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MP estabelece proteção da taxa de câmbio para investimentos estrangeiros verdes | Café com ESG, 24/04

Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança. Quais tópicos […]

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território negativo, com o IBOV e ISE recuando 0,33% e 0,40%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a fonte solar acaba de ultrapassar a marca de 42 gigawatts (GW) de potência instalada no Brasil, o que equivale à capacidade de três usinas hidrelétricas de Itaipu (14 GW), segundo dados da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar) – somente este ano, já foram adicionados mais 5 GW de energia solar na matriz elétrica brasileira e mais de R$ 199,3 bilhões investidos no setor de 2012; e (ii) estudo realizado pelas consultorias LCA e MTempo concluiu que a maneira mais eficiente para o país reduzir as emissões de gases de efeito estufa das ruas e estradas envolve carros híbridos com motores flex – de acordo com o levantamento, mesmo que com outros objetivos, o Brasil se antecipou à agenda climática com décadas de desenvolvimento na cadeia produtiva do etanol e liderança tecnológica nos motores flex.

• Na política, o governo editou ontem a Medida Provisória que cria oficialmente o programa de proteção cambial para atrair capital estrangeiro para financiar projetos verdes no Brasil, anunciado em fevereiro durante a reunião dos Ministros das Finanças do G20 – no pacote estão a oferta de instrumentos de proteção cambial pelo BID no valor de US$3,4 bilhões, além de empréstimos de US$2 bi do BID e de US$1 bi do Banco Mundial para reforçar o Fundo Clima e fornecer funding para quatro linhas de crédito voltadas a atrair o investimento estrangeiro para a transição da economia para baixo carbono.

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Brasil

Empresas

Financiamento é a principal ‘dor’ de startups de impacto

“As dificuldades na mobilidade e transporte entre os municípios da região amazônica inspirou mestrandos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), a criarem a startup Aeroriver. Ao concluírem o mestrado no ITA, Lucas Guimarães, Felipe Bortolete e Tulio Silva criaram, em 2021, o projeto do primeiro veículo de “efeito solo” do Brasil. Na prática, trata-se de um barco com capacidade de voar sobre os rios da região com uma velocidade de 150 km/hora, transportando até 10 passageiros ou uma tonelada de carga. Com potencial de resolver o problema de transporte da população amazônica, uma vez que o custo do veículo é 40% mais barato do que um avião, a Aeroriver ainda precisa captar R$ 10 milhões. O valor foi calculado para que o primeiro Volitan, nome dado ao barco voador, esteja pronto no início de 2026. Em Goiás, o engenheiro agrônomo Samuel Amorim, fundou em 2023 a startup Anakainosis, para desenvolver uma nova forma de transformar os resíduos sólidos em adubo orgânico, a partir de uma tecnologia de biocatálise Db2e. A solução faz a transformação em três horas – processos tradicionais para a produção desse tipo de adubo podem levar mais de uma semana.”

Fonte: Valor Econômico, 24/04/2024

Energia solar avança e potência instalada equivale a três usinas de Itaipu

“A fonte solar acaba de ultrapassar a marca de 42 gigawatts (GW) de potência instalada no Brasil, o que equivale à capacidade de três usinas hidrelétricas de Itaipu (14 GW), informou a Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar). Somente este ano, já foram adicionados mais 5 GW de energia solar na matriz elétrica brasileira. De acordo com a entidade, desde 2012, quando a fonte solar começou a crescer no país, foram investidos mais de R$ 199,3 bilhões e gerados cerca de 1,2 milhão de empregos verdes, garantindo mais de R$ 61,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. A participação da fonte solar equivale hoje a 18% da capacidade instalada da matriz elétrica brasileira e a cerca de 10% da geração de energia. Pelos cálculos da Absolar, o setor fotovoltaico já evitou a emissão de 51,3 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Na geração distribuída, o Brasil já conta com 28,6 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$ 141,3 bilhões em investimentos, R$ 42,2 bilhões em arrecadação e mais de 860 mil empregos verdes acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do país, informa a Absolar.”

