor exposição a receitas de serviços, elevados índices de liquidez e adequação de capital e tesouraria passiva; iii) digitalmente competitivo com o maior número de usuários ativos mensais de aplicativos e uma estratégia omnichannel; e iv) com vitaminas de curto prazo que poderiam aumentar os ganhos por meio de um menor custo de captação e provisões operacionais.

Santander Brasil (SANB11): Reunião de Sell-Side com a administração

  • Participamos ontem de uma reunião de sell-side com a administração do Santander Brasil. Do lado do banco, estavam presentes: i) Sergio Rial, CEO; ii) Angel Santodomingo, CFO; e iii) André Parize, IRO;
  • Nossa visão: no geral, a reunião foi positiva sobre as perspectivas da administração, mas sem grandes surpresas. Destaque para a perspectiva muito otimista da administração sobre o possível nível de índices de inadimplência em 2021 e a rentabilidade no futuro;
  • Por fim, reiteramos nossa recomendação Neutra com preço-alvo de R$ 32/ação, pois acreditamos que o banco: i) apresenta um mix de crédito mais arriscado com a maior porção de crédito de varejo em relação aos concorrentes e um índice de inadimplência abaixo da média; ii) está menos provisionado do que os pares privados, o que pode afetar o lucro em 2021; e iii) múltiplos de 2021 acima da média com 2,1x P/PL (Preço sobre patrimônio líquido) e 13,5x P/L (Preço sobre lucro). Clique aqui para acessar o relatório completo.

Papel & Celulose: Expedições de papelão encerram o ano com alta histórica

  • Após consecutivas altas mensais, as expedições de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado tiveram uma nova queda de 5,28%, comparado à novembro, totalizando 319.284 toneladas em dezembro, de acordo com dados preliminares da Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO). No entanto, na comparação anual, houve um aumento no volume expedido de 11,24%, acima das expectativas da própria entidade;
  • Sendo assim, as vendas encerraram o ano de 2020 com expansão de 5,51% e volume expedido de 3,81 milhões toneladas. Além disso, o ano contou com uma média de 317.942 toneladas mensais, recorde histórico;
  • O forte desempenho do setor no ano se deu, em parte, pelo forte crescimento do comércio eletrônico, amplificado pelos efeitos da pandemia. Segundo a ABPO, o e-commerce passou a representar 12% das vendas totais, em comparação a 5% antes da pandemia. Mantemos nossa recomendação de Compra para Irani e Klabin, com preço-alvo de R$ 8,50/ação para RANI3 e R$ 32/ação para KLBN11;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.
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