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XP Morning Call 20/03/2019: Mercados aguardam reunião do Fed e COPOM

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1.  Política Brasil: Proposta dos Militares e Articulação do Governo

Internacional

  1. Reunião de março do Fed: o que monitorar
  2. Brexit: May deve buscar prorrogação de três meses

Empresas

  1.  Vale (VALE3): Brucutu a caminho de retomar
  2.  Petrobras (PETR4): Governo poderia pagar US$9bi à Petrobras na renegociação da Cessão Onerosa
  3. Cosan (CSAN3): Principais destaques do Cosan Day 2019

COE News

  1. Facebook inicia plataforma de e-commerce no Instagram
  2. Disney conclui a aquisição dos canais Fox
  3.  Tencent faz oferta por gigante rede de farmácias na Ásia

Resumo

Mercados aguardam reunião do Fed e COPOM

Mercados globais operam em direção mista nesta manhã de quarta-feira, seguindo cautela diante da reunião do Banco Central americano (Fed) e ao aguardo de novas notícias sobre negociações comerciais entre EUA e China, que ainda não chegaram ao final.

Com sinais de desaceleração no crescimento da economia mundial, investidores aguardam reunião do Fed hoje para obter mais informações sobre a trajetória das taxas de juros norte-americanas. É esperado que o Fed mantenha as taxas de juros estáveis, anuncie o fim do processo de redução de seu balanço e diminua projeções para o número de aumentos das taxas de juros este ano.

Enquanto isso, o Reino Unido segue na tentativa de deixar a União Europeia, com apenas nove dias pela frente para fim do prazo e nenhum acordo ou extensão de acordo em vigor.

No Brasil, ao final do dia será divulgada a decisão do primeiro Copom (Comitê de Política de Política Monetária) comandado por Roberto Campos Neto. A expectativa é que a Selic seja mantida em sua mínima histórica de 6,50% a.a., com atividade ainda fraca e sem pressão inflacionária no curto prazo.

Na política, a proposta para aposentadoria dos militares é aguardada para ser entregue hoje. O projeto, que deve ter versão mais dura, é determinante para prosseguimento da tramitação da reforma da Previdência no Congresso e sinaliza comprometimento do governo com a mesma. Segundo notícias, a intenção da equipe econômica é buscar uma economia maior que os R$ 92 bilhões projetados para os primeiros dez anos.

Do lado das empresas, a Vale anunciou ontem decisão judicial que indica que a mina de Brucutu pode estar a caminho de retomar as operações. Apesar do momento da retomada ainda ser incerto, é um passo na direção correta. Vale subiu por conta da notícia, minério e a CSN caíram (-2,3% e -3,8%, respectivamente), com potencial adição de oferta de minério no mercado.

Sobre Petrobras, notícias apontam que o Governo Federal espera pagar à empresa cerca de US$9 bilhões (ou R$35 bilhões) na renegociação do acordo da Cessão Onerosa em blocos do pré-sal. Na nossa visão, o recebimento de qualquer valor apenas contribui para melhorar o risco-retorno da Petrobras, e por isso reiteramos a recomendação de compra das ações.

Por fim, ontem participamos da edição de 2019 do Cosan Day, com apresentação dos principais executivos da companhia e subsidiárias. No geral, o evento proporcionou uma visão otimista de todas as linhas de negócios e reiteramos nossa recomendação de compra da CSAN3.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Proposta dos Militares e Articulação do Governo

  • Está pronto e a expectativa é de que chegue hoje ao Congresso o projeto que muda a aposentadoria dos militares. A primeira versão gerou animosidade entre a equipe econômica e militares e vem sendo alvo de críticas no Congresso. O projeto, que deve ter versão mais dura, é uma condição imposta para seguir a tramitação da reforma da Previdência no Congresso;
  • Em artigo, Bolsonaro reafirmou o compromisso com a reforma, mas colocou nas mãos do Congresso a responsabilidade de aprová-la se referindo ao atual momento como fase da “manobra”; 
  • Rodrigo Maia fez reclamações sobre a articulação política do governo e a falta de liderança, depois de ser incluído no hall da velha política. O presidente da Câmara e seus aliados conta como base do governo apenas o PSL;
  • Outra barreira para a marcha de tramitação da reforma da Previdência é a hesitação de integrantes de deputados em assumir a relatoria da PEC na CCJ. Mais uma consequência da insatisfação com a articulação política do governo. Mesmo diante do impasse, Felipe Francischini diz ter maioria na comissão. A nova previsão oficial de votar o texto na CCJ é primeira semana de abril.​

Internacional

Reunião de março do Fed: o que monitorar

  • A reunião do FED (Banco Central Americano) de março termina hoje, com a publicação das projeções econômicas esperadas para as 15h00 (horário de Brasília) e a comitiva de imprensa do presidente Jerome Powell marcada para as 15h30;
  • O mercado espera que a autoridade monetária deixe as taxas de juros inalteradas e sinaliza que elas podem permanecer estáveis por um tempo. Além disso, os diretores do Fed não publicaram projeções de taxas de juros desde dezembro, e a atualização de hoje mostrará ao mercado como eles serão pacientes antes de avaliar possíveis aumentos no futuro;
  • A maioria dos diretores do Fed indicou em entrevistas que projetarão um aumento de taxa zero ou igual a zero em 2019, devido à desaceleração da economia dos EUA e à deterioração das perspectivas de crescimento global.

