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Vibra Energia mira produção de metanol verde | Café com ESG, 11/01

Vibra Energia estuda produção e comercialização de metanol verde; Hidrogênio em alta na CES (Consumer Eletronics Show) em Las Vegas

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de 0,46% e 0,30%, respectivamente.

• No Brasil, a Vibra Energia comunicou a assinatura de um memorando de entendimentos (MOU) com a Inpasa Agroindustrial para estudar uma potencial parceria visando à produção e à comercialização de metanol verde, uma fonte de energia com baixa pegada de carbono – o produto deve ser destinado principalmente ao uso marítimo e ao segmento industrial, a partir de subprodutos do etanol.

• No internacional, (i) a BMW vai gastar 650 milhões de euros para transformar sua fábrica mãe em Munique, na Alemanha, na primeira unidade que fabricará apenas veículos totalmente elétricos até o final de 2027 – a companhia também produzirá os mesmos modelos na Hungria, China e México; e (ii) durante a feira de produtos eletrônicos CES (Consumer Electronics Show), em Las Vegas, a Hyundai e Bosch anunciaram planos para utilizar hidrogênio – além de fabricar veículos movidos a células de combustível por hidrogênio, os fabricantes sinalizaram que poderiam trabalhar no sentido de ajudar uma “sociedade do hidrogênio”, expandindo-se para a produção, armazenamento e transporte de energia.

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Brasil

Empresas

Com 53% de aumento, Transporte é o setor que mais cresceu em emissões no ano passado, diz pesquisa

“Agricultura, transportes e resíduos são as três áreas que mais emitiram gases de efeito estufa (GEE) no Brasil em 2022, é o que aponta o relatório Net Zero Readiness Report 2023 da KPMG. Segundo o estudo, a agricultura foi responsável por 46% das emissões desses gases, enquanto transportes emitiram 16% e resíduos, 13%. O estudo analisou as áreas de agricultura, transportes, resíduos, indústria, energia, eletricidade e edificações em mais de 20 países e usou informações do banco de dados de Emissões para Pesquisa Atmosférica Global, da Comissão Europeia (do inglês, European Commission’s Emissions Database for Global Atmospheric Research). Ainda segundo o relatório, a maior parte desses setores registrou um aumento nas emissões absolutas de gases de efeito estufa de 2005 a 2022. O transporte lidera a lista com um aumento de 53% nas emissões absolutas durante o período, seguido por agricultura (46%) e resíduos (30%). “A agricultura é responsável por emissões significativas, e uma nova versão do Plano ABC do Brasil para a descarbonização do setor foi publicada pelo governo brasileiro, o que inclui a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas, expansão do uso da fixação biológica de nitrogênio para substituir fertilizantes nitrogenados e o reflorestamento de milhões de hectares de terra. Além de reduzir as emissões líquidas e melhorar o meio ambiente do país, o reflorestamento oferece oportunidades comerciais por meio da venda potencial de créditos de carbono”, afirma Nelmara Arbex, sócia-líder de ESG da KPMG no Brasil e na América do Sul.”

Fonte: Exame, 10/01/2024

Grupo Potencial inicia substituição de frota com caminhão a biodiesel

“O Grupo Potencial deu início à substituição da sua frota de caminhões a diesel por veículos Scania adaptados para utilizar 100% de biodiesel, biocombustível produzido a partir de óleos vegetais e gorduras residuais. Desde 28 de dezembro de 2023, o primeiro caminhão opera no trajeto entre o Porto de Paranaguá (PR) e a usina de biodiesel da companhia, localizada na Lapa (PR). Os investimentos na primeira etapa do projeto são calculados em R$ 26,4 milhões, dos quais R$ 20 mil foram para adequação do veículo que entrou em circulação e o restante para aquisição de 24 novos modelos que também serão configurados para a utilização do biocombustível. Segundo o grupo, a substituição do consumo de diesel fóssil deve reduzir 95% da emissão de CO2 por caminhão. A adaptação de motores permite o funcionamento tanto com biodiesel quanto com diesel comum, a exemplo dos carros flex gasolina-etanol. Na segunda etapa do projeto, a Potencial, que tem a maior planta de biodiesel do país (900.000 metros cúbicos/ano), pretende costurar parcerias com outras montadoras para converter o restante da frota, com mais de 150 caminhões. Carlos Eduardo Hammerschmidt, vice-presidente do Grupo Potencial, conta que serão realizados diversos estudos de performance do produto na frota ao longo do ano de 2024. “Nosso principal objetivo é reduzir nossa emissão de gases de efeito estufa e trazer a transição energética para o setor de combustíveis. Iniciamos com uma unidade piloto e, no segundo trimestre de 2024, já devemos ter mais 24 unidades movidas a biodiesel”, afirma.”

