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Mercado global aguarda Ata do Fomc; No Brasil, noticiário político e Previdência em destaque

Os mercados globais aguardam a ata da última reunião do Fomc, o comitê de política monetária, em busca de mais informações acerca do ritmo contracionista do país.

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CÂMBIO +1,72% | 5,45/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Os mercados globais aguardam a ata da última reunião do Fomc, o comitê de política monetária, em busca de mais informações acerca do ritmo contracionista do país.

No Brasil, o noticiário político segue adicionando pressão no cenário doméstico – com dúvidas na dinâmica da dívida pública nos próximos anos e temores sobre eventual revogação de leis e reformas – agora com a possibilidade de nova reforma na Previdência. Ontem, em seu discurso de posse, o ministro Carlos Lupi criticou a reforma do último governo, tendo classificado como “antirreforma”.

Em meio a um sentimento de aversão a riscos pelos agentes financeiros, o mercado seguiu tendência similar à véspera, com queda do Ibovespa, que já acumulou queda de 5% nos dois pregões do ano, e aumento do dólar e dos juros futuros.

Na agenda do dia, nos EUA, hoje teremos a publicação das pesquisas de atividade, ISM, e do mercado de trabalho, JOLTS. No Brasil, serão divulgados o Índice de Preços ao Produtor (PPI) e o Índice de Gerente de Compras (PMI) de serviços.

Mercado brasileiro segue com aversão a risco

No segundo pregão do ano, o Ibovespa registrou mais um dia amargo, com queda de 2% a 104 mil pontos. Na mesma linha, o dólar comercial fechou em alta de 1,72%, a R$ 5,45, e os os juros futuros seguiram a pressão de alta da véspera, diante das incertezas da política fiscal a ser adotada pelo novo governo. DI jan/24 subiu de 13,53% para 13,79%; a do DI jan/25 avançou de 12,915% para 13,30%; DI jan/26 foi  de 12,87% para 13,255% e o DI jan/27 passou de 12,915% para 13,28%.

Ainda que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, permaneça com discurso mais equilibrado sobre a importância das arrecadações, a declaração do ministro da Previdência, Carlos Lupi, acerca da Previdência não ser deficitária, corroborou para o sentimento de aversão a risco. Em seu discurso de posse, o ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT) fez críticas à reforma previdenciária aprovada no último governo, a qual classificou de “antirreforma”, além de ter se comprometido a provar que a Previdência não é deficitária, o que gerou discórdia entre especialistas. Lupi declarou que pretende rediscutir as mudanças do sistema previdenciário e defendeu que as regras sejam “regionalizadas”, dadas as diferenças de expectativa de vida entre os Estados do Brasil.

Bolsas globais em alta

Mercados globais amanhecem positivos (EUA +0,5% e Europa +1,0%) enquanto investidores aguardam a divulgação de novos dados econômicos e a ata do Federal Reserve, que poderá dar pistas sobre o rumo da política monetária americana. O documento deve trazer uma sinalização dura (hawkish), em linha com o comunicado e a coletiva de imprensa que acompanharam a última decisão de juros do banco central americano.

Na China, o índice de Hang Seng (+3,2%) encerra em forte alta, com expectativas de novos estímulos econômicos. Especula-se que os credores chineses darão mais apoio financeiro a desenvolvedores “sistematicamente importantes” para conter a crise do setor e que a China usará políticas fiscais moderadas para estimular o crescimento em 2023.

PMI nos Estados Unidos

O Índice de Gerentes de Compras Industrial (PMI) dos Estados Unidos recuou de 47,7 em novembro para 46,2 em dezembro, deixando cada vez mais claro o impacto da política monetária contracionista do Federal Reserve. Números abaixo de 50 indicam contração da atividade econômica.

Indicadores Europeus com algum alívio na inflação

Na Europa, a atividade econômica contraiu menos que o esperado, à medida que o PMI composto da Zona do Euro registrou 49,3 pontos vs. 48,8 das projeções, sugerindo que a recessão na região pode ser menos pronunciada do que inicialmente projetado. Números abaixo de 50 indicam contração da atividade econômica.

O índice de preços ao consumidor da Alemanha encerrou 2022 com alta de 9,6%, segundo dados divulgados ontem. O resultado veio abaixo do consenso de mercado, que apontava para elevação de 10,7%. Em relação a novembro, a medida de inflação registrou queda de 1,2%. A estimativa para a inflação da zona do euro no fechamento do ano será publicada na próxima sexta-feira. A despeito de sinais de alívio na dinâmica de preços, acreditamos que o Banco Central Europeu (BCE) precisará observar alguns meses de desinflação para então considerar o fim do ciclo de aperto monetário em curso.  