Fonte: Exame, 23/04/2024

As ações que fizeram da Vivo a empresa mais sustentável no ISE B3

“A Vivo atingiu, em janeiro deste ano, a liderança do ISE B3 (Índice de Sustentabilidade Empresarial), onde está presente há 12 anos consecutivos. Em 2022 e 2023, a companhia esteve entre as Top 5. Seguidos anos de práticas consistentes e transversais nas áreas ambientais e sociais, apoiadas numa governança sólida, permitiram que a Vivo chegasse ao topo do ranking, que conta com 78 empresas de 36 diferentes setores. Fazer com que 33 mil funcionários diretos e 1200 fornecedores estejam todos no mesmo barco, rumo à construção de um negócio mais sustentável e inclusivo, é o maior desafio da companhia, segundo Renato Gasparetto, vice-presidente de relações institucionais e sustentabilidade. O passo fundamental para avançar nesse percurso foi envolver a alta liderança de corpo, alma e bolso. Além disso, o compromisso de, até 2030, reduzir as emissões próprias em 90% (comparadas a 2015) foi atrelado a 10% da remuneração de longo prazo dos executivos. “Mantemos a cultura de sustentabilidade aliada a uma forte governança, o que nos permite planejar e avançar de forma consistente nos temas ESG e gerar valor para a empresa e a sociedade”, diz Gasparetto.”

Fonte: Capital Reset, 23/04/2024

Estudo aponta híbrido flex como rota mais eficiente para descarbonizar carros

“Um estudo realizado a pedido de uma ampla coalizão da indústria automobilística e sua cadeia produtiva conclui que a maneira mais eficiente para o país reduzir as emissões de gases de efeito estufa das ruas e estradas envolve carros híbridos com motores flex. Com décadas de desenvolvimento na cadeia produtiva do etanol e liderança tecnológica nos motores flex, o Brasil “se antecipou à agenda climática, ainda que com outros objetivos”, afirma o estudo. O levantamento, que será divulgado na íntegra hoje, foi realizado pelas consultorias LCA e MTempo, sob encomenda do Acordo de Cooperação Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil, ou MBCB. O grupo reúne montadoras, indústria de autopeças, setores sucroenergético e de biogás e associações de engenheiros e sindicatos de trabalhadores, entre outros. Embora tenha entre os membros a chinesa BYD, especializada em elétricos, a associação é majoritariamente composta pelo establishment do setor automobilístico brasileiro – que já deixou clara sua preferência por uma transição baseada nos híbridos flex, sem a ruptura tecnológica do motor elétrico.”

Fonte: Capital Reset, 23/04/2024

Enel descumpre meta e terá que pagar mais juros em bond ESG

“O grupo italiano de energia Enel não conseguiu cumprir uma das metas de descarbonização atreladas à emissão de cerca de € 10,2 bilhões em sustainability-linked bonds (SLBs) e terá que aumentar o pagamento de juros aos investidores dos títulos, conforme previsto nos termos da oferta da dívida. Pela derrapagem na meta, a Enel terá uma despesa adicional com juros de aproximadamente € 83 milhões, segundo cálculo da Bloomberg Intelligence. Esta será a maior penalização nesse mercado até o momento – cuja primeira emissão foi feita pela própria Enel em 2019. O ‘step up’ de taxa, como é conhecido o mecanismo, será de 0,25% ao ano, conforme comunicado ao mercado. A companhia reduziu suas emissões de gases de efeito estufa, ao longo de toda a cadeia, em 26,3% em 2023, em comparação com o ano anterior, de acordo com relatório de sustentabilidade recém-publicado.”

Fonte: Capital Reset, 23/04/2024

BRS e Grupo 4M vão investir R$ 65 milhões na construção de usinas solares no Ceará e em SP

“A Usinas Brasil Solar (BRS) e o Grupo 4M Participações vão investir R$ 65 milhões na construção de cinco novos projetos para usinas solares na modalidade de geração distribuída, no Ceará e em São Paulo, que somam 11 megawatts (MW) de capacidade instalada. Serão duas usinas na área de concessão da Enel Ceará e três usinas na área da CPFL Paulista. Neste arranjo financeiro, a BRS detém 10% dos empreendimentos e a 4M possui os outros 90%. A BRS tem quatro usinas operando no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, além de outras plantas em construção com outros investidores. Já o Grupo 4M possui investimentos no setores de energia, infraestrutura, mercado imobiliário e mercado financeiro e entra agora no segmento de geração distribuída com a nova parceria. O diretor da Usinas Brasil Solar, Rafael D’Angelo, frisa que o investimento representa uma alternativa de baixíssimo impacto ambiental, sustentável e de rápida implantação. A construção dos projetos já começou, e o financiamento conta com equity e recursos próprios.”

