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XP Morning Call 30/05/2019: De olho na política

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Câmara aprova MPs 867 e 871
  2. Banco Central: Crescimento estável do crédito em abril
  3. Banco Central pretende simplificar a legislação cambial

Internacional

  1. China freia compras de soja dos EUA com o aumento das tensões comerciais

Empresas

  1. Frigoríficos: Há mais por vir; Revisando estimativas
  2. Cemig (CMIG4): Principais destaques do Cemig Day 2019
  3. Netshoes e Magazine Luiza adiam deliberação sobre proposta de aquisição

COE News

  1. ​IBM: O custo alto e a complexidade no tratamento dos dados continuam a atrapalhar os resultados da divisão de IA

Resumo

De olho na política

As bolsas asiáticas seguiram as perdas de Wall Street na quinta-feira, com baixa visibilidade em relação à resolução da disputa comercial entre EUA e China alimentando preocupações sobre o impacto no crescimento econômico global. Notícias de hoje apontam que a China não está emitindo novos pedidos de compra de soja americana, refletindo o aumento das tensões comerciais entre os dois países.

No Brasil, o Ibovespa descolou do exterior e acumula alta de 6,5% desde meados de maio, com melhora no ambiente político, em meio à aprovação de pautas que destravam a agenda do congresso e expectativa de aprovação da reforma da previdência. Em termos relativos, o Ibovespa voltou aos níveis de março quando comparado com países emergentes.

Além do foco na previdência, o mercado acompanha de perto a evolução do projeto de lei que trata de créditos suplementares ao orçamento para cumprir a regra de ouro. A preocupação é que sem isso o atrito na política poderia aumentar, à medida que está em risco imediato o pagamento do BPC (já em junho) e benefícios assistenciais e do pagamento do Bolsa Família, ambos a partir de agosto.

Ontem, a Câmara passou por uma longa votação da medida provisória 871, de combate a fraudes no INSS. O texto segue para o Senado, onde deve ser aprovado hoje. Já a MP 867, que altera o código florestal, também passou na Câmara, mas não deve passar no Senado.

Vale destaque para os dados de credito de abril divulgados ontem pelo Banco Central, com empréstimos corporativos não direcionados desacelerando de +10,4% em março para + 9,0% em abril, e originação de credito mais lento também, perdendo fôlego e indicando uma dependência da agenda de reformas para avançar com consistência.

Do lado das empresas, revisamos ontem as nossas estimativas para a JBS, Marfrig e BRF. Desde que mudamos nossa preferência de BRF para a JBS em janeiro, as ações da JBS subiram 74%, superando a BRF em 52%, e acreditamos que ainda há mais por vir na JBS, com o impacto da peste suína africana ainda a ser visto. Reiteramos Compra em JBS e Marfrig. Neutro em BRF. Relatório completo no link.

Além disso, ontem, a Cemig sediou em Belo Horizonte o seu encontro de 2019 com investidores e analistas, reiterando seu compromisso com maiores eficiências e venda de ativos, além de apresentar suas projeções para os próximos anos. Nossas projeções de EBITDA para o período de 2019 a 2023 estão -1,3% abaixo das estimativas da companhia, e mantemos recomendação Neutra.


Conteúdo na íntegra

Brasil
 

Política Brasil: Câmara aprova MPs 867 e 871

  • Câmara aprovou as MPs 867, que altera o código florestal, e 871, do combate a fraudes na previdência. Para que não caduquem, ambas precisam ser votadas no Senado antes do dia 3. O presidente Davi Alcolumbre, no entanto, transmitiu o recado de que a Casa não vai nem tentar votar a MP 867;
  • A partir de 20 de junho o governo não terá dinheiro para pagar 2 milhões de idosos que recebem o BPC. Segundo o Ministério da Cidadania, será o primeiro impacto da não aprovação dos créditos suplementares para cumprir a regra de ouro;
  • Em dia de nova manifestação a favor da educação, nem os organizadores esperam atos do tamanho dos realizados no dia 15.
     