Queda do Petróleo com a desaceleração da China

O petróleo recuou 4,1% no mercado internacional, com o barril do Brent cotado a US$ 82,43. O principal fator foi o anúncio da contração na atividade industrial chinesa, segunda maior importadora global da commodity. Novos surtos da Covid-19 estão afetando a economia do país, mesmo com as medidas de flexibilização da política de Covid Zero. Outro fator pode ser atribuído à expectativa de aperto monetário nos Estados Unidos e à recessão global, o que prejudicaria o consumo de combustível.

Veja todos os detalhes

Economia

Ata do Fed e dados de atividade nos EUA no centro das atenções; no Brasil, a ampliação de incertezas fiscais segue pressionando os ativos financeiros

  • O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu 9,6% em 2022, segundo dados divulgados ontem (3) pelo Departamento Federal de Estatísticas. O resultado veio abaixo do consenso de mercado, que apontava para elevação de 10,7%. Em relação a novembro, o índice registrou queda de 1,2%. Esses números são referentes às medidas de inflação harmonizada, que são utilizadas pelo Banco Central Europeu (BCE) para acompanhar a evolução de preços na zona do euro como um todo. A propósito, a estimativa para a inflação da região no fechamento do ano será publicada na próxima sexta-feira (6). A despeito de sinais de alívio na dinâmica de preços, acreditamos que o BCE precisará observar alguns meses de desinflação para então considerar o fim do ciclo de aperto monetário em curso;
  • O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) Industrial dos Estados Unidos recuou de 47,7 em novembro para 46,2 em dezembro, de acordo com a leitura final divulgada na terça-feira pelo S&P Global. O resultado veio exatamente em linha com a estimativa preliminar e a mediana das estimativas do mercado. Números abaixo de 50 indicam contração da atividade econômica. O impacto da política monetária contracionista do Federal Reserve está cada vez mais claro. Conforme já publicado nesta manhã, o PMI Composto do S&P Global (leitura final) da zona do euro subiu de 47,8 em novembro para 49,3 em dezembro, acima da estimativa preliminar de 48,8. Embora o índice esteja rodando aquém do patamar de 50 – que separa crescimento de contração – desde julho, os resultados de dezembro representam uma melhoria relevante na margem. O PMI de Serviços da zona do euro aumentou de 48,5 em novembro para 49,8 em dezembro, superando a estimativa preliminar de 49,1. Em linhas gerais, a contração da economia europeia pode ser mais suave do que inicialmente projetado. No entanto, não há evidências sugerindo que a atividade econômica da região retornará a um quadro de crescimento sólido em breve;
  • Ainda na agenda econômica desta quarta-feira, as atenções do mercado estarão voltadas para a publicação da ata da última reunião do comitê de política monetária do Fed (FOMC, na sigla em inglês). O documento deve trazer uma sinalização dura (hawkish), em linha com o comunicado e a coletiva de imprensa que acompanharam a última decisão de juros da instituição. Destaque ainda para outras duas divulgações nos Estados Unidos: relatório de abertura e fechamento de vagas (JOLTs, na sigla em inglês) de novembro e sondagem industrial ISM de dezembro. Por fim, o PMI de Serviços e o PMI Composto da China relativos a dezembro também serão conhecidos;
  • No Brasil, há muitas incertezas sobre a condução da política econômica do novo governo, especialmente no campo fiscal. Segundo fontes da imprensa, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, recebeu ontem de secretários a avaliação de que seria possível realizar um ajuste fiscal de até R$ 223 bilhões em 2023 (2,1% do PIB). As simulações apresentadas ao Ministro teriam incluído medidas de reversão de desonerações, busca por receitas extraordinárias e, em menor parte, cortes de despesas. De acordo com o Ministério da Fazenda, entretanto, discussões sobre a matéria ainda são embrionárias. A maior percepção de risco acerca da dinâmica da dívida pública nos próximos anos e temores sobre eventual revogação de leis e reformas vêm pesando bastante sobre os ativos financeiros.