Brexit: May deve buscar prorrogação de três meses

  • Depois de não conseguir passar seu acordo no parlamento pela segunda vez, a primeira-ministra britânica Theresa May deverá pedir hoje uma prorrogação de três meses do Brexit, segundo a Reuters;
  • Fontes anônimas próximas ao caso disseram que May “não pedirá uma extensão longa”, apesar de ter alertado os legisladores de que poderia buscar uma prorrogação para além de 30 de junho se eles votassem contra o acordo pela terceira vez;
  • Uma vez que uma carta de May solicitando a prorrogação não chegou para os líderes da UE, o que era esperado para hoje, o presidente da Comissão Europeia, Juncker, levantou a perspectiva de uma cúpula de emergência dos líderes da UE na próxima semana para decidir sobre o atraso Brexit, segundo o The Guardian.

Empresas

Vale (VALE3): Brucutu a caminho de retomar

  • ​A Vale informou ontem que teve ciência de decisão judicial em esfera inferior que autorizou a retomada das atividades da barragem Laranjeiras e do complexo minerário de Brucutu, intimando a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais (SEMAD) para que cumpra também a decisão;
  • Entretanto, as operações de Brucutu permanecem paralisadas aguardando os desdobramentos da referida decisão judicial no âmbito da SEMAD, que ainda tem que autorizar a retomada por meio de licença de operação, enquanto que ainda cabe recurso ao MP. Em suma, ainda não é certo se a mina voltara a operar, mas é um passo nessa direção;
  • Brucutu representa 30 das 83 milhões de toneladas de produção atualmente paradas da Vale. Conforme temos mencionado nos nossos relatórios ao longo das últimas semanas, os overhangs / riscos potenciais estão sendo cada vez mais mitigados, o que gradualmente deve permitir que a ação volte a negociar com base em fundamentos. A ação da Vale segue muito descontada em relação aos pares (20-25%), negociando a 3,9x EBITDA 2019, e esperamos uma convergência gradual. Reiteramos a COMPRA, preço alvo de R$68.
     

Petrobras (PETR4): Governo poderia pagar US$9bi à Petrobras na renegociação da Cessão Onerosa

  • Segundo o jornal O Globo, o Governo Federal espera pagar à Petrobras cerca de US$9 bilhões (ou R$35 bilhões) na renegociação do acordo da Cessão Oneorsa em blocos do pré-sal. Fontes que acompanham as negociações apontam que o acordo que envolve União, Petrobras e o Tribunal de Contas da União está próximo de ser fechado, e deve ficar próximo desse valor;
  • A equipe econômica trabalha para anunciar o acordo nessa semana, e os recursos para ressarcir a estatal seriam angariados com o leilão dos barris excedentes da Cessão Onerosa marcado para outubro;
  • Como já escrevemos diversas vezes, o recebimento de qualquer valor apenas contribui para melhorar o risco-retorno da Petrobras, dado que não incorporamos nenhum valor em nossas estimativas. Reiteramos a recomendação de compra das ações.

Cosan (CSAN3): Principais destaques do Cosan Day 2019

  • Em 19 de março, participamos da edição de 2019 do Cosan Day, com apresentação dos principais executivos da companhia e subsidiárias. No geral, o evento proporcionou uma visão otimista de todas as linhas de negócios, com destaque para os segmentos de distribuição de combustíveis e gás natural;
  • Quando observamos as projeções divulgadas para 2019, ficamos ligeiramente abaixo das estimativas consolidadas de EBITDA pro-forma entre R$ 5,6 bilhões e R$ 6,0 bilhões (em R$5,55bi), principalmente em função de estimativas mais conservadoras para a Raízen Energia, dado que nossas estimativas não incorporam os 60% de hedge mencionados da produção total de açúcar em 2019/20 a preços 15% acima da safra anterior, além dos efeitos de hedging do etanol;
  • Temos uma visão positiva sobre o evento e reiteramos nossa recomendação de compra na Cosan, com preço-alvo de R$60/ação. Para mais detalhes, acesse nosso relatório completo sobre o Cosan Day. Por favor clique aqui para acessar nosso  início de cobertura da CSAN3.