Fonte: Valor Econômico, 23/04/2024

Política

Governo inclui Eco Invest em MP de crédito a microempreendedores

“O governo federal enviou na segunda (22/4) a Medida Provisória 1213/2024 instituindo o Programa Acredita, que busca reestruturar parte do mercado de crédito no Brasil, e, entre outras agendas, cria o Eco Invest Brasil, iniciativa de proteção cambial para incentivar investimentos em projetos ambientalmente sustentáveis. Anunciado em fevereiro pelos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente, o Eco Invest passa a integrar o Fundo Clima, com a missão de atrair capital privado estrangeiro para financiar o Plano de Transformação Ecológica de Fernando Haddad. Com a criação de um fundo de hedge, o governo espera reduzir os riscos associados à volatilidade de câmbio, blindando os investidores internacionais do chamado risco-país, com linhas de crédito a custo competitivo. “Dada a volatilidade do real, o custo da proteção cambial para prazos mais longos é tão alto que inviabiliza investimentos mais robustos, como os ecológicos, em moeda estrangeira. Além disso, praticamente inexistem soluções no mercado nacional para prazos acima de 10 anos. É para suprir esse gap que se propõe a proteção cambial para projetos de transição ecológica”, explica a Fazenda em nota.”

Fonte: Epbr, 23/04/2024

Meta fiscal deixa bicicleta de fora de programa de descarbonização da mobilidade

“Restrições impostas pela meta de déficit fiscal zero da equipe econômica deixaram os fabricantes de bicicletas de fora do Mover, programa de incentivo à descarbonização da indústria automobilística. Apesar disso, o governo pretende lançar alguma iniciativa para estimular o setor. Durante audiência na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara, o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Uallace Moreira, disse que foi necessário colocar uma “trava” no Mover. “Tinha que ter uma trava para garantir a meta fiscal. Me comprometi a trabalhar com o setor de bicicletas, motocicletas e triciclos para buscar uma solução. Temos clareza do papel estratégico que o setor tem. Mas vamos trabalhar no limite fiscal”, afirmou Moreira. De acordo com ele, o decreto interministerial com as metas de redução de emissões do programa ainda está em elaboração no Mdic e a expectativa é de ser publicado em três semanas.”

Fonte: Valor Econômico, 23/04/2024

MP oficializa proteção cambial para investimento estrangeiro verde

“O governo editou hoje a Medida Provisória que cria oficialmente o programa de proteção cambial para atrair capital estrangeiro para financiar projetos verdes no Brasil, anunciado em fevereiro durante a reunião dos Ministros das Finanças do G20. No pacote estão a oferta de instrumentos de proteção cambial pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no valor de US$ 3,4 bilhões, além de empréstimos de US$ 2 bi do BID e de US$ 1 bi do Banco Mundial para reforçar o Fundo Clima e fornecer funding para quatro linhas de crédito voltadas a atrair o investimento estrangeiro para a transição da economia para baixo carbono. Para que os instrumentos entrem em vigor, ainda falta que o Ministério da Fazenda regulamente aspectos operacionais, como os critérios de elegibilidade dos projetos, de seleção das instituições financeiras que poderão repassar tais linhas e os volumes e limites de alocação dos recursos. E caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) definir ainda os encargos financeiros e prazos das linhas, assim como as comissões a serem pagas.”

Fonte: Capital Reset, 23/04/2024

Internacional

Empresas

Mudanças climáticas afetam saúde de 70% dos trabalhadores no mundo

“A Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que mais de 70% dos trabalhadores e trabalhadoras que integram a força de trabalho global estão expostas a graves riscos para a saúde em razão das mudanças climáticas. Os dados constam de um relatório, divulgado nesta segunda-feira (22) pela organização. O documento indica que mais de 2,4 bilhões de pessoas, de uma força de trabalho global de 3,4 bilhões estão, provavelmente, expostas ao calor excessivo em algum momento da sua jornada de trabalho. “Quando calculada como percentagem da força de trabalho global, a proporção aumentou de 65,5% para 70,9 % desde 2000. Além disso, o relatório estima que 18.970 vidas e 2,09 milhões de anos de vida ajustados por deficiência são perdidos todos os anos devido a 22,87 milhões de lesões ocupacionais atribuíveis ao calor excessivo”, informou a OIT. Os dados são de 2020. A OIT afirma que as medidas de segurança e saúde no trabalho encontram dificuldades para se adequar a essa nova realidade.”

