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Eneva, Scania e Virtu GNL fecham parceria para descarbonizar o transporte rodoviário pesado | Café com ESG, 02/02

Eneva, Scania e Virtu GNL fecham parceria para promover entrega de carga por caminhões movidos a GNL; Copel faz primeiro investimento em fundo de CVC

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE em alta de 0,57% e 0,42%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a CVM fez um ajuste na regra sobre os formulários de referência para que as companhias abertas possam incluir informações sobre pessoas com deficiência (PcD) – segundo a CVM, a nova resolução 198 visa complementar o rol de informações prestadas sobre diversidade nos órgãos de administração e nos recursos humanos das companhias, e será exigida a partir de 2025; e (ii) a Copel fez o primeiro investimento de seu fundo de venture capital corporativo, ou CVC, com foco em transição energética, o Copel Ventures I – a empresa investiu R$3,5 milhões na Move, startup de software de gestão de carregadores inteligentes de veículos elétricos.

• Ainda no país, as empresas Eneva, Scania e Virtu GNL fecharam parceria para descarbonizar o transporte rodoviário pesado – a ideia é promover a entrega de carga por caminhões movidos a gás natural liquefeito (GNL), e já conta com contratos com a Vale e a Suzano para transporte de produtos na chamada rota Matopiba, sigla que designa os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

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Brasil

Empresas

Sigma Lithium estima aumento de 27% nos recursos minerais de lítio

“A Sigma Lithium anunciou, nesta quarta (31/1), um aumento de 27% na estimativa de recursos minerais, chegando a 109 milhões de toneladas na propriedade da Grota do Cirilo no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Em novembro de 2023, ao divulgar os resultados da fase 4 do seu programa exploratório, a mineradora canadense informou que o potencial seria próximo a 110 milhões de toneladas. Com isso, segundo a companhia, a mina brasileira torna-se o quarto maior complexo industrial pré-químico de beneficiamento e mineração de lítio do mundo. As informações técnicas e científicas relacionadas às estimativas de recursos minerais no comunicado à imprensa foram revisadas e aprovadas por Marc-Antoine Laporte P.Geo., M.Sc., da SGS – Geosol, e por Porfirio Cabaleiro Rodriguez P.Eng, Engenheiro de Minas da GE21 Consultoria Mineral Brasil. O anúncio ocorre no momento em que a empresa passa por um processo de venda, com algumas montadoras e processadoras de lítio já em negociação, a exemplo da BYD, Volkswagen e CATL. “A grande escala das revisões de recursos minerais aumenta a flexibilidade estratégica da Sigma para considerar uma quarta linha de beneficiamento pré-químico industrial”, afirma a CEO da Sigma, Ana Cabral-Gardner. A empresa espera construir um “corredor de lítio, em forma de J”, conectando todos os recursos minerais existentes na Grota do Cirilo, e com isso reduzir custos de operação ao aproveitar a infraestrutura já existente para exploração na primeira fase do projeto. “O potencial [de] expansão das nossas operações atuais beneficiará economias de escala significativas, incluindo infraestruturas existentes e partilha de custos (…) Em suma, a conclusão desta campanha de perfuração de um ano representa a criação de valor tangível para o Brasil, para as nossas comunidades no Vale do Jequitinhonha e para os nossos acionistas globais”, disse Gardner.”

Fonte: Epbr, 01/02/2024

Brasil investe mais de 30 bilhões de dólares em transição energética em 2023, diz BloombergNEF

“O Brasil é o quinto país entre as dez principais economias para investimento em transição energética e, de acordo com a pesquisa Energy Transition Trends 2024 da organização de pesquisas sobre mercados globais, BloombergNEF (BNEF), foram investidos US$ 34.8 bilhões em energia renovável e captura e armazenamento de carbono (do inglês, carbon capture and storage ou CCS) durante 2023. Também estão na lista de investimento relevantes em soluções de transição energética, países como: China, EUA, Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Japão, índia e Itália. A China, por exemplo, lidera com US$ 676 investidos em 2023, correspondendo a quase 40% do total global. Mas quando consideradas conjuntamente, os EUA, o Reino Unido e a União Europeia totalizam US$ 718 bilhões. Já o investimento global alcançou a marca de US$ 1,77 trilhão. Apesar de substancial, segundo o estudo, o nível dos investimentos atuais não é suficiente para alcançar a neutralidade de carbono até metade do século. Seriam necessários US$ 4,8 trilhões por ano entre 2024 e 2030 para que os governos se alinhem com o Cenário NetZero da BNEF, com base no estudo New Energy Outlook 2022. “Os gastos com investimentos na transição energética cresceram 17% no ano passado, mas precisam crescer mais de 170% se quisermos chegar ao Net Zero nos próximos anos. Só uma ação determinada por parte dos decisores políticos pode desbloquear este tipo de mudança radical”, afirma Albert Cheung, Vice-CEO da BNEF.”

