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Avanço das negociações comerciais animam os mercados

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 1,1% | 112.200 Pontos

CÂMBIO -0,7% | 4,09/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem o Ibovespa acelerou alta após a notícia no fim do dia de que negociadores dos EUA chegaram aos termos de um acordo comercial com a China. Com o otimismo gerado pela possibilidade de um acordo comercial de fase 1 entre os dois países, o índice chegou a superar os 112 mil pontos (+1,2%), enquanto o dólar caiu para R$ 4,09. A notícia segue impulsionando as bolsas internacionais e deve continuar repercutindo positivamente ao longo do dia.

Segundo a notícia, o acordo dependeria apenas da aprovação do presidente Donald Trump e poderia ser anunciado ainda hoje. As informações vêm depois de Trump afirmar pelo Twitter que está muito próximo de um “acordo grande” com a China. “Estamos muito perto de um acordo grande com a China. Eles querem isso, nós também!”, escreveu ele.

Outro foco de atenção é a libra forte com a vitória do Partido Conservador na eleição do Reino Unido. Em seu discurso de vitória após a eleição geral, o primeiro-ministro Boris Johnson disse nesta sexta-feira que o resultado das urnas é um sinal de que o Brexit, como é conhecido o processo para retirar o país da União Europeia (UE), será implementado até 31 de janeiro, data final concedida pela UE para que a separação se concretize.

No Brasil, o governo está ‘vigilante, porém tranquilo’ em relação à convocação de greve dos caminhoneiros a partir da próxima segunda feira (16). A categoria está dividida e é difícil antecipar o tamanho das paralizações, mas é um risco que deve ser observado para a próxima semana.

Além disso, o relator do programa carteira Verde e Amarela busca alternativa ao financiamento proposto pelo governo – recolher o INSS de quem recebe seguro desemprego. A forma de custear a medida desagradou os parlamentares e pode gerar até a devolução da MP ao Planalto, que estuda até enviar um PL com mesmo conteúdo para evitar o constrangimento. O deputado Christino Áureo (PP-RJ) afirmou ainda que deve limitar a possibilidade de trabalho aos domingos a setores como entretenimento, serviços e turismo.

No campo das empresas, destacamos o anúncio da conclusão das investigações de irregularidades contábeis na Via Varejo. A empresa estima um impacto negativo de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,4 bilhão nos resultados da companhia já no quarto trimestre deste ano. Apesar da notícia negativa, nós reiteramos a nossa recomendação de Compra nas ações com preço-alvo de R$12,0 por ação. O que nos dá conforto são dois motivos: (i) a notícia não altera os fundamentos da companhia para os próximos anos e nem afeta nenhum dos pilares da nossa visão construtiva para as ações, e (ii) o impacto negativo no caixa da companhia pode ser quase totalmente anulado por ganhos relacionados a créditos fiscais e recuperação de impostos. Para mais detalhes acesse o link.

A Suzano anunciou a compra de 100 mil hectares de terras em MS que possibilitam uma expansão no futuro, com capacidade potencial de 2,2 milhões de toneladas de celulose de fibra curta por ano. A reação do mercado deve depender do momento em que esse aumento de capacidade for anunciado. Esperamos reação positiva do mercado, se este anúncio vier em momento de retomada de preços. Ainda, a empresa reduziu as estimativas de investimentos para 2019 em R$200 milhões, realocando esse valor para a projeção de 2020, que ficou em R$4,4 bilhões. Não esperamos mudança significativa nos indicadores de alavancagem. Mantemos recomendação de Compra (preço-alvo de R$40/ação).

Por fim, publicamos ontem o nosso relatório com a visão da XP para economia, política, mercados e investimentos para 2020. À nossa frente, o horizonte está limpo e aberto. Os preparos necessários já foram feitos e, agora, estamos na cabeceira da pista, prontos para decolar. Vemos a aceleração do crescimento como o tema de 2020. E isso muda o jogo. Para saber mais, clique aqui.

Tópicos do dia

Brasil 2020

  1. Na cabeceira da pista, prontos para decolar

Brasil

  1. Política Brasil: Relator do carteira Verde e Amarela busca financiamento alternativo
  2. Setor de serviços surpreende as expectativas em outubro
  3. Comissão para Reforma Tributária poderá ser criada em fevereiro

Internacional

  1. Notícias internacionais trazem alívio aos mercados

Empresas

  1. Via Varejo (VVAR3): Esclarecendo o impacto das recentes investigações; Reiteramos COMPRA
  2. Lojas Americanas (LAME4): Parceria da Ame Digital com Cielo e Banco do Brasil
  3. Frigoríficos: preços devem subir, e mais milho deverá ser importado
  4. Caixa estuda possibilidade de renegociação dos contratos antigos

Veja todos os detalhes

Brasil 2020

Na cabeceira da pista, prontos para decolar

  • Publicamos ontem o nosso relatório com a visão da XP para economia, política, mercados e investimentos para 2020. À nossa frente, o horizonte está limpo e aberto. Os preparos necessários já foram feitos e, agora, estamos na cabeceira da pista, prontos para decolar. Esse é o Brasil de 2020;
  • O rastro da crise econômica começa, enfim, a ficar para trás. 2019 foi um ano transformacional e acreditamos que 2020 será exponencial. Pela primeira vez, vivemos um ciclo de baixa sustentável da taxa de juros no Brasil. A nossa perspectiva é de que isso não só se mantenha, mas surpreenda positivamente e impulsione a economia, que deve finalmente crescer acima de 2%;
  • Vemos a aceleração do crescimento como o tema de 2020. E isso muda o jogo. Clique aqui para conferir a análise completa com as perspectivas para o ano que vem.

