Ibovespa atinge nova máxima histórica

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IBOVESPA 1,1% | 109.581Pontos

CÂMBIO 0,7% | 4,1/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem o Ibovespa fechou acima dos 109 mil pontos, subindo 1,1%. O movimento foi principalmente impulsionado pela Petrobras que teve alta de 3-4%, devido à reação positiva do mercado à maior cautela demonstrada pela empresa no leilão de petróleo sediado ontem, no qual a empresa decidiu não realizar lances por dois blocos em que havia manifestado seu direito de preferência.

Nesta manhã, depois do recente rally nos mercados internacionais, bolsas futuras nos EUA arrefecem, enquanto bolsas europeias e asiáticas operam em campo negativo. As ações de Hong Kong lideraram a queda após a morte de manifestante estudantil, que ameaçou inflamar as manifestações planejadas para este fim de semana.

Negociações comerciais continuam em grande destaque. Ontem, o Ministério de Comércio chinês anunciou que os EUA e China concordaram em remover tarifas “em etapas”, se a chamada “fase 1” do acordo for de fato assinada. Porém, a Reuters citou fontes dizendo que o plano de remoção de tarifas sofre “forte oposição” na Casa Branca, gerando dúvidas no mercado sobre se e quando os países fecharão um acordo comercial preliminar.

Com isso, o desempenho melhor do que o esperado da balança comercial da China ficou em segundo plano. As exportações chinesas caíram menos do que o esperado em outubro, com o otimismo aumentando em relação a um acordo comercial, embora as importações tenham contraído pelo sexto mês consecutivo.

No campo político no Brasil, o plenário Supremo acabou com a prisão automática de condenados em segunda instância. A decisão vai permitir a liberdade ao ex-presidente Lula e de outros condenados na Lava Jato. Enquanto isso, o processo do ex-presidente Lula está no STJ aguardando julgamento de recurso para decidirem sobre a liberdade do petista, aplicando o novo entendimento do Supremo.

Na nossa visão, para as condições de aprovação da agenda de reformas, Lula livre é mais negativo que Lula preso. Porém, apesar do petista poder criar fatos e tumultuar o ambiente, o governo tem elementos e ferramentas para neutralizar o apelo desse discurso. E, nesse caso, uma melhora das condições econômicas também ajudariam.

Na seara eleitoral, a decisão de agora, embora abra espaço para contestações futuras, não altera a inelegibilidade do ex-presidente. A contenda de 2022 ainda está distante e veremos muitas peças se movimentando até lá. Podemos ver até outras decisões que podem devolvê-lo à prisão, mas Lula livre em período eleitoral continua a ter peso significativo – só lembrar a confusão que levou o desconhecido Haddad ao segundo turno e deu a ele mais de 45% dos votos.

Nesse cenário, estão presentes os elementos da polarização e do próprio cenário de 2018. O inimigo que construiu Jair Bolsonaro estará presente novamente, o que inclusive ajuda a reunir o grupo. Aqui, de novo, são menores as chances de êxito da esquerda quanto maiores forem os êxitos de Bolsonaro na agenda econômica. Com país crescendo e emprego retomando, fica mais difícil combater o governo atual em qualquer circunstância.

Por fim, ontem participamos do evento anual da Gerdau para Analistas & Investidores. A empresa destacou a expectativa de um 2020 positivo com melhor cenário para o preço do aço no mercado internacional, recuperação econômica gradual no Brasil e otimização dos ativos nos EUA. Mantemos recomendação de Compra. Clique aqui para mais detalhes.

Tópicos do dia

Agenda de resultados hoje

BRF (BRFS3): Antes da abertura
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Brasil

  1. Política do Brasil: Supremo acabou com a prisão automática de condenados em segunda instância
  2. IPCA de outubro surpreende levemente as expectativas, mas ainda aponta para uma inflação em suas mínimas históricas

Empresas

  1. Petrobras (PETR4): Adquire bloco Aram na 6ª Rodada de Partilha, desiste de exercer direito de preferência em 2 blocos
  2. B3 (B3SA3): Crescimento voando, mas ainda assim abaixo do consenso
  3. Iguatemi (IGTA3) 3T19: Sinais Tímidos de Recuperação
  4. Unidas (LCAM3) 3T19: Dados Operacionais Fortes
  5. SulAmérica (SULA11): O trimestre desapontou, mas o futuro parece promissor
  6. Petrobras (PETR4): Oferta final para venda da Liquigás; Positivo
  7. Sanepar (SAPR11): Reajuste tarifário entra em vigor na próxima semana, reiteramos COMPRA
  8. Gerdau (GGBR4): Mensagem positiva no evento com analistas e investidores

