Ações intervencionistas seguem pressionando os mercados, embora a minuta da PEC do Auxílio Emergencial tenha sido bem recebida

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IBOVESPA -4,9% | 112.668 Pontos

CÂMBIO 1,3% | 5,46/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em queda de 4,87% nesta segunda-feira, a 112.668 pontos. As principais pressões vieram das incertezas geradas pela decisão do presidente Jair Bolsonaro de trocar o comando da Petrobras (que levaram as ações da Petrobras a fechar em baixa de 21,51%), da sinalização de que o governo também deve intervir nos preços da energia elétrica e do receio de que medidas de cunho intervencionista sejam expandidas para outros setores e áreas da Economia. A sinalização de alteração da política econômica eleva os receios de que mais ruídos entre governo e Ministério da Economia possam ser gerados adiante. Enquanto isso, o dólar comercial subiu 1,34%, a R$ 5,46. A moeda chegou a atingir a máxima de R$ 5,53, mas a atuação do Banco Central através da venda de US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial ajudou a conter o movimento.

Em meio ao aumento da percepção de risco, as taxas futuras de juros fecharam o dia de ontem em alta. As taxas tiveram forte abertura no período da manhã, mas apresentaram certo alívio na parte da tarde após declarações do presidente da Câmara defendendo a retomada da agenda de reformas. A minuta da PEC que destravaria o auxílio emergencial também foi bem recebida pelo mercado, mas as indicações positivas não foram suficientes para compensar o ruído e a curva teve ganho de inclinação. DI jan/22 fechou em 3,53%; DI jan/24 encerrou em 6,37%; DI jan/26 foi para 7,26%; e DI jan/28 fechou em 7,82%.

Lá fora, as bolsas internacionais tiveram leves quedas, refletindo o aumento do receio relacionado ao reflation trade nos Estados Unidos. Hoje, as bolsas continuam em queda, com os Estados Unidos recuando -0,6% e a Europa recuando -1%, enquanto investidores aguardam o pronunciamento de Jerome Powell hoje. As ações de tecnologia estendem a sequência de 4 meses de perdas, com a Nasdaq recuando 1,6%.  As petrolíferas, por outro lado, lideram os ganhos.

Ainda na seara internacional, a perspectiva é de que a economia global continue dando sinais de força, com a vacina e o pacote nos EUA avançando na Comissão de Orçamento da Câmara. Quanto à pandemia do novo coronavírus, apesar da OMS ressaltar redução em níveis globais de infecções, a Itália estendeu restrições locais, enquanto Alemanha e Reino Unido flexibilizam as restrições e estudam injetar mais estímulos na economia.  

No Brasil, uma minuta da PEC que estabelecerá o auxílio emergencial circulou publicamente ontem. A proposta é boa, com alguns avanços estruturais relevantes no arcabouço de governança fiscal brasileiro. Essas medidas não vão compensar o impacto de curto prazo do auxílio sobre a dívida pública, mas ajudam o país a gerenciar essa dívida mais alta no futuro. A incerteza, no entanto, é se o Congresso aprovará a proposta completa. O risco é aprovar apenas a parte do Auxílio, deixando os demais itens para o futuro. Este seria o pior cenário para a sustentabilidade fiscal. O texto, que ainda pode ter mudanças, deve ser oficialmente apresentado hoje e a previsão de senadores é de que seja votado na quinta-feira. Depois de aprovado em dois turnos no Senado, ainda precisa ser votado em dois turnos pelos deputados.

Do lado das empresas, a Cogna concluiu a transação (ainda pendente da aprovação do Cade) envolvendo a compra e venda de ativos com a Eleva Educação (companhia privada). A transação, no entanto, tem impacto limitado em sua alavancagem financeira e, dessa forma, reiteramos a nossa recomendação de Neutro e o preço-alvo de R$5,1/ação para COGN3.

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Agenda de resultados

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): depois do fechamento do mercado
Temporada de Resultados do 4° Trimestre – O que esperar?
Calendário do 4T20

Clique aqui para saber mais

Internacional

  1. Política internacional: pacote de estímulos avança na Câmara americana
    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): Um prato cheio; Assaí reporta resultados sólidos mais uma vez
  2. CTEEP (TRPL4): Resultados do 4T20 exatamente em linha com nossas estimativas
  3. Cogna Educação (COGN3): Anúncio da transação com a Eleva Educação
  4. Setor Elétrico: Governo prevê dinheiro da Eletrobras e crédito de PIS/COFINS para reduzir tarifas de energia
  5. Siderugia: Expectativas positivas para o mercado de aço no Brasil para 2021