Fonte: Exame, 01/02/2024

CVM exigirá informações de pessoas com deficiência das companhias abertas

“A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fez um ajuste na regra sobre os formulários de referência para que as companhias abertas possam incluir informações sobre pessoas com deficiência (PcD). Segundo a CVM, a medida visa complementar o rol de informações prestadas sobre diversidade nos órgãos de administração e nos recursos humanos das companhias. De acordo com a nova resolução 198, a autarquia definiu que o detalhamento será exigido a partir de 2025. Para as empresas que desejarem prestar as informações desde já, isso poderá ser feito no no campo destinado a “outros indicadores relevantes de diversidade” do formulário de referência. Com as novas regras do formulário de referência (resolução 80), a Comissão passou a exigir mais dados ambientais, sociais e de governança (ESG, em inglês) das companhias abertas. Entre elas estão informações raciais sobre todos os funcionários, incluindo a alta administração. As informações passaram a ser exigidas a partir do ano passado. A resolução também promove alterações em notas de rodapé do formulário de referência, com o objetivo de simplificar a prestação de informações por emissores que requeiram registro junto à CVM, desde que não estejam realizando, ao mesmo tempo, uma oferta pública de valores mobiliários. Segundo a CVM, a alteração permitirá que requerentes de registro de emissor nessa condição possam apresentar informações referentes apenas aos três últimos exercícios sociais encerrados e às demonstrações financeiras de encerramento de exercício.”

Fonte: Valor Econômico, 01/02/2024

Copel estreia fundo de transição energética com aporte de R$ 3,5 mi na Move

“A Copel fez o primeiro investimento de seu fundo de venture capital corporativo, ou CVC, com foco em transição energética, o Copel Ventures I. A empresa investiu R$ 3,5 milhões na Move, startup de software de gestão de carregadores inteligentes de veículos elétricos. A transação foi concluída em 30 de dezembro, mas divulgada apenas agora. Anunciado em agosto do ano passado, o Copel Ventures I tem R$ 150 milhões e é gerido pela Vox Capital. Fundada em 2019, a Move oferece soluções para permitir que empresas gerenciem os carregadores elétricos que possuem ou administram, controlando a potência ou a cobrança para as recargas, por exemplo. “Todo o controle, tanto financeiro quanto técnico, pode ser feito no dashboard que fornecemos”, diz o CEO Cesare Quinteiro Pica. O recurso investido pela Copel é uma extensão da rodada seed finalizada na metade do ano passado pela startup. O valor não foi divulgado a pedido da empresa do setor de mobilidade que liderou a rodada e cujo nome não foi revelado. A AES Brasil e a HARDS, aceleradora de hardwares e softwares, também fizeram aportes. A Move trabalha com mais de 50 empresas distribuídas pela América Latina, como Intelbras, Graal e a colombiana Torpel, e vai usar o volume levantado para expansão. O primeiro contato da startup com a comercializadora paranaense aconteceu em 2022, quando participou do Copel Volt, um programa de inovação para o setor. “O objetivo do fundo vai além do financeiro. Queremos ser parceiros estratégicos das nossas investidas”, diz Cássio Santana, diretor de desenvolvimento de negócios na Copel. “É nossa visão de smart money: aportamos capital para a startup se desenvolver, mas também ajudamos a gerar novos negócios dentro do ecossistema da Copel, que oferece enormes oportunidades para empresas como a Move, e com isso ajudamos a alavancar as receitas de imediato.” Antes do investimento, a Move já havia se tornado parceira da Copel em sua rede de eletropostos distribuídos pelo Paraná.”