Renda Fixa

  1. Fitch eleva componente do rating do Banco Pan por melhora no modelo de negócios e rentabilidade


Veja todos os detalhes

Brasil

Política do Brasil: Supremo acabou com a prisão automática de condenados em segunda instância

  • No campo político no Brasil, o plenário Supremo acabou com a prisão automática de condenados em segunda instância. A decisão vai permitir a liberdade ao ex-presidente Lula e de outros condenados na Lava Jato. Enquanto isso, o processo do ex-presidente Lula está no STJ aguardando julgamento de recurso para decidirem sobre a liberdade do petista, aplicando o novo entendimento do Supremo;
  • Na nossa visão, para as condições de aprovação da agenda de reformas, Lula livre é mais negativo que Lula preso. Porém, apesar do petista poder criar fatos e tumultuar o ambiente, o governo tem elementos e ferramentas para neutralizar o apelo desse discurso. E, nesse caso, uma melhora das condições econômicas também ajudariam;
  • Na seara eleitoral, a decisão de agora, embora abra espaço para contestações futuras, não altera a inelegibilidade do ex-presidente. A contenda de 2022 ainda está distante e veremos muitas peças se movimentando até lá. Podemos ver até outras decisões que podem devolvê-lo à prisão, mas Lula livre em período eleitoral continua a ter peso significativo – só lembrar a confusão que levou o desconhecido Haddad ao segundo turno e deu a ele mais de 45% dos votos;
  • Nesse cenário, estão presentes os elementos da polarização e do próprio cenário de 2018. O inimigo que construiu Jair Bolsonaro estará presente novamente, o que inclusive ajuda a reunir o grupo. Aqui, de novo, são menores as chances de êxito da esquerda quanto maiores forem os êxitos de Bolsonaro na agenda econômica. Com país crescendo e emprego retomando, fica mais difícil combater o governo atual em qualquer circunstância.

IPCA de outubro surpreende levemente as expectativas, mas ainda aponta para uma inflação em suas mínimas históricas

  • O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado mensalmente pelo IBGE, apresentou expansão de 0,10% em outubro e surpreendeu levemente tanto a nossa expectativa (+0,04%) quanto a expectativa de mercado coletada pela Bloomberg (+0,07%). No acumulado de 12 meses, o índice registrou alta de 2,54%, dentro do intervalo de projeções (+2,45% a +2,64%). Os itens que mais contribuíram para a alta foram vestuário, saúde e cuidados pessoais;
  • Apesar do resultado levemente acima das expectativas, a inflação brasileira continua em um patamar historicamente baixo e menor que a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2019. Além disso, o comportamento geral dos itens da cesta de consumo é benigno, o que reflete em um núcleo de inflação menor (métrica que expurga os itens mais voláteis);
  • Nesse cenário, o nosso entendimento é de que o Banco Central ainda tenha espaço para levar a Selic até 4,25% em fevereiro de 2020, patamar que deve ser mantido até o final do ano, mas reconhecemos que tanto a ata do Copom quanto as últimas leituras de inflação trazem elementos que reforçam o cenário de juros a 4,5%. Clique aqui para acessar a nossa análise completa do resultado.

Empresas

Petrobras (PETR4): Adquire bloco Aram na 6ª Rodada de Partilha, desiste de exercer direito de preferência em 2 blocos