Proteína animal: China recusa habilitação de frigoríficos

  • Segundo o Valor Econômico, o serviço sanitário da China recusou a proposta feita pelo Ministério da Agricultura do Brasil para autorizar mais frigoríficos do país a exportar carnes ao país asiático. Hoje, somente 16 abatedouros de bovinos, 33 de frango e 9 de suínos estão autorizados a vender carnes à China;
  • A China lidera as importações de carnes do Brasil. No ano passado, gastou US$ 2,5 bilhões com as compras dos produtos brasileiros e, com isso, representou 17% da receita total de US$ 14,7 bilhões das exportações de carnes de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex);
  • A notícia é negativa dado otimismo com o resultado da visita feita por técnicos sanitários do país asiático em novembro do ano passado.

Aéreas: Discussão sobre Capital Estrangeiro deve voltar à Câmara hoje

  • A Câmara concluiu ontem a discussão do projeto de lei que reformula dispositivos da política nacional do turismo e deve votar a proposta na sessão de hoje;
  • Esse texto inclui a emenda que libera a presença de 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas, cuja liberação já valia desde Dezembro, quando a Medida Provisória entrou em vigor. Vale relembrar que caso a MP não seja votada até dia 27 de Março, ela perde seu efeito;
  • Nossa equipe Política acompanhou a discussão no plenário, e acredita que o clima era para a aprovação do projeto. O requerimento para a retirada dessa pauta foi rejeitado na noite de ontem, por 317 votos a 40;
  • Embora a medida não tenha impactos imediatos no setor, o acesso integral ao capital estrangeiro permite que as companhias locais tenham uma fonte adicional de financiamento.

Acordo sobre trigo entre EUA e Brasil preocupa produtores brasileiros e argentinos

  • Segundo o jornal O Globo, os governos do Brasil e dos Estados Unidos anunciaram a implementação de uma cota de 750 mil toneladas de trigo isenta da tarifa de 10% estabelecidas para compras do produto fora do Mercosul, o qual foi recebido com preocupações por integrantes do setor agrícola no Mercosul;
  • O Brasil é um dos maiores importadores mundiais de trigo, com importações de cerca de 7 milhões de toneladas ao ano e as compras sem tarifa do produto dos EUA poderão fazer concorrência com o produto brasileiro, desestimulando o cultivo no caso de haver pressão sobre preços no mercado interno pelo aumento da oferta importada;
  • Em contrapartida, os EUA também concordaram em enviar inspetores ao Brasil para uma “visita técnica” de auditoria ao sistema brasileiro de inspeção de carne bovina in natura, para que o produto brasileiro possa voltar a ser exportado aos norte-americanos.

COE News

Facebook inicia plataforma de e-commerce no Instagram

  • O Facebook está se aprofundando no negócio de e-commerce, pela primeira vez, com a venda de produtos via o “feed” de imagens no Instagram, que já atinge mais de meio bilhão de pessoas;
  • Segundo o diretor de produtos, Vishal Shah, o objetivo é monetizar a popularidade da plataforma junto as empresas do mundo da moda e bens de consumo, que atualmente já exibem seus produtos no Facebook. Inicialmente serão 20 marcas, como Adidas e Prada, que disponibilizarão seus produtos na plataforma, competindo com grandes varejistas como Amazon e Walmart;
  • Os usuários poderão clicar nos itens disponíveis nas postagens e realizar a compra através de meios de pagamento, como cartão de crédito ou e-wallet PayPal, já cadastrados em suas respectivas contas do Instagram. Com o intuito de construir rapidamente uma grande rede de varejistas, a plataforma não irá cobrar comissionamento pelas vendas.

Disney conclui a aquisição dos canais Fox

  • Combinando alguns dos estúdios, personagens e franquias mais conhecidos de Hollywood, a Disney concluiu o processo de aquisição da 21st Century Fox, por US$ 71,3bi;
  • O grupo passará a deter 100% dos direitos sobre as marcas e serviços da Fox, como a produtora de filmes, canais de TV e participação na empresa de streaming de vídeo Hulu;
  • A gigante do mundo da mídia e entretenimento segue focada em impulsionar a distribuição de conteúdo próprio em sua plataforma de streaming (online) “Disney+”, alinhado a sinergia de outros negócios como ingresso nos parques temáticos, venda de brinquedos e bilheteria no cinema.

Tencent faz oferta por gigante rede de farmácias na Ásia

  • A gigante do mundo dos jogos segue avaliando a compra da atual participação do fundo Temasek na AS Watson Group, maior varejista do ramo de saúde e beleza no mundo.A potencial adquirida rede de farmácias possui mais de 14 mil lojas em 24 diferentes mercados;
  • O fundo soberano de Singapura detém 25% de participação na empresa e pretende vender metade da atual posição por aproximadamente US$ 3bi. Outros potenciais investidores, como o Alibaba, também despertaram interesse pela compra. Diferenças nas expectativas de valuation podem dificultar o andamento das negociações, considerando que a Temasek adquiriu 25% da Watson por US$ 5,6bi em 2014.
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