Fonte: Capital Reset, 01/02/2024

Eneva, Scania e Virtu querem descarbonizar transporte pesado

“As empresas Eneva, Scania e Virtu GNL fecharam parceria para descarbonizar o transporte rodoviário pesado no Brasil. A ideia é promover a entrega de carga por caminhões movidos a gás natural liquefeito (GNL). O trio tem contratos com a Vale e a Suzano para transporte de produtos na chamada rota Matopiba, sigla que designa os Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. O contrato prevê a entrega de 180 caminhões movidos a GNL produzidos pela Scania a um custo unitário de cerca de R$ 1 milhão, o que leva o total para R$ 180 milhões. A ideia é que a Eneva fique com a parte de produção da molécula de gás e a Virtu cuide da entrega do produto final. A Virtu e a Eneva já atuam juntas por meio de uma joint venture, a GNL Brasil, que atua na logística de entrega de gás natural em lugares sem gasodutos, fazendo o transporte, a estocagem e a regaseificação. A Eneva estima que o novo mercado de transporte rodoviário de longa distância movido a GNL pode demandar até 9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia inicialmente, com uma redução na intensidade de emissões de 2 milhões de toneladas de gás carbônico por ano no Brasil. Em comparação com a frota tradicional de diesel, a redução de emissão de gás carbônico pode chegar até 20%. Segundo o diretor de vendas da Scania, Alex Nucci, o volume de 180 caminhões é a maior compra de veículos a GNL da América Latina: “Um dos pontos importantes dessa operação é o fato de ser tudo nacional, com motores produzidos no Brasil. Os veículos são 100% a gás, não são adaptados. O preço de um veículo movido a GNL não é tão diferente de um veículo a diesel. Mas com a nacionalização e o ganho de escala, é possível que o veículo movido a GNL se torne mais competitivo.”

Fonte: Valor Econômico, 02/02/2024

Política

Fundo Amazônia vai a R$ 6,5 bi após captação de R$ 726 milhões em 2023

“Após quatro anos de paralisação, o assinou em 2023 novos contratos que totalizam R$ 726 milhões. Com isso, o volume total de recursos já garantidos para o fundo passou para cerca de R$ 6,5 bilhões, segundo informou o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco. Deste montante, R$ 3 bilhões já foram aplicados em projetos. Do restante, esclareceu o secretário, R$ 2,2 bilhões já foram solicitados por projetos, mas ainda sem contratos assinados. Algo em torno de R$ 1,3 bilhão estão disponíveis para financiamentos. O tamanho do fundo poderá se aproximar dos R$ 10 bilhões se consideradas as doações já anunciadas mas ainda não concretizadas, no valor de R$ 3,1 bilhões. A expectativa é de que boa parte desses recursos entre neste ano, segundo Tereza Campello, diretora socioambiental do BNDES. O banco é responsável pela gestão do Fundo Amazônia. Paralisado durante todo o governo Jair Bolsonaro, o fundo também retomou no ano passado as aprovações de projetos. Segundo Campello, em 2023 foram aprovados R$ 1,3 bilhão em projetos, sendo R$ 786 milhões por meio de chamadas públicas e R$ 553 milhões em projetos específicos apoiados pelo fundo. No caso dos editais, por exemplo, já foram aprovados projetos para a restauração da floresta (450 milhões) e para incremento da alimentação escolar na região (R$ 336 milhões). Está previsto para março o anúncio de um programa para melhorar o acesso à água em comunidades indígenas, ainda sem valores divulgados. Dos R$ 726 milhões assinados no ano passado, a principal doação veio do Reino Unido, com R$ 497 bilhões. Também houve anúncios pelos governos de Alemanha (R$ 186 milhões), Suíça (28 milhões) e Estados Unidos (R$ 15 milhões). Os americanos prometeram mais R$ 2,43 bilhões que podem ser oficializados neste ano.”

Fonte: Valor Econômico, 01/02/2024

Pará encomenda 40 ônibus elétricos da Eletra para COP30

“O governo do Pará encomendou 40 ônibus elétricos fabricados pela brasileira Eletra para integrar o BRT da região metropolitana de Belém, capital do estado. Com investimentos de R$ 120 milhões, os veículos serão entregues entre setembro e outubro deste ano. A aquisição faz parte do programa para descarbonizar o estado, que em 2025 sediará a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). A seleção ocorreu por meio de licitação da Agência de Transporte Metropolitano do Estado do Pará (Agtran), órgão responsável pela gestão do sistema BRT Metropolitano. O contrato foi assinado em 13 de janeiro pelo governador Helder Barbalho (MDB). Segundo o governo, os veículos são zero emissão de poluentes, têm 12,1m (Básico), piso alto, capacidade para 75 passageiros e um cadeirante, com autonomia de até 250km. Nesta sexta (2), Barvalho visitará a fábrica da Eletra em São Bernado do Campo (SP), onde os ônibus serão produzidos com tecnologia de tração elétrica e integração Eletra, carroceria Caio eMillennium, motor elétrico e baterias WEG – todas elas empresas brasileiras – e chassis Mercedes Benz. A fábrica da Eletra onde serão produzidos os e-bus foi inaugurada em junho passado, em São Bernardo do Campo (SP). A planta tem capacidade para fabricar 150 ônibus elétricos por mês inicialmente e usará tecnologia 100% brasileira, A expectativa é que as instalações possam produzir até 1.800 unidades eletrificadas por ano, com chassis das montadoras Mercedes-Benz e Scania. Os primeiros modelos já circulam nas capitais São Paulo, Salvador, Vitória e Curitiba. O plano de investimentos para os modelos sustentáveis chega a R$ 150 milhões.”

Fonte: Epbr, 01/02/2024

Internacional

Empresas

Com importação do Brasil, indústria do lítio ganha força na Alemanha

“Conhecida no passado pelos desastres ambientais derivados da indústria e mineração, a cidade de Bitterfeld-Wolfen caminha para se tornar um local-chave na ambiciosa transição ecológica da Alemanha com a implantação da primeira refinaria de lítio em larga escala do país. Assim como a extração, a refinaria tem o objetivo de desempenhar um papel fundamental para os planos europeus na missão de explorar e aprimorar as próprias matérias-primas necessárias para alimentar uma nova geração de veículos elétricos. A fábrica começará a produzir o lítio, um pó branco, em maio. A operação de refino contará, inicialmente, com o lítio importado do Brasil. Este material é um dos metais necessários para fabricar baterias elétricas, das quais a Europa deseja reduzir sua dependência de importação. O aumento da demanda por baterias era “previsível”, explica Stefan Scherer, diretor da AMG Lithium, uma empresa que “se juntou à onda” e lançou o projeto da refinaria de lítio há mais de quatro anos. Bitterfeld-Wolfen, leste da Alemanha, a cerca de 140 quilômetros de Berlim, foi escolhida por sua “proximidade com os clientes”. A Europa considera sua dependência de importações de metais raros como uma desvantagem crescente, em um contexto de tensões geopolíticas – especialmente com a China. Apesar de não ser o maior produtor de lítio bruto, a China possui grande parte da capacidade global de processo, assim como produção de baterias. Segundo a Cepal, Chile, Bolívia e Argentina formam o chamado “triângulo do lítio”, pois possuem 56% do total mundial do metal. No ano passado, a União Europeia apresentou propostas para garantir o fornecimento e aumentar a extração e transformação de matérias-primas, essenciais para a indústria europeia.”

Fonte: Exame, 01/02/2024

O preço do carbono no Reino Unido cai para um nível recorde

“O custo das permissões de emissão de carbono no Reino Unido caiu para o nível mais baixo de todos os tempos, o que gera temores de que isso enfraqueça o incentivo à construção de fontes de energia renovável mais limpas. Os contratos futuros que acompanham o preço do carbono no Reino Unido para dezembro caíram para £31,48 por tonelada de dióxido de carbono na segunda-feira, com os analistas atribuindo o declínio ao clima ameno do inverno, à desaceleração da demanda dos usuários industriais e ao excesso de licenças disponíveis para cobrir a poluição na Grã-Bretanha. O preço se recuperou marginalmente, fechando na quinta-feira com alta de 6,4%, a £ 36,71, mas está sendo negociado em seu valor mais baixo desde que o Reino Unido começou a substituir o esquema de comércio da UE em maio de 2021, após o Brexit. Isso representa uma queda de 43% em comparação com um ano atrás e um grande desconto em relação ao preço de 62 euros por tonelada cotado em seu rival da UE, bem como em esquemas semelhantes nos EUA. Os preços no Reino Unido estão sob pressão devido à preocupação com a desaceleração econômica e se intensificaram depois que o governo introduziu níveis generosos de permissões em julho passado.”

Fonte: Financial Times, 02/02/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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