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Ibovespa e S&P 500 renovam recordes

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 0,8% | 108.187 Pontos

CÂMBIO -0,3% | 3,99/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem, o Ibovespa renovou mais uma vez sua marca histórica, fechando nos 108.187 pontos, com expectativas para as decisões sobre taxas de juros dos bancos centrais americano e brasileiro no radar. Nesta manhã, mercados asiáticos e europeus operam em leve queda, assim como os índices futuros dos EUA, após o índice S&P 500 também ter atingido patamar recorde ontem.

Em relação a tensões comerciais, os Estados Unidos anunciaram que estariam considerando renovar por até doze meses as exclusões tarifárias sobre US$ 34 bilhões de produtos chineses isentos de tarifas adicionais impostas em julho do ano passado. A notícia é positiva para os mercados uma vez que sugere que os países caminham para um acordo, ainda que modesto.

No Reino Unido, a tentativa do primeiro-ministro Boris Johnson para antecipar as eleições gerais foi rejeitada pelos deputados, pela terceira vez. Como alternativa, Johnson deve apresentar um projeto de lei para que tal aprovação dependa de maioria simples, e não de dois terços dos votos, e que a eleição ocorra em 12 de dezembro. Esse é um evento importante para as decisões com relação ao Brexit, que está previsto para 31 de janeiro.

Do lado das commodities, os preços de celulose de fibra curta na China continuam em tendência de queda, ainda que de maneira mais atenuada. Nessa terça-feira, os preços recuaram -US$2,4/t, perdendo o patamar dos US$460/t. No ano, os preços acumulam queda de -29%. Na nossa visão, embora a visibilidade permaneça baixa, os preços parecem estar próximos de um piso. Olhando para frente, mantemos nossa visão positiva para a dinâmica de oferta/demanda no médio-longo prazo.

Sobre petróleo, os preços do Brent operam em queda de 1,0%, aos US$ 60,9 / barril, reflexo de declarações da Russia de que é muito cedo para discutir cortes de produção de petróleo adicional. Isso coloca em dúvida o quanto o bloco OPEP+ pode atuar para equilibrar a oferta de petróleo diante da queda de demanda global. Nossa visão de preços de US$60 / barril no longo prazo está mantida.

Na agenda doméstica, o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregará esta semana ao Congresso uma agenda de propostas dividida em 5 eixos: 1) reforma administrativa, 2) PEC emergencial, 3) PEC DDD (desvincular, desindexar e desobrigar), 4) pacto federativo e 5) programa de ajuda aos Estados. As medidas para o emprego serão divulgadas entre sexta-feira e segunda-feira. Além disso, será proposta a criação do Conselho Fiscal da República, com representantes dos três Poderes a fim de se evitar excessos de gastos fiscais e aumentar a governança.

Por fim, tudo indica que a reforma tributária, que era prioridade do governo no pós-previdência, passa a ficar em segundo plano, ainda que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tenha ressaltado sua relevância e a importância de dar continuidade a ela conjuntamente com as outras reformas.

Na agenda corporativa, participamos ontem de um café da manhã com a diretoria da Petrobras. Entre os principais destaques do evento, apontamos (1) discussões sobre venda de ativos, (2) agenda de redução de custos e (3) detalhes sobre a participação da Petrobras no iminente leilão da Cessão Onerosa. Reforçamos a recomendação de Compra nas ações.

Por outro lado, a Klabin reportou ontem resultados fracos, embora em linha com as nossas expectativas, com os volumes e custos de celulose impactados pela parada programada de Puma, enquanto o segmento de papéis foi o destaque positivo. Mantemos recomendação Neutra.

Finalmente, na agenda de resultados do 3T19, hoje serão divulgados os resultados de Magazine Luiza, Cielo e Multiplan. Você pode conferir o calendário completo de resultados neste link.

Tópicos do dia

Agenda de resultados hoje

Cielo (CIEL3): Após o fechamento
Magazine Luiza (MGLU3): Após o fechamento
Multiplan (MULT3): Após o fechamento

Clique aqui para acessar o calendário completo
Clique aqui para acessar nossa visão sobre a temporada de resultados

Brasil

  1. Política Brasil: Paulo Guedes deve enviar pacote de reformas para o Congresso
  2. Agenda de reformas no pós-previdência
  3. Congresso mira destravar reforma tributária com desonerações e isenções

Empresas

  1. Petrobras (PETR4): Principais destaques de reunião com a diretoria da Petrobras
  2. BRF (BRFS3): Anúncio de nova planta na Arábia Saudita; Investimento de US$120 milhões
  3. Klabin (KLBN11): Resultados fracos, embora em linha com o esperado
  4. B2W (BTOW3): B2W anuncia parceria com Centauro

Renda Fixa

  1. Grupo CCR tem lucro 6,9% menor e fica abaixo do esperado


Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Paulo Guedes deve enviar pacote de reformas para o Congresso