Empresas

Eletrobras (ELET3): Acompanhamento Mensal | Dezembro

  • Os destaques foram: (i) a troca de ativos com a Neoenergia visando otimizar a estrutura societária da Eletrobras; e (ii) o acordo com a Shell para um possível co-investimento em energia eólica offshore;
  • Por um lado, apesar de relativamente pequena, vemos a troca de ativos com a Neoenergia como positiva para a Eletrobras devido ao valuation justo e às potenciais sinergias na operação de grandes UHEs integralmente. Por outro lado, a possibilidade de expansão por meio de projetos de energia eólica offshore no Brasil pode ser uma preocupação para os investidores devido ao grande volume de Capex em um cenário de excesso de oferta de energia;
  • Por fim, destacamos que em dezembro terminou o lock-up do FMP da Eletrobras, permitindo a portabilidade do FMP da Eletrobras para novos FMPs, o que impactou negativamente as ações da Companhia. Reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$71/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo

Camil (CAML3) – prévia do 3T22: um trimestre fraco

  • No Brasil, estimamos queda de volumes nas linhas de alto giro (arroz, feijão, açúcar) devido a um ambiente de consumo desafiador aliado à retração no varejo, também afetado pela Copa do Mundo direcionando os consumidores para outras categorias;
  • No mercado internacional, esperamos que o ambiente macroeconômico desafiador continue afetando as operações no Peru e no Chile, enquanto prevemos um declínio sequencial no Uruguai devido a uma base difícil de comparação, mas isso não afeta o crescimento anual esperado de ~15% no país;
  • No geral, estimamos quedas na margem EBITDA e no EBITDA A/A e T/T, que também devem ser impactadas pela integração das operações da Mabel no trimestre, para a qual projetamos um impacto negativo na margem EBITDA de 40bps;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Principais notícias dos setores

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Multimercados têm saque recorde de R$ 87 bi (Valor);
    • Itaú BBA volta a liderar receita de banco de investimento no Brasil em 2022 (Valor);
    • ‘DESENROLA’ TAMBÉM VAI AVANÇAR PARA AS PEQUENAS EMPRESAS, DIZ HADDAD (Broadcast);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Caio renúncia e espera Prates na Petrobras (Valor Econômico);
    • Copel abre chamada de R$ 30 milhões para eficiência energética (Canal Energia);
    • Lino Cançado assume presidência da Eneva
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Produção da Apple na China começa a recuperar

  • Foxconn usará chips Nvidia no desenvolvimento de tecnologia para veículos autônomos;
  • Ant Group obtém aprovação para expandir seu braço de financiamento para pessoas físicas;
  • ByteDance, proprietária do TikTok, corta centenas de empregos na China;
  • O valor de mercado do índice MSCI Asia Pacific sofre com a maior queda histórica em 2022;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Mercados
    • Campos Neto sonda economista do Santander para diretoria do Banco Central (Valor Econômico);
    • Mercado segue pressionado pela cena política (Valor Econômico).
  • Noticiário Corporativo
    • Caio Paes de Andrade renuncia à presidência da Petrobras, mas fica até definição do sucessor, dizem fontes (Valor Econômico);
    • Juro avança e alavancagem mais que dobra em consumo e serviços (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • ROOFTOPI, CEF CORP, V BERLIM e mais: Veja novidades no setor de FIIs; IFIX recua (Investing);
    • Ifix encerra dia em leve queda de 0,21%; FIIs de papel são destaque de captação em 2022 (Infomoney);
    • Cotistas do GGRC11 receberão R$ 0,95 em rendimentos (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Energia solar já é a segunda maior fonte de energia do Brasil | Café com ESG, 04/01

  • O mercado encerrou mais um pregão em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,1% e -2,6%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a energia solar fotovoltaica acaba de atingir 23,9 gigawatts (GW) de capacidade instalada no País, ultrapassando a energia eólica, que registra 23,8 GW; (ii) de acordo com pesquisa realizada pela PwC Brasil em parceria com o Ibracon, 96% empresas listadas no Ibovespa (88) fazem parte do Pacto Global da Organização das Nações Unidas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (vs. 90% no ano anterior) e 67% são também assinantes do GHG Protocol (vs. 63% anteriormente), relevando que as empresas listadas na B3 estão mais comprometidas com a agenda ESG;
  • No internacional, dados da Morningstar indicam que os fundos sustentáveis atraíram US$ 22,5 bilhões em dinheiro novo líquido globalmente no terceiro trimestre de 2022, valor que se compara aos US$ 33,9 bilhões de entradas no segundo trimestre – contudo, em um cenário de desafios de mercado significativos, os fundos sustentáveis resistiram melhor do que os fundos mais amplos mercado que experimentou saídas líquidas de US$ 198 bilhões no terceiro trimestre;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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