Brasil

Política Brasil: Relator do carteira Verde e Amarela busca financiamento alternativo

  • O relator do programa carteira Verde e Amarela busca alternativa ao financiamento proposto pelo governo, que foi recolher o INSS de quem recebe seguro desemprego. A forma de custear a medida desagradou os parlamentares e pode gerar até a devolução da MP ao Planalto, que estuda até enviar um PL com mesmo conteúdo para evitar o constrangimento. O deputado Christino Áureo (PP-RJ) afirmou ainda que deve limitar a possibilidade de trabalho aos domingos a setores como entretenimento, serviços e turismo;
  • O governo está ‘vigilante, porém tranquilo’ em relação à convocação de greve dos caminhoneiros a partir da próxima segunda feira (16). A categoria está dividida e é difícil antecipar o tamanho das paralizações, mas é um risco que deve ser observado para a próxima semana.

Setor de serviços surpreende as expectativas em outubro

  • Em outubro de 2019, o setor de serviços apresentou expansão de 2,7% na base de comparação anual (out19 / out18), bem acima das nossas expectativas (1,6%) e das expectativas de mercado coletadas pela Bloomberg (1,4%). Na base de comparação mensal (out19 / set19), o indicador apresentou expansão de 0,8%, também bem acima das nossas expectativas (0,0%);
  • A leitura positiva em outubro foi generalizada. Quatro das cinco categorias analisadas para a elaboração da pesquisa mensal de serviços apresentaram expansão entre setembro e outubro de 2019, com destaque para a categoria de serviços de informação e comunicação;
  • Na nossa visão, a expansão do setor de serviços em outubro acima das expectativas é consistente com a nossa projeção de crescimento de 1,2% do PIB em 2019. Continuamos acreditando que a retomada do crescimento será disseminada entre os principais setores da economia brasileira, ainda que o comércio de bens duráveis (impulsionado por um mercado de crédito forte e pela regra de retirada do FGTS) continue superando a performance de outros setores. Clique aqui para acessar a nossa análise completa do resultado.

Comissão para Reforma Tributária poderá ser criada em fevereiro

  • De acordo com O Globo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse ontem que pretende propor a criação de uma comissão mista para tratar da reforma tributária após o recesso parlamentar, em fevereiro;
  • O grupo formado por deputados e senadores seria responsável por produzir um texto de consenso a partir das duas propostas que tramitam no Congresso;
  • O colegiado funcionaria como um grupo de trabalho para conciliar os pontos das duas propostas. A ideia, no entanto, enfrenta resistência na Câmara dos Deputados.

Internacional

Notícias internacionais trazem alívio aos mercados

  • De acordo com a mídia internacional, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson conquistou a maioria absoluta no Parlamento, com seu Partido Conservador obtendo 364 cadeiras de um total de 650. Em seu discurso de vitória após a eleição geral, o primeiro-ministro Boris Johnson disse nesta sexta-feira que o resultado das urnas é um sinal de que o Brexit, como é conhecido o processo para retirar o país da União Europeia (UE), será implementado até 31 de janeiro, data final concedida pela UE para que a separação se concretize;
  • Nos Estados Unidos, o presidente americano, Donald Trump, concordou com um “acordo comercial de primeira fase” com a China que reverteria as tarifas já impostas sobre bilhões de dólares em produtos importados da China e cancelaria as novas taxas que entrariam em vigor no domingo, dia 15. Com o otimismo gerado pela possibilidade de um acordo comercial de fase 1 entre os dois países, o índice Ibovespa chegou a superar os 112 mil pontos (+1,2%), enquanto o dólar caiu para R$ 4,09. A notícia segue impulsionando as bolsas internacionais e deve continuar repercutindo positivamente ao longo do dia;
  • Por fim, o Banco Central da Rússia decidiu cortar sua taxa básica de juros em 0,25 ponto porcentual, a 6,25% ao ano, e indicou a possibilidade de mais reduções.  No comunicado emitido logo após a reunião, o Banco Central russo avaliou que a inflação do país está perdendo força em ritmo mais rápido do que o previsto, devendo ficar entre 3,5% e 4% em 2020.  A autoridade monetária da Rússia disse ainda que considerará a necessidade de mais cortes de juros no primeiro semestre de 2020 “se a situação se desdobrar em linha com o cenário projetado”.