  • Após previdência, Paulo Guedes quer mandar pacote de reformas para o Congresso: 1) reforma administrativa; 2) PEC emergencial (economia de R$ 27 bi ao ano); 3) PEC DDD (desvincular, desindexar e desobrigar); 4) pacto federativo; 5) programa de ajuda aos estados. A reforma tributária seria enviada depois, mas as medidas para incentivar a criação de empregos podem ser divulgadas na próxima sexta-feira;
  • Rodrigo Maia reagiu à indicação do governo de que a reforma administrativa teria prioridade em relação à tributária. O presidente da Câmara disse que ambas são fundamentais e urgentes e que a administrativa terá muita dificuldade de avançar sozinha;
  • Para amenizar resistências às propostas de reforma tributária em discussão no Congresso, parlamentares e técnicos do CCiF trabalham em projetos complementares para desonerar a folha de pagamentos em R$ 80 bilhões, um aceno ao setor de serviços, e para criar isenções e tributação diferenciada para os setores de transportes, saúde, educação e construção civil.

Agenda de reformas no pós-previdência

  • De acordo com o Estadão, o ministro da Economia, Paulo Guedes, entregará esta semana ao Congresso uma agenda de propostas dividida em 5 eixos: 1) reforma administrativa, 2) PEC emergencial, 3) PEC DDD (desvincular, desindexar e desobrigar), 4) pacto federativo e 5) programa de ajuda aos Estados. As medidas para o emprego serão divulgadas entre sexta-feira e segunda-feira;
  • Além disso, será proposta a criação do Conselho Fiscal da República, com representantes dos três Poderes a fim de se evitar excessos de gastos fiscais e aumentar a governança;
  • Por fim, tudo indica que a reforma tributária, que era prioridade do governo no pós-previdência, passa a ficar em segundo plano, ainda que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tenha ressaltado sua relevância e a importância de dar continuidade a ela conjuntamente com as outras reformas.

Congresso mira destravar reforma tributária com desonerações e isenções

  • De acordo com o Valor, parlamentares, consultores legislativos e representantes do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) estão formatando dois projetos de lei que poderão tramitar paralelamente às PECs 45 e 110: um para desoneração de folha de pagamentos e outro para definir isenções e tratamentos diferenciados do IVA a determinados segmentos;
  • Estariam em debate a isenção para transporte público e faixas de tributação diferenciadas para saúde, educação e construção civil. Em relação à folha, os técnicos estudam propor uma desoneração de folha de R$ 80 bilhões por ano;
  • Ontem, o presidente da câmara, Rodrigo Maia, disse não aceitar que a reforma tributária não tenha a mesma relevância da reforma administrativa. Assim, mesmo que a equipe econômica não priorize essa pauta, é de se esperar que o congresso siga debatendo o tema.

Empresas

Petrobras (PETR4): Principais destaques de reunião com a diretoria da Petrobras

  • Ontem, participamos de um café da manhã com a diretoria da Petrobras. Entre os principais destaques do evento, apontamos (1) discussões sobre venda de ativos, (2) agenda de redução de custos e (3) detalhes sobre a participação da Petrobras no iminente leilão da Cessão Onerosa;
  • Destacamos dentro de venda de ativos que a Petrobras planeja alienar suas participações em usinas termelétricas, distribuição de gás natural e gasodutos offshore via mercado de capitais (ou seja IPOs). Além disso, a venda de participações em 8 refinarias pode levar mais tempo que o previsto uma vez que é necessário realizar a superação de cada ativo como uma empesa separada. Com relação à agenda de redução de custos, a Petrobras segue focada em iniciativas de melhoria de gestão, como a renegociação do plano de assistência médica e Planos De Demissão Voluntária. Por fim, no que tange ao leilão da Cessão Onerosa, a diretoria da Petrobras ressaltou que sua participação no leilão não está limitada aos recursos recebidos com a renegociação do contrato original com a União, de US$ 9,058 bilhões;
  • Mantemos nossa recomendação de compra na Petrobras e e preços-alvo de 12 meses de R$ 36 / R$ 35 / US$ 18,5 / US$ 18 para PETR4 / PETR3 / PBR_A / PBR. Para acessar o conteúdo completo clique aqui.