  • Na 6ª Rodada de Licitações no Regime de Partilha sediada ontem, a Petrobras arrematou em parceria com a CNODC, na proporção de 80% e 20%, o bloco de Aram, na Bacia de Santos. O consórcio apresentou a oferta de excedente em óleo mínimo para a união de 29,96%, e o bônus de assinatura a ser desembolsado pela Petrobras ainda em 2019 será de R$4,04 bilhões (referente à sua participação);
  • Além disso, notamos que a Petrobras não realizou lances pelos blocos de Sudoeste de Sagitário, na Bacia de Santos, e Norte de Brava, na Bacia de Campos. A decisão surpreendeu o mercado, uma vez que a companhia havia manifestado seu direito de preferência por essas áreas. Foi a primeira vez em toda as rodadas de partilha que a companhia agiu desta forma;
  • Notícias apontam que a decisão foi fruto da maior exposição da Petrobras nos leilões sediados no último mês, como o leilão dos excedentes da Cessão Onerosa (R$63,1 bilhões em outorgas, ou R$29 bilhões líquidos do ressarcimento da União) e a 16ª Rodada de licitações na ANP sob regime de concessão, em que a companhia, em consórcio com a BP (70%/30%) arrematou uma área na Bacia de Campos por R$1,43 bilhões;
  • As ações da Petrobras encerraram o pregão de ontem em alta de 3%-4% em vista da demonstração maior de cautela da companhia em realizar investimentos. Mantemos a recomendação de compra nas ações.

B3 (B3SA3): Crescimento voando, mas ainda assim abaixo do consenso

  • A B3 reportou ontem seus resultados do terceiro trimestre e o lucro foi impressionante – mas ainda assim aquém das expectativas de mercado. O lucro ajustado cresceu incríveis 39% anualmente para R$851 milhões, porém abaixo das expectativas do mercado, que esperava um lucro ajustado de R$905 milhões.
  • A B3 está surfando em um cenário econômico mais favorável, com juros mais baixos e migração para renda variável, o que tem gerado recordes de volumes negociados na bolsa. E não esperamos que esse fluxo diminua, mas inclusive aumente devido as reformas e uma gradativa retomada da economia.
  • Porém, nós reiteramos a nossa recomendação neutra no papel, uma vez que acreditamos que esse crescimento já está implícito no preço atual da ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Iguatemi (IGTA3) 3T19: Sinais Tímidos de Recuperação

  • A Iguatemi reportou resultados levemente abaixo das nossas estimativas na receita, mas acima na parte operacional se considerarmos os eventos extraordinários. Os números foram impulsionados (i) pela venda da participação no Iguatemi Caxias (por R$ 13,6 milhões) e (ii) pela venda fracionada dos terrenos no Iguatemi Esplanada e Iguatemi Rio Preto para a construção de duas torres residenciais (por R$ 20,1 milhões). Excluindo esses eventos, o EBITDA teria ficado ~4% abaixo da nossa estimativa (em R$ 135 milhões), e a margem EBITDA teria atingido 73,9%, 0,3 p.p. abaixo da nossa estimativa de 74,2%;
  • Nossa visão geral para o 3T19 foi de um trimestre modesto, com sinais ainda tímidos de recuperação nos indicadores operacionais consolidados. Mantemos nossa recomendação de Compra com base em (i) múltiplos atrativos e (ii) melhora gradual dos resultados operacionais com (a) maturação dos ativos mais novos e (b) potencial recuperação da atividade econômica, resultando em crescimento no consumo, descontos gradualmente mais baixos e melhores spreads em contratos de aluguel. Para acessar o comentário completo, basta clicar aqui.

Unidas (LCAM3) 3T19: Dados Operacionais Fortes

  • A Unidas reportou mais um trimestre forte, levemente acima das nossas estimativas e do consenso na maioria das linhas do resultado. O lucro líquido foi de R$ 85 milhões (considerando os impactos do IFRS16), +44% A/A e ~2% acima do consenso. Os resultados foram impulsionados principalmente pelo crescimento sequencialmente forte nos segmentos de locação;
  • No geral, o 3T19 marcou mais um trimestre saudável, com crescimento significativo de volume e expansão sólida nas margens. No segmento de Seminovos, apesar de uma margem bruta levemente menor que a esperada, notamos que as vendas continuam seguindo uma tendência positiva, e os indicadores operacionais em geral continuam melhorando sequencialmente. Reiteramos nossa recomendação de Compra. Para acessar o comentário completo, basta clicar nesse link.