Banco Central: Crescimento estável do crédito em abril

  • O Banco Central divulgou ontem seus dados de crédito para abril, com crescimento estável de 5,4% A/A frente a 5,7% em março, impulsionado principalmente pelo crédito não direcionado a pessoas físicas, que expandiu 11,3% em relação Abril de 2018. Do lado negativo, os empréstimos corporativos não direcionados desaceleraram de +9,0% no mês passado para + 10,4% em abril, perdendo fôlego e indicando uma dependência da agenda de reformas para avançar com consistência;
  • A originação de crédito no período também foi mais lenta em relação a março (11,2% vs 12,3%), impactada por empréstimos corporativos. A inadimplência geral permaneceu estável em 3,0% do total de empréstimos e as taxas de juros também ficaram estáveis ​​em 25,3%, ambos sinais de um ambiente de crédito em maturação;
  • Em suma, não houve surpresas relevantes nos dados de crédito de abril, com o resiliente desempenho das famílias mais uma vez e o crescimento mais fraco dos empréstimos para as empresas. Esperamos que os empréstimos cresçam em 2019 ligeiramente acima de 2018, uma vez que o crescimento econômico ainda está lento e a agenda de reformas pode levar mais tempo do que o esperado para ser entregue.

Banco Central pretende simplificar a legislação cambial

  • Roberto Campos Neto, presidente do BCB, anunciou ontem ações da autoridade para a agenda BC+, que visa fomentar a educação financeira, reduzir o custo do crédito e aumentar a eficiência do sistema financeiro;
  • O principal destaque foi um projeto de lei a ser enviado ao Congresso que poderia permitir contas bancárias em dólar no Brasil e exterior em reais. Esse desenvolvimento beneficiaria especialmente as empresas estrangeiras, assim como os exportadores, e facilitaria o gerenciamento de câmbio e transações no Brasil; 
  • No entanto, Campos Neto afirmou que a mudança na legislação cambial é um processo longo e gradual, que não deve terminar em breve. As mudanças, se realizadas, serão positivas para a economia brasileira como um todo, já que a conversibilidade da moeda permite fluxos de capital mais fortes e simplifica as transações de várias empresas e indivíduos.

Internacional
 

China freia compras de soja dos EUA com o aumento das tensões comerciais

  • De acordo com a Bloomberg, a China está parando de comprar soja dos Estados Unidos em virtude do aumento das tensões comerciais entre as duas nações. A China é o maior comprador do mundo da commodity;
  • As notícias mencionam que os compradores de grãos estatais não receberam mais ordens para fazer novos pedidos de compra, embora as compras anteriores não devam ser canceladas. A decisão vai contra a abordagem de boa vontade adotada desde a trégua da comercial anunciada em dezembro de 2018. Desde então, a China comprou cerca de 13 milhões de toneladas de soja americana.

Empresas
 

Frigoríficos: Há mais por vir; Revisando estimativas

  • Desde que mudamos nossa preferência de BRF para a JBS em janeiro, as ações da JBS subiram 74%, superando a BRF em 52%. O desempenho dos frigoríficos foi principalmente impulsionado pela proliferação da peste suína africana na China e preocupações com o desequilíbrio da oferta/demanda global de proteínas; 
  • Neste momento, investidores começam a pensar que os impactos da doença já estão precificados, o que, em conjunto com preços mais altos dos grãos nos EUA, incentivam a realização dos lucros no curto prazo. No entanto, ainda vemos potencial para as ações da JBS, que segue como nosso nome preferido dentre os frigoríficos, seguido pela Marfrig. Mantemos neutro em BRF; 
  • Ajustamos nossos modelos para um real mais depreciado e tendências positivas para o setor, ainda sem considerar aumento significativo no preço de proteínas para frente. Aumentamos o preço-alvo de JBS para R$27/ação (vs R$20/ação anteriormente), mas vemos potencial de valorização adicional com os impactos da peste suína africana. Na Marfrig, as ações performaram menos do que as demais empresas e ainda são negociadas em 3,2x EV / EBITDA, muito atrativo em nossa visão. Aumentamos nosso preço-alvo de R$ 9/ação para R$ 10/ação e também vemos mais potencial de valorização, enquanto permanecemos abaixo do guidance da empresa para 2019. Na BRF, também vemos efeitos positivos da dinâmica das proteínas, mas o múltiplo encontra-se mais justo e preferimos exposição via JBS. Clique aqui para acessar relatório completo. 