Fonte: Epbr, 10/01/2024

BNDES e Ibram estruturam fundo para minerais críticos

“Após quase um ano de conversas entre o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), o fundo de fomento a projetos de pesquisa e desenvolvimento relacionados a minerais estratégicos – ou minerais críticos – deve sair ainda neste primeiro trimestre. Raul Jungmann, presidente do Ibram, afirma que o fundo será focado em projetos em fase inicial. “O Brasil tem posição estratégica para atender à demanda de minerais para produção de baterias, de aerogeradores, de minerais críticos para a transição energética, e temos que atrair investimentos para crescimento da produção”, disse Jungmann no evento Brazil China Meeting, promovido pelo Valor Econômico e LIDE em Shenzhen. O ex-ministro citou lítio, níquel e cobre entre os minerais estratégicos e avaliou que a queda de preços dessas matérias-primas nas últimas semanas é um movimento de curto prazo, para ajuste entre oferta e demanda, mas sem alteração da tendência – especialmente para o lítio verde, que consegue ser colocado com prêmio no mercado internacional, ressaltou. A Vale vai colocar R$ 50 milhões como uma das âncoras do fundo, que pode chegar a até R$ 2 bilhões em volume total, apurou o Pipeline, site de negócios do Valor. Esses recursos adicionais virão em parte do próprio BNDES, estruturador do veículo, mas a proposta é atrair também outros investidores como cotistas. Jungmann não comenta sobre as cifras. “Ainda estão em discussão”, diz.”

Fonte: Valor Econômico, 10/01/2024

Brasil pode ter centro de pesquisa e desenvolvimento de energia limpa

“O desenvolvimento de um centro de pesquisa e desenvolvimento de energia de matriz limpa no Brasil está entre os planos de uma das maiores empresas do setor energético do mundo. A inovação é discutida atualmente pela State Grid Brazil, informou Sun Tao, chairman da empresa em painel do Brazil China Meeting — uma iniciativa LIDE e Valor, com apoio institucional de O Globo e CBN. O fórum de discussões é realizado em Shenzhen, com a presença de 160 líderes de governo, do setor privado e da academia de ambos os países. “Estamos trabalhando para a descarbonização do Brasil por meio da nossa cooperação internacional, participando da governança de energia no mundo inteiro”, afirmou Sun Tao sobre a operação do braço brasileiro da State Grid Corporation of China (SGCC), uma das maiores companhias do mundo em termos de receita. “Não somos só uma empresa que trabalha no Brasil há muito tempo, nós vamos também transmitir nossos conhecimentos aos colegas brasileiros, para que a matriz energética possa operar de forma mais segura por um longo tempo.” O executivo afirmou que esteve no país recentemente para discutir a instalação do centro tecnológico, mas não deu maiores detalhes sobre data de lançamento ou localidade da inovação. A empresa conta com 900 funcionários no Brasil, sendo 90% deles brasileiros. A companhia, inclusive, tem ações de integração com o país. Como, por exemplo, o investimento em uma orquestra de formação de músicos no Complexo da Maré, no Rio.”

Fonte: Valor Econômico, 10/01/2024

Aportes em climate techs encolhem 30% em 2023

“O ano terminou amargo para as climate techs, as startups focadas em diferentes tipos de soluções para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Houve uma queda de 30% nos investimentos de risco em companhias do setor, de acordo com dados divulgados pela empresa de informações de mercado Sightline Climate. De US$ 45,5 bilhões em 2022, o total caiu para US$ 32 bilhões no ano passado. O valor médio dos aportes foi 28% menor, que se segue à queda de 21% registrada em 2022. “A lucratividade é cada vez mais importante em comparação com o crescimento. Investidores e fundadores priorizam rodadas de tamanho menor e com metas concretas”, escrevem os autores do levantamento. Praticamente todas as etapas de investimento sofreram recuos, com exceção do capital semente. Esses aportes no início da vida das startups cresceram 7% em 2023, passando a US$ 2,2 bilhões. Isso se traduziu em um aumento expressivo no número de climate techs. No fim do ano passado, o levantamento contabilizou 2.589 startups voltadas ao clima, volume 36% maior do que o registrado no final de 2022. Ou seja, os investidores parecem estar mais dispostos a apostar em novas empresas, que exigem capital menor, do que fazer operações com cheques maiores. O ano foi especialmente ruim para o setor de alimentos e uso da terra, que viram os aportes desabarem em 55%, num indício de que o apetite dos investidores por proteínas alternativas de base vegetal parece estar arrefecendo. Também houve queda nos investimentos em empresas que apostam na descarbonização dos transportes: os aportes caíram 26% no período.”

Fonte: Capital Reset, 10/01/2024

Vibra Energia firma acordo com Inpasa para potencial parceria em produção e venda de metanol verde

“A Vibra Energia comunicou a assinatura de um memorando de entendimentos (MOU) com a Inpasa Agroindustrial para estudar uma potencial parceria visando à produção e à comercialização de metanol verde. O produto deve ser destinado principalmente ao uso marítimo e ao segmento industrial, a partir de subprodutos do etanol. Os estudos têm um prazo inicial de 180 dias e serão conduzidos por representantes a serem designados pelas partes. “A companhia busca no desenvolvimento de potenciais negócios com a Inpasa reforçar seu compromisso com a inovação sustentável e o desenvolvimento de soluções ecologicamente responsáveis no setor de energia”, diz a companhia, reiterando o objetivo de atuar no processo de transição para uma matriz energética mais limpa e eficiente. O metanol verde, também conhecido como e-metanol, é uma fonte de energia com baixa pegada de carbono, com reduções nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) ao longo do ciclo de vida, quando comparado aos combustíveis fósseis. A utilização também contribui para a diminuição das emissões de outros poluentes de material particulado.”

Fonte: Valor Econômico, 10/01/2024

Internacional

Empresas

BMW converte fábrica alemã centenária para fabricar apenas veículos elétricos

“A BMW vai gastar 650 milhões de euros (US$ 712 milhões) para transformar sua fábrica-mãe em Munique, na Alemanha, na primeira unidade da empresa que fabricará apenas veículos totalmente elétricos, como parte de um esforço para desafiar as líderes Tesla. A reforma envolve quatro edifícios, incluindo uma nova linha de montagem, e será concluída até o final de 2027, informou a BMW nesta quarta-feira (10). A fábrica, onde a BMW produz desde 1922, fabrica atualmente modelos com motor de combustão, híbridos plug-in e EVs completos, como o i4. A BMW concorre com o Mercedes-Benz e a líder Tesla para defender a quota de mercado à medida que a indústria muda para veículos eléctricos, com a Europa e a China a liderar o esforço. BMW, Mercedes e Audi, da Volkswagen, dominaram durante muito tempo as vendas de automóveis premium com motor de combustão na China, mas foram apanhadas em desvantagem pela rápida mudança do país para veículos eléctricos. A montadora alemã começará a construir seus veículos elétricos “Neue Klasse” de próxima geração, que prometem os mais recentes recursos digitais, autonomias mais longas e carregamento mais rápido em 2026, em Munique. A BMW também produzirá os modelos na Hungria, China e México. Para abrir espaço para as mudanças na unidade de Munique, a BMW transferiu a fabricação de motores para o Reino Unido e a Áustria. O investimento é uma bênção para a difícil economia da Alemanha, que tem sofrido com o aumento dos preços da energia, os elevados custos laborais e o crescimento anémico.”

Fonte: Valor Econômico, 10/01/2024

Danone deve enfrentar processo contra a água Evian “neutra em carbono

“Um juiz de Nova York decidiu na quarta-feira que a Danone (DANO.PA) deve enfrentar uma ação judicial que contesta sua alegação de “carbono neutro” nas garrafas de água de nascente Evian. Os consumidores na ação coletiva proposta disseram que não teriam comprado a Evian se soubessem que o processo de fabricação da Danone permitia a liberação de dióxido de carbono na atmosfera ou causava poluição. Em uma decisão de 30 páginas, o juiz distrital dos EUA Nelson Roman, em White Plains, Nova York, chamou “neutro em carbono” de um termo ambíguo que confunde os consumidores e disse que a Danone “espera demais” que eles saibam o que isso significa nos rótulos da Evian. Os autores da ação, Stephanie Dorris, da Califórnia, e John Axiotakis, de Massachusetts, disseram que pagaram preços mais altos pela Evian em 2022, acreditando erroneamente que a alegação de “carbono neutro” significava que a água era mais ecológica. Roman disse que os autores da ação podem buscar reivindicações de fraude, enriquecimento sem causa e violação de garantia expressa, além de reivindicações de acordo com as leis de proteção ao consumidor da Califórnia e de Massachusetts. Ele rejeitou as reivindicações de acordo com as leis comparáveis de Nova York, mas disse que os autores da ação podem emendar sua queixa. Nem a Danone nem seus advogados responderam imediatamente aos pedidos de comentários. Os advogados dos autores da ação não responderam imediatamente a solicitações semelhantes. Os produtos da Danone também incluem os iogurtes Dannon, Oikos e Activia. O processo está entre as centenas de ações coletivas propostas anualmente contra produtores de alimentos, muitas vezes questionando a precisão de seus rótulos.”

Fonte: Reuters, 10/01/2024

Hidrogênio nos planos da Bosch e Hyundai

“Embora os veículos elétricos estejam ganhando a maior parte da atenção no mercado de tecnologia neutra em carbono, na feira de produtos eletrônicos CES (Consumer Electronics Show), em Las Vegas, a energia do hidrogênio voltou à conversa graças a dois gigantes automotivos: Hyundai e Bosch. A Hyundai informou, durante a CES, sobre seus planos para utilizar energia. A feira, que começou na terça-feira, termina na sexta-feira. Além de fabricar veículos movidos a células de combustível por hidrogênio, o fabricante de automóveis sul-coreano sinalizou que poderia trabalhar no sentido de ajudar uma “sociedade do hidrogênio”, expandindo-se para a produção, armazenamento e transporte de energia. Isso já é tecnologicamente viável e, eventualmente, fará sentido economicamente também, previu José Muñoz, presidente e diretor de operações global da Hyundai Motor, na segunda-feira. Entretanto, o fornecedor de automóveis Bosch Mobility planeja lançar o seu primeiro motor de combustão a hidrogênio este ano. Trata-se, portanto, de outro passo importante para a redução das emissões globais de carbono provocadas pelo homem, informou a companhia durante a CES 2024.”

Fonte: Valor Econômico, 11/01/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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