Veja todos os detalhes

Internacional

Política internacional: pacote de estímulos avança na Câmara americana

  • Na seara internacional, destacamos a aprovação do pacote de estímulos à economia americana na comissão orçamentária da Câmara dos EUA nesta segunda-feira (22). O avanço confirma expectativas de que o projeto seja aprovado na Casa até o fim da semana e no Senado até meados de março;
  • Em seu atual formato, o pacote teria impacto de USD 1,92 trilhões. No entanto, lembramos que ainda pode sofrer alterações. Clique aqui para saber mais:
  • Na pauta fiscal, a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, disse ser favorável a impostos mais altos sobre empresas, mas enxerga dificuldades para implementação de imposto sobre riqueza;
  • No lado das relações globais, a União Europeia anunciou sanções contra autoridades russas em resposta à condenação de Alexei Navalny, opositor do presidente Putin;
  • E, apesar da OMS ressaltar redução em níveis globais de infecções de Covid-19, a Itália estendeu restrições locais. Na Alemanhã, o governo de Angela Merkel estuda injeção na economia de EUR 50 bilhões e começa a reabrir escolas após dois meses. E o Reino Unido anunciou relaxamento de restrições e estuda estímulo à economia.  

Empresas

Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): Um prato cheio; Assaí reporta resultados sólidos mais uma vez

  • Assaí (operação de Atacarejo do GPA) reportou resultados referentes ao quarto trimestre de 2020 (4T20) acima das nossas estimativas, explicado por uma forte performance de vendas combinado com uma rentabilidade recorde;
  • Esperamos uma reação positiva do mercado dado que a companhia continuou a entregar resultados fortes, tanto em vendas (com vendas mesmas lojas subindo 19,6% A/A) como em rentabilidade, atingindo um nível recorde de margem EBITDA em 8,2%, que se compara a 7,5% do Atacadão (ver nossa visão do resultado aqui);
  • Os resultados de curto prazo devem permanecer sólidos, enquanto vemos o setor estruturalmente melhor no “novo normal” do que antes da pandemia devido a políticas flexíveis de home office e novos hábitos de consumo. Além disso, vemos a cisão da operação como um evento importante para destravar valor para os acionistas ao permitir uma reavaliação do múltiplo das ações para patamares mais próximos aos seus pares. Reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo para o fim de 2021 de R$ 103,0/ação para PCAR3, e a mantemos como nossa preferência no setor.

CTEEP (TRPL4): Resultados do 4T20 exatamente em linha com nossas estimativas

  • Em 22 de fevereiro a CTEEP anunciou seu resultado do 4T20 com EBITDA ajustado de R$ 644,8mm, em linha (+3,0%) com nossa estimativa de R$ 626,1mm, refletindo principalmente os efeitos positivos da aplicação da Revisão Tarifária e a entrada em operação de projetos greenfield (isto é, desenvolvidos pela companhia)energizados no 4T20;
  • O lucro líquido foi de R$ 374,4mm acima da nossa estimativa de R$ 301,6mm, refletindo o maior resultado operacional da companhia;
  • Adicionalmente, a companhia aprovou uma distribuição de dividendos de R$ 1,602123/ação (6,63% yield) divididos entre: (i) R$ 0,806156/ação correspondentes à  distribuição de dividendos intermediários de 2021 e (ii) 0,795967/ação oriundo da distribuição adicional do lucro de 2020 que será deliberado na Assembleia Geral Ordinária em 25 de março de 2021. O pagamento dos proventos acontecerá no dia 21 de maio de 2021 e as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 26 de fevereiro de 2021;
  • Vemos o resultado da CTEEP como neutro, dado que ficou em linha com nossas estimativas. Acreditamos que os resultados reforçam a estabilidade e resiliência do segmento de transmissão de energia. Por outro lado, acreditamos que tal estabilidade já está precificada, e mantemos nossa recomendação Neutra na CTEEP, com preço-alvo de R$ 25/ação.  

Cogna Educação (COGN3): Anúncio da transação com a Eleva Educação

  • Cogna (por meio de sua subsidiária, Vasta) vendeu a sua operação de educação básica B2C para a Eleve Educação (empresa privada) e comprou a operação do sistema de ensino B2B de educação básica da mesma;
  • A Eleva tem aproximadamente 200 mil alunos utilizando o seu sistema de ensino;
  • A divisão de educação básica B2C da Cogna, a Saber, tem 52 escolas e por volta de 32 mil alunos;
  • A Cogna irá pagar em 5 parcelas anuais R$580 milhões pelo sistema de ensino da Eleva que, de acordo com o fato relevante, representa um EV/EBITDA de 16,6x para 2020 (EBITDA implícito de R$35 milhões, excluindo os efeitos do IFRS-16); e irá receber R$964 milhões pela venda de suas escolas as quais, de acordo com o material divulgado pela empresa, representa um EV/EBITDA de 16,3x para 2020 (EBITDA implícito de R$59 milhões, excluindo os efeitos do IFRS-16);
  • No entanto, a Cogna irá receber R$625 milhões em 5 parcelas anuais e os R$339 milhões restantes em uma debênture conversível com vencimento em 30 meses. Se a Eleva abrir o capital (IPO) antes deste período, a dívida será convertida em ações da Eleva ao preço do IPO;
  • Consequentemente, o impacto em desalavancagem para a Cogna é limitado (e não imediato): R$45 milhões, considerando que a dívida tem grande chance de ser convertida em ações com liquidez limitada, e foi menor do que as expectativas do mercado (incluindo as nossas) que eram perto R$1 bilhão;
  • Contudo, os termos da transação foram piores do que estimávamos e, apesar de esperadas, ainda se tem notícias negativas da pressão de resultados no curto e médio prazo da companhia. Portanto, mantemos a nossa recomendação de Neutra com um preço-alvo de R$5,1/ação.