SulAmérica (SULA11): O trimestre desapontou, mas o futuro parece promissor

  • No primeiro resultado após vender sua divisão de auto e patrimonial para a Allianz, a Sula mostrou um lucro desapontador. A seguradora reportou lucro de R$ 245 milhões, 7% abaixo do que o mercado esperava.
  • Apesar de entendermos que volatilidade na sinistralidade do segmento de saúde ser esperada, esse foi o principal destaque negativo do resultado. Não obstante, a comparação anual poderia ter sido pior, caso a empresa não tivesse uma base comparativa fácil nas despesas.
  • Se tratando de futuro, ainda estamos otimistas em relação ao futuro da SulAmerica. E um dos pontos que mais fundamenta nossa tese é de que a empresa deve se beneficiar muito de uma possível retomada econômica. Sendo assim, mantemos nossa recomendação de compra, apesar de acreditarmos que o papel vá reagir negativamente hoje devido aos resultados. Clique aqui para ver nosso relatório completo.

Petrobras (PETR4): Oferta final para venda da Liquigás; Positivo

  • A Petrobras informou ontem via fato relevante que o grupo formado pela Copagaz, Itaúsa e Nacional Gás Butano apresentou a melhor oferta final para aquisição da Liquigás Distribuidora, no valor de R$ 3,7 bilhões. A transação ainda será submetida à aprovação pelos órgãos reguladores e internos;
  • Estimamos uma entrada de recursos líquida de impostos de R$ 2,7 bilhões para a Petrobras, o que corresponde a uma redução de (0,024x) na Dívida Líquida / EBITDA da companhia, atualmente em 1,96x (ou 2,22x após o pagamento dos bônus de outorga do leilão da Cessão Onerosa), e uma adição de R$0,21/ação a nossos preços-alvo de PETR4 e PETR3;
  • Ainda que pouco significativa, temos uma visão positiva da transação. A razão é que as cifras surpreenderam positivamente nossas expectativas, além da sinalização do compromisso da Petrobras com a agenda de venda de ativos. Mantemos a recomendação de Compra das ações.

Sanepar (SAPR11): Reajuste tarifário entra em vigor na próxima semana, reiteramos COMPRA

  • A Sanepar divulgou via fato relevante que dando continuidade a decisão do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) de reverter sua decisão anterior sobre o reajuste tarifário de 2019 (entenda mais no link) estará aplicando o diferencial de reajuste nas tarifas, de 3,76%, a partir do dia 11 de novembro de 2019;
  • Além disso a Sanepar informou que em relação ao período em que permaneceu sem aplicar o reajuste integral, o valor da diferença atualizado será faturado em 6 meses, nas contas a serem emitidas a partir de 19 de novembro de 2019;
  • A noticia está em linha com o esperado e reforça nossa visão de uma menor percepção de risco de investidores para a ação. Isso, na nossa visão, deveria contribuir para a redução do desconto que as ações negociam ante outras empresas de saneamento e de setores regulados, como o setor elétrico. Os efeitos do reajuste tarifário já foram incorporados em nossas estimativas e nosso preço-alvo das units de Sanepar (SAPR11) se mantem em R$107/unit. Reiteramos a recomendação de COMPRA na Sanepar.

Gerdau (GGBR4): Mensagem positiva no evento com analistas e investidores

  • Participamos ontem do evento anual da Gerdau para Analistas & Investidores. A empresa destacou a expectativa de um 2020 melhor com melhor cenário para o preço do aço no mercado internacional, recuperação econômica gradual no Brasil e otimização dos ativos nos EUA;
  • Mantemos recomendação de Compra. Vemos as ações ainda em patamares atrativos, negociando em 5,7x EV/EBITDA em 2020, com 7,6% de rendimento na geração de caixa em 2019-20;
  • Embora mais uma história de 2020, esperamos que os resultados acelerem gradualmente, com um patamar das ações muito atrativo neste momento. Clique aqui para acessar o relatório completo, com os principais destaques do evento.

Renda Fixa

Fitch eleva componente do rating do Banco Pan por melhora no modelo de negócios e rentabilidade

  • A Fitch elevou o rating de viabilidade (RV) do Banco Pan para ‘b+’, de ‘b’ e afirmou seus ratings em ‘B+’ (moeda estrangeira) e ‘A(bra)’ (moeda local). A perspectiva dos ratings é estável;
  • Na opinião da agência, o banco vem demonstrando forte capacidade de originação de crédito e vem reduzindo a dependência de captação em relação aos controladores e o volume dos contratos de cessão de créditos. Ambos favorecem a lucratividade;
  • Embora não represente mudança no rating do banco, a elevação do componente RV é positiva, uma vez que reflete a melhora do modelo de negócios e da rentabilidade do banco nos últimos dois anos.

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