Empresas

Via Varejo (VVAR3): Esclarecendo o impacto das recentes investigações; Reiteramos COMPRA

  • A Via Varejo publicou um fato relevante na tarde de ontem (12 de dezembro) confirmando a conclusão da apuração conduzida pelo Comitê Independente de Investigação. Com base nos indícios encontrados, a administração da empresa informou que estima um impacto negativo de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,4 bilhão nos resultados da companhia já no quarto trimestre deste ano, com efeito caixa ao longo de três a quatro anos;
  • Nós esclarecemos alguns pontos:
  • O montante com efeito caixa negativo na realidade é de cerca de R$ 900 milhões, a ser desembolsado no intervalo de três e quatro anos – ou ~6% (a valor presente) do valor de mercado da empresa.
  • O valor desconsidera os ganhos de R$ 600 milhões relacionados a créditos fiscais, atualmente em avaliação (a maior parte já transitado em julgado), bem como eventuais benefícios provenientes de recuperação de impostos (estimados em ~R$ 270 milhões). O efeito combinado de ambos tem o potencial de anular quase a totalidade do efeito negativo no caixa;
  • Esperamos volatilidade, mas continuamos positivos. Apesar de negativa, a notícia não altera os fundamentos da companhia para os próximos anos e nem afeta nenhum dos pilares da nossa visão construtiva para as ações da Via Varejo (clique aqui para acessar a nossa tese de investimento). Dessa forma, reiteramos a nossa recomendação de Compra para as ações da Via Varejo (VVAR3) e preço-alvo de R$ 12,00 por ação;
  • Acesse o link para ver o nosso relatório completo sobre o caso.

Lojas Americanas (LAME4): Parceria da Ame Digital com Cielo e Banco do Brasil

  • O que aconteceu? No dia 12 de dezembro, após o fechamento de mercado, a Lojas Americanas anunciou uma parceria da Ame Digital (a carteira digital da Lojas Americanas e da B2W) com a Cielo (CIEL3) e o Banco do Brasil (BBAS3). Por meio do acordo, a Ame será aceita como pagamento, via QR Code, nas máquinas da Cielo. Esse contrato amplia a capilaridade da Ame ao conectar a carteira com mais de 1,5 milhão de máquinas de cartão da Cielo atualmente disponíveis. Vale ressaltar que o acordo ainda está em fase de negociação;
  • Nossa visão: Vemos o anúncio como mais uma iniciativa que fortalece a estratégia de expansão da Ame Digital. Entretanto, mantemos nossa recomendação Neutra para Lojas Americanas e preço alvo de R$20,0 para o final de 2020, em função do potencial de alta limitado nos níveis de preços atuais. Acesse o link para ver mais detalhes sobre a recente reunião anual com analistas organizada conjuntamente pela Lojas Americanas e pela B2W;
  • Clique aqui para mais detalhes sobre a nossa tese de investimento de Lojas Americanas.

Frigoríficos: preços devem subir, e mais milho deverá ser importado

  • Segundo o Valor Econômico, os preços das carnes de frango e suína deverão ficar mais elevados em 2020, disse ontem o diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em entrevista a jornalistas.  O milho deve ser um dos fatores que estimulará o aumento dos preços da carnes – os preços do cereal subiram no país devido ao aumento das exportações. Nesse cenário, os frigoríficos podem ter de importar milho, sobretudo do Paraguai e da Argentina.
  • Segundo o Globo, ainda de acordo com a ABPA, o ajuste da carne de frango é normal para o momento, uma vez que o preço ficou estável por três anos. Como comparação, a entidade diz que a valorização da carne de frango foi apenas a metade do que ocorreu com a carne bovina. Além disso, o Globo reportou que no ano que vem está prevista uma viagem da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para a Índia, que pode ser um novo mercado para as exportações brasileiras de proteína.
  • Segundo a Reuters, Marco Spada, CFO da Marfrig, acredita que o preço da arroba da carne bovina deve continuar em níveis elevados em 2020, após ajuste a um novo patamar em 2019 graças à eclosão da Peste Suína Africana na China. Spada enxerga um preço da arroba entre 180 e 185 reais para o ano que vem, patamar cerca de 20% acima do nível verificado neste ano.

Caixa estuda possibilidade de renegociação dos contratos antigos

  • De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a possibilidade de renegociação dos contratos de crédito imobiliário devido ao cenário de juros mais baixos, está em estudos. Seguindo o recente ciclo de queda da taxa de juros, a companhia cortou a taxa mínima dos novos contratos de 6,75%+TR para 6,5%+TR, e vale lembrar que a taxa no início de 2019 era de 8,75%+TR. Além disso, na situação atual, os clientes antigos não conseguem se beneficiar de renegociações;
  • Em nossa visão, SELIC baixa por mais tempo tende a diminuir a margem financeira dos bancos, porém é compensado pelo ganho de volume e de mix. Portanto, vemos a medida como desafiadora para o setor.

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