Cemig (CMIG4): Principais destaques do Cemig Day 2019

  • ​Ontem, a Cemig sediou em Belo Horizonte o seu encontro de 2019 com investidores e analistas. De modo geral, a empresa reiterou sua mensagem de compromisso com maiores eficiências e venda de ativos, além de apresentar suas projeções para os próximos anos;
  • No tópico venda de ativos, a empresa confirmou que as negociações para a venda da participação da Usina de Santo Antônio com a elétrica chinesa SPIC estão paralisadas, mas já está havendo movimentação de outros potenciais interessados. Quanto à TAESA, a empresa ressaltou que buscará a solução que capture maior valor. Finalmente, a empresa mencionou a possível venda de 49% de participação na Gasmig;
  • Com respeito à projeções da empresa, notamos que (1) nossas estimativas para o EBITDA da Cemig D em 2019-2020 estão ligeiramente acima da companhia (+2.9%) devido a uma previsão maior de crescimento de mercado, contrabalanceado por uma expectativa de menor inadimplência, enquanto (2) nossas estimativas para a Cemig GT estão -7.7% abaixo da companhia devido a menores estimativas de preço de energia e menores resultados de participações em investimentos;
  • Finalmente, notamos que nossas projeções de EBITDA para o período de 2019 a 2023 estão -1.3% abaixo da companhia. Mantemos nossa recomendação Neutra nas ações da Cemig, com preço-alvo de R$13,5/ação por acreditarmos que um eventual processo de venda de ativos (principalmente participações nas Usinas de Santo Antônio e Belo Monte) e uma eventual privatização da companhia apresentam incertezas.

Netshoes e Magazine Luiza (MGLU3) adiam deliberação sobre proposta de aquisição

  • A Netshoes informou ontem que a empresa e o Magazine Luiza concordaram mutuamente em retirar da pauta a avaliação sobre a oferta do Magazine Luiza da reunião da Assembleia de Acionistas prevista para acontecer hoje; 
  • A empresa alega que com a nova oferta da Centauro, de US$ 3,50 / ação, apresentada na noite de terça-feira, “é preciso revisar cuidadosamente” a questão. Além disso, o conselho da Netshoes mantém a recomendação aos acionistas de aprovação da proposta feita pelo Magazine Luiza, cujo último valor anunciado é de US$ 3,00 / ação. Segundo a empresa, nova assembleia deve ser marcada nos próximos dias para tratar do assunto.
     

brMalls (BRML3): Encerradas as negociações com o Grupo Almeida Jr.

  • A brMalls divulgou ontem via fato relevante que não chegou a um acordo com o Grupo Almeida Jr. em relação às condições comerciais da potencial aquisição de participação nos seis shoppings centers. Portanto, foram encerradas as negociações a respeito da transação;
  • A aquisição não estava incorporada em nossos números. Mantemos recomendação de compra para BRML3, com um preço-alvo de R$ 14,4/ação. Baseamos nossa recomendação (i) no valuation atrativo e (ii) na melhoria operacional potencialmente acima das expectativas em um cenário macro mais saudável.​

JBS (JBSS3): Investimento de US$95mi em unidade de produção de carne nos EUA

  • A JBS anunciou ontem um pequeno investimento de US$95mi para ampliar a unidade de produção de carne bovina em Grand Island, no Estado americano do Nebraska;
  • A unidade seguirá funcionando normalmente até lá, com a ampliação para ser concluída até 2021, mas a capacidade de produção adicional ainda não foi informada frente à expansão de ~10.000m2 e melhorias na fábrica;
  • Vemos o anúncio como positivo, em linha com a estratégia da empresa de posicionamento e otimização de portfólio.

COE News

IBM: O custo alto e a complexidade no tratamento dos dados continuam a atrapalhar os resultados da divisão de IA

  • Segundo o diretor responsável pela divisão de armazenamento em nuvem e projetos de inteligência artificial (Watson), Arvind Krishna, desafios relacionados ao tratamento de dados são a principal razão pela qual os clientes veem congelando ou cancelando projetos no seguimento;
  • Krishna disse que cerca de 80% do trabalho com um projeto de IA é coletar e tratar dados antes de inseri-los em um formato de inteligência artificial para ser processado. Segundo o executivo, algumas empresas não estão preparadas para o custo alto e trabalho árduo no tratamento dos dados, e isso poderá continuar a trazer maior volatilidade para os resultados da divisão no curto prazo;
  • Com o intuito de assegurar o potencial de crescimento no médio prazo, o grupo também segue investindo em outros seguimentos que apresentam alto potencial de crescimento, como segurança da informação, armazenamento em nuvem e blockchain.
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