Setor Elétrico: Governo prevê dinheiro da Eletrobras e crédito de PIS/COFINS para reduzir tarifas de energia

  • Segundo a Agência INFRA, o plano do governo federal para reduzir os reajustes tarifários de energia prevê (i) um aporte de cerca de R$ 70 bilhões, que seriam usados para diluir os percentuais das concessionárias calculados pela ANEEL, (ii) uso de R$ 20 bilhões que seriam arrecadados com a privatização da Eletrobras para abater as tarifas, e (iii) devolução de R$ 50 bilhões aos consumidores de energia referente à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS das tarifas de energia;
  • No que se refere ao montante arrecadados com a privatização da Eletrobras, esses recursos seriam injetados na CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). O aporte à CDE, deve ser precedido da aprovação de uma medida provisória (MP), já anunciada pelo governo, que colocará a empresa no Programa Nacional de Desestatização (PND);
  • No caso dos créditos de PIS/COFINS, a Aneel havia sinalizado ao mercado que o benefício seria repassado às contas de luz pelos próximos cinco anos, para evitar volatilidade tarifária com a redução e reposição da tarifa num intervalo de um ou dois anos. Mas, agora, o governo estuda colher os frutos dessa medida antes do fim do mandato. Neste caso, a agência pode ficar marcada por mais uma intervenção do governo, se retroceder no cronograma de descontos;
  • Por um lado, iniciativas como a devolução dos créditos tarifários de PIS/COFINS e injeção de recursos de uma eventual privatização da Eletrobras nas tarifas poderiam aliviar a percepção de risco a respeito de uma potencial intervenção no setor elétrico após declarações recentes do Presidente Jair Bolsonaro. Por outro lado, acreditamos que o setor de distribuição de energia pode continuar sob pressão, seja porque diversas distribuidoras já começaram a utilizar os créditos de PIS/COFINS pela compensação de tributos federais, seja porque uma compensação mais acelerada as prejudicaria do ponto de vista de capital de giro;
  • Ainda que não haja maiores detalhes sobre potenciais medidas no setor elétrico, acreditamos que as ações deverão ser penalizadas pela maior percepção de risco. Nesse sentido, acreditamos que de um ponto de vista tático nomes menos expostos a tal risco são geradoras com maior exposição ao mercado livre (ACL), tendo em vista que seus contratos são bilaterais entre entes privados. Nesse sentido, favorecemos CESP e AES Tietê como principais nomes com exposição a este segmento.

Siderurgia: Expectativas positivas para o mercado de aço no Brasil para 2021

  • De acordo com dados publicados pelo Instituto Aço Brasil (IABr), a produção brasileira de aço bruto foi de 3 milhões de toneladas em janeiro de 2021, 10,8% acima do apurado no mesmo mês de 2020. Seguindo a tendência, destacamos o aumento de 42,3% nas importações, para 324 mil toneladas. Já as exportações sofreram nova queda de 52% a 531 mil toneladas. Por outro lado, as vendas internas e o consumo nacional de produtos siderúrgicos avançaram 24,9% e 25%, respectivamente, na comparação anual;
  • Em relação aos aços planos, utilizados também na indústria automotiva, a produção avançou 5,6%, comparada ao mesmo mês de 2020, enquanto as vendas no mercado interno cresceram 25,9%. Por outro lado, os aços longos, matéria-prima importante na construção civil, tiveram alta produção de 8,1%, além de um aumento 25% nas vendas ao mercado doméstico.
  • Segundo a entidade, as expectativas são positivas para 2021, prevendo-se um aumento de produção de 6,7% em relação ao ano anterior, atingindo a 33 milhões de toneladas de aço bruto. No tocante as vendas internas a estimativa é de que estas tenham um crescimento de 5,3% atingindo a 20,3 milhões de toneladas e o consumo aparente de produtos siderúrgicos de 5,8% em comparação com 2020, alcançando a 22,4 milhões de toneladas.
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