BRF (BRFS3): Anúncio de nova planta na Arábia Saudita; Investimento de US$120 milhões

  • A BRF acaba de anunciar que assinou um Memorando de Entendimentos (MOU) com a empresa Saudi Arabian General Investment Authority, que contempla a construção e operação de uma unidade de processamento de produtos de frango na Arábia Saudita. A BRF escolheu o país saudita como o local para sua nova fábrica depois de cinco anos, em um cenário em que a empresa dá sinais de retomada de crescimento após estar focada em desinvestimentos e redução de alavancagem;
  • De acordo com o comunicado, a BRF estima o valor do investimento em ~US$120 milhões (1,65% do valor de mercado da empresa), o que possibilitará à BRF expandir e consolidar sua presença no mercado saudita. O portfólio de produtos da nova fábrica incluirá empanados, marinados, hambúrgueres e outros. Os produtos serão destinados majoritariamente ao mercado saudita, mas também poderão ser exportados para outros países na região;
  • Mais detalhes, como local, capacidade, fluxo de desembolso do investimento, estrutura de capital e demais condições relacionadas a esta planta ainda não foram informados;  
  • Vemos o anúncio com bons olhos, em linha com a estratégia da empresa de fortalecer sua presença na região, ingressando na produção de frango no país saudita e, com isso, deixando de ser apenas uma grande exportadora, tendo em vista que o país pretende ser autossuficiente na produção de aves. Mantemos recomendação de Compra.

Klabin (KLBN11): Resultados fracos, embora em linha com o esperado

  • A Klabin reportou ontem resultados do 3T em linha com as nossas expectativas, com EBITDA ajustado de R$ 776 milhões (excluindo o benefício fiscal de R$ 620 milhões), 1% acima de nossas estimativas, mas ainda -19% inferior ao EBITDA do segundo trimestre de 2019, e -38% inferior ao do terceiro trimestre de 2018;
  • O endividamento, medido pela relação dívida líquida/EBITDA, aumentou de 3x para 3,4x, devido aos desembolsos do projeto Puma II e à variação cambial – note que, excluindo os R$ 620 milhões não recorrentes, a dívida líquida/EBITDA teria aumentado para 4x. Quanto ao Puma II, cerca de 6,6% da primeira etapa do projeto está concluída e mais de 90% dos principais processos já estão contratados, resultando em um investimento total de R$ 430 milhões no terceiro trimestre e de mais de R$ 718 milhões desde o início da construção (de um orçamento total de R$ 8,1 bilhões);
  • Mantemos recomendação Neutra e vemos as ações sendo negociadas a 7,9x EV/EBITDA 2020, patamar justo em nossa visão. Clique aqui para ver o relatório completo.

B2W (BTOW3): B2W anuncia parceria com Centauro

  • No dia 28 de Outubro, após o fechamento do mercado, B2W e Centauro anunciaram uma parceria para a oferta de artigos esportivos por meio de uma plataforma conjunta “Centauro by Americanas.com” a partir de 29 de Outubro;
  • Por meio da plataforma, os mais de 15 milhões de clientes ativos da B2W passam a ter acesso a um sortimento ainda mais amplo dentro da categoria de esportes, incluindo itens exclusivos das plataformas especializadas na categoria. Além disso, vale destacar que a plataforma estará integrada às cerca de 195 lojas da Centauro, permitindo serviços como retirada de mercadorias em loja e entregas expressas a partir das mesmas;
  • Restam algumas questões. A empresa não informou os detalhes financeiros do acordo, como a taxa que será sobrada da Centauro como vendedor (“seller”) na B2W. Além disso, também não foi especificada a quantidade de itens da Centauro que serão oferecidos na plataforma, dado que existe o risco de canibalização com o site próprio da Centauro;
  • Mesmo assim, vamos o anúncio como positivo para as ações da B2W. Por meio da plataforma, a B2W passa a ganhar relevância dentro de uma categoria ainda pouco explorada e esperamos que o fortalecimento do ecossistema da empresa atraia novos clientes e, consequentemente, acelere ainda mais o tráfego. Além disso, acreditamos que a parceria também será importante do ponto de vista de tecnologia, dado que funcionará como “laboratório” para que a B2W teste novas soluções (features) de navegação específicas para categorias em que hoje a empresa tem uma relevância relativamente menor, como esportes e vestuário. Nossa recomendação para B2W é de Compra.

Renda Fixa

Grupo CCR tem lucro 6,9% menor e fica abaixo do esperado

  • A CCR divulgou ontem seus resultados do terceiro trimestre de 2019 (3T19), que ficaram muito abaixo das expectativas dos analistas, segundo o Valor Econômico. O lucro líquido caiu 6,9% em relação ao 3T18, acumulando R$340,2 milhões. Já a receita cresceu 12,6% em relação ao 3T18, ficando mais próxima das projeções do mercado, e a alavancagem caiu para 2,3x de 2,6x no ano anterior;
  • A retração no lucro se deu pela proximidade no fim de alguns contratos importantes da empresa, como a NovaDutra e a RodoNorte, que vencem em 2021. Com a finalização de obras, há efeito contábil de aumento de custos. Sendo assim, o diretor financeiro da companhia acredita que as estimativas de analistas não consideraram esse efeito, que é da natureza do negócio;
  • Do lado positivo, os destaques vem do crescimento de 6% no tráfego consolidado e da redução de alavancagem (dívida líquida / EBITDA) de 2,6x no 3T18 para 2,3x no trimestre atual. Essa redução é importante considerando que a empresa passará por renovação de portfólio nos próximos dois anos, o que exigirá conforto para endividamento adicional.

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