Fonte: Epbr, 23/04/2024

Produtos feitos sob trabalho forçado terão as portas fechadas na UE

“O projeto de lei não menciona a China diretamente, mas o consenso no plenário é que a iniciativa pretende bloquear a entrada de produtos procedentes de uma região chinesa onde, segundo denúncias, são utilizadas pessoas da minoria muçulmana uigur. Grupos de defesa dos direitos humanos afirmam que pelo menos um milhão de pessoas, quase todas da minoria uigur, são submetias a um regime de trabalho forçado na região autônoma chinesa de Xinjiang. A nova lei – aprovada com 55 votos a favor e seis contrários, além de 45 abstenções – entrará em vigor após a ratificação pelos países do bloco. O texto exige investigações da Comissão Europeia (o Executivo da UE) em caso de suspeitas de uso de trabalho forçado nas cadeias de abastecimento de terceiros países.”

Fonte: Exame, 23/04/2024

Honda está perto de acordo com Canadá para construir fábrica de veículos elétricos de US$ 6 bi

“A Honda Motor deve chegar a um acordo com o governo do Canadá sobre projeto para construir uma nova fábrica de veículos elétricos no país, apurou o “Nikkei” nesta terça-feira (23). Pelo acordo, a montadora japonesa receberá subsídios e outras assistências financeiras de Ottawa. A Honda estima que o projeto, incluindo gastos com produção de baterias, valerá mais de 1 trilhão de ienes (US$ 6,46 bilhões), tornando-o um dos maiores investimentos da empresa. A empresa espera alcançar os rivais nas vendas de veículos elétricos, uma área onde ficou atrás na América do Norte, o segundo maior mercado automotivo do mundo, depois da China. A Honda planeja anunciar o projeto em breve. A fábrica canadense será a segunda fábrica de veículos elétricos da empresa na América do Norte, após uma atualmente em construção no Estado americano de Ohio. Um possível local para a nova fábrica é a província canadense de Ontário, onde a Honda já possui uma fábrica. O governo canadense fornecerá subsídios para o projeto, já que se espera que a nova fábrica crie empregos na região.”

Fonte: Valor Econômico, 23/04/2024

Mundo deve se unir para combater poluição do plástico, diz ONU

“À medida que começam as negociações da ONU para estabelecer o primeiro tratado global para reduzir o volume de resíduos plásticos, o embaixador Luis Vayas Valdivieso, presidente do comitê feito para desenvolver o acordo, declarou nesta terça-feira (23) que os países devem se unir para combater a poluição do plástico. “Temos que enfrentar esses desafios e trabalhar com eles. O compromisso é uma palavra importante que precisamos levar em conta”, afirmou Valdivieso, durante conferência em Ottawa, no Canadá. Valdivieso admitiu que seria um desafio superar o impasse que surgiu entre os países produtores de plástico e outros que têm ambições de combater a poluição plástica ao longo de toda a sua vida útil. “É muito importante que estejamos negociando este tratado agora. O mundo está em uma tripla crise de mudança climática, perda de biodiversidade e poluição. Mas enquanto há acordos em vigor para os dois primeiros, não temos legislação e nenhum acordo global sobre poluição plástica”, ressaltou o presidente do comitê.”

Fonte: Valor Econômico, 23/04/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Relatórios temáticos

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

ESG no 1T24: Três frentes que sinalizam um aumento do protagonismo (link)

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) (link)

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) (link)

Brunch com ESG

SUZB3 e VBBR3 se unem em prol do SAF; SBTi e o imbróglio envolvendo carbono (link)

WEGE3 e POMO4 entram no Mover; PL das eólicas offshore volta ao Senado; Repsol aposta no biometano (link)

Vendas de elétricos caem globalmente, enquanto China entra em peso no mercado local; EUA anuncia novo investimento em energia